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Redação - page 611

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Entra em vigor a nova lei anticorrupção

em Brasil/Política por

Norma que responsabiliza empresas por atos contra a administração passa a valer a partir de 29 de janeiro.

 A nova Lei Anticorrupção brasileira entra em vigor no dia 29 de janeiro. Com isso, as empresas passarão a responder em casos de atos ilícitos praticados contra a administração pública. A regra prevê, entre outras penas, multas de até 20% do faturamento bruto para as empresas que infrinjam seus dispositivos. Para o advogado Giovanni Falcetta, do Aidar SBZ Advogados, a lei é um grande avanço.

A lei estabelece também o perdimento dos bens, direitos ou valores provenientes da infração, a proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos públicos e instituições financeiras controladas pelo governo, a suspensão ou interdição parcial das atividades e até mesmo a dissolução compulsória das pessoas jurídicas que praticarem algum dos atos ilícitos contra a administração pública nacional ou estrangeira. “As penas são pesadas e rigorosas, o que mostra que vai mudar a forma de fazer negócios no País”, afirma Falcetta.

A nova norma incentiva ainda a criação de mecanismos que fortaleçam as boas práticas dentro das organizações, como é o caso da implementação de programas efetivos de compliance, capazes de prevenir, detectar, remediar e punir condutas ilícitas, o que pode até reduzir as penalidades.

Brasileiros compram mais pela internet

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Pesquisa aponta que em 2013 o brasileiro utilizou a internet para comprar mais. Pessoas entre 25 e 34 anos são as mais consumistas.

Uma pesquisa da IPSOS MEDIACT revela que 40% das pessoas compraram um eletrônico ou eletrodoméstico pela internet ao longo do ano de 2013. Em seguida, aparecem os livros com 24%, as roupas e calçados com 20% e as passagens aéreas com 17%.

Equipamentos para informática (suprimentos) aparecem na quinta posição e são comprados por 14% dos entrevistados, enquanto que 10% costuma comprar ingressos e entradas para eventos ou cinemas.

O último item da pesquisa e que não teve pontuação foi a compra de AUTOMÓVEIS pela internet – coisa que o brasileiro ainda não está acostumado a fazer.

“Cada vez mais as pessoas estão usando a internet para facilitar sua vida. Desde um pagamento, uma reunião com o chefe que está fora ou até mesmo compras que precisam ser feitas de forma rápida e segura podem ser realizadas com a ferramenta. Hoje é muito difícil pensar em viver sem esta tecnologia que colabora até com a qualidade de vida”, afirma DIEGO OLIVEIRA, diretor de contas da IPSOS .

Pessoas entre 25 a 34 anos são as que mais utilizam a internet para efetuarem as suas compras (34%). Já os adolescentes entre 13 e 17 anos e as pessoas acima de 55 anos são os que menos utilizam a ferramenta, sucessivamente com 6% e 7%.

A pesquisa aponta que a maioria das pessoas gasta entre R$ 101,00 a R$ 300,00 em suas compras pela internet. São Paulo lidera o ranking das cidades que mais consome; seguido do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e interior de São Paulo.

O levantamento foi realizado com 8.536 pessoas em 13 mercados de atuação da Ipsos.

OS 20 ITENS MAIS COMPRADOS NA INTERNET:

 1. Eletrônicos /eletrodoméstico 40%

 2. Livros 24%

 3. Roupas / calçados 20%

 4. Passagens aéreas / pacote 17%

 5. Equip./suprimen informática 14%

 6. Tênis 12%

 7. Entrada para eventos/cinema 10%

 8. Artigos esportivos 10%

 9. Cosméticos 9%

  10. Brinquedos 7%

 11. DVDs filmes/músicas 7%

 12. Jogos de computador 6%

 13. Cd´s de música 5%

  14. Programas/software comput. 4%

  15. Artigos p/ escritório 3%

 16. Flores / arranjos 2%

 17. Assinaturas de jornais/rev. 2%

 18. Itens /compra supermercado 2%

  19. Bombons/bolos/doces 1%

 20. Automóvel 1%

Prazer e depois culpa podem ser sintomas de compulsão

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Comportamento compulsivo merece atenção e cuidados.

Hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional – normalmente uma sensação de alívio ou de prazer seguidos de culpa e depressão. Bastante conhecida, a compulsão é um descontrole emocional que faz com que o indivíduo repita um determinado comportamento/ação sucessivamente, causando-lhe diversos prejuízos. Seja por comida, drogas, sexo, internet, compras, exercícios físico, entre outros, a compulsão pode acontecer com qualquer pessoa e pode também levar a algum tipo de transtorno mais grave.

 “O prazer e a satisfação fazem o indivíduo repetir o comportamento, mas depois vêm a sensação negativa por não ter conseguido resistir ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a sensação positiva permanece mais forte, levando a repetição. O indivíduo perde o controle e passa a realizar esse comportamento de forma inadequada, o que interfere em suas relações sociais, trabalho, administração de seu dinheiro, família e qualidade de vida”, explica a psicóloga Ana Cristina Fraia.

 A especialista adverte que dependendo da compulsão é indicado um tipo de tratamento, mas que a psicoterapia é sempre uma boa aliada. “A psicoterapia é necessária, de preferência cognitivo comportamental. O apoio e auxílio da família e, em alguns casos, medicação também auxiliam muito. Regras e limites como, por exemplo, retirar o acesso ao dinheiro no caso de compulsão por compras são necessárias.”

Embora não existam causas específicas para a compulsão, apenas tendências e fatores ambientais e emocionais, a psicóloga ressalta que por trás das compulsões existe, emocionalmente, algo em desequilíbrio e que deve ser investigado e tratado. O mais importante é a pessoa ter a consciência que seu comportamento está fora da normalidade e procurar ajuda médica.

Ana Cristina Fraia é psicóloga e coordenadora terapêutica da Clinica Maia Prime.

Cães se alinham ao campo magnético da Terra

em Educação e Comportamento/Geral por

Você provavelmente conhece a extraordinária capacidade que os cães têm em farejar qualquer coisa, até drogas escondidas. Isso acontece por que seu nariz é alimentado por mais de 200 milhões de receptores de cheiro. Mas, recentemente cientistas da Universidade de Ciências da Vida em Praga descobriram outra capacidade de detecção dos cães: eles são sensíveis ao magnetismo da Terra.

Os pesquisadores identificaram que os cães alinham espontaneamente o eixo do seu corpo ao campo magnético da Terra quando se agacham para fazer cocô.

No entanto, eles não sabem por que esse hábito é útil para eles ou o que significa. Em um trabalho de pesquisa publicado na revista Frontiers in Zoology, os cientistas afirmam “cães preferem fazer suas necessidades fisiológicas com o corpo alinhado ao longo do eixo norte-sul. “No entanto, quando o campo magnético e as condições ficam instáveis​​, o seu comportamento direcional muda. Se, por exemplo, houver uma explosão solar e o campo magnético da Terra torna-se instável, os cães ficariam confusos – ou, pelo menos, iriam começar a fazer cocô em direções aleatórias.

Em busca de entender por que os cães se alinham ao campo magnético da Terra, os cientistas fizeram 1.893 observações em 70 cães de 37 raças durante a defecação e mediu a direção do eixo do seu corpo. Eles também fizeram 5.582 observações enquanto os cães urinavam . O estudos duraram aproximadamente  dois anos e os dados foram classificados de acordo com as condições geomagnéticas durante o período de amostragem.

Usando esses dados, os cientistas foram capazes de provar a sensibilidade magnética dos cães. Além disso, eles podem demonstrar inequivocamente uma reação de comportamento mensurável e previsível mediante flutuações naturais do campo magnético em mamíferos. Eles estudam também a possibilidade dos cães serem muito sensíveis a pequenas alterações na polaridade ao invés de intensidade do campo magnético. Em outras palavras, o estudo mostra que a polaridade é biologicamente significativa. Segundo os pesquisadores, o estudo é importante porque poderia abrir novos horizontes nas pesquisa de recepção magnética.

©2014, iScience Times. All rights reserved

A Apple e seus produtos em 2013

em Negócios/Tecnologia e Ciência por

2013 foi um ano excepcional para a Apple. Embora a marca não tenha anunciado novos dispositivos, os upgrades que lançou para sua atual linha foram bem significativos. Outra coisa que chamou bastante atenção, foi a notável queda dos preços de grande parte dos seus produtos. O preço da linha Macbook Air caiu a um nível absolutamente acessível, custando a partir de US$ 999 e o Macbook Pro terminou o ano de 2013 com preços a partir de US$ 1.199. Com base em como a Apple alinhou este ano (sincronizando sua linha Mac com processadores Haswell e colocando retina em todos os dispositivos portáteis), grandes lançamentos devem surgir em 2014, principalmente o iPhone 6. Confira um resumo do que você pode ter perdido em 2013.

iPhone

Em Setembro, vimos o lançamento do iPhone 5S, uma atualização do modelo anterior. Características mostram uma boa melhoria, a começar por um processador mais rápido (ainda com o chip A7, mas em uma versão de 64-bit), uma câmera mais inteligente com lente de 5 elementos e abertura de F2.2 maciço, novo flash capaz de melhorar a correção de cor e ajuste de luz, e uma enxurrada de novos modos de fotos, como o slow motion e a capacidade de ruptura. A mais nova característica foi o sensor de impressão digital e a inclusão do sistema “Touch ID”. Substituindo os recursos de senha, o Touch ID pode ser usado para desbloquear o telefone e autorizar compras de aplicativos via digitalização da camada sub-epidérmica do seu dedo.

Um segundo aparelho também foi anunciado em setembro, o iPhone 5C. O aparelho mais simples não possui todas as atualizações dos 5S, mas internamente, o 5C é similar ao anterior iPhone 5. No entanto, o iPhone 5C tem uma caixa de plástico de casca dura com 5  tipos de cores.

iPad

Assim como em 2012, a Apple lançou uma série atualizada do iPad no final do ano. Em novembro, houve uma atualização do iPad  Mini, e o iPad foi redesenhado chamando agora de iPad Air. O iPad Air, faz parte da quinta geração de iPad’s da Apple. Mantendo o mesmo chip que o iPhone 5, o maior avanço (ou, talvez, o menor), foi deixá-lo mais leve. O painel frontal é menor, e mais fino, e o peso é bem mais leve. Com o design mais leve, o iPad Air pode ser facilmente carregado para qualquer lugar.

Falando de portabilidade, após duas semanas do lançamento do iPad Air, o iPad Mini redesenhado foi lançado. E foi provavelmente o portátil mais atualizado que a Apple anunciou este ano. O iPad Mini ficou bem melhor com seu display de retina, oferecendo uma densidade de 324 pixels de ppi, se comparando com as linhas de iPhone e iPod touch, tornando-se a melhor tela para o seu tamanho. Porém, o aparelho teve um preço inicial mais salgado, saltando de US$ 100 para US$ 399 na versão 16GB.

Macbook

A linha de computadores portáteis da Apple teve atualizações incrementais no quesito vida útil da bateria. O Macbook Pro e Air adotaram o mais recente processador Haswell, melhorando a durabilidade da bateria, que antes era na faixa de oito a nove horas de duração para aproximadamente doze horas de vida útil.

A linha Macbook Pro também atualizou a placa de vídeo para o novo chip Intel Iris, dando um aumento de 90 por cento no desempenho. O computador recebeu uma revisão completa, agora possui uma elegante caixa preta que lembra um subwoofer high end ou uma lata de lixo com design moderno (é claro, depende da visão que você tem da Apple), abrigando o sistema mais poderoso até o momento, o processador Intel Ivy Bridge E Xeon (até 12 núcleos), contendo dois chips gráficos AMD FirePro, seis Thunderbolt de 2 portas (imagine as possíveis configurações de desktop), HDMI, USB 3.0, rede sem fio 802.11ac, e Bluetooth 4.0. A evolução é notável e são capazes de alimentar até três monitores!

Para melhorar a velocidade do computador, o novo design cilíndrico empurra o calor para a câmara central, onde existe um poderoso ventilador vertical. Isto reduz a temperatura e deixa a máquina mais eficiente.

Software

De todas as atualizações em 2013, o IOS 7 foi a grande estrela da Apple. A reformulação teve mais de 200 milhões de aparelhos atualizados em apenas cinco dias de lançamento. No entanto, alguns disseram que a nova versão do sistema operacional portátil está lento em dispositivos mais antigos. Alterações visuais incluem ampliação animada de aplicativos e de encerramento, fundos ativos, e gráficos melhores.

O Mavericks, OSX 10.9, visa melhorar a vida da bateria, incluindo recursos como melhorias ao multi-monitor, exibindo a remoção de características encontradas no Mountain Lion que impediam o poder do processamento. Apps como iBooks e Maps foram incluídos para tornar um ambiente mais transparente entre iOS e OSX. O impulso para integrar o iOS ao ambiente de trabalho foi um passo importante. Redesenhos de aplicativos de longa data, como o calendário e Safari espelham aqueles vistos no iOS 7. Apesar do Mavericks não ter o redesenho total que iOS 7 trouxe para dispositivos móveis, ainda sim é um “must-upgrade”, ainda mais por ser de graça para todos os usuários.

© 2014, IBT Media Inc.

Mais de 9 mil vagas de estágio

em Negócios por

O CIEE começa o ano com mais de 9 mil vagas de estágio em todo o país, das quais 5,5 mil no estado de São Paulo. Os interessados em concorrer às oportunidades podem aproveitar o período de férias para fazer seu cadastro gratuito no CIEE, no site www.ciee.org.br, ou diretamente nas unidades espalhadas por todo o Brasil, cujos endereços estão no mesmo site.

As informações postadas no banco de dados do CIEE serão cruzadas automaticamente com o perfil das vagas de estágio ofertadas por empresas e órgãos públicos. A partir daí, selecionados serão convocados por SMS, e-mail ou telefone para participar dos processos seletivos. Os candidatos também poderão se autoencaminhar espontaneamente, ao verificarem vagas que se encaixam no perfil, por intermédio do site.

Por isso, mesmo após o cadastramento, é importante manter sempre atualizadas essas informações, seja a mudança de número de celular, e-mail ou a realização de um novo curso, por exemplo, para aumentar as chances de convocação, aconselham os recrutadores do CIEE.

Bolívia quer energia nuclear, mas o Brasil e outros países latino-americanos estão abandonando seus projetos

em Mundo por

Bolívia, o país mais pobre da América do Sul, saudou o ano novo com um anúncio pronunciado pelo seu presidente Evo Morales: a Bolívia está pronta para desenvolver energia nuclear. Morales assegurou que o país tem as matérias-primas necessárias para o desenvolvimento ser bem sucedido, e disse que a energia nuclear é uma “certeza para cada boliviano”.

“A energia nuclear não é um privilégio para os países desenvolvidos, e outros têm que ser privado dela”, disse ele, acrescentando que a Bolívia não é um país perigoso e a energia nuclear seria usada para “fins pacíficos”.

Morales fez questão de dizer que vai demorar algum tempo para desenvolver a tecnologia necessária, e que países como França e Argentina podem ajudar. “É hora de fazer a Bolívia ser a última linha em desenvolvimento da América Latina”, disse ele .

A história da América Latina com a energia nuclear não é muito promissora. No entanto, Morales está entusiasmado com a tecnologia. Três países da região – México, Brasil e Argentina – já usaram a energia nuclear, sob o Tratado de Tlateloco de 1967, que proíbe as armas nucleares e uso da energia nuclear para a guerra. Outros países, como Chile e Cuba, já manifestaram interesse em desenvolver a energia nuclear.

Existem países latino-americanos que não são bem sucedidos com a energia nuclear por várias razões:

Brasil: Menos Nuclear, mais vento.

O Brasil começou a construir sua terceira usina nuclear, quando o desastre da usina de Fukushima fez com que todos questionassem a segurança da energia nuclear.

O projeto foi colocado em espera, até por que seriam construídas mais quatro em 2030. A partir de setembro de 2013, esses planos foram interrompidos sem data prevista para recomeçar. Mauricio Tolmasquim, chefe da EPE estatal ou Empresa de Pesquisa Energética, “As usinas não são uma prioridade para nós neste momento” disse à Reuters.

A Energia nuclear no Brasil – o país possui duas usinas trabalhando no estado do Rio de Janeiro – responsável por 1 por cento da geração de eletricidade. Isso é aproximadamente o mesmo que a participação da energia eólica.”Este é o momento da energia eólica”, disse Tolmasquim .

Cuba: Sonho nuclear interrompido.

O sonho de Cuba pela energia nuclear foi suspensa, como são a maioria das coisas em Cuba, por razões políticas. A construção da primeira usina nuclear do país começou em 1976 , como um projeto conjunto entre Cuba e URSS.

Os dois primeiros reatores nucleares foram construídos em 1983, em Juraqua, para ser inaugurado em 1993. No entanto, o colapso da União Soviética parou o fluxo de fundos soviéticos cruciais; 300 técnicos russos foram enviados para casa, e Cuba foi forçada a abandonar o projeto.

O projeto ficou no limbo até 2000, quando o presidente russo, Vladimir Putin, em visita oficial à Cuba, ofereceu então ao presidente Fidel Castro uma quantia de $800 milhões. Mas Castro recusou, por razões desconhecidas.

A fábrica abandonada fica na costa do Caribe, e o acesso não é permitido a estrangeiros.

México: Gás natural

Muito parecido com o Brasil, o México em 2011 decidiu parar a construção de 10 novas usinas nucleares em favor do gás natural, quando foram descobertos vários depósitos de combustível.

O governo decidiu aumentar o investimento do novo combustível, bem como em reservas de petróleo administrados pela estatal Petróleos Mexicanos (Pemex), que será aberto ao investimento privado em março. O país estava considerando a energia nuclear como parte dos planos para aumentar a capacidade de geração de 75 por cento para 86 gigawatts no prazo de 15 anos, passando dos atuais 50 gigawatts. Ele agora prefere gás por razões de custo, de acordo com o ministro da Energia, Jordy Herrera.

“Enquanto não encontrar um modelo para tornar a energia renovável mais rentável, o gás é mais conveniente, disse ele .

O México ainda tem reatores nucleares, que produzem cerca de 4 por cento de sua energia.

(c)2013, IBTimes.

Mercado de Miami cresce com compradores internacionais

em Mundo/Negócios por

Segundo Miami Association of Realtors, o Brasil está no topo da lista dos países que mais adquiri imóveis na Flórida.

Miami Market Report 2013 aponta melhoria no mercado e crescente número de compradores internacionais. Alguns dos destaques apontados no levantamento feito pelo por Douglas Elliman 3Q Market Reports estão o maior preço médio de vendas alcançado em 5 anos, a segunda maior atividade de vendas desde 2006 e o tempo de comercialização mais rápidos nos últimos 7 anos.

Segundo o brasileiro Matias Alem, presidente da BRG International, que atua há quase 14 anos no mercado imobiliário americano, percebeu uma estagnação nos imóveis de até 1 milhão de dólares, enquanto os imóveis de alto luxo e acima dos 7 milhões, estão em crescimento.

“Estamos comercializando um apartamento em um dos edifícios mais luxuosos de Miami cujo valor é US$ 13 milhões. O proprietário brasileiro decidiu comprar duas coberturas de US$ 5 milhões e unificá-las. Esse tipo de comercialização tem sido bem comum aqui e o número de brasileiros interessados é cada vez maior”, comenta Alem.

Qualidade de vida e dos imóveis, segurança e preços atrativos são alguns dos motivos que estão levando brasileiros a comprar imóveis na Flórida. O movimento foi percebido pelo mercado já em 2011, quando imobiliárias nomearam os brasileiros como responsáveis pelo novo boom de imóveis. Ainda segundo a MIAMI Association of Realtors, em agosto deste ano, o Brasil chegou ao topo da lista dos 10 países que compram imóveis no local. Na sequencia estão Argentina, Colômbia e Venezuela, seguidos de Rússia, Malásia, França, Espanha e Reino Unido.

Portrait: A mulher que cambaleava no salto 15

em Coluna por

Camila

A mulher que cambaleava no salto 15

A mulher cambaleava. De um lado pro outro como se estivesse na corda bamba, enquanto comentava inconformada com as amigas: “O saltinho desta sandália caiu na semana passada”. Fui obrigada a olhar para os pés dela. O salto longo e fino compunha o figurino que tentava ser corporativo e destoava do resto de sua roupa e corpo, um pouco rechonchudo. Equilibrar-se com aquele porte, naquele salto, não é para qualquer um.

Foi então que me dei conta de que todos nós, quando nos vestimos para sair, nos olhamos no espelho antes para aprovar ou não o que escolhemos. E fazemos isso, óbvio, parados. No máximo, damos aquela voltinha básica para ver se está tudo em ordem, se tem alguma etiqueta pra fora, pra colocar a calça e as mangas no lugar. Feito o check up, rua!

Mas depois de um tempo, quando as horas passam e os pés incham, quando, na hora do almoço, o restaurante fica a três quarteirões de distância do escritório, quando o sapato começa a apertar, viramos um pouco “Valdirene” (personagem de Tatá Werneck em Amor à Vida).  Sim, eu me incluo nisso depois de horas de barzinho ou balada com meus amigos. Brinco com eles que preciso ir embora porque a Valdirene chegou. Não dá certo uma mulher se equilibrando no salto como se estivesse escalando um morro numa trilha cheia de pedras, cambaleando. Toda a elegância e feminilidade que o sapato poderia proporcionar caem por água abaixo.

É aí que se percebe que a elegância está no andar e não no sapato, no porte e não na altura, na atitude e não no vestir. Mais elegante uma rasteirinha em um andar delicado, do que um salto alto em um passo pesado. E pra isso, não precisa ter sobrepeso, basta estar com um dedinho apertado, uma bolha no pé, uma dor a mais que te incomode.

Eu sou baixinha, estilo mignon mesmo, e, apesar de já ter passado por isso inúmeras vezes, uso e abuso de saltos, principalmente à noite. Quando estamos com pessoas mais altas (o que no meu caso não é raro), ou se põe o salto, ou se senta pra conversar, ou inevitavelmente, amanhã será um dia de torcicolo. O ideal é perceber quando não dá mais e cair fora, voltar para o conforto dos pés no chão ou, no máximo, nas pantufas dentro de casa.

Cheguei ao ponto de ter que pedir ajuda: “Me dá a mão pra eu não cair nestes buracos das calçadas de São Paulo”, para não ter que virar Valdirene à luz do dia. É chato, preferia a elegância de um salto menor, que não machucasse, cansasse e inchasse os pés, que não me colocasse em perigo (sou desastrada e um entorse não pode ser descartado), mas acontece. Lógico, sempre depois de nos vermos no espelho, acreditarmos que está tudo lindo e…. rua!

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Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Aplicativos ajudam você a entrar em forma

em Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Entrar em forma este ano ficou ainda mais fácil, graças a criação de aplicativos gratuitos que ajudam a controlar as calorias consumidas e incentiva a praticar exercícios. Confira abaixo quais são os principais aplicativos para você baixar e começar o seu ano com pé direito.

Lose It!

Lose It! é um aplicativo que monitora o que você consome e quantas vezes você se exercita por dia, e ainda permite que você compartilhe as escolhas alimentares com seus amigos. E por meio de um bloco de notas, você também pode escrever sobre sua perda de peso, os exercícios físicos que praticou e quais são seus objetivos.

Vigilantes do Peso 

Para quem baixa o aplicativo Vigilantes do Peso, atingir sua meta de peso tornou-se mais fácil. O aplicativo permite digitar o código de barras dos produtos para descobrir o conteúdo nutricional dos alimentos. O programa é baseado em um sistema de pontos, e o cálculo das metas de pontos diários são baseadas na criação de um déficit de 1.000 calorias/dia. O aplicativo móvel mantém o controle de quantos pontos você já tem e quantos lhe restam, ajudando você a não se preocupar se exagerou ou não.

GymPact

GymPact é um aplicativo que faz você até ganhar dinheiro, se você cumprir suas metas de perda de peso. A motivação extra pode certamente ajudá-lo a pular do sofá e ir para a academia. O aplicativo funciona onde usuários fazem um pacto sobre quantos dias vão se exercitar. Então, a pessoa oferece um valor que vai pagar se não alcançar suas metas. Para registrar e ajudar você a atingir seus objetivos, você faz um check-in com o RunKeeper, ou mantém o telefone ligado enquanto faz seus exercícios.

Noom

O Noom ajuda você a manter o controle de seu peso, dando feedback individual sobre os alimentos. Ele também mantém um orçamento de calorias para você ficar ciente do que pode comer ao longo do dia, ajudando o usuário a fazer as escolhas alimentares mais inteligentes. Além disso, ele controla o exercício e peso para você permanecer motivado a atingir o seu objetivo de manter ou perder peso.

Map My Fitness

Quer mapear sua rota ou manter o controle diário dos alimentos que consome? O Map My Fitness é o aplicativo perfeito para você. O aplicativo rastreia mais de 600 tipos de atividades. Como correr na rua, por exemplo. O aplicativo permite que você saiba quantos quilômetros correu e quais os novos caminhos a se fazer, assim, quando quiser, o usuário pode dar uma olhada na próxima rota que vai correr.

(c)2013, IBTimes.

Facebook lê mensagens particulares?

em Tecnologia e Ciência por

Se um cara escreve uma mensagem cheia de amor para sua namorada no Facebook, ninguém vai ver, certo? É claro que ela vai querer mostrar a linda mensagem para os amigos, mas será que para por ai?

Você já percebeu que poucos minutos depois de enviar algum tipo de mensagem, anúncios relacionados ao tema aparecem em sua página? Ficou curioso como isso funciona? É meu amigo, sim, o Facebook analisa suas mensagens para comprar publicidade que se encaixam com o seu perfil. Já sabíamos que o Facebook fazia isso com as mensagens “públicas”, mas o burburinho que vazou por aí é que Zuckerberg e sua empresa usam um sistema supostamente “privado” para coletar as informações.

Isso é uma novidade? Bem, não deveria ser, pois nos termos e condições de uso está especificado que ao se cadastrar na rede social, você permite que o Facebook tenha acesso aos conteúdos que você publica.

“Ao publicar conteúdos de sua propriedade intelectual, tais como fotos e vídeos, você sujeita à sua privacidade e configurações do aplicativo, você nos dá a seguinte permissão: uma licença não exclusiva, transferível, sub-licenciável, isenta de royalties e licença mundial para usar qualquer conteúdo que você postar em conexão com o Facebook (Licença IP)”.

Mas quem aqui lê os termos e condições de uso?

Esse é o problema -. Nós não lemos e acabamos concordando com coisas que não queremos quando nos cadastramos no Facebook ou Gmail (hey, eles estão lendo seus e-mails pelo caminho. Não fique tão chocado, eles têm o direito – diz assim em seus termos de serviço). Então, basicamente sabem tudo sobre nossas vidas.

Ao ler isso, você pode excluir suas contas. Nos termos de uso do Facebook diz que seu cadastro torna-se nulo e sem efeito, mas antes você precisa limpar sua conta. Então isso é legal.

Exceto pela parte que você realmente não consegue limpar a sua conta, pois as informações são armazenadas em vários lugares. E se você compartilhou qualquer conteúdo com outros usuários (vamos ser honestos, sim, você fez isso porque é o Facebook), a empresa ainda possui informações e dados até daqueles usuários que fecharam suas contas.

Na realidade, você não ganha nada. Você perde. Bom dia, senhor.

(c)2013, IBTimes.

 

Empresas privadas podem gerenciar nossos presídios

em Brasil/Mundo por

A população carcerária do Brasil cresceu tanto nos últimos anos que se tornou a quarta maior do mundo. E esse rápido crescimento preocupa o governo porque as prisões estão ficando sem espaço. Atualmente, os presídios brasileiros somam 548 mil presos, mas os presídios de todo o país só tem capacidade para suportar 340 mil prisioneiros.

A solução discutida até o momento é deixar as prisões nas mãos das empresas privadas.

Três governos estaduais já contrataram empresas privadas para gerenciar suas prisões e o Estado de São Paulo é o próximo da lista. O governador Geraldo Alckmin anunciou a construção de três novos presídios, cada um com capacidade para 10.500 detentos.

O modelo do governo federal é a gestão público-privada, ou seja, a gestão privada será temporária – no caso do estado de São Paulo, a expectativa é que os contratos durem de 27 a 33 anos.

Mesmo sendo temporário, a ideia de contratar uma empresa privada para gerenciar os presídios tem sido muito contestado pelo Conselho de Política Criminas e pelos Políticos de todo o Brasil, pois eles acreditam que as prisões devem ser competência exclusiva do governo.

O modelo misto já foi testado anteriormente no Ceará e Paraná, e os resultados foram medíocres. Ambos presídios voltaram a ser estatais, no entanto, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas Gerais ainda estão tentando usar o modelo de gestão privada.

O outro problema que assombra a privatização das prisões é que o plano nem sempre é viável financeiramente, pois um preso custa ao Estado aproximadamente R$ 1.300 por mês. No caso da privatização, as empresas privadas receberiam R$ 2.700 por preso, totalizando em apenas uma cadeia R$ 28,3 milhões.

Além dos números exorbitantes, existe também o componente humano. O governo teme que os presos serão tratados como produtos porque as empresas teriam o controle total das prisões. Mesmo fazendo inspeções periódicas, fica difícil detectar as irregularidade no tratamento dos detentos. Um exemplo real aconteceu em uma prisão do Espírito Santo, onde os presos alegaram serem abusados por um regime extremamente rigoroso.

“Aparentemente as prisões são limpas e higienizadas, até lembram um hospital, mas os presos são mantidos lá dentro durante 23 horas por dia com apenas um minuto e meio para tomar banho. É desumano” disse o advogado Marcos Fuchs (diretor-executivo da ONG Conectas Direitos Humanos) ao jornal espanhol El País.

Para o deputado cearense Domingos Dutra, as empresas privadas se tornaram muito exigentes. “Eles só querem lidar com os detentos bem comportados e com os infratores menores de idade. Ninguém quer lidar com assassinos ou líderes de facções criminosas. E o pior, as empresas privadas são se preocupam com a reabilitação social dos reclusos. Realmente eles são tratados como produtos”.

Entres os defensores do modelo privado está o secretário de presídios em São Paulo Lourival Gomes, que argumenta: “as empresas privadas têm mas recursos para contratar os empregadores, como médicos especializados, o que é muito mais difícil para as entidades públicas”.

(c) 2013, IBT Media.

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