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Redação - page 620

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O acordo nuclear do Irã sairá desta vez?

em Mundo/Política/The São Paulo Times por

O acordo com o Irã para reverter seu programa nuclear em troca de sanções mais leves é como o passe “Hail Mary” do futebol americano – divertido, de alto risco, mas com pouca chance de sucesso.

Restando apenas três anos, a administração do presidente Barack Obama está em uma situação preocupante e precisa se reerguer com boas vantagens. Suas supostas vitórias na política externa – como a retirada das tropas americanas do Iraque e do Afeganistão – se mostraram vazias. O Iraque está tomado pela estagnação política e por um nível de violência cada vez maior. O governo do Afeganistão se recusa a assinar um acordo que permitirá que as forças dos EUA permaneçam em uma capacidade consultiva para além de 2014, abrindo o caminho para que um Talibã ressurgente faça um retorno devastador.

Além disso, a Rússia tem amarrado nós na Síria: o apoio de Putin, habilmente auxiliado pelo regime no Irã, é a principal razão para que o presidente Bashar al Assad continue no poder. As relações dos Estados Unidos com Israel são, indiscutivelmente, seu ponto mais baixo desde a fundação do Estado judeu em 1948.

É por isso que a administração do presidente Obama está investindo bastante capital político em sua busca por um grande acordo com o Irã. Um acordo global representaria uma mudança de cenário para os Estados Unidos e para a região. Ele salvaria os EUA de ter que tomar uma ação militar para reverter o seu programa nuclear.

É uma aposta muito melhor para alavancar a vantagem do país e firmar um bom negócio neste momento, ao invés de liderar um enorme esforço para evitar uma desintegração gradual do estrangulamento sobre a economia do Irã. Uma das principais razões que os EUA consideraram uma ação militar contra o ditador iraquiano Saddam Hussein, em 2003.

Então aonde isso levará o país? Os EUA têm razão em colocar a intenção de desarmamento do Irã à prova. Paradoxalmente, proporcionar ao regime uma oportunidade de falhar é o caminho certo para miná-lo. Deixe o mundo ver que, apesar de seu ofensivo charme sedutor, os interesses fundamentais do Irã não mudaram, e uma postura unificada decidida pela comunidade internacional é a nossa melhor proteção.

Como o ex-vice Conselheiro de Segurança Nacional do governo Obama escreveu recentemente: “se a diplomacia falhar, os Estados Unidos terão muito mais crédito para reforçar as sanções ou fazer uso da força – ou ambos”.

© 2014, IBTimes

A vida é em versão Beta

em Coluna por

Camila

A vida é em versão Beta

Versão beta: para ser mais didática e exata, segundo a Wikipédia, é a versão de um produto que ainda se encontra em fase de desenvolvimento e testes e são disponibilizados para que os usuários possam conhecer. Sempre que um programa é lançado em versão Beta, significa que o próprio desenvolvedor admite que ele ainda não está pronto e pode ter problemas, porém já está em um nível decente para a utilização.

E não seria assim a vida de cada um de nós, uma eterna versão Beta? Nascemos meninos ou meninas, brancos, negros, japoneses, índios ou ruivos, ricos, muito ricos, classe média, pobre, miserável. Sorridentes ou mais sérios, introspectivos ou extrovertidos, tímidos ou desinibidos, altos ou baixos, e assim vai, como se tudo fosse definitivo até que…

A loira quer ser ruiva, o pobre ganha um upgrade, quem sabe chegando a ser um milionário. O gordinho faz dieta ou cirurgia e ganha uma silhueta mais esbelta. A magrela, sem peito, encontra nas próteses de silicone a solução. E assim, nos tornamos sempre alguém em construção de nós mesmos.

Não só no aspecto físico, mas na evolução humana. Deixamos de ser narcisistas quando conseguimos enxergar para além do espelho e encontrar nos outros as necessidades que podemos ajudar a suprir, e então nos tornamos mais humanos. Deixamos a timidez de lado quando ela começa a querer se confundir com solidão, tão pouca se torna a troca de experiências com o outro por conta disso. Ganhamos confiança em nós mesmos quando investimos em descobrir ou sanar as lacunas daquilo que nos prejudicava e corremos atrás, seja com estudo, leitura, conversa ou um livro.

A meu ver, estamos constantemente em versão Beta. Do dia em que nascemos ao que morremos, sem interrupção. E não é porque a vida acaba que chegamos à versão final e “redonda” do que pretendíamos ou poderíamos ser. Ainda ficamos devendo, para nós e para o mundo, um tanto de adaptações, mudanças, melhorias.

Na versão Beta, nos damos o direito (e o dever) de nos construirmos diariamente. Nem sempre acertando. Por vezes, as maiores ou melhores construções vêm com os erros. E ao refletirmos, reiniciamos o programa, atualizamos nosso software interno e crescemos mais um pouco.

Começamos em Beta e, se soubermos aproveitar, nos tornaremos, ainda Betas, uma versão melhorada, se não para o mundo para nós mesmos. O bom e importante de ser Beta é a constante possibilidade e busca pelas descobertas. É o aprimoramento daquilo que se era para se chegar ao que se quer ser. É poder dizer, diariamente, após as novas descobertas de si mesmo e para si mesmo: “Muito prazer”!

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Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Dicas para manter a mente ativa e remediar o mal de Alzheimer

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Especialista explica que tomografia e ressonância nuclear magnética de crânio são exames que podem ajudar detectar a doença em estágio inicial.

Cerca de 30% dos idosos brasileiros acima dos 85 anos sofrem do mal de Alzheimer. A doença é a principal causa de demência diagnosticada atualmente, acometendo 25 milhões de idosos em todo o mundo. O Mal de Alzheimer é uma doença crônica e progressiva, que leva à morte.

“Conforme envelhecemos, ocorre a degeneração e morte de diversos tecidos do organismo. O mesmo acontece com os neurônios – células que compõe o sistema nervoso”, revela o neurorradiologista Dr. Renato Mendonça, do Lavoisier Medicina Diagnóstica. Ele explica que a fase de degeneração começa por volta dos 40 anos de idade e varia por diversas circunstâncias. “As variantes são principalmente o padrão genético, as atividades físicas e cognitivas e presença ou ausência de doenças, como hipertensão arterial e diabetes, além de hábitos nocivos: fumo, álcool e outras drogas”.

Segundo o profissional, essas degenerações são percebidas principalmente pela perda da memória e do raciocínio. “Os sintomas iniciais estão relacionados principalmente à memória recente, assim como distúrbios de comportamento e quadros depressivos”, diz ele.

Não é difícil fazer o diagnóstico clínico do Mal de Alzheimer em pacientes com evidente perda de memória e alteração do comportamento.

O desafio é diagnosticar a doença no início, quando geralmente existe apenas a queixa de esquecimentos corriqueiros, que também podem ter outras causas. “Em fase inicial, é preciso excluir outras causas de demência, solicitando a tomografia ou a ressonância magnética de crânio (para excluir múltiplas isquemias, hemorragia ou tumores) e a dosagem dos hormônios da tireoide, além do exame de sangue, para verificar se não há alteração no metabolismo do cálcio e fósforo e/ou deficiência de vitamina B”, afirma o Dr. Renato Mendonça.

A prevalência do Alzheimer aumenta com a idade, sendo a incidência equivalente a 1% antes dos 65 anos de idade, aumentando rapidamente para 5% a 10% após os 65 anos. A média mundial é de que a cada cinco anos aumentem 5% o número de casos, chegando a atingir de 30 a 40% dos idosos após os 85 anos de idade. “Isto explica o aumento de casos em todo o mundo, já que a população possui expectativa de vida cada vez mais alta”.

Embora não seja possível impedir o envelhecimento cerebral, alguns hábitos podem manter o cérebro ativo e com maior capacidade de funcionamento, ainda que com menor número de neurônios.

Exercícios físicos regulares, aprendizado de novos idiomas, estudo de música ou qualquer outra atividade que envolva concentração e necessidade de raciocínio pode ajudar a inibir a doença.

CONFIRA AS DICAS PARA MANTER O CÉREBRO ATIVO:

Pratique exercícios físicos regularmente, mesmo que seja uma simples caminhada;

Desenvolva o hábito da leitura;

Palavras-cruzadas exigem concentração, logo são um excelente estímulo para o cérebro;

Estudar um novo idioma trabalha o raciocínio, assim como aprender a tocar um instrumento musical;

Converse com amigos e parentes constantemente, mantendo assim a vida social;

Mantenha uma alimentação balanceada, livre de gorduras trans e saturadas;

Álcool e cigarro são dois verdadeiros inimigos dos neurônios, assim como outras drogas;

Visite o neurologista e realize os exames periódicos indicados.

Gerações Y e Z: as franquias estão à procura de vocês

em Negócios por

Se você é da Geração Y ou Z e se considera um jovem empreendedor, este artigo foi escrito especialmente para você! Fazem parte da Geração Y os nascidos entre 1979 e 1994. São aqueles que assistiram à revolução tecnológica, tem perfil questionador, multitarefas e imediatistas.

Já a Geração Z são os nascidos a partir de 1995 e, em sua maioria, são aqueles que convivem com computador, chats e telefone celular desde a infância. São bastante ansiosos, arrojados e costumam fazer tudo ao mesmo tempo, estando sempre um passo à frente das outras gerações, pois possuem fácil acesso à informação. Muitos desejam empreender e ter o seu próprio negócio.

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae mostrou que 50% dos jovens universitários brasileiros tem este objetivo. A vontade é grande, porém, não costumam ter muita paciência para aguardar uma formação executiva e visam empreender em algo que lhes ofereça um retorno em curto prazo. Por outro lado, um dos receios mais comuns é de errar e fracassar ao abrir um negócio, pois sabem que a maturidade e a falta de prática e vivência dentro da administração de uma empresa podem ser um grande desafio na obtenção do sucesso.

Em função do perfil, muitos acabam investindo em franquias, pois enxergam uma maneira rápida de atuar em um modelo de negócio que já está pronto, testado, com uma marca que muitas vezes já é conhecida no mercado, além de receber todo o treinamento e capacitação operacional e de gestão, diminuindo a desvantagem e a insegurança que a falta de experiência pode oferecer.

Em 2012, os jovens entre 21 e 30 anos representavam 47% dos interessados em abrir uma franquia. A maioria, 57% é da região Sudeste e possuem formação em administração de empresas (29%), Cerca de 33% buscam oportunidades no segmento de alimentação.

O mercado de redes de franquias tem acompanhado este crescimento e concentrado os seus esforços para adaptar-se aos novos tempos e às expectativas desses potenciais investidores. Estão constantemente à procura de jovens empreendedores, pois sabem que eles têm mais pique, proatividade, receptividade a riscos, autonomia, comunicam-se mais, são mais engajados e possuem visão de futuro objetivando uma parceria de sucesso.

Como os jovens geralmente dispõem de poucos recursos para investir inicialmente, as redes de franquias de baixo custo como, por exemplo, as microfranquias e as franquias virtuais, tendem a ser mais atrativas. Aquelas que têm perfil inovador, que estão antenados com as principais tendências do mercado trazendo sempre novidades e buscando se aperfeiçoar o tempo todo também chamam mais a atenção.

É importante ressaltar que é interessante para as redes que o empreendedor seja dedicado, focado, apresente equilíbrio emocional e uma experiência mínima para fazer o negócio crescer e desenvolver de acordo com as suas expectativas. Se já tiver convivido com clientes, lidado com pessoas ou tenha tido colaboradores sob sua responsabilidade, melhor ainda.

Para ser muito bem sucedido nessa empreitada, antes de tudo, é imprescindível buscar um segmento com a qual tenha afinidade, uma marca a qual se identifique para obter sua realização pessoal e atuar com força total.

Além disso, é essencial verificar qual o perfil e faixa etária a empresa busca, se aceita uma atuação mais ativa e agressiva, esteja preocupado com a atualização do negócio, com novas tecnologias, que ofereça suporte rápido em todas as áreas e, principalmente, seja um negócio que não demore muito para amadurecer e que possa apresentar bons resultados logo no início das atividades na região de atuação.

Recomenda-se também investir um tempo para participar de eventos, ler livros, pesquisar sobre as empresas, conversar com consultores, colegas que empreendem em franquias ou tenham tido vivência anterior em algum negócio para fazer a escolha mais assertiva. Se você se encaixa neste perfil, empreenda e surpreenda-se!

Nadia Korosue é administradora de empresas, especialista em projetos e sócia da Goakira Consultoria.

Como os médicos estão usando o Google Glass?

em Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Ferramentas de alta tecnologia estão cada vez mais entrando nas salas de cirurgia. Hoje já existe máquina de anestesia, monitor cardíaco, e…Google Glass? Isso mesmo, alguns cirurgiões estão usando o aparelho para ver se o dispositivo pode ajudar os médicos a melhorar o atendimento aos pacientes e educar os residentes.

Agora, os estudantes de medicina estão recebendo uma visão mais ampla dos procedimentos médicos, com um ângulo que não podiam ver antes nas salas de aula.

“O Google Glass captura uma imagem de tudo que você está olhando durante a cirurgia”, disse o cirurgião Jason, da Universidade do Arizona, ao canal de televisão KVOA. “Nós tentamos usar outros tipos de câmeras, mas o toque desses aparelhos podem ser um risco de contaminação. O Google Glass permite captar ângulos impossíveis, e isso ajuda a ensinar os nossos alunos com mais precisão”.

O Google Glass não é apenas benéfico para fins de ensino, que pode fornecer acesso rápido a informações vitais que um cirurgião precisa durante a operação.

O cirurgião cardiotorácico, Pierre Theodore, Universidade da Califórnia, diz ter encontrado um dispositivo útil para tomadas rápidas em imagens de raios-X durante a cirurgia. Sem o Google Glass, um médico geralmente precisa acompanhar a cirurgia por um monitor. Mesmo que as interrupções sejam breves, em algumas operações delicadas, cada segundo conta.

“Alguns cirurgiões não conseguem acessar as imagens radiográficas em momentos que mais precisam”, disse Theodore. “Isso pode comprometer uma operação”.

Com o Google Glass, Theodore pode carregar uma imagem de tomografia computadorizada ou de raios-X que poderá usar no procedimento, em seguida, buscar rapidamente informações importantes do paciente enquanto está operando.

“Muitas vezes, um tumor que precisa ser removido está profundamente escondido dentro de um órgão, por exemplo no fígado, pulmão…”, disse Theodore em um comunicado divulgado pela UCSF. “É muito útil ter os raios-X diretamente no seu campo de visão sem precisar sair da sala de operações para conseguir essa informação em algum sistema que precisa até se logar. Não podemos esquecer que o paciente precisa de 100 por cento de atenção durante o tempo que está na mesa de cirurgia”.

Outros cirurgiões tiveram a mesma ideia. Um cirurgião plástico da Universidade de Chicago usou a tecnologia durante a realização de uma rinoplastia em um paciente que se machucou no parque de diversões em dezembro do ano passado. No mesmo mês, um cirurgião ortopédico da Universidade de Alabama- compartilhava um vídeo ao vivo de uma restauração no ombro com um colega, em Atlanta, o que permitiu a consulta virtual em tempo real entre os dois médicos.

Mas o dispositivo não é perfeito: sua autonomia é limitada e alguns cirurgiões precisam usar baterias extras. Além disso, a maneira como a câmera do dispositivo é posicionada nem sempre é ideal para capturar fotos e vídeos de cirurgia. O estudante de medicina da Universidade Ohio, Ryan Blacwell disse à ABC News que na revisão de vídeos de cirurgia, as incisões capturadas perto da parte inferior da tela são mais difíceis de ver.

Os pacientes também precisam concordar com os seus médicos usarem o Google Glass durante os procedimentos (nem todas as pessoas se sentem confortáveis com a ideia filmarem a parte de dentro do seu corpo). Mas, apesar dos pequenos obstáculos, muitos médicos que testaram a tecnologia estão otimistas com o potencial do dispositivo.

“Se você acredita na premissa de que é fundamental ter dados precisos sobre o paciente diante dos seus olhos faz com que o médico tome a melhor decisão na hora da cirurgia, então me parece conveniente trabalhar com esta nova tecnologia”, conclui Theodore

© 2014, IBTimes

Qual será o legado da Copa do Mundo para as telecomunicações?

em Brasil/Mundo/The São Paulo Times por

Que a falta de infraestrutura no Brasil é crônica e pode ser percebida em todas as atividades do setor público, isso não é novidade pra ninguém. Somos carentes de estradas, portos, aeroportos, escolas, saneamento básicos e tantas outras obras essenciais ao funcionamento da economia e da sociedade, em geral em níveis mínimos de eficiência.

Dentre todas essas carências, a da infraestrutura de telecomunicações está vindo à tona por conta da Copa do Mundo, evento internacional que se aproxima.

Correndo contra o tempo, indústria, operadoras e governo lutam para implantar a infraestrutura necessária à transmissão dos eventos esportivos que se aproximam.

Verdade seja dita, o cabeamento de fibra ótica no Brasil, cabos de alta capacidade necessários para a transmissão de conteúdos em HD (High Definition) ou alta definição, há muitos anos acumula um déficit de instalação, cabendo a implantação dessa rede em grande parte à Telebrás, reativada pelo governo Lula com a missão de aprimorar o acesso às telecomunicações de norte a sul do Brasil.

Parafraseando Jerome Valcke, secretário-geral da Fifa, organizadora da Copa do Mundo, “sem telecomunicações não há Copa”. E não é exagero. Todos os jogos são transmitidos ao vivo para os quatro cantos do mundo e a infraestrutura de telecomunicações para que isso ocorra sem falhas deve ser no mínimo perfeita. Afora a transmissão em si, todos os torcedores que vierem aos estádios com seus smartphones, compartilharão os principais momentos dos jogos enviando fotos e vídeos aos amigos, também espalhados por todos os cantos do planeta.

Eis aqui outro gargalo enorme, haja vista as constantes falhas e apagões registrados por operadoras de telefonia móvel em condições normais.

Nesse contexto, com exceções de alguns aparelhos de determinados países da Europa que possuem a mesma banda de frequência que a adotada para o 4G brasileiro, poucos acessarão nossa rede 4G, fato que tornará a 3G ainda mais congestionada. A solução tanto para os torcedores que possuem o aparelho 4G (padrão americano), como para aqueles que não possuem, será comprar um aparelho brasileiro.

Com o objetivo de incentivar a iniciativa privada por meio das operadoras de telecomunicações em geral para investir em infraestrutura, o Governo Federal criou no ano passado o Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga. Com esse programa, empresas concessionárias do setor de telecomunicações poderão escrever projetos e submetê-los a aprovação do Ministério das Comunicações. Os projetos aprovados terão isenção de IPI, Pis,Cofins, para a aquisição de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos novos.

Outra isenção estudada pelo Governo Federal seria a do Fistel, Fundo Universal de Telecomunicações, que arrecada das grandes operadoras a impressionante cifra de 5 bilhões de reais por ano. Tal isenção precisa ser ratificada pelo Ministério da Fazenda que em tempos de “vacas magras” tem sido conservador com relação a esse tipo de renúncia fiscal. Com todos esses incentivos, esperamos que o legado deixado pela Copa do Mundo no que tange as telecomunicações, sirva para impulsionar o cenário de infraestrutura do setor. Digo impulsionar porque a grande deficiência não está somente nas capitais, que sediarão os jogos, mas, sobretudo, nas regiões centro-oeste, norte e nordeste, ora em desenvolvimento.

Segundo estudos do governo federal, para mudar de fato a realidade brasileira seria necessário o investimento de 120 bilhões de reais. Realidade um tanto distante.

Dane Avanzi é advogado, empresário do setor de engenharia civil, elétrica e de telecomunicações. É diretor superintendente do Instituto Avanzi, ONG de defesa dos direitos do consumidor de telecomunicações e vice-presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Os males da metanfetamina são um produto da espetacularização midiática?

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Toda a “epidemia de metanfetamina” talvez não seja tão ruim como se pensava.

Quando o psicólogo da Universidade de Columbia, Carl Hart, verificou os dados por trás da narrativa da mídia sobre o uso da metanfetamina, alguns dos pressupostos mais comuns – a ideia de que a metanfetamina provoca transformações físicas horríveis, é instantaneamente viciante e é especialmente prejudicial para o cérebro – pareceram com poucas evidências. Em um novo relatório para a Open Society Foundations – um grupo criado pelo filantropo George Soros – Hart faz comparações entre o discurso da mídia atual sobre a dependência da metanfetamina e a histeria sobre o crack que se instaurou na década de 1980 e 1990.

“A literatura científica sobre a metanfetamina é repleta de conclusões injustificadas, que forneceu combustível para a implementação de políticas de drogas draconianas as quais exacerbam os problemas enfrentados pelas pessoas pobres”, disse Hart.

Ainda que o mercado de metanfetamina esteja aumentando, ela nunca foi a droga mais amplamente utilizada. Em seu auge de popularidade, não havia mais de um milhão de usuários da droga nos EUA, Hart escreve. Naquela época, os EUA também abrigavam de 2,5 milhões de usuários de cocaína e 15 milhões de usuários de maconha.

As propagandas populares “Metanfetamina: nem sequer uma vez” também significam que a droga é instantaneamente viciante, mas a melhor informação disponível sugere que menos de 15 por cento de todas as pessoas que já usaram a droga tornaram-se viciados. Há pouca evidência empírica, inclusive, de que a metanfetamina cause deformidades físicas, segundo Hart.

Os dentistas relatam alguns casos individuais de doenças na gengiva causadas pelo uso de metanfetamina, mas ainda não houve nenhum grande estudo controlado que tenha colhido um percentual de usuários de metanfetamina que desenvolveram problemas dentários.

“As mudanças físicas ocorridas nas representações dramáticas de indivíduos antes e após o uso da metanfetamina são mais provavelmente relacionados com maus hábitos de sono, falta de higiene dental, má nutrição e sensacionalismo da mídia”, defende Hart.

Os usuários de metanfetamina também podem ser moradores em situação de rua ou ter condições médicas não tratadas, os quais são outros fatores que possam contribuir para uma deterioração da aparência física.

As primeiras páginas dos jornais são felizes por divulgar estudos que mostram os danos cerebrais após o uso da metanfetamina em longo prazo, mas Hart considera falhos muitos desses experimentos.

Um estudo coberto pelo jornal The New York Times em 2004 usou imagens para comparar os tamanhos dos cérebros de viciados em metanfetamina e cérebros saudáveis de não usuários, e concluiu que a metanfetamina prejudica a memória.

Enquanto o estudo constatou que as partes do cérebro dos usuários de metanfetamina foram de 8 a 11 por cento menor do que os dos não usuários, os pesquisadores não recolheram quaisquer dados sobre os usuários antes de começarem a tomar metanfetamina – tornando-se assim praticamente impossível provar a metanfetamina sozinha foi a causa das diferenças cerebrais. Os não usuários de drogas também tinham um grau de escolaridade significativamente maior do que os usuários de drogas.

O vício “certamente não é uma doença do cérebro, como a doença de Parkinson ou doença de Alzheimer”, Hart declara. “No caso dessas doenças, pode-se analisar o cérebro de indivíduos afetados e fazer boas previsões sobre a doença envolvida. Estamos muito longe de sermos capazes de distinguir o cérebro de um viciado em drogas do de uma pessoa que não usa entorpecente”.

Os esforços para conter o abuso de metanfetamina já refletiram alguns dos criticados movimentos da era crack, como as sentenças mínimas obrigatórias, acusadas ​​de aumentar dramaticamente a população carcerária dos EUA – e criar um padrão racista que puniu os usuários de crack, em grande parte afro-americanos, mais severamente que os usuários brancos, na maioria usuários de cocaína.

“Levou quase três décadas para o público chegar a um entendimento superficial que os efeitos do crack foram muito exagerados na mídia de massa e nas declarações do governo. Os custos monetários e humanos de nossos equívocos anteriores sobre o crack são incalculáveis”, Hart finaliza.

(C) 2014, IBTimes.

Famagusta: uma cidade prestes a renascer

em Mundo/News & Trends por

Se você conhece Famagusta, a cidade na costa leste da pequena ilha de Chipre, localizada abaixo da Turquia no Mar Mediterrâneo, provavelmente é porque você já ouviu falar sobre uma bela cidade fantasma dentro dele chamado Varosha, congelado no tempo por 40 anos agora. Até estrelas de cinema como Elizabeth Taylor e grupos pop como o ABBA já a visitaram.

Um dia, em breve, você pode começar a descobrir. Depois de 40 anos há uma nova esperança de que esta cidade fantasma mais uma vez voltar à vida. Os líderes das comunidades gregas cipriotas e turcas cipriotas se reuniram em um aeroporto abandonado na capital de Nicósia, para anunciar que concordaram em retomar as negociações para a reestruturação do local.

Há 100 razões para desprezar essa ideia, e a história é a principal delas: A ilha colonizada por gregos micênicos na Idade do Bronze tem 3,5 mil quilômetros quadrados, mas foi conquistada nove vezes nos últimos 4 mil anos – pelos assírios, egípcios, persas, romanos, bizantinos, califados árabes e pelos venezianos.

Ano após ano, surgiram propostas para reunir o Chipre. Mas agora, depois de 18 meses de disputa por posição, as negociações recomeçaram, e com um novo jogador-chave: os Estados Unidos, que exercem uma importante influência em ambos os países – Turquia e Chipre (se o considerarmos assim).

Apenas quatro dias antes das negociações começarem, o vice-presidente, Joe Biden, chamou o presidente cipriota Nicos Anastasiades, no qual ele “se comprometia a explorar novas oportunidades para promover a recuperação econômica do Chipre e o seu crescimento”, entre outras coisas.

O que Biden quer dizer com “novas oportunidades?” Energia, dizem várias fontes próximas às negociações.

Os EUA, a União Europeia e Israel querem que o Chipre se estabilize, pois isso significa uma maior estabilidade no Oriente Médio. A descoberta de gás natural na ilha adiciona uma nova razão atraente para os EUA se envolverem. Os cipriotas passaram a chamar o atual quadro de “O Plano de Obama”.

Há pelo menos duas outras razões-chave para que as negociações deem certo no Chipre:

Todo mundo quer isso. Uma pesquisa, realizada em agosto de 2013, constatou que 73% dos residentes cipriotas turcos de Famagusta acreditava que a cidade fantasma de Varosha deve ser devolvida aos seus proprietários gregos cipriotas.

A outra razão: existe uma harmonia com a União Europeia. Não é que o Chipre esteja com tudo garantido, mas a maioria dos observadores acredita que a ocupação permanente da Turquia da metade norte da ilha é um obstáculo. “O Chipre é um país europeu sob ocupação”, diz Alexis Galanos, prefeito no exílio de Famagusta. “A Turquia é um país que bate à porta da Europa para se juntar a Europa, e, ao mesmo tempo, está ocupando parte da Europa.”

Como se uma solução para o problema de Chipre fosse uma conclusão precipitada, uma coalizão dedicada aos cipriotas turcos e gregos está avançando em um plano para reconstruir Varosha. A lógica é que, não importa o que aconteça com as negociações, reabrir Varosha será uma tarefa complicada, e é melhor estar preparado para fazê-la direito.

© 2014, Newsweek

Os fatos que Sochi tentou esconder

em Mundo/News & Trends/Política por

Um grupo de ativistas locais dos direitos civis levou suas amigas, membros da banda Pussy Riot – um grupo russo feminista de punk rock -, em um passeio pelo centro de Sochi. Eles não foram muito longe, carregando suas guitarras penduradas sobre os ombros, quando um grande número de policiais de uma unidade de antiextremista chegou para detê-los.

A justificativa soou peculiar: a banda e os ativistas foram convidados a acompanhar os oficiais até a delegacia como testemunhas de um caso de uma bolsa roubada.

A ordem de prisão veio de oficiais vestidos com roupas civis que estavam no comando da operação. Eles se recusaram a mostrar seus distintivos ou qualquer documento de identificação oficial.

Em poucos minutos, a polícia tinha prendido os braços de todos os detidos na parte de trás de caminhões. “Nunca fui tratada tão violentamente pelos oficiais quanto em Sochi”, declarou Nadezhda Tolokonnikova (um dos membros da banda). “Eles me jogaram no chão com o rosto pra baixo, machucando minhas mãos e joelhos”.

O principal objetivo da visita de Tolokonnikova na cidade de Sochi durante os Jogos Olímpicos de Inverno foi provocativo: no dia em que foi presa, a banda tinha planejado gravar uma nova música ali, ironicamente intitulada “Putin Will Teach You to Love the Motherland” (Putin vai te ensinar a amar a pátria).

“Nossa nova canção é dedicada aos nossos amigos e aos presos políticos da Rússia”, disse Tolokonnikova. “Sochi é o melhor lugar para gritar os nossos protestos porque o mundo inteiro está aqui.”

Os cinco membros da banda e seus amigos de Sochi foram detidos três vezes no curso dos três primeiros dias de sua visita. O Serviço Federal de Segurança detiveram os ativistas e os mantiveram sob custódia por mais de cinco horas por dirigir muito perto da fronteira da Abkházia.

Com milhares de jornalistas estrangeiros em Sochi à procura de histórias, tentar esconder as punks mais famosas do mundo atrás das grades, provavelmente não era a melhor ideia. O presidente Vladimir Putin quer que o mundo se lembre dos Jogos Olímpicos de Sochi pelos esportes, não pelas prisões de dissidentes.

(C) 2014, Newsweek.

Respeito ao aluno e uma vitória contra a corrupção

em Brasil/The São Paulo Times por

Num momento em que a sociedade brasileira externa todo o seu repúdio à corrupção e que o tema ganha espaços crescentes na mídia nacional, é importante que haja mecanismos capazes de contribuir para o combate a essa erva daninha, que tanto prejudica os contribuintes dos impostos e os usuários e beneficiários dos programas governamentais.

Melhor ainda quando tais ferramentas a serviço da ética e da correção aplicam-se a áreas prioritárias para a população, nas quais costumam ser mais recorrentes as denúncias de desvios de recursos e escândalos. Um ótimo exemplo de medida eficaz contra a improbidade é o Programa Cartão Material Escolar, já adotado com sucesso em várias unidades federativas, dentre elas a rede pública de ensino do Distrito Federal.

Trata-se de uma forma moderna, segura, transparente e ágil de fornecer aos estudantes das escolas municipais e estaduais da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Médio, todo o material necessário, sem atrasos em relação ao início do ano letivo e por um preço regulado pela saudável concorrência do mercado. Explico: em vez das tradicionais licitações para a compra de cadernos, lápis, canetas, pastas, borrachas, réguas, compassos e outros produtos, cada aluno recebe um cartão com o valor correspondente à variedade e quantidade de material a ser adquirido para a série que irá cursar em cada exercício letivo. Com isso, a compra é efetuada diretamente em estabelecimentos comerciais de sua cidade ou região, devidamente cadastrados pelo governo estadual ou prefeitura.

Ou seja, não há como fraudar esse sistema, que também estimula a competitividade entre as papelarias da cidade e da região, regulando os preços pelo mais eficiente critério do mundo capitalista, que é a lei da oferta e da procura e da livre e saudável concorrência. O Programa Cartão Material Escolar também revitaliza micro e pequenos estabelecimentos comerciais, em especial as papelarias, que são preteridos nas licitações e, portanto, excluídos da grande fatia desse mercado representada pelas compras governamentais. Assim, dentre outras vantagens, incentiva o comércio local, contribuindo para a geração de empregos e a sobrevivência de pequenas e microempresas comerciais.

Quanto aos alunos, principal foco de toda a estrutura educacional do País, o Cartão Material Escolar promove a cidadania, pois lhes permite comprar e escolher de modo personalizado os seus cadernos e demais itens. Muito mais do que democratizar o acesso a esses produtos, o programa reforça a identidade e individualidade de cada criança ou jovem, oferecendo-lhe o poder de decisão, que deixa de ser um privilégio dos filhos de famílias de maior poder aquisitivo.

Dentre as reivindicações da sociedade brasileira, expressas nas recentes manifestações públicas pacíficas e civilizadas (que excluem os baderneiros e vândalos que se misturam aos movimentos legítimos da (população), estava, além do combate à corrupção, a destinação de mais verbas ao ensino público. Isto foi atendido pela lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, que direcionou ao setor 75% dos futuros royalties do petróleo. Já em 2014 esses valores começam a engrossar os orçamentos da educação nacional, o que é positivo.

Com mais recursos para essa prioridade que é o ensino e a aplicação de modo mais eficiente das verbas, evitando-se que parte do dinheiro escorra pelo ralo da improbidade, o Brasil ganha produtividade na área mais decisiva para a democratização de oportunidades, inclusão social e o desenvolvimento socioeconômico. Assim, seria muito importante que o número cada vez maior de prefeituras e governos estaduais aderisse ao Cartão Material Escolar, um modelo transparente, eficaz, blindado contra a corrupção, estimulador da cidadania e das micro e pequenas papelarias.

Rubens Passos é presidente da Associação brasileira dos fabricantes e importadores de artigos escolares (ABFIAE).

50 coisas para se fazer numa fila de banco

em Coluna por

CarlosCastelo

50 coisas para se fazer numa fila de banco

1. Teste o extintor de incêndio da agência.

2. Leve um aparelho de som 3X1 e coloque música gospel nas caixas.

3. Barbeie-se / depile-se.

4. Imite o ruído de fogos de artifício quando o caixa atender alguém.

5. Conte uma piada sem graça e ria sozinho.

6. Insinue que a grávida que está na fila do Caixa Preferencial usa barriga postiça.

7. Compre um saco de pururucas e mastigue.

8. Venda rifa.

9. Leia em voz alta os folhetos de propaganda do banco.

10. Use um dos balcões para fazer abdominais, repetindo: “um, dois!”

11. Toda vez que o painel de senha mostrar um número, repita-o em voz alta.

12. Peça dinheiro emprestado ao vizinho.

13. Mantenha-se de costas para a pessoa à sua frente.

14. Peça para guardarem seu lugar e, ao voltar, passe na frente de quem guardou.

15. Toque o jingle do banco com a boca, imitando um trombone.

16. Sempre que o caixa validar um documento, imite o ruído de uma máquina registradora.

17. Leve um apito e toque-o sempre que a fila andar.

18. Informe as horas, minuto a minuto, seguido do slogan do banco.

19. Quando alguém não conseguir fazer uma operação no caixa eletrônico, murmure: “OSTRA”.

20. Duble, em voz alta, o caixa dizendo a um cliente que o saldo dele está negativo.

21. Quando a fila andar, finja que está cochilando.

22. Faça “din-don” sempre que uma pessoa entrar na fila.

23. Encoste o dedão à esquerda das costas da pessoa à sua frente. Quando ela se voltar, vire bruscamente a cabeça para a direita.

24. Brinque de puxa-cueca com o colega da frente.

25. Cante uma da Jovem Guarda e diga:

“ TODO MUNDO COMIGO, SHA-LÁ-LÁ-LÀ!”

26. Passe um abaixo-assinado contra a política de juros altos.

27. Minta que há um caixa disponível, e sem fila, no andar de cima.

28. Espalhe que a senhora gorda, lá do fundo, tem uma arma na bolsa.

29. Pergunte se alguém quer ser sua testemunha num processo contra o banco.

30. Coma uma fatia de melancia e saia da fila toda hora para cuspir os caroços.

31. Veja com o segurança se ele deixa você dar uma olhadinha no revólver dele.

32. Pergunte ao caixa por que eles cospem no dinheiro quando vão contá-lo.

33. Conte histórias de assalto a banco.

34. Pergunte a um atendente onde fica o caixa-forte.

35. Acenda um cigarro de palha.

36. Promova uma “ola”.

37. Monte um aviãozinho de papel e jogue na mesa do gerente.

38. Se um carro forte chegar, cantarole o tema de “Os Intocáveis”.

39. Ensine um colega de fila a fazer massagem cardíaca.

40. Pergunte se alguém quer ser seu fiador.

41. Escreva numa folha de papel: “IDIOTA NÚMERO 107” e fique segurando.

42. A cada cliente atendido, puxe uma salva de palmas para o caixa.

43. Ria descontroladamente das pessoas que ficam presas na porta giratória.

44. Lembre aos outros o que poderiam estar fazendo se não estivessem ali.

45. “Por que bancos gastam tanto com propaganda e nada com caixas?”

46. Leve uma marmita e almoce.

47. Na hora que um dos caixas sair para almoçar, berre: “PEGA!”

48. Coma uma goiaba.

49. Ofereça-se para segurar a pilha de documentos de um boy e derrube-a no chão.

50. Quando chegar sua vez de ser atendido, puxe um longo discurso do bolso e leia.

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Carlos Castelo. Escritor, letrista, redator de propaganda e um dos criadores do grupo de humor musical Língua de Trapo. © 2014.

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