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Redação - page 612

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Descobertas novas espécies de dinossauros: o primo do grande Tiranossauro Rex

em Geral/Mundo por

Conheça o Torvosaurus gurneyi, um dinossauro Jurássico recém-identificado, que pode ter sido o maior predador terrestre na Europa. Em um estudo publicado na revista PLoS One, os cientistas descrevem o dinossauro de cinco toneladas – do tamanho de um ônibus -, semelhante ao primo norte-americano Tyrannosaurus rex, com dentes em forma de lâmina, um focinho alongado e braços e garras ainda maiores.

“Ele era enorme, mas não do tamanho de um T.rex, o que era de se esperar”, diz Luis Chiappe, do Instituto Dinossauro do Museu de História Natural de Los Angeles. “No final do dia, os dinossauros predadores do Jurássico não eram tão grandes quanto os do Cretáceo. Os maiores dinossauros viveram no período Cretáceo”, explica Luis.

Os fósseis do Torvonossauro gurneyi foram descobertos em 2003, na Lourinhã, Portugal, uma região exuberante rica em fósseis, com vegetação durante o Período Jurássico. Descobertos por um paleontólogo amador, os ossos pareciam pertencer às espécies norte-americanas de Torvossauross. A América do Norte era próxima de Portugal há 150 milhões de anos. Mas o osso da boca descoberto em 2003 tem uma forma e estrutura diferente que o do T. tanneri, e os dentes deste são em maior número, sugerindo que a descoberta seja de uma nova espécie.

“Este não é o maior dinossauro predatório que conhecemos. O Tiranossauro, o Carcarodontossauro e o Giganotossauro do Cretáceo eram animais maiores”, disse o co-autor, Christophe Hendrickx. “Com um crânio de 115 cm, o Torvossauro gurneyi foi, porém, um dos maiores carnívoros terrestres nesta época, e um predador ativo que caçava outros grandes dinossauros, pois os dentes formam uma lâmina de até 10 cm”, explica Christophe.

Em 2005, alguns embriões de dinossauros foram descobertos no sítio de Portugal, e foram mais tarde descritos em um estudo de 2013. Os embriões de dinossauros estão entre os mais antigos já encontrados, e agora têm sido atribuídas ao T. gurneyi.

O T. gurneyi foi nomeado por influência do “paleo-artista” James Gurney, o criador dos livros ilustrados de fantasia “Dinotopia”, publicados pela primeira vez em 1992. “Eu descobri este livro quando era criança”, conta Hendrickx . “Queria homenagear este artista.” Gurney diz à NBC News que “estava completamente emocionado, honrado e surpreso” com o novo nome do dinossauro.

© 2014, iScience Times

Falta de comprometimento do funcionário é responsabilidade do patrão

em Educação e Comportamento/Negócios por

O tema “falta de comprometimento dos funcionários” é um dos mais comentados por diretores e gerentes de empresas em todo país nos dias de hoje. Independente do segmento de atuação, essa questão é abordada desde reuniões importantes até em happy hours pós expediente.

Criticar é fácil, porém a pergunta que deve ser feita é: o que esses diretores e gerentes têm feito para mudarem este cenário? Ou melhor: o que eles fizeram para chegarem a este cenário? Na maioria das vezes, dois fatores são os campeões das justificativas: o fator cultural do brasileiro ser esperto e querer tirar vantagem em tudo, empurrando o emprego com a barriga por conta do salário no final do mês; além do nosso governo assistencialista, que entre outras coisas, bonifica sem muitos critérios parte significativa da população ativa com o seguro desemprego.

Não devemos ser hipócritas e afirmarmos que esses fatores não são influências relevantes no cenário da falta de comprometimento dos funcionários com suas respectivas empresas e superiores, porém, por mais prejudicial que seja, este é um cenário que provavelmente se manterá por muito tempo e é apenas mais um dos inúmeros pontos negativos que dificultam a vida da maioria das empresas e, consequentemente, de seus líderes.

Teorias psicológicas, filosóficas e antropológicas afirmam que o meio altera o comportamento do homem. Muitas dessas teses defendem que uma pequena parte da população é o que é em qualquer circunstância, porém a grande maioria está inserida numa faixa das que dependem das circunstâncias e oportunidades. Seguindo essa linha de raciocínio, cerca de 7% das pessoas são genuinamente comprometidas, 7% são imutavelmente descomprometidas e as outras 86% dependem do meio e das oportunidades em que vivem.

Um brasileiro padrão, que vive em uma grande cidade, trabalha em um escritório de segunda a sexta-feira e esta cursando a universidade, dorme em média sete horas por noite, gasta em torno de três horas no trânsito, tem três horas e meia de aula, uma hora de almoço e trabalha por oito horas e 42 minutos. Assim, sobra a ele 48 minutos para as demais refeições, entre outras tarefas extras.

O exemplo acima serve para comprovar que o meio em que a pessoa vive a maior parte do seu tempo é a empresa em que ela trabalha. Sendo assim, o maior influenciador também passa a ser as coisas que acontecem durante o trabalho.

Nós mesmos, que criticamos a falta de comprometimento de nossos funcionários, reconhecemos como diferencial tal atitude no esporte.

Quem é o treinador mais reconhecido hoje em dia e qual sua principal característica? A resposta é: Bernardinho e sua capacidade de motivar a equipe, permitindo-lhe trabalhar sempre com jogadores comprometidos. O técnico da nossa seleção de futebol também foi escolhido pela capacidade de criar um grupo comprometido, chamado de “Família Scolari” em sua primeira passagem pelo selecionado brasileiro, em 2002, e é o que busca repetir agora, 12 anos depois.

Você poderá fazer a seguinte observação: mas esporte é esporte e empresa é empresa. É aí que está o engano, pois trabalho é trabalho. Ser jogador de futebol no contexto geral é uma função similar a de um assistente de atendimento em uma empresa. As duas profissões exigem cumprimento de horários e compromissos, são realizadas análises de desempenho, necessitam de trabalho em grupo, entre outras similaridades.

Resumindo, a maioria das pessoas que reclama da falta de comprometimento de sua equipe de trabalho – sem mexer um palito do lugar para que esse cenário seja modificado – enaltece treinadores com capacidade de motivar e criar comprometimento em trabalhadores muitas vezes milionários, quando, o raciocínio mais lógico seria, o profissional que ganha 1 milhão de dólares por mês não precisa de um líder preocupado com sua motivação e seu comprometimento; diferentemente do profissional que ganha 2 mil reais e fica três horas por dia parado no trânsito e pensando nas contas que terá de quitar até o final do mês.

Senhores líderes de equipes que desejam funcionários comprometidos, tenham a ciência de que a sua interferência é crucial, assim como a de Bernadinho e a do Felipão frente às suas equipes. Preocupe-se com cada funcionário, entenda o que o motiva, quais são as suas fraquezas e quais as suas qualidades. Crie para ele objetivos a curto, médio e longo prazo. Tire-o da zona de confronto, entenda o que o desafia. Ouça suas opiniões e leve em consideração; faça com que ele se sinta parte da empresa. Avalie-o, direcione-o e o premie por objetivos alcançados. Com essas atitudes, você vai perceber que seus funcionários se tornarão muito mais comprometidos.

Ricardo Karpat é Diretor da Gábor RH, administrador de empresas especializado em recursos humanos.

Chineses querem congelar a poluição do seu país

em The São Paulo Times por

O Premier chinês Li Keqiang disse que seu país vai “declarar guerra contra a poluição”, incluindo aviões não tripulados. A China testou um avião anti-poluição “parafoil” produzido de forma caseira em Wuhan, capital da província central de Hubei.

A China usou drones de asa fixa e aeronaves antes de pulverizar produtos químicos anti- poluição, mas este paraglider é, aparentemente, 90 por cento mais barato de produzir e funciona de forma mais eficiente.

Os drones anti-fumaça trabalham por pulverização e a mídia estatal chinesa o chama de catalisador químico. Pulveriza um raio de até 3 quilômetros, os produtos químicos “congelam” as partículas de poluição atmosférica, os fazendo cair no chão. Claro, isso significa que os poluentes ainda estão presentes no meio ambiente, de modo que este é realmente mais um plano para tentar eliminar a poluição do que realmente a solução do problema.

Os drones anti-poluição são a mais recente invenção chinesa para dissipar a poluição, que realmente é muito forte em Pequim, onde muitas vezes a única maneira de ver o nascer do sol é na TV da Praça de Tiananmen. Como mais de 95 por cento das cidades chinesas não cumpriram as normas de poluição do estado no ano passado, o governo recorreu a medidas tão radicais como tentar forçar a chover. Conhecido como semeação de nuvens, o processo tem sido usado em várias formas desde 1950, principalmente em torno dos aeroportos, onde ele funciona como um supressor de granizo e neblina. Mas será que a semeação de nuvens faz efeito na poluição atmosférica?

“A técnica chinesa envolve o disparo de foguetes transportando uma carga de partículas de iodeto de prata para as nuvens”, escreveu o New Scientist, em dezembro. “Cristais de gelo formam um líquido super-resfriado nas nuvens, usando as partículas como pontos de nucleação … A idéia é que a precipitação artificial deva limpar a poluição atmosférica”. “Existe um problema, pois as partículas de fuligem agem como núcleos de gelo. Caso não chova, adicionar mais partículas de iodeto de prata não vai ajudar”.

Pode ser que o iodeto de prata seja parte do misterioso “catalisador químico” e os drones anti-poluição criado pelos chineses possa não resolver muita coisa. A melhor maneira de se livrar do “inverno nuclear”, como a poluição atmosférica é, provavelmente, parar de produzir grandes quantidades de poluição. A China parece levar a sério sobre como resolver este problema, o que deve animar os moradores da Califórnia, já que uma parte da poluição da Califórnia vem da China. Que beleza hein China?!

© 2014, iScience Times

Vai escalar o Everest? Traga seu lixo de volta!

em Educação e Comportamento/Mundo/The São Paulo Times por

Eis um segredo sujo da montanha mais alta do mundo e um que dificilmente se encaixa com a percepção do público que o visita, mas após seis décadas de montanhismo, o governo do Nepal diz que o Monte Everest tem cerca de 50 toneladas de lixo. Há cilindros de oxigênio vazios, restos de tenda, baterias e equipamentos de escalada, além de lixo humano e corpos de alpinistas mortos que não se decompõem no planalto congelado permanentemente.

O Nepal administra a rota do sul – a mais popular para o pico – e embora já exija que os alpinistas desçam para o acampamento com todos os resíduos, o governo declara que seus esforços não conseguiram deixar a montanha intocada.

O governo revelou uma nova política ao pedir que os alpinistas que escalam o Everest acima de 5.300 metros tragam de volta oito quilogramas de lixo, além de seu próprio lixo. Se eles se recusarem é necessário efetuar um depósito no valor de 4 mil dólares, que será reembolsado somente se os escaladores provarem que trouxeram sua própria engrenagem e suprimentos.

“Nossos esforços anteriores não foram muito eficazes. Desta vez, se os alpinistas não trouxerem o lixo de volta, vamos tomar as medidas legais e sancioná-los”, explica Madhusudan Burlakoti, o Secretário Adjunto do Ministério de Turismo, Cultura e Aviação Civil do Nepal.

Os líderes de expedição foram acusados ​​de subestimar a quantidade de equipamento que levam, de forma a evitar quaisquer problemas se voltarem com menos do que eles alegaram. Sob a nova política, no entanto, os membros da expedição ao Everest terá que levar seus equipamentos e oito quilos de lixo para a inspeção em um novo escritório que será criado na base do acampamento.

Os montanhistas de hoje dizem que muitos dos fragmentos espalhados pelo pico do Himalaia remontam os primórdios da exploração do Everest, prática comum para os alpinistas. As regras e a ética do esporte mudaram consideravelmente desde então.

Apesar das expedições de limpeza regularmente arrastarem as encostas mais altas, elas foram incapazes de diminuir as pilhas de lixo consideravelmente.

No mês passado, o Nepal baixou as taxas individuais para subir o pico mais alto do mundo em 11 mil dólares e aboliu os descontos para grandes equipes de expedição. Os críticos, no entanto, temem que os preços baixos só atraiam mais alpinistas, aumentando a lotação da montanha.

O governo do Nepal declarou que uma de suas políticas de montanhismo é colocar soldados e policiais no acampamento-base para resolver conflitos e ajudar em todos os problemas. Esses funcionários ficarão em um escritório de inspeção separado do acampamento base com a missão de limpar o caminho do pico mais alto do mundo.

© 2014, IBTimes

Sentença do médico que ajudou a prender Bin Laden é reduzida em 10 anos

em Mundo/Política/The São Paulo Times por

Shakil Afridi foi condenado sob a acusação de ajudar um grupo militante.

A sentença de prisão decretada contra o médico acusado de ter ajudado os EUA  a rastrear Osama Bin Laden em 2011 foi reduzida em 10 anos por um tribunal paquistanês.

Shakil Afridi é acusado pelo Paquistão de executar um programa de vacinação falso para ajudar a confirmar a presença de Bin Laden no norte da cidade de Abbottabad.

Bin Laden foi morto em um ataque dos EUA.

O ataque era extremamente embaraçoso para o Paquistão, que não foi informado com antecedência, e o episódio mergulhou fundo nas relações com Washington.

O tribunal condenou Afridi em maio 2012 de traição, acusado de ligações a um grupo militante .

Um tribunal na cidade de Peshawar reduziu sua sentença em 23 anos após seus parentes apelarem aos EUA .

O advogado de Afridi, Qamar Nadeem, disse que a condenação foi mantida, mas outra acusação  a de fazer a guerra com o Paquistão, tinha sido abandonada.

Sr. Nadeem levantou a possibilidade de um novo recurso para o tribunal superior, já que os parentes estão exigindo um novo julgamento.

Afridi disse ter ajudado a CIA através da criação de um programa de vacinação dae hepatite falso para identificar Bin Laden. Diante de seus advogados, negou ter ajudado a CIA.

Ilyas Khan, correspondente da BBC em Islamabad, disse que o caso de Afridi levou tons de política real desde o início e poucas pessoas acreditaram na credibilidade da condenação por colaborar com um grupo militante banido.

© 2014, BBC World News

Um aplicativo que ajuda você a fazer biscoitos

em Tecnologia e Ciência por

Estava acabando de lavar a louça quando uma voz de elfo, atrás de mim, gritou: “Biscoitos!” Deixei cair a taça com o barulho e olhei em volta. Pensei que estivesse sozinha na cozinha. A voz alegre de novo gritou para mim: “Biscoitos!” Levei alguns minutos até perceber que a voz vinha do meu iPad. Meu primeiro lote de biscoitos usando o aplicativo Cookulus estava no forno, e eu fiquei em silêncio espantada com a genialidade dessa tecnologia.

Descobriu, após alguns minutos, que o temporizador do aplicativo é sutil quando avisa que os cookies estão prontos: simplesmente fala “biscoitos!” – como alguns crianças hiperativas.

O Cookulus – “a supremacia do biscoito de chocolate” – custa 2,99 dólares no iTunes. É um pequeno aplicativo mágico que oferece mais de 5.200 diferentes variações de receita biscoito de chocolate . Não é exatamente de ponta, tendo feito a sua estreia na loja iTunes em 2010, mas é maravilhoso demais para ser esquecido na avalanche de novos aplicativos que aparecem todos os dias.

Os criadores do livro de receitas, o autor Andrew Schloss e o empresário Max Minkoff, analisara mais de 24 receitas de biscoitos de chocolate para chegar a uma receita mestre: um projeto para o cookie perfeito.

Eles examinaram como as diferentes medições afetam o resultado final, como biscoitos mais grossos e outros mais doces. Quer um biscoito fino? Acrescente mais manteiga, o açúcar, farinha e ponha menos ovo, em seguida, cozinhe-o lentamente, a uma temperatura mais baixa que o normal.

No aplicativo, três barras permitem que você escolha exatamente como você quer seu cookie: crocante ou suave, fino ou mais espesso, e cada possível grau de variação entre os dois. Conforme você manipula as barras, as temperaturas do forno e o tempo de cozimento aumentam ou diminuem, da mesma maneira que acontece com o açúcar, farinha, manteiga e os ovos.

Se você não tem um forno digital ou termômetro de forno, é necessário que consiga chegar o mais perto possível de 275 graus, e entre você e os elfos, 10 graus aqui ou ali não farão diferença.

Assei seis variações, cerca de 170 biscoitos. Cada uma foi sutilmente ajustada para um extremo ou outro e saiu exatamente como se imaginava.

Os criadores do aplicativo fizeram escolhas inteligentes, pois todas as receitas usam farinha integral e ovos grandes. É possível também escolher o seu método preferido de medição, o que facilmente se enquadra para pessoas de muitos países. Os norte-americanos podem ter inventado o maior cookie do mundo, mas devem olhar para o resto do mundo quando se trata de medir os ingredientes.

Com Cookulus, não só temos a melhor receita de biscoito de chocolate do mundo, como podemos ajustá-lo para atender aos nosso caprichos, os da minha família e dos convidados. Uma garota precisa estar preparada, você sabe.

© 2014, Newsweek.

Mudanças climáticas representam riscos e oportunidades para empresas

em Mundo/Negócios por

Com um bom projeto de análise de vulnerabilidades, empresas, setores ou países podem se precaver e evitar perdas com os impactos das mudanças climáticas.

Munícipios, empresas, setores e até mesmo países: estão todos susceptíveis aos impactos e danos causados pelas mudanças climáticas. Mas, para alguns, os riscos são maiores e suas consequências mais complexas, o que exige precauções também multifacetadas e um trabalho elaborado na mensuração e análise de vulnerabilidades.

Nos últimos anos, os eventos climáticos extremos têm se tornados mais frequentes, aumentando não apenas a sua incidência como também os dígitos que somam os prejuízos ocasionados por eles. O ano de 2013 bateu o recorde de prejuízo causado por desastres relacionados ao clima: 43 bilhões de dólares, segundo o Relatório Anual de Catástrofes Climáticas da corretora americana AON Benfield. Além disso, essas catástrofes também são responsáveis por retirar a vida de dezenas de milhares de pessoas, perdas que não podem ser contabilizadas em dinheiro.

“A partir de soluções para prevenção e/ou remediação, é possível obter uma estimativa preliminar para investimentos necessários, e amparar tomadas de decisão. Assim, avaliar e conhecer os riscos são os primeiros passos na preparação para os possíveis danos ou oportunidades provenientes das mudanças climáticas”, analisa o diretor de Novos Negócios da WayCarbon, Henrique Pereira. Segundo ele, no Brasil, o calor e as chuvas são os principais responsáveis por esses impactos.

Nas últimas semanas, os produtores de soja da região do Mato Grosso sofreram grandes perdas na qualidade e distribuição de seu produto. O volume de precipitações de chuva acima de 2.400 milímetros é responsável pela perda de mais de 35% da safra na cidade de Lucas do Rio Verde (MT), e a safra que não é perdida sofre queda considerável na sua qualidade, tendo o grão distribuído com um percentual de umidade de 40% quando o ideal não passa dos 18%. As cidades também sofrem, ou com os alagamentos, com as chuvas excessivas e torrenciais, ou com grandes períodos de secas; eventos climáticos que podem trazer surtos de doenças como a leptospirose e sérios problemas na distribuição de água.

Como os danos que acompanham as mudanças climáticas e seus eventos extremos são uma realidade presente e constante, as empresas e setores interessados em se preparar e adaptar-se às condições impostas pelo clima não podem permitir-se ao luxo de assumir os riscos sem medir consequências. Por isso, o trabalho de análise de vulnerabilidades é tão importante.

ChinaSo: a imitação chinesa do Google?

em Tecnologia e Ciência por

O Google saiu do mercado chinês em 2011, mas a China revelou no começo de março que uma estatal vai competir com gigante site de busca do Vale do Silício.

O site de busca ChinaSo é uma plataforma que nasceu da fusão de dois motores de buscas pré-existentes, Panguso e Jike. A versão beta, que inclui recursos de imagem, vídeo e notícias de pesquisa, foi lançado em 1º de março com um logotipo colorido semelhante com o símbolo do icônico Google.

Ao contrário do Google, no entanto, ChinaSo estará nas mãos do governo chinês, que é conhecido por censurar certas pesquisas em temas “sensíveis”. De acordo com rumores publicados por várias fontes de notícias locais, o pessoal de jornal do Partido Comunista Diário do Povo da China e da Agência de Notícias Xinhua passará a administrar conjuntamente  o ChinaSo. A Sina Tecnologia informa que o vice-presidente da Xinhua, Zhou Xisheng, será o CEO do site, enquanto o editor-adjunto do Diário do Povo atuará como presidente.

Mesmo com o apoio do governo, o ChinaSo enfrenta um duro caminho para ganhar um pedaço do mercado chinês. A Global Times informou que o Baidu está liderando o grupo, com 58,33 por cento dos usuários, seguido pela Qihoo e Sogou, com 24 por cento e por cento 13,37, respectivamente.

Os comentários iniciais sobre o ChinaSo não foram dos melhores. Vários blogs de notícias de tecnologia e em artigos descreveram o novo motor de busca estatal como um “desperdício de dinheiro do contribuinte” e “terrível” em comparação com portais de busca já existentes.

Outros estão dispostos a dar ao ChinaSo uma chance, mas vão usar o site estatal para pesquisas específicas sobre declarações oficiais. “Não há nada errado com a criação de um serviço de motor de pesquisa estatal”, escreveu o comentarista no blog Sina Tecnologia, de acordo com o South China Morning Post. “No mínimo, eu posso usar isso para encontrar informações sobre a política nacional, e até agora os resultados relevantes são muito melhores do que os sites de busca comerciais”.

No entanto, alguns podem acreditar que o novo motor de busca está prenunciando um controle de aperto na Internet da China. A libertação do ChinaSo vem em meio a preocupações sobre uma nova segurança e tecnologia da informação do painel de Internet que será supervisionado pelo presidente Xi Jinping. Premier Li Keqiang e o chefe de propaganda Liu Yunshan também estarão no painel, servindo como vice- chefes. A formação do novo painel com o líder superior do país à frente tem preocupado

muitos dos usuários de Internet chinesa e blogueiros acham que o aumento da atenção apenas resultaria em um golpe à liberdade de imprensa e levaria a mais censura.

Lu Wei deixou seu trabalho de editor sênior da Xinhua News quando lhe foi oferecido o cargo de vice-diretor do Gabinete de Informação do Conselho de Estado e chefe do Estado da Internet Information Office no ano passado. Muitos acreditam que Lu foi o responsável por liderar a formação do painel.

“Eu não estou otimista sobre o futuro da liberdade da Internet na China, principalmente com Lu no comando”, disse um profissional anônimo de mídia com sede em Pequim para o South China Morning Post. Lu, diz ele, tem a reputação de ser o mais linha dura do partido.

© 2014, IBTimes

Qual é o momento certo de fazer a fertilização in vitro?

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

A impossibilidade de gerar um filho é uma ideia que assombra qualquer casal. E não são poucos os que são acometidos por essa dificuldade. Dados da Organização Mundial da Saúde estimam que entre 60 e 80 milhões de pessoas no mundo apresentam algum comprometimento para seguir o projeto de maternidade e paternidade. Sendo que a infertilidade atingem 20% dos casais em idade reprodutiva. No Brasil, de acordo com dados do último censo, cerca de 6,5 milhões de casais têm problemas para gerar um filho.

Essa dificuldade pode ter diversas causas, masculinas ou femininas. Em mulheres, a endometriose é um dos principais motivos. Ela é provocada por uma afecção inflamatória devido às células do endométrio que se implantam em outros órgãos do corpo, geralmente próximo do útero, acarretando alterações locais, consequentemente a infertilidade, em muitos casos, é responsável por abortos espontâneos e dificuldade em obter sucesso pela fertilização in vitro.

Problemas na ovulação – geralmente causadas por distúrbios hormonais-, síndrome dos ovários policísticos e obstrução nas trompas são outros fatores responsáveis pela infertilidade feminina. Em homens, no entanto, a varicocele nos testículos é a causa mais comum. Ela é caracterizada por varizes no cordão inguinal, ou seja, uma dilatação anormal das veias testiculares que dificulta o retorno venoso provocando disfunção testicular, piora da qualidade do sêmen em decorrência do aquecimento provocado nos testículos.

Recomenda-se que, em casos de o casal não conseguir concretizar a fecundação após tentativas no decorrer de um ano sem o uso de métodos anticonceptivos, é necessário buscar o auxílio de um especialista para que este realize o diagnóstico das causas da infertilidade.

Como é realizada a Fertilização In Vitro?

A Fertilização In Vitro (FIV) é um tratamento que consiste na fecundação fora do organismo, ou seja, ela é realizada em um ambiente artificial. Mas precisamente, após a definição do início do tratamento, a mulher é submetida à estimulação ovariana. Ela é realizada com ajuda de injeções diariamente – pelo período de 10 a 12 dias – a fim de estimular a mulher a produzir vários óvulos. Ocorre que, depois desse processo, os óvulos são aspirados por meio de um procedimento cirúrgico e avaliados.

No caso dos homens, os espermatozóides são coletados pela masturbação. Eles também passam por análises para identificar a qualidade, quantidade e a capacidade de movimentação. Diante disso, os espermatozóides são colocados junto dos óvulos – em uma espécie de incubadora – para que a fertilização ocorra naturalmente. Quanto há problemas há poucos espermatozóides ou se forem “fracos”, escolhe-se o melhor e injeta-se dentro dos óvulos com um aparelho (micromanipulador), esta é a técnica conhecida como ICSI (Intra Citoplasmatic Sperm Injection). A transferência do embrião para o útero ocorre, geralmente, no terceiro depois da fecundação utilizando um cateter.

Quando é necessário realizar o tratamento?

Há quase 33 anos, nasceu o primeiro bebê pela técnica de fertilização in vitro. Desde então, milhões de bebês nasceram em todo o mundo com o auxílio do tratamento. De acordo com dados da Anvisa, em 2012 foram produzidos 93.320 embriões e realizados 21.074 ciclos de fertilização em vitro só no Brasil. No total, cerca de 34.964 embriões foram transferidos para o útero da mulher. Mas esses números não param de crescer mundialmente.

Nos Estados Unidos, por exemplo, no intervalo de dez anos o número de ciclos de fertilização in vitro anuais passou de 90.000 para 150.000. Porém, em contrapartida, a proporção de fertilização in vitro para os problemas das trompas foram reduzidas de 25% para 16% durante o período entre 2000 e 2010. Esses dados são de um recente estudo realizado pela Universidade de Amsterdã, na Holanda, que mostrou que muitas vezes a técnica é feita sem necessidade.

Diante disso, é importante ressaltar que a FIV foi criada como uma opção de tratamento para as mulheres que apresentaram problemas nas tubas e homens que estavam severamente inférteis, a ICSI. Mediante a isso, as chances de uma gestação por métodos naturais são os mesmos de uma por meio da FIV, o que irá garantir a eficácia do tratamento são as características e hábitos diários do casal. Neste caso, o tratamento deve ser uma opção para casais que não conseguiram a fecundação após tentativas por métodos naturais, pelo período de um ano, se não tiver outras causas de infertilidade. Assim, é importante o diagnóstico da causa de infertilidade para determinar-se o tratamento correto.

Muitas pacientes podem engravidar sem a alta tecnologia da fertilização com a simples administração de medicamentos ou pequenas correções cirúrgicas. Além disso, causas assintomáticas e que não são observadas pelos exames de imagem como a ultrassonografia podem causar a infertilidade ou a falha no sucesso da fertilização in vitro, como explica um recente estudo publicado por um grupo de brasileiros numa revista científica européia. Concluindo, é extremamente importante investigar-se a causa de infertilidade para indicar-se a fertilização in vitro.

Joji Ueno é ginecologista, doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.

O negócio da dieta

em Coluna por

Sonia

O negócio da dieta

Aproximadamente um terço, de todas as pessoas no planeta estão agora pensado sobre o excesso de peso. E com cada vez pessoas mais interessadas em levar uma vida saudável, o mercado da saúde ganha força e movimenta a economia do País.

A valorização da magreza não é uma invenção nova, já que busca pelo corpo perfeito, nos assombra desde os gregos e romanos que adotavam rotinas de restrições alimentares e popularizaram as dietas como conhecemos hoje.

Adotadas por celebridades e disseminadas pelos quatro cantos do planeta, as dietas eram vistas na antiguidade como uma forma de melhora da saúde física e mental. Ganharam popularidade através dos séculos, mas foi no século 19 que começou uma preocupação excessiva com a estética. Assim, a indústria do regime explodiu na virada do século 20, quando perder peso ganhou maior popularidade.

Louise Foxcroft, historiadora e autora do livro ‘Calories and Conserts: A History of Dieting Over 2,000 years’ (Calorias e Espartilhos: Uma História da Dieta através de 2 mil anos) afirma que ‘a dieta tornou-se um grande negócio’. Se antes, as rotinas de restrições alimentares eram por preocupação exclusivas com a saúde física e mental, o boom da indústria da dieta também foi facilitado pelo crescimento no número de celebridades, dos meios de comunicação e dos novos medicamentos, que beneficiou o aumento em toda a indústria.

Hoje, com a publicidade cada vez mais sofisticada e com mais e mais produtos sendo colocado à venda, o número de pessoas que iniciam dietas semanalmente também cresce, assim como a comercialização de produtos orgânicos, diets, lights, farelos e claro, as celebridades que inspiram a batalha para entrar em forma e invadem todas as classes ensinando como manter um corpo ‘quase sempre maravilhoso’ a custa de uma disciplinada dieta e uma puxada rotina de exercícios.

O Brasil já é o segundo País no mundo em número de academias, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com a pesquisa realizada pela IHRSA – International RadioSurgery Association. Segundo os dados da Associação Brasileira de Academias (ACAD Brasil), de 2000 para 2012, o número de academias saltou de 4 mil para mais de 22 mil, avanço de 450%. o país reúne mais de 6 milhões de praticantes de exercícios, que movimentam cerca de US$ 2,3 bilhões anualmente.’

O aumento de renda da classe C e D justifica este aumento já que a população está com mais acesso à diversos serviços, incluindo o de academias. E com esta nova fase econômico brasileira a procura só deve aumentar.

A dieta da moda nos traz de volta ao século 19, quando o tamanho corpo tornou-se ligado à celebridade e moda. A obesidade deixou de ser um problema de países desenvolvidos e com alimentação a base de frituras e gorduras. Mesmo o Brasil, com abundância de alimentos naturais já tem quase metade da população fora de forma. A indústria da dieta por aqui está no caminho certo, com dezenas de publicações mostrando o ‘antes e o depois’ de pessoas comuns que seguem dietas e conseguem perdem muitos quilos.

Ainda que não for do interesse da indústria a maioria dessas dietas terem sucesso no longo prazo, a cada novo alimento que surge como inovador uma nova leva de novos adeptos aumenta. A busca por uma alimentação saudável nunca foi tão evidente nos últimos anos. Com a obrigatoriedade da divulgação em todos os alimentos industrializados ficou mais fácil comparar produtos similares e optar pelo melhor para a saúde. Desde clínicas de dietas, centros de nutrição, SPAs, vitaminas, frutas e verduras orgânicas.

Diversas dietas tornaram-se populares nas últimas décadas, algumas passageiras, outras polêmicas e outras com maior comprovação científica. O que começou com o Dr. Atkins, o cardiologista americano Robert Atkins que nos anos 60 desenvolveu a famosa dieta com seu nome, e deu sequência com o Dr. Kenneth Cooper, atividade difundida nos anos 70 e 80, conhecida Jogging, agora segue nas mãos de Pierre Dukan, que como Atkins anda publicando livros e criando uma indústria, baseada em suas experiências com dietas.

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Sonia Nascimento é jornalista, Pós-Graduada em Direção Editorial pela ESPM. © 2014.

A radiocomunicação no contexto da convergência digital  

em Tecnologia e Ciência por

Diante da profusão de aplicativos e meios de comunicação instantâneos, muitas pessoas imaginam que os processos mais tradicionais estão em declínio enquanto os novos (recém lançados) estão chegando para ganhar um lugar ao sol. Tal pensamento não está errado, uma vez que os tempos mudam e a evolução é uma realidade aplicável a literalmente tudo na face da terra. Mais que isso, como nos provou Darwin, é um princípio da natureza e uma verdade eterna.

Ocorre que em tempo de consumismo, em que tudo acontece muito rápido, diversos produtos chegam no apogeu em poucos meses graças as estratégias de marketing agressivas, mas também conhecem seu ocaso tão rapidamente quanto seu sucesso. Em suma, um produto para ser consagrado e se manter na preferência do consumidor ao longo de décadas necessita de um “batismo”, e tal veredicto é emitido pelo consumidor final à grande “estrela do espetáculo” de qualquer mercado. Ele, mais ninguém, pode demitir indistintamente de presidentes de corporações a faxineiros, basta para tanto, deixar de consumir os produtos ou serviços de determinadas empresas.

Nesse contexto, em se falando de telecomunicações, nunca tivemos tantos meios de comunicação ao nosso alcance, sendo muitos deles gratuitos. Eu, por exemplo, tenho a disposição em meu computador e smartphone, vários aplicativos que permitem que eu troque mensagens de voz e texto com qualquer pessoa, a qualquer hora, em qualquer lugar do planeta. Dentre esses tantos, quantos ficarão daqui há dois ou três anos? Lembram do Orkut? Ele não acabou, mas ninguém mais o usa, o que dá no mesmo. Mais um caso de sentença fatal do consumidor. Nesse caso, notem que ele sucumbiu em face de uma outra rede social, que chegou com mais serviços e facilidades, o Facebook.

E quanto aos aplicativos de mensagem instantânea como Skype, Vibe, WhatsApp, entre outros? Será que a médio e longo prazo vão ficar todos no mercado? Dificilmente. Verdade seja dita, de todos os meios de comunicação somente um tem se perpetuado ao longo dos anos. A radiocomunicação! Filha do telégrafo, primeiro meio de comunicação à distância, a radiocomunicação venceu todos os modismos e está presente nas operações militares, industriais, comerciais e em serviços de utilidade pública vitais ao atendimento de missão crítica, tais como Samu, Segurança Pública, Defesa Civil, entre tantos outros.

Hoje este importante meio de comunicação agrega as facilidades do mundo digital o que o torna ainda mais atrativo e eficiente, conquistando cada dia mais os usuários. Somente o veredicto emitido pelo consumidor ao longo do tempo, definitivamente separa o joio do trigo. O essencial do supérfluo. O meio de comunicação no qual você realmente pode confiar.

Adriano Fachini é empresário do setor de telecomunicações e presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Nova Caça as Bruxas de Uganda

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Nova Caça as Bruxas de Uganda

Agora em Uganda Gay é considerado criminoso, o que com certeza é um dos maiores retrocessos da atualidade. E para piorar a situação uma lista de 200 pessoas homossexuais foi divulgada pelo jornal Red Pepper, abrindo assim a temporada de caça.

Assim como muitos acham que estupradores tem que morrer, e que é de longe um dos crimes mais deploráveis, ninguém sente culpa quando uma pessoa que cometeu esse crime é linchado em público, pois pra eles é um serviço pra sociedade o que estão fazendo, elas pensam que: “isso não pode acontecer” ou “Pessoas assim são doentes”.

Mas agora temos outro alvo.

Dentro no islamismo podemos ver algo quase tão agressivo em alguns países, pois como a homossexualidade também é proibida eles inventaram uma saída que o Alcorão não aborda, a troca de sexo, portanto todo gay tem que trocar de sexo, o que com certeza acaba causando uma imensa tristeza no ser que é vitima dessa barbárie.

Assim como os judeus fugiram dos alemães, assim como os armênios fugiram dos turcos, agora chegou a vez dos gays se esconderem da ignorância de seus governantes.

E isso pode parecer uma realidade muito distante, mas lembremos que temos o Silas Malafaia, Feliciano e sua gangue de evangélicos por aqui, que também enxergam o mundo da forma mais ignorante possivel. E eles estão ganhando cada vez mais poder, pois ganham sua fortuna nas igrejas sem pagar impostos, e como todo ser corrompido, ele vai atrás de poder no governo para mostrar que a “sua palavra de Deus” é a certa, e procura impor isso para os descrentes.

Como disse sabiamente Joseph Campbell: “Mitologia é a Religião dos Outro”.

Em Uganda o “infrator” flagrado pode ser condenado a 14 anos de prisão, se for réu primário. Se o ato for julgado “grave”, prisão perpétua.

Mas claro, isso foi o que a mídia divulgou até agora, Uganda não de longe a única a considerar a homossexualidade um crime, das 54 nações do continente africano 37 tem lei antigays. Não estamos falando de algo pontual, isso ainda é um tema muitíssimo abordado no mundo, e prova o quão atrasado somos ainda.

Veja uma frase em documento do Parlamento de Uganda:

“Você não pode chamar uma anormalidade de orientação alternativa. Pode ser que as sociedades ocidentais, por conta da reprodução aleatória, tenham gerado muitas pessoas anormais. A questão no cerne da discussão é: o que vamos fazer com uma pessoa anormal? Matá-la? Prendê-la? Ou contê-la?”

O mais engraçado disso tudo é que ninguém costuma se informar sobre o assunto, seres humanos homossexuais existem antes mesmo de estamos nesse estágio evolucional, quando ainda eramos neandertais, mas enxergamos tão pouco hoje em dia, apenas a nossa minuscula realidade formada por preceitos muitos vezes distorcidos.

Veja esse documentário da BBC que mostra a realidade dessas pessoas.

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