-Smart Writers & Smart Content & Smart Readers-

Author

Redação - page 614

Redação has 7391 articles published.

Stand Up Crônicas: O Barba

em Coluna por

ze

O Barba

No Natal, todo mundo quer saber de presentes, de comer muito, de beber muito, mas ninguém se lembra do mais importante. Natal é o nascimento daquela pessoa que sofreu muito, que levou uma vida de sacrifícios: meu primo Osvaldo. Sim, o pobre Osvaldinho  faz aniversário no dia de Natal e passou a vida ganhando um presente só. E quando eram dois, no máximo eram dois sapatos. Não dois pares, mas um par mesmo. Imagine o Papai Noel entregando só um pé do sapato para ele:

– Toma, Osvaldo. O outro pé é de aniversário, vai pedir pra sua mãe.

Eu, particularmente, nunca acreditei no Barba. Mas meus irmãos acreditaram. Lembro que em uma certa idade, eles já estavam desconfiando que o Papai Noel e nosso pai eram a mesma pessoa, pois nunca um aparecia ao lado do outro – tipo Clark Kent e Superman, Bruce Wayne e Batman, eu e o Brad Pitt.

Então meus pais tiveram a brilhante idéia de naquele ano o Papai Noel ser encarnado por minha mãe. Tá certo, nós vimos os dois papais juntos: aquele que vivia de saco cheio e o Noel. Mas lembro que a certa altura, meu irmão de cinco anos, chegou com cara de assustado para mim:

– Cê não acredita: o Papai Noel é viado.

– Que isso, Ricardo?

– Juro. Ele tá de brinco e tem voz fina.

Tudo fez sentido na cabeça do meu irmão, alguns anos depois na aula de inglês, quando ele descobriu que os americanos chamam o Papai Noel de Santa.

Dentre as coisas que me fizeram não acreditar no Barba, a principal era uma dúvida: como o Papai Noel, velhinho daquele jeito, aguentaria levar presente para tantas crianças do mundo todo? Só com ajuda de muito Viagra. Taí, o Viagra poderia usar o Papai Noel em uma campanha de Natal: ele estaria na cama com uma mulher bem mais nova. E ela, exausta, falaria:

– Você é bom, velhinho.

Isso sem contar nas inúmeras rimas sugestivas, que o nome Nicolau proporcionaria – seria um sucesso.

Outra coisa que sempre me intrigou é o fato de o Papai Noel ter sempre a mesma aparência. Estou com 40 anos e, desde que me lembro, o Noel não envelheceu nada. Ou ele tem alguma síndrome do tipo Peter Pan e Benjamim Button ou tem alguma coisa errada aí. Vejamos: a expectativa de vida de um ser humano na Lapônia é de 80,7 anos. Quando eu tinha 5, o Noel aparentava uns 65. Hoje, deveria estar morto – ou ao menos com a cara da Dercy Gonçalves.

Com ou sem Papai Noel, deixo aqui meus votos de Feliz Natal a todos os leitores. E que você ganhe mais presentes que meu primo Osvaldo.

_______________________________________________________________________________________
 
José Luiz Martins. Humorista, publicitário e roteirista. Sócio da empresa Pé da Letra, de criação e produção de conteúdo. © 2013.

 

Energia solar fotovoltaica: investimento vantajoso

em Brasil/Negócios por

Os sistemas fotovoltaicos são capazes de gerar energia elétrica através das chamadas células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas são feitas de materiais capazes de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado “efeito fotovoltaico”. Hoje, o material mais difundido para este uso é o silício.

Apesar do Governo Federal ainda manter sob análise a decisão de investir em energia solar fotovoltaica como fonte alternativa ou complementar para abastecer as grandes cidades, alguns projetos arquitetônicos com fonte solar própria têm aumentado com o passar dos anos. Empresas do setor, que prestam consultoria desde a idealização do projeto até a instalação e intermediação entre cliente e concessionária, são responsáveis por viabilizar projetos que refletem o comportamento de muitos cidadãos que já vêem a energia solar como um investimento vantajoso, capaz de reduzir o custo com energia elétrica e contribuir com o meio ambiente.

A Neosolar Energia, por exemplo, sediada em São Paulo há três anos e criada por dois jovens engenheiros – que viram neste mercado mais do que uma oportunidade de negócio, mas também o momento de auxiliar o país na capacitação de mão de obra para uma fonte energética que tende a ser uma realidade em alguns anos – formou mais de 50 instaladores fotovoltaicos e realizou inúmeras palestras em universidades, instituições de ensino e entidades setoriais, atingindo mais de 400 pessoas interessadas no tema. O número de projetos também cresceu: a empresa chega ao final do 2° semestre com 400kWp em painéis comercializados. Isto representa um crescimento de 100% com relação ao mesmo período de 2012.

Em agosto deste ano, a Neosolar inaugurou no município de Ribeirão Preto (SP) o primeiro sistema Grid-Tie, regularizado dentro do sistema de compensação de energia instituído pela ANEEL do Estado, e o maior sistema residencial do Brasil.

 “O mercado tem se movimentado cada vez mais e o interesse pela energia solar cresce de forma exponencial, fazendo com que as perspectivas para 2014 sejam extremamente positivas”, afirma Raphael Pintão, diretor da Neosolar Energia. Para o ano que vem, ele projeta um crescimento três vezes maior em comercialização de painéis solares, além de aumentar o número de profissionais capacitados, ampliar as parcerias com renomados fornecedores internacionais e com empresas brasileiras através do Programa Neosolar Pró. Este programa, que atingiu mais de 80 empresas em 2013 e já possui 500 novos interessados, promove parceria entre prestadores de serviços do setor, a fim de levar as soluções da Neosolar para as mais variadas regiões, com ou sem energia elétrica.

Maior biblioteca digital da América Latina é lançada

em Brasil por

Com um acervo formado por cerca de 64 milhões de arquivos digitais, como teses, dissertações, artigos, livros e vídeos – todos em texto completo, abertos e gratuitos, a nova biblioteca digital oferecerá a produção científica de mais de 1.600 universidades e centros de pesquisa de 63 países.

O projeto se tornou possível através da inserção da pós-graduação da Estácio no Open Archives Initiative, um consórcio internacional formado por renomadas instituições como, por exemplo, as universidades de Harvard, Oxford, Cambridge, Université de Paris, Universidade do Minho, como também pela USP, UNCAMP, UNB, UFMG, Senado Federal e Conselho Nacional de Justiça. Importantes acervos institucionais, como a Open PubMed, Scielo, Redalyc e Bibliotecas Nacionais da França, Portugal e Espanha, também estão integrados. Em um único sistema, simples e intuitivo, a comunidade vai poder buscar e baixar gratuitamente todo o universo do conhecimento gerado e disponibilizado por estas instituições de pesquisa e cultura que operam em parceria.

Toda a infraestrutura tecnológica da Biblioteca Digital foi desenvolvida pela Phorte Inovação, departamento de inovação do Grupo Phorte, parceiro da Estácio nos novos cursos de pós-graduação. A Phorte Inovação acumula sete anos de pesquisas aplicadas a tecnologias de educação superior e é pioneira na América Latina na tecnologia de Open Archives. O Prof. Giovanni Eldasi, coordenador científico deste departamento, aponta que o acervo será especialmente útil como fonte para a elaboração dos trabalhos de conclusão de curso (TCC) da graduação e pós-graduação da Estácio.

A Biblioteca Digital já está disponível no portal da pós-graduação:
http://posestacio.com.br/biblioteca/

A Biblioteca Digital contém:

– 77269605 itens completos, abertos e gratuitos que aumentam a cada minuto.
– Bibliotecas Unificadas de 63 países
– Acervos de 1643 Universidades e Centros de Pesquisas
– Artigos de 48.567 Revistas Científicas
– 4.270 Vídeo Aulas Universitárias


Primeira Biblioteca Digital Mundial

No início do ano a Unesco presenteou a humanidade com a primeira Biblioteca Digital Mundial, através do site www.wdl.org.

Ela reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as joias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o português. A biblioteca permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de se registrarem.

© 2013, The São Paulo Times.

Pesquisa revela a reputação das cidades brasileiras que sediarão a Copa do Mundo de 2014

em Brasil por

Estudo revela também os riscos e oportunidades para o país. Porto Alegre tem a melhor avaliação na percepção dos próprios moradores

Foram 12 as cidades brasileiras escolhidas para sediar um dos maiores eventos esportivos do mundo. Mas o que os brasileiros têm a dizer sobre a reputação destas capitais? Uma pesquisa inédita do Reputation Institute, consultoria mundial em Gestão da Reputação, revela a percepção dos residentes e da população em geral a respeito destas localidades.

A pesquisa “A reputação das cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol 2014 no Brasil” foi realizada entre os meses de fevereiro e março de 2013. Foram somadas mais de quatro mil avaliações sobre as 12 cidades pesquisadas, sendo que cada respondente avaliou, além de sua cidade, mais uma com a qual tivesse um mínimo de familiaridade. A mensuração da reputação das cidades é baseada no modelo City RepTrak, uma metodologia desenvolvida pelo Reputation Institute composta por uma avaliação emocional, que considera o grau de estima, admiração, confiança e empatia das pessoas; e outra racional, resultado das percepções sobre três dimensões: Ambiente Atrativo, Governo Efetivo e Economia Avançada. Cada dimensão se desdobra em atributos como, por exemplo, ser uma bela cidade, oferecer um ambiente seguro para moradores e visitantes e ser dirigida por líderes respeitáveis. O resultado é apresentado na forma de um score que varia de 0 a 100, referindo-se aos seguintes níveis de reputação: pobre, fraca, mediana, forte e excelente.

Segundo a pesquisa, entre as doze localidades, Porto Alegre é a de melhor reputação na percepção de seus moradores com nota 68,19. Curitiba está em segundo lugar, com 67,48. Isso significa que estas capitais – assim como Natal, com 66,33 – despertam um alto grau de estima, admiração, empatia e confiança nas pessoas que nelas vivem. Já São Paulo, Salvador e Brasília ficaram com índices fracos de reputação.

Na avaliação dos não residentes, Curitiba (66,15) e Porto Alegre (65,84) permaneceram entre as mais bem percebidas e são as únicas que alcançaram índices reputacionais superiores ao do Brasil, que é de 67,24. Já entre as cidades mais mal avaliadas, Rio de Janeiro (49,23) e Brasília (43,39) alcançaram índices considerados fracos, merecendo maior atenção, já que essas localidades tendem a se tornar menos interessantes para visitar, viver, investir, trabalhar ou estudar. Em geral, os moradores mostraram uma percepção mais positiva sobre suas cidades do que sobre as demais, com exceção de Cuiabá, Salvador e Fortaleza, cujas percepções externas são superiores.

Outro dado surpreendente é que, em 2013, todas as cidades alcançaram índices menores que em 2012. Em um comparativo, Porto Alegre foi de 73,64 em 2012 para 68,19 em 2013. São Paulo teve uma queda de 13 pontos. A única exceção foi Natal, que aumentou sua reputação em cerca de seis pontos. “Isso mostra que o brasileiro aumentou seu senso crítico e está com um nível maior de exigência em diversos aspectos como segurança, infraestrutura e desenvolvimento econômico”, explica a diretora executiva do Reputation Institute no Brasil, Ana Luisa de Castro Almeida.

A pesquisa revela também que os residentes consideram que a “beleza” e o “estilo de vida” são aspectos muito importantes para a cidade, mas o conjunto de questões como “segurança”, “infraestrutura”, “lideranças respeitáveis”, “avanço tecnológico” e “bom ambiente para realização de negócios” é fundamental para uma percepção positiva sobre ela.

Nas dimensões que compõem o estudo, a cidade de São Paulo teve mérito no índice “Economia avançada”, com pontuação de 65,94. Rio de Janeiro teve a maior alta em “Ambiente Atrativo”, com 74,67.

E quais são os riscos e oportunidades para estas cidades? Do ponto de vista dos visitantes, a pesquisa mostra claramente que atributos como oferecer um ambiente seguro e ser uma bela cidade são amplamente considerados no momento da decisão por visitar uma localidade.

Na percepção dos moradores, o Ambiente Atrativo é a dimensão de maior peso na construção da reputação enquanto que, para outros brasileiros, o Governo Efetivo é o que tem maior relevância.

“O fato é que a reputação é um grande diferencial, especialmente para as cidades. Compreender como esse atrativo é construído torna-se, portanto, um excelente ponto de partida para repensar postura, políticas e ações de modo a construir a cidade desejada”, completa Ana Luisa de Castro Almeida.

Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Metade dos brasileiros não está conectada à internet

em Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Algumas pessoas preferem viver desconectadas, outras ficam offline por falta de opção, mas a realidade é que 49,1% de um total de 169 milhões de brasileiros, incluindo aqueles pertencentes a faixa etária com 10 anos ou mais, não possuem acesso a internet. Em uma análise geral, essa falta se destacou entre as classes C, D e E, e a população que mora em lugares isolados, apontados como “analfabetos digitais”. “A exclusão digital segue a mesma lógica da exclusão social”, diz a secretária de inclusão digital do Ministério das Comunicações, Lygia Pupatto, em entrevista.

A solução para o acesso à internet está incluso dentro do PNBL (Programa Nacional de Banda Larga), programa do Governo Federal, que determina a expansão da banda larga para todas as cidades do Brasil, com velocidade equivalente a 1 Mbps e valor equiparado a R$35 para os planos mensais disponibilizados  pelas operadoras. A pretensão é concluir este projeto até o ano de 2014.

De acordo com o Ministério das Comunicações, a origem da indisponibilidade de internet para parte da população brasileira também está na falta de interesse das operadoras em atuar em determinadas regiões, tendo como premissa a necessidade de uma infraestrutura projetada por elas para fornecimento da conexão.

Baseada numa possível evolução dentro do projeto do governo, também faz-se necessário pensar na utilização da ferramenta, mais especificamente na educação desta maioria que atualmente não consome as informações online. Quanto mais facilidades e conteúdo, maior será a responsabilidade dos usuários da tecnologia em encontrar dentro da bagunça digital aquilo que for relevante e realmente necessário.

© 2013, The São Paulo Times, por Kaique Oliveira.

 

Conheça o Museu do Relógio

em Cultura e Entretenimento por

O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a Antiguidade, em variados formatos. É uma das mais antigas invenções humanas. Relógios simples de água ou areia são conhecidos por ter existido na Babilônia e no Egito em torno do século 16 a.C..

O Museu do Relógio Professor Dimas de Melo Pimenta conta hoje com cerca de 600 relógios de diversas épocas, que ajudam a ilustrar a história da contagem do tempo desde a sua invenção, como o Relógio de Sol, que foi produzido por volta de 5.000 a 3.500 a. C. Este ano, mais de 20 modelos foram incorporados ao acervo, agregando ainda mais valor à coleção, que teve início em 1950.

Entre os relógios recém-adquiridos estão mais três relógios solares, todos modelos europeus e de fabricação recente. Entre eles está Box Sundial and Compass, que é uma réplica do modelo original de 1750.

O Relógio de parede Alemão também é uma novidade que o Museu trouxe este ano. Datado do século XVIII, um exemplar raro e bastante valioso, capaz de sinalizar, por meio de som de badaladas, cada hora e meias horas.

Porém a grande estrela obtida em 2013 é o curioso Relógio de Corridas de Pombos, modelo suíço fabricado entre as décadas de 1950 e 1960, extremamente preciso e confiável, usado para registrar o tempo que um pombo leva para percorrer o caminho entre um determinado ponto e seu ninho em competições.

Com o objetivo de proporcionar passeios culturais às crianças e ajudar a agregar conhecimento sobre o tempo e as horas, o Museu do Relógio oferece opções de visitas monitoradas ao seu acervo.

O Museu do Relógio é o único do gênero na América Latina e foi aberto ao público em 1975, instalado dentro da indústria Dimep, na Vila Leopoldina, em São Paulo. O Museu é aberto à visitação do público geral, por meio de agendamento prévio e as visitas podem ser acompanhadas por um historiador, capacitado para fornecer detalhes sobre as peças e a importância de cada uma delas.

Boa opção para crianças e adultos se divertirem e também adquirirem conhecimento no período de férias, o Museu do Relógio estará aberto também nos meses de dezembro e janeiro.

Para Dimas de Melo Pimenta II, responsável pelo Museu e filho do fundador que dá nome à coleção, as crianças são curiosas por natureza e a interação com peças de diversas épocas pode ajudar no aprendizado da leitura das horas. “As peças mais antigas ajudam ainda a ilustrar períodos históricos que as crianças aprendem na escola e, desta forma, contribuem para o aprendizado”, afirma.

Museu do Relógio Prof. Dimas de Melo Pimenta

2ª a 6ª das 10h às 18h.

Sábados e Domingos, 10h às 17h

Avenida Mofarrej, 840 – Vila Leopoldina – São Paulo, SP

Visitas agendadas pelo telefone – F. (11) 3646-4000

O futebol e as corporações

em Opinião por

Por Camila Linberger.

A reação nas redes sociais à derrota do Galo confirma o comportamento já enraizado do brasileiro em invejar tanto o salto dos outros, mesmo que estejam degraus abaixo de distância, muito aquém da vitória. É mais fácil rir do tombo alheio do que chegar perto de onde ele chegou. Dá menos trabalho.

O time do Atlético Mineiro está em Marrocos ainda. Foi lá que se desclassificou por três gols e não conseguiu conquistar o título mundial. Os torcedores do time e outros poucos brasileiros estão tristes por isso. Mas tem uma cambada rindo da cara deles, fazendo piada nas redes sociais. E não é por causa do Galo, que fez uma ótima campanha para chegar lá. É porque não é o time deles. As pessoas invejam tanto o salto dos outros que riem quando estes tropeçam, mesmo que estejam degraus acima de distância de você, que está muito aquém da vitória.

Este é só um exemplo. Poderia ser qualquer outro time e se fosse em outro país, até outro esporte. O que ponho em questão aqui é a tal da (infelizmente) relação entre inveja e incompetência na sociedade. Quantas vezes você já não percebeu em sua empresa alguém mais dedicado, que corre pra lá e pra cá para fazer o seu melhor, que se destaca, que veste a camisa, que sua, que corre diariamente atrás do gol. Às vezes o marca, outras não. Tantas vezes este cara é você. E tantas outras é o fulano que senta na baia ao lado.

Como no time de futebol, muitos fatores influenciam esta chegada ao topo: a relação com o técnico (líder), os incentivos que a empresa te dá, as possibilidades de crescer. E aí você acorda cedo sem pensar; “Mais um dia…”, mas entusiasmado para ir trabalhar, desenvolver um projeto, vencer. O ano passa e você se destaca. E, claro, sempre em busca de uma nova oportunidade, de uma colocação ou reconhecimento bacana.

Enquanto isso, o cara da baia ao lado faz o seu trabalho normalmente, sem entusiasmo, sem uma “boa campanha”. Veste a camisa do time daquele jeito, tem outras prioridades.  Esta é uma opção dele, que não tem problema algum em ser se está bom para ele e para a companhia.

No fim do ano, o cara que se esforçou, suou a camisa e concorreu àquela vaga, perdeu para outros três, que vieram de outros departamentos, com outras lideranças e condições de assumir este lugar. Já não bastasse a sua frustração, percebe no vizinho de baia, que não conseguiu se quer chegar a concorrer pela posição, um ar de satisfação pelo seu fracasso.

Opa, fracasso? Sim, se comparado aos outros três, mas, em relação aos que estão julgando, que até podem ter conseguido a tal promoção no passado, não. Ele concorreu, ele esteve entre os quatro melhores do ano. E o outro, que pode ter assumido a vaga no ano anterior, não foi competente para concorrer a ela este ano.

Por que o ser humano tem este “defeito de fabricação”? Ou seria um desvio de caráter? Por que é tão difícil comemorar e torcer pela vitória alheia? Por que é tão mais fácil criticar a posição que o outro não alcançou, mesmo quando você não foi competente, se quer, para concorrer a ela?

Pois, é. É mais fácil se satisfazer ao olhar para a derrota do outro do que buscar a sua própria vitória. Dá bem menos trabalho e mais prazer. É menos frustrante ver a tristeza do outro do que se arriscar a, talvez, ser o dono do mundo, mas talvez, ter que voltar para casa sem a taça.

Galo, lembre este ano ao povo brasileiro que vocês fizeram a melhor campanha do futebol brasileiro. Que tiveram partidas lindas. Que colocaram muitos times, que hoje riem de você, no chinelo. Que é triste sim voltar sem a taça, não sejamos hipócritas, mas que, se outros times brasileiros já foram campeões mundiais em outros anos, foi por um esforço e campanha semelhantes ao seu em 2013.

Quem sabe, um dia, o cara da baia ao lado consiga, se não competir com você, torcer pela sua vitória, ou ao menos, se inspirar no seu caminho. Talvez este seja um desejo um tanto utópico, mas quem sabe um dia!

 © 2013, The São Paulo Times.

Universidades na Holanda oferecem bolsas de estudo para brasileiros

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Mundo por

Com várias oportunidades para cursos de nível superior ministrados em inglês, universidades oferecem cerca de 60 opções de bolsas de estudo para brasileiros, onde recebem inscrições até o final de março de 2014.

Para conhecer e ver os requisitos para se candidatar, acesse o banco de cursos do Nuffic Neso Brazil
No site, é possível criar um filtro por palavra-chave e encontrar as ofertas disponíveis de acordo com a sua área de estudo. Além de detalhes do programa, no mesmo link é possível pesquisar os valores, os requisitos necessários para admissão e as possibilidades de bolsas existentes para cada um dos cursos.

Dentre os programas, destaca-se o Orange Tulip Scholarship – OTS Brazil 2014, que oferece bolsas integrais e parciais exclusivas para brasileiros. Este ano, os valores podem chegar até 32.500 Euros.

Bolsas de estudo

Sem fins lucrativos e financiada pelo próprio governo, os valores de um curso superior na Holanda são bem em conta quando comparado com outros grandes destinos. As universidades do país oferecem anuidades a partir de 4.000 euros e, para os brasileiros com cidadania europeia, o investimento não ultrapassa dois mil euros por ano.

Estudantes com excelente desempenho acadêmico podem participar dos processos de bolsas oferecidos pelas próprias universidades holandesas. Esses programas podem oferecer descontos integrais ou parciais sob o valor da anuidade ou entregar ao estudante um valor em dinheiro para ajudar a financiar os estudos e o custo de vida durante a estadia no país.

Requisitos de admissão

Diferentes universidades podem ter requisitos específicos, mas proficiência em inglês é mandatório. TOEFL e o IELTS são os testes mais comumente aceitos. Para o TOEFL, normalmente é exigida uma pontuação mínima de 550 para o teste no papel e 213 para o teste no computador. Para o IELTS é exigida uma pontuação mínima de seis.

Em termos de documentação, as principais exigências das universidades holandesas são: Histórico acadêmico adequado e testes de proficiência em inglês. Para estudantes de bacharelado é exigido diploma de ensino médio, para alunos de mestrado é exigido diploma de graduação e assim por diante.

Vida cultural intensa, baixo custo de vida, população amistosa, pouca burocracia e educação de qualidade e aulas em inglês. Com tantos atrativos, é compreensível que a Holanda, um dos primeiros países a internacionalizar o seu ensino superior, tenha hoje mais de 10% da sua população acadêmica formada por estrangeiros, o que torna o ambiente de estudos extremamente multicultural.

© 2013, The São Paulo Times.

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito

em Educação e Comportamento/Negócios por

Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor em relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.

Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:

Percentual de aparelhos que apresentaram defeito Tempo de uso dos aparelhos
32% dos computadores 2,6 anos
22% dos celulares 3,1 anos
21% lavadoras de roupa 4,8 anos
17% impressoras 2,9 anos
13% televisão 4,8 anos
11% DVD ou Blue Ray 3,9 anos
11% geladeira ou freezer 6,0 anos
9% câmara fotográfica 2,9 anos
9% micro-ondas 4,3 anos
8% fogão 5,6 anos

Combinando o tempo aquisição dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito.

Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.

Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne o atendimento de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.

Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação está relacionada à não ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema, a satisfação já apresenta queda.

“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.

“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.

Os segmentos sociais com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e pessoas de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.

Expectativa de durabilidade pelo consumidor

A pesquisa também tem como objetivo identificar as expectativas do consumidor em relação à duração dos aparelhos, dado inédito até agora no Brasil. De forma geral, os consumidores esperam que estes tenham uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato têm hoje.

Nos aparelhos celulares, por exemplo, a duração ideal é 77% maior do que a duração vivenciada (3 anos e 5,3 anos, respectivamente).

“O consumidor anseia a combinação de vida útil substantiva com experiência de uso satisfatória e, a maneira como ele encontra para resolver esse frágil equilíbrio é naturalizando a troca”, comenta Fabián Echegaray.

Obsolescência psicológica programada

A pesquisa busca entender as percepções e hábitos dos consumidores brasileiros, na perspectiva dos desafios e obstáculos para o cumprimento da Lei nº 12.305 de 2010, que institui Política Nacional de Resíduos Sólidos, a qual prevê a redução na geração de resíduos, propondo a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar a reciclagem e reutilização dos resíduos sólidos, e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

“A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê antes de qualquer coisa que os fabricantes pensem na não geração de resíduos, ou seja, reduzir o impacto dos produtos por meio do design dos produtos e pela obsolescência psicológica, que induz os consumidores a descartarem mais rapidamente seus aparelhos”, explica João Paulo Amaral.

Por isso, a pesquisa também abordou o tempo que o consumidor planeja trocar de produto, independente de defeitos apresentados. Embora o consumidor entenda que os aparelhos devessem durar mais, sua expectativa de trocar os atuais aparelhos é elevadíssima: cerca de 4 em cada 10 consumidores afirma que é provável que substituam o celular ao longo de 1 ano. Para outros aparelhos, as chances são de que 2 em cada 10 façam a troca no mesmo período.

Os percentuais sugerem uma elevada naturalização da obsolescência, seja ela psicológica (percepção de “atraso” tecnológico) ou funcional (vivência de problemas de funcionamento).Os dados mostram o valor simbólico de modernidade e de status social associado a alguns produtos, notadamente os celulares, valores capazes de suplantar as limitações econômicas das classes mais baixas, ao menos no nível da expectativa. E podem indicar, também, certo receio das novidades tecnológicas entre os que têm menos anos de estudo.

Mesmo entre perfis mais críticos com relação à obsolescência programada como os jovens e a população de baixa renda, ocorre uma grande naturalização da troca de produtos. Apesar de valorizarem a durabilidade, se deixam levar pela rápida atualização dos equipamentos, independentemente do estado de funcionamento. Essa contradição é especialmente percebida no caso dos celulares.

A durabilidade como influência na decisão de compra do consumidor 

A durabilidade é considerada um fator muito importante (78%) ou parcialmente importante (7%) no momento de compra pela grande maioria de consumidores. É pequena a fatia (8%) dos que afirmam que não têm a preocupação com a durabilidade entre os fatores de escolha.

É na região sul que a durabilidade é mais valorizada (95% dos entrevistados), e 99% dos consumidores de maior poder aquisitivo afirmam dar importância a esse aspecto.
Quando comparada a outros fatores como, por exemplo, o fato de ser o último modelo lançado, o design mais moderno e a diversidade de funções do aparelho, a durabilidade permanece como atributo mais importante de um produto eletrônico. Os perfis que mantêm mais fortemente a posição de preferência à durabilidade, mesmo diante de outros fatores, passam a ser as mulheres e os consumidores mais pobres e menos escolarizados.

Fontes que o consumidor consulta para informações sobre durabilidade

O acesso a fontes de informação sobre a durabilidade dos produtos varia de acordo com a escolaridade, renda e idade dos consumidores, sendo que as fontes impessoais (internet, sites de fabricantes) são mais buscadas por jovens, homens, pessoas com alta escolaridade e renda mais elevada, enquanto os mais pobres e menos instruídos tendem a recorrer aos vendedores.

“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerado uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.

Como foi feita a pesquisa

Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada lugar. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Experiência adrenalizante com blogueiros reforça branding da Fiat para Punto Blackmotion

em Brasil/Negócios por

Um convite incomum: participar de uma gravação dando uma voltinha no Punto Blackmotion, como no comercial de TV. Três celebridades da internet, com perfis completamente diferentes foram selecionadas, dois homens e uma mulher: Thiago Borbs, do blog Judão, Guilherme Valadares, do Papo de Homem e Bruna Vieira, do blog Depois dos 15.

“A Voltinha” teria ainda algumas surpresas a serem reveladas somente no momento da experiência. Não bastasse ser filmada durante a madrugada, no depósito do porto de Santos (SP), cenário assustador, o piloto profissional e dublê de ação, contratado pela agência, montou um percurso cheio de manobras e surpresas radicais onde os features do carro e a coragem dos passageiros foram colocados à prova. Resultado: sem edições, 512 palavrões expressaram, de forma natural, a experiência incrível que viveram.

O filme foi criado pela Sunset, agência com foco em new medias, para divulgar uma série especial da linha 2014 do carro, nas redes sociais. A emoção e a adrenalina que o veículo oferece ficam estampadas no rosto, nos gestos e nos depoimentos que os três convidados deram durante e após a experiência.

“Eu pensei que o máximo de emoção naquele dia seria o Cássio defender o pênalti do Rogério Ceni. Aí cheguei naquele lugar, cheio de contêineres, uma ambulância e até um mini cárcere privado, já que tudo deveria ser surpresa. Eu não poderia ter contato com nada e nem ninguém… Ok, HAVIA ALGUMA COISA ALI, o que ficou claro quando eu tentei interagir com o piloto, que não só não olhou na minha cara como não respondeu ao meu “Opa, beleza?”. Acelera, curva, freia, cavalo de pau, MEU DEUS aquele funil… No fim foi tudo simplesmente DO [email protected]%L#*”, revela Thiago Borbs, do blog Judão.

A gravação foi realizada em ambiente controlado, com piloto profissional e ampla estrutura de segurança.O filme entrou no ar no dia 16 de dezembro.

© 2013, The São Paulo Times.

Por seis segundos em cada esquina de São Paulo

em Coluna por

Camila

Por seis segundos em cada esquina de São Paulo

Quarta maior aglomeração urbana do planeta. Mais de 11 milhões de habitantes disputando espaço, emprego, atenção e, no fim de ano, presentes de Natal. Para satisfazê-los, milhões de reais são investidos em decoração, enfeites e contratação de Papais Noéis. É isso mesmo. O fim do ano chega e você não parou pra pensar que os velhinhos, que passam o ano inteiro colocando as barbas pra crescer, as tiram do molho e pegam firme no batente. Existem books em agências especializadas para se contratar Papais Noéis. E a disputa começa ainda no fim do primeiro semestre, para que se escolha aquele com mais cara de “bom velhinho” e sente no trono do seu shopping e leve mais crianças e dinheiro ao comércio paulistano.

Como toda grande metrópole mundial, a cidade começa a se enfeitar e se encher de luz. Passei ao lado do Parque do Ibirapuera na semana passada e a grande árvore de Natal já está preparada. As fachadas de shoppings e bancos recebem mais luzes. Em alguns lugares, corais emprestam suas vozes às melodias que embalam as noites de dezembro.

Na decoração deste ano, outros valores, não só os financeiros, fazem parte desta data, considerada a mais lucrativa para o varejo. A novidade está espalhada em letras: palavras como amor, paz, união e amizade foram distribuídas por suas esquinas, bem grandes, para lembrar às pessoas, em meio ao caos do trânsito causado pelas tempestades (e pelo excesso de carros, claro), os valores que devem ser lembrados o ano inteiro e que são reforçados nesta época, independente da sua religião.

Sim, sei que o Natal é uma data cristã, que comemora o nascimento do menino Jesus. Mas os tais valores cristãos deveriam ser chamados de “valores humanos”. Não cabe a eles raça, cor, classe social e se quer, religião. Carregam em si a incumbência de lembrar à sociedade sua importância para o bom convívio, para uma vida conjunta melhor. E não só no fim do ano, mas no ano inteiro, pela vida inteira.

Infelizmente, tragédias continuarão a acontecer. Desabamentos, acidentes, assassinatos. Gente ruim continuará a transitar entre nós, não tem como ser diferente, faz parte da vida! Mas se todos os dias, ao levantarmos, lembrarmos de fazer algo bom por nós e pelos outros – a começar por nossas famílias – já geramos uma grande mudança.

Dizem que para a gente se contaminar por uma situação que nos cause mau humor, como uma fechada no trânsito, por exemplo, e mudar o rumo do nosso dia para algo pior, basta vivenciá-la e “ficar dentro dela”, pensando e se consumindo por seis segundos. Seis míseros segundos.

Então, que em 2014, você consiga levar para a sua vida esta pequena grande mudança: a dos seis segundos. Transforme isso. Respire fundo quando algo de ruim te acontecer. Situações chatas e negativas são inevitáveis. Mas lembre-se que rir ou berrar está em suas mãos. A grande transformação de um dia mais ou menos em um dia bom ou ruim pertence a você. Você pode mudar a sua vida em 2014. Você pode mudar a vida de quem está perto de você. Você pode mudar a vida da sua cidade!

Que São Paulo, mesmo depois que o novo ano entrar, continue a encontrar em suas esquinas, amor, união, paz, alegria e amizade. Mais do que a cidade, seus cidadãos precisam disso para uma vida melhor. Construa um ano novo feliz. E se precisar, (você vai precisar), conte comigo: 1,2,3,4,5,6. Respire fundo e vá em frente!

© 2013, The São Paulo Times.

Diretor da TV Globo narra sua trajetória em livro

em Brasil/Negócios por

De vendedor de ferro-velho a diretor de TV, Vagner Pereira, mais conhecido como Fly, revela no livro “Como Saí do Buraco” seu espírito empreendedor em busca do sucesso.

Para que sua história possa inspirar outras pessoas a conseguir a tão sonhada estabilidade financeira, Fly compartilha sua infância pobre, o bom jeitinho para “inventar” trabalho, sua relação com o dinheiro e como multiplicá-lo. Com texto simples, acessível e bem-humorado, a obra traz histórias curiosas e mostra que, com foco e muita criatividade, é possível sair do buraco.

No livro, o diretor da TV Globo, que também é educador financeiro, conta como ganhou muito dinheiro, perdeu tudo e conseguiu retomar as rédeas de suas contas. Hoje, o autor dá palestras sobre o tema em todo Brasil.

“Como Saí do Buraco: Desafie Também os Seus Limites” está sendo lançado este mês em parceria com Isadora Andrade, roteirista da TV Globo, pelo selo Inspira, do Grupo 5W. O livro tem 115 páginas e o preço sugerido é de R$ 24,90.

© 2013, The São Paulo Times.

 

Voltar p/ Capa