11 Dias de despertar

em Coluna por

Paulo

11 Dias de despertar

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Na coluna Novo Mundo da semana passada, falei sobre o texto de um autor brasileiro que está viralizando na web (“Há algo de extraordinário acontecendo com o texto do Gustavo Tanaka”). Esta semana, vou falar sobre o livro do Tanaka; que acaba de ser lançado em formato e-book na Amazon e em breve estará nas livrarias, na versão impressa. O livro do Tanaka, “11 dias de Despertar – Uma Jornada de Libertação do Medo” é uma pérola de simplicidade e concisão. É intenso, curto, rápido, exatamente como foi o processo que ele viveu nos 11 dias (12, na verdade…) que o livro acompanha. É exatamente o livro que as pessoas que buscam novos caminhos para a vida, o trabalho e os relacionamentos precisam neste momento; especialmente pelo tremendo poder de síntese; por fazer compreender rapidamente; com uma linguagem muito simples, conceitos essenciais do despertar para este novo momento do mundo.
De um modo leve, e sob medida para uma geração que acostumou-se a ler mais posts que livros, Tanaka compartilha uma visão importante desse momento de transformação social, de um ponto de vista absolutamente pessoal – o que só adiciona ao contexto; porque, como já se disse antes, “cante a sua aldeia e cantarás o mundo”. Porque todos vivemos os mesmos questionamentos, todos vivemos o mesmo momento intenso e as mesmas “dores de parto” de criar um novo modelo, mais livre, mais dinâmico, mais justo e , sobretudo, mais humano. Um modelo para fazer felizes e realizados os seres humanos, e com eles, também os outros seres.
O livro não é um manual, até porque o despertar não tem manual, tanto quanto a vida de infinitas possibilidades não tem. Mas é um guia, na medida em que, acompanhando os diálogos que acontecem ali, é possível encontrar chaves e sínteses verdadeiramente efetivas e práticas. É bem verdade que, como está dito no próprio livro, há pessoas que talvez não consigam conectar-se com o conteúdo, caso permaneçam com o pensamento fixo nos seus medos. O ponto crucial aqui é exatamente esse: vivemos ainda os ecos de uma sociedade criada para estimular o medo e a falta; e através destes instrumentos, criar o extremo consumismo e a desconexão da pressa e do desespero. Esta freqüência dominou por muito tempo, praticamente um monopólio da consciência humana no planeta, onde as exceções eram sempre considerados “os loucos”.
Pois bem, o monopólio do medo acabou, o tempo do compartilhamento é agora, e “11 dias de Despertar” é uma excelente porta de entrada, uma introdução para aqueles que identificam-se com aquele inesquecível e hoje famoso parágrafo que talvez um dia esteja colocado num monumento em homenagem a este momento de transição no mundo:
“Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados. Os que vêem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou difamá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para frente. Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo são as que, de fato, mudam.”

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Paulo Roberto Ramos Ferreira é Coach e Terapeuta Transpessoal; Membro da ONG Terapeutas Sem Fronteiras e Conselheiro do Nikola Tesla Institute e autor do livro O Mensageiro – O Despertar para um Novo Mundo. © 2015.

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