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Redação - page 633

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AES Eletropaulo engaja consumidores para uso consciente da energia elétrica

em Brasil/Negócios por

A AES Eletropaulo, com o apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), engaja consumidores para o consumo consciente e seguro da energia elétrica no cotidiano.

“Energia Elétrica Seja Consciente”, a maior campanha criada para a empresa nos últimos anos, pede que os usuários enviem dicas e formas conscientes de utilizar a energia elétrica na Fanpage da marca, além de informar pelo canal, como evitar desperdícios.

Criado pela agência de propaganda Dim&Canzian, a ação explora de forma inusitada os tipos mais comuns do mau uso da energia nas relações diárias das famílias. Dentre os exemplos de desperdício e da falta de segurança mostrados, está o abre e fecha contínuo da geladeira.

A campanha é composta de sete filmes para TV, 36 spots de rádio, mídia impressa e OOH, além de forte convergência para as redes sociais. A ação começa este mês e segue ao longo de todo o ano de 2014. O primeiro filme já está no youtube:

“Nosso objetivo é reduzir o número de acidentes e, de forma lúdica, conscientizar a sociedade sobre o uso eficiente da energia elétrica”, revela Carlos Rafael Tanjioni, analista de Gestão da Marca da AES Eletropaulo.

“Essa é a maior campanha de conscientização dos últimos anos da AES Eletropaulo unindo dicas de economia e segurança. Para nós é uma honra estar à frente dessa iniciativa que vai estreitar ainda mais a relação da marca com seus clientes durante 2014 e para os próximos anos”, afirma Michele Dim D’Ippolito, Chief Creative Officer da Dim&Canzian.

“A AES Eletropaulo é nosso cliente há quase 10 anos e estamos orgulhosos por participar de um projeto tão relevante, e que reflete um compromisso com o hoje e com o futuro”, declara Marcio Canzian, Chief Media Officer da Dim&Canzian.

© 2013, The São Paulo Times.

Guerra dos sexos: aplicativos tornam-se a arma da batalha

em Brasil/Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Os papos sobre homens que eram sucesso entre as rodas de mulheres ganharam maior abrangência com o auxílio da tecnologia. Com mais de 5 milhões de visitas, 100 milhões de perfis visualizados e 1 milhão de avaliações, o aplicativo Lulu foi a maior tendência dentro do universo feminino em 2013, conforme dados da Luluvise, empresa responsável pelo projeto.

O app permite que mulheres avaliem os homens que fazem parte de sua rede no Facebook com notas e também características predefinidas em forma de hashtags, como #RespeitaAsMulheres e #ApaixonadoPelaEx.

Apesar das polêmicas envolvidas com esta mecânica de avaliação, a ferramenta foi aprovada por grande parte dos usuários e continua em implantação no Brasil, com previsões de avanço para algo ainda maior, de acordo com a executiva-chefe da companhia e criadora do Lulu, a jamaicana Alexandra Chong, 32. Algumas das hashtags denunciadas pelos participantes e que não estavam de acordo com o sentido correto da tradução feitas em português foram retiradas do ar.

“Ei cara, você é um cara!” – esta é a mensagem que aparece caso um homem tente acessar o app. Isso porque o Lulu não é um clube onde eles participam, mas aqueles que tentarem entrar poderão apenas visualizar algumas informações limitadas ao público masculino, como ver quantas mulheres visualizaram seu perfil e marcaram-no como favorito, ver resultados de enquetes com usuárias do app, pedir que amigas o avaliem e adicionar fotos e hashtags ao seu perfil.

Clube do Bolinha

Alexandra afirmou que nunca criaria uma versão do projeto voltada para homens, mas que daria total apoio a quem quisesse fazer algo similar para o público masculino. Assim, em resposta ao Lulu, um grupo de brasileiros de Indaiatuba (SP) lançou em dezembro o Clube do Bolinha, também em forma de app.  Ambas criações usam como referência à série de quadrinhos e desenho animado “Luluzinha”, além de também aplicarem a mesma mecânica de respostas com notas e características pessoais para cada perfil.

O Clube do Bolinha, disponível inicialmente para o sistema Android, permite adicionar atributos aos perfis de mulheres que fazem parte da rede de cada usuário. Diferentemente do Lulu, que restringe a visualização das opiniões às mulheres, homens e mulheres podem verificar as avaliações e o que foi dito sobre um perfil.

A guerra dos sexos teve início. Agora cabe a cada um utilizar e interpretar as dicas da forma que melhor lhe agradar, porém, aos que se sentirem ofendidos por algum motivo, é importante dizer que ambos os aplicativos permitem a remoção do perfil e, aos homens que quiserem, que pensam em melhorar sua reputação e estão dispostos a pagar por isso, vale a pena fazer a busca pelo Lulu Fake, um sistema simpático que reúne mulheres que podem levantar a sua estima.

Update:

Nova política de uso do Lulu no Brasil
O aplicativo Lulu anunciou duas mudanças na ferramenta exclusivas para o País. A partir do dia 16 de dezembro, somente homens que optarem por participar do do aplicativo serão avaliados. Os comentários publicados anteriormente serão ocultados. Além disso, o Lulu permitirá até o Natal que os homens tenham acesso à sua nota na brincadeira, informação até agora estava disponível apenas para mulheres. A empresa afirma que a mudança não se deve aos processos levantados na justiça, mas sim pelo sucesso da marca nacionalmente.

 

© 2013, The São Paulo Times, por Kaique Oliveira.

Em até 30 minutos, Amazon entregará compras online via drone

em Geral/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Em poucos anos, se você vir um pequeno robô voar em volta de sua casa, relaxe. Pode ser um drone da Amazon entregando um produto que você comprou há meia hora no site da empresa.

A gigante do varejo está trabalhando para realizar entregas de pacotes usando drones. Jeff  Bezos, fundador e CEO da Amazon, revelou no programa da CBS “60 Minutes” , que está elaborando e testando um serviço de entrega baseado em um drone chamado “Prime Air”, e espera enviar pacotes em apenas 30 minutos depois que os clientes clicarem em comprar na loja online da empresa.

“Eu acho que sou um otimista, Charlie”, disse Bezos a Charlie Rose, durante o programa. “Eu sei que não pode ser antes de 2015, pois precisamos de autorização da Administração Federal de Aviação (FAA). Mas quem sabe em quatro ou cinco anos? Isso vai acontecer e vai ser muito divertido.”

Segundo Bezos, os drones serão capazes de transportarem itens com até cinco quilos. Esses irão cobrir 86% do que a Amazon oferece atualmente e será levado para enormes armazéns da empresa, espalhados por todo o país.

“Esses veículos podem se deslocar até um raio de 16km a partir de uma central de atendimento. Assim vamos cobrir grande parte da população nas áreas urbanas”, disse Bezos.

A Amazon disse em um post no seu site, que está aperfeiçoando o projeto Prime Air, enquanto a Administração Federal de Aviação está trabalhando em leis para veículos aéreos não tripulados.

“A FAA não deixaria a Amazon fazer isso agora”, disse Ryan Calo, especialista em robótica da Universidade de Washington, ao EUA Today. “Mas isto é justamente o tipo de aplicação que o Congresso tinha em mente quando solicitou em 2012 a criação de leis para aviões comerciais não tripulados.”

Segundo Calo, mesmo que a Amazon seja autorizada a utilizar drones para as suas entregas, ela precisará investir em segurança para deixar os veículos voarem. A Amazon, no entanto, já priorizou isto em seus planos.

“A segurança vai ser a nossa principal prioridade, e os nossos veículos serão construídos e projetados nos padrões da aviação comercial”, disse a empresa.

(c) 2013, IBTimes.

Fusão da American Airlines e da US Airways deve resultar na maior companhia aérea do mundo

em Mundo/Negócios por

Se confirmada a fusão entre a American Airlines e a US Airways, o resultado será a maior companhia aérea global. A operação prevê um adicional de US $ 1 bilhão por ano a partir de 2015, além dos lucros parciais já contabilizados separadamente. As ações da US Airways subiram 68%, desde que o anúncio foi feito, em fevereiro. Os investidores da American Airlines também se beneficiarão, apesar de a empresa ter falido. O mesmo deve ocorrer entre os colaboradores das companhias aéreas, que afirmam, junto a seus sindicatos, estarem de acordo com a operação.

O mesmo não se pode afirmar dos clientes. Segundo William J. Baer, procurador-geral assistente para a divisão antitruste do Departamento de Justiça, responsável por anunciar o acordo: “Isso vai atrapalhar os relacionamentos acolhedores entre as companhias tradicionais, que atualmente fornecem maior número de vôos e passagens aéreas mais competitivas”.

Ambas concordaram em desistir de 138 espaços de decolagem e pouso em Washington D.C`s Reagan National Airport e New York’s La Guardia Airport, além de operar com reduções em cinco outros aeroportos menores. Isso equivale a diminuir 112 vôos diários, que correspondem a 1,6% da capacidade das duas companhias juntas. Quanto mais vôos da American/US Airways são fechados, maior a concorrência no mercado de aviação comercial, o que pode prejudicar os viajantes aéreos.

Em acordo com o governo dos Estados Unidos, a American Airlines e a US Airways concordaram em manter bases existentes, por apenas três anos, nos seguintes aeroportos: Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, Charlotte -Douglas , na Carolina do Norte, O’Hare, em Chicago, Los Angeles International, Miami International, Philadelphia International e Phoenix Sky Harbor International Airport , no Arizona.

Na última década, o número de grandes companhias aéreas caiu de oito para quatro, e, se confirmada esta fusão, cairá para três. O cenário que tem sido observado é a piora atendimento às zonas menos povoadas do país e a alta dos preços nas passagens, além da diminuição da prestação de serviços para os aeroportos de médio porte, como Pittsburgh.

(c) 2013, Newsweek

Cientistas descobrem que poluição pode aumentar o risco de autismo

em Mundo por

Além dos inúmeros riscos à saúde causados pela poluição já detectados, cientistas da Escola Keck de Medicina, da Universidade do Sul da Califórnia (USC), EUA, apontam para novas possibilidades. O estudo desenvolvido por eles diz que a exposição à poluição do ar, quando combinada a uma desordem genética específica, pode aumentar o risco de autismo.

Intitulado “Transtorno do espectro do autismo: interação da poluição do ar com o receptor gene MET tirosina quinase, transtorno do espectro do autismo, ou ASD”, a pesquisa leva a outras conclusões, além daquelas já detectadas, de que a doença tem fatores hereditários e é incurável. Segundo eles, em vários momentos a transição epitelial – mesenquimal (ou MET), que é a variante do gene, foi associada ao autismo. Ela controla a expressão da proteína Met no sistema imunológico e prevê alteração de função na estrutura cerebral.

“Nossa pesquisa mostra que crianças com o genótipo específico e exposição a níveis elevados de poluentes atmosféricos estavam em maior risco de transtorno do espectro do autismo quando comparadas àquelas sem este genótipo e menos expostas à poluição do ar”, informou em comunicado, Heather E. Volk, da USC, e um dos principais autores do estudo.

Daniel B. Campbell, da USC, coordenador do estudo, afirmou: “Apesar de interações gene-ambientais, acredita-se que a poluição contribui para o risco do autismo. Esta é a primeira demonstração de uma interação específica entre um fator genético bem estabelecido e um fator ambiental que contribuem de forma independente, para o risco da doença”.

Segundo ele, tal constatação será importante para determinar os mecanismos pelos quais os fatores genéticos e ambientais interagem para aumentar o risco do autismo.

A pesquisa, liderada por Campbell e Volk, analisou 408 crianças, entre dois e cinco anos, contra os riscos genéticos de autismo na infância, que toma como base populacional indivíduos em idade pré-escolar, na Califórnia. Destes, 252 preencheram os critérios para o autismo ou ASD, através do genótipo MET, que foi determinado por meio de amostras de sangue. A exposição à poluição do ar foi determinada com base no local onde as crianças e seus familiares viveram anteriormente, além de avaliar critérios como o tráfego local e medidas regionais de qualidade do ar.

(c)2013. IBTimes

Xbox One chega ao mercado brasileiro

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Lançado oficialmente no país em novembro deste ano, o Xbox One, videogame produzido pela Microsoft, parece já ter caído no gosto do público. A nova geração do aparelho apresenta jogos com gráficos de alta definição superiores aos vistos em seu antecessor (Xbox 360) e similares aos concorrentes PlayStation 4 e Nintendo Wii U.

A terceira geração chega ao mercado oito anos após o lançamento do Xbox 360. Nos EUA foi apresentado ao público em maio deste ano, pelo presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick. Vale ressaltar que o console não tem retro compatibilidade com seu antecessor, mas roda jogos usados.

Outra vantagem é que não é mais necessário conectar o aparelho na internet ou realizar uma checagem online a cada 24 horas. A partir de agora, basta configurar o console na primeira vez de uso. Os jogos digitais e em caixa funcionam totalmente off-line.

O Xbox One tem 500 GB de armazenamento interno, leitor de blu-ray e uma nova versão do sensor de movimentos Kinect. A Microsoft quer que o novo videogame se torne a central multimídia dos jogadores. Para isso, o aparelho vem com entrada HDMI para o conversor de TV a cabo ou set-top-box. Assim é possível controlá-lo por sua interface.

Outra funcionalidade é o modo “snap”, que divide a tela do jogador e permite que execute duas tarefas simultaneamente. Caso o usuário não saiba o que fazer em um game, por exemplo, é possível abrir o YouTube no “snap” e procurar por um tutorial de ajuda.  No país está sendo vendido por R$ 2,3 mil.

Nos Estados Unidos, o jogador pode usar comandos de voz para mudar os canais de TV e ver a programação de sua operadora, por exemplo. No Brasil ainda não há previsão de chegada deste serviço.

Com mais de um ano de defasagem, a Nintendo também lançou seu videogame no Brasil. O Wii U custa R$ 1,9 mil. No mesmo período, a Sony manteve sua agenda de lançamentos, e trouxe oficialmente ao país o PlayStation 4, por R$ 4 mil.

Rumores

Há especulação nos Estados Unidos de que a Microsoft está trabalhando duro para promover o videogame, por estar enfrentando algumas mudanças inesperadas. Segundo CVG News informou recentemente, o CEO da empresa, Steve Ballmer, pretende se aposentar e, em decorrência disso, foi forçado a defender o Xbox como um produto rentável para a corporação.

(c)2013, IBTimes

Pirulito eletrônico simula qualquer sabor usando eletrodos

em Tecnologia e Ciência por

Cientistas de Cingapura desenvolveram um método para a recriação dos sabores: doce, salgado, azedo e amargo, usando apenas eletricidade e controles de temperatura. A tecnologia, que ainda está em fase inicial, tem uma infinidade de aplicações. Segundo eles, algumas delas seriam para jogos de videogame e para compras online.

Os pesquisadores já pensam em desenvolver um pirulito elétrico que através de um choque produza o sabor desejado, como, por exemplo, o de uma espiga de milho ou de um chocolate amargo. “Para os jogos, pode funcionar como um novo sistema de recompensa, baseado em sensações e paladares”, disse a chefe da equipe, Nimesha Ranasinghe, da Universidade Nacional de Cingapura, para a New Scientist. “Se você completar uma tarefa com sucesso no jogo, ou passar de fase, podemos dar um doce ou mentolado. Se não, podemos entregar um azedo ou amargo”, exemplifica.

O uso do equipamento pode ir além. Quem faz compras de produtos via online pode provar o sabor dos alimentos antes de encomendá-los. Pessoas com diabetes podem sentir o gosto do açúcar sem prejudicarem sua saúde. Pacientes de quimioterapia que perderam o paladar podem provar uma dose de purê de batatas com molho.

Um psicólogo de Sydney (Austrália), que recentemente, publicou artigo sobre os efeitos neurológicos potencialmente devastadores do alto consumo de açúcar, declarou à New Scientist, que tal dispositivo poderia reduzir o número de viciados em doces. É importante dizer que o aparelho não é portátil e nem parecido com o pirulito comum.

Correntes elétricas minúsculas realizadas através de uma peça de prata rapidamente estimulam a língua com zaps variados. Enquanto isso, os semicondutores elevam a temperatura do equipamento rapidamente. O efeito é parecido com o que acontece naturalmente. É possível distinguir os sabores graças a minúsculos receptores na língua que registram suas menores variações. Assim se percebe a diferença entre eles e se torna possível identificá-los.

(c) 2013, IBTimes

O dia em que Obama poderia ter sido assassinado

em Mundo/Política por

Amado por uns, odiado por outros, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, poderia estar…morto. Isso mesmo! De acordo com o Serviço Secreto dos EUA, o órgão prendeu Elwyn Nels Fossedal, de 81 anos, no Estado de Wisconsin, por supostamente ter feito ameaças de querer matar o presidente americano em uma estação dos correios, em Richland Center.

A acusação contra o homem de 81 anos tem como base documentos judiciais federais divulgados. Conforme um depoimento, Fossedal estava na estação de correios em Richland Center e teria dito algo como: “Se o presidente Obama estivesse aqui, eu iria atirar nele e matá-lo agora”. Fossedal foi interrogado por agentes do Serviço Secreto, que disse que não iria se retratar e repetiu as ameaças, no entanto, usando palavras diferentes, além de fazer várias ameaças adicionais ao presidente Obama.

Durante a investigação, as autoridades federais descobriram que a esposa do acusado, que tinha 57 anos, morreu recentemente e os investigadores acreditam que ele estava substituindo a sua dor da perda com a raiva. Um agente do Serviço Secreto, que escreveu o depoimento, disse que “essa é a provável causa para acreditar que Fossedal foi conscientemente ameaçar o presidente dos Estados Unidos”.

O acusado foi levado ao tribunal federal e em apenas 15 minutos o mandato de prisão foi expedido. De acordo com o Smoking Gun, Fossedal faz parte do movimento que diz que Obama não nasceu nos EUA e descobriu também que ele é fã de uma rádio conservadora que pede que Obama seja acusado sobre o Affordable Care Act.

© 2013, IBTimes

Newsweek volta a ser impressa em 2014

em Mundo/Negócios por

A revista Newsweek, um ícone norte-americano que deixou de ser publicada no ano passado, voltará a ter edições impressas a partir de 2014. O editor-chefe Jim Impoco diz que os donos da revista, IBT Media, querem “apertar o botão de reset” e passar para um modelo de negócio em que uma revista impressa semanal seria apoiado, principalmente pelo dinheiro das assinaturas ao invés de publicidade. 

Ainda não foi decidido qual vai ser o preço de venda da revista, mas espera-se que seja inferior a 10 doláres por edição. A revista vai estar inserida no mercado de produtos premium e incluirá artigos não oferecidos no site. A revista on-line foi vendida para a IBT que possui publicações on-line, incluindo International Business Times, Medical Daily and Latin Times. O The São Paulo Times conta, desde a sua fundação, com a publicação de matérias da Newsweek. 

© 2013, The São Paulo Times

O Google Glass deve cair no gosto popular?

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Espera-se que em 2014 seja feito o lançamento do Google Glass, porém o programa Glass Explorers já permitiu a muitas pessoas experimentarem os óculos inteligentes – dispositivo que permite afinar a versão beta do gadget do Google. Recentemente, a lista de espera do programa abandonou a exclusividade e foi ampliada a todos os interessados e as reações têm sido variadas.

Um relatório recente da BI Intelligence tem uma previsão bastante otimista. “Nós esperamos que as vendas unitárias cresçam, ano após ano, a partir do seu lançamento oficial até chegar a 21 milhões de unidades a serem vendidas até o final do ano de 2018. Sendo US$500 por unidade, geraria uma oportunidade de receita anual de US$10,5 bilhões”.

O relatório lista o preço do Google Glass, mais juros e barreiras culturais, como fator-chave na determinação do mercado para o dispositivo futurista. O preço atual dos óculos é fixado em US$1.500. Caso o produto tenha esse custo alto, acredita-se que as grandes massas não irão correr para adquiri-lo, visto que, rumores surgiram alegando que o Google Glass irá custar 299 dólares no seu lançamento, embora tenham sido rapidamente desmascarados.

Não há nenhuma palavra oficial ainda sobre o preço oficial, mas Nick Bilton, do New York Times, informou que o custo do gadget vai estar similar ao de um smartphone – entre US$250 e US$600. Seja como for, o preço do Google Glass deve ser fator determinante para o dispositivo fazer ou não sucesso com o público em geral. Caso, o custo atual não seja reduzido significativamente de US$1.500, acredita-se que será improvável que ele faça sucesso.

Para isso, atribui-se o interesse do Google Glass atingir a popularidade ao desenvolvedor do produto. Uma vez que as apps são sucesso nas massas, vide como exemplos o Angry Birds, Snapchat, Vine, entre tantos outros. Se os desenvolveres do Glass criarem aplicativos que caia no gosto popular como o Instagram, vão estimular um maior interesse dos consumidores.

O Google acaba de lançar o GDK, ferramenta para os desenvolvedores interessados. Enquanto qualquer um pode usá-lo, o GDK não tem um emulador para permitir testes sem que possuam gadget. Ainda assim, isso garante que até o momento o dispositivo vai abrigar muitas aplicações. Na verdade, o Google já criou novos aplicativos. O último fator que deve determinar o sucesso do Google Glass, segundo o relatório da BI Intelligence, são as barreiras culturais, cuja aceitação social seria fundamental no desenvolvimento de um dispositivo para a população. Quando o dispositivo foi introduzido pela primeira vez, preocupações com privacidade surgiram na internet. A proibição em locais públicos como cassinos e salas de cinema foram quase que imediatamente postas em prática. Burburinho este, em torno do Google Glass que desde então diminuíram.

Agora que o público está mais familiarizado com as suas funções, outros temas estão sendo trazidos à tona. Usar o Google Glass e dirigir pode trazer perigo? O Google confirma que lançará fones de ouvido, que podem acomodar lentes com grau. Como o projeto vem sendo recentemente atualizado com suas capacidades revolucionárias, o gadget sempre aparece em discussão.

A data do lançamento do Google Glass se aproxima e, em breve,todos nós teremos a resposta para a seguinte pergunta: “Será que as massas vão adotar o Google Glass? Ainda não se sabe, são meras especulações, no entanto, espera-se que venha modernizar a forma de interação social”. 

(c)2013, IBTimes

Dispositivo pode detectar doenças mortais

em Mundo por

Longe dos grandes recursos tecnológicos que as sociedades mais ricas e desenvolvidas dispõem na detecção de doenças, algumas das cidades mais pobres do mundo brevemente poderão ter uma forma de diagnosticar rapidamente, as enfermidades em  suas populações, onde há escassez de recursos.

Trata-se do Gene-RADAR, dispositivo capaz de detectar doenças mortais como HIV/Aids e tuberculose, com uma gota de sangue ou saliva, em menos de uma hora. De acordo com a sua criadora Dra. Anita Goel, em entrevista à Newsweek, o aparelho já está pronto e deve ser levado à África, onde será testado em campo.

O Gene-RADAR que recentemente saiu dos laboratórios da Nanobiosym, tecnologia de uma incubadora em Cambridge (localizada em Massachusetts, nos EUA), usa um chip de computador para analisar os fluidos corporais para faixas específicas do código genético que podem mostrar a presença de uma infecção.

Em seguida, o software do dispositivo analisa os dados fornecendo um diagnóstico perfeito quase que instantaneamente. Por ser fácil de usar, o Gene-RADAR, não necessita de treinamento médico para sua operação. “E isso vai custar muito menos do que os testes de laboratórios convencionais”, afirma Goel.

Vale dizer que, a rápida recuperação de uma amostra para diagnóstico é especialmente importante em países como Ruanda, na África, onde a maioria dos testes realizados são menos eficazes. No entanto, de acordo com Goel, esses “testes rápidos” ainda necessitam de confirmação final de um laboratório, e acrescenta: “nesses países que têm tão poucas instalações médicas, o processo pode levar até seis meses”.

“O que estamos fazendo é trazer essa capacidade padrão ouro fora de uma infraestrutura de laboratório em um dispositivo móvel. A ideia é realmente capacitar as pessoas a assumir o controle sobre sua própria saúde e a gerenciá-la de forma oportuna”, diz Goel.

Outras aplicações 

Para a criadora do Gene-RADAR, o dispositivo não só tem implicações para os cerca de 4 bilhões de pessoas que não têm acesso a cuidados básicos de saúde, como também, em algum momento, poderia ser adaptado para realizar a triagem em casa, otimizando custos gerais de saúde. Por exemplo, pais preocupados poderiam usá-lo para testar se a febre alta do filho é de um frio ou se é algo muito pior, antes de procurar tratamento médico em uma sala de emergência do hospital.

O Gene-RADAR e dispositivos semelhantes também têm um enorme potencial de prevenção, declara a Dra. Sara Brenner, que atua como vice-presidente assistente para iniciativas NanoHealth e é professora assistente de Nanobioscience, na Universidade Estadual de Nova York (localizada em Albany, nos EUA).

(c) 2013, Newsweek

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