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Brasileiros sobem ao pódio na Olimpíada Internacional de Química

em Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Todos os estudantes brasileiros participantes conquistaram medalha durante a 50ª Olimpíada Internacional de Química. Os alunos Ivna de Lima Ferreira Gomes (de 17 anos), Vinícius Figueira Armelin (16 anos), João Victor Moreira Pimentel (16 anos) e Orisvaldo Salviano Neto (17 anos), conquistaram as medalhas de ouro (dois primeiros), prata e bronze, respectivamente, durante a competição, realizada na República Tcheca e Eslováquia. A participação dos estudantes nessa disputa conta com o patrocínio da Dow, empresa do setor químico.

A conquista ajudou o Brasil a alcançar o seu melhor desempenho na história de todas as modalidades de olimpíadas científicas e subir seis posições no ranking, conquistando o 12º lugar no ranking geral.

Iniciada em 1968, a Olímpiada reúne anualmente 304 estudantes de 76 países – o Brasil participa desde 1997 –, com o objetivo de estimular o ensino, o estudo e a pesquisa no campo da Química, além de descobrir novos talentos. Na competição, cada país pode competir com o máximo de quatro estudantes não-universitários, com idade inferior a 20 anos, que se submetem a exames teóricos e práticos durante o período do evento (10 dias).

As provas aplicadas são elaboradas por um júri internacional formado por mentores (membros das delegações) e especialistas do país organizador. Ao final do evento, os estudantes que se destacaram na competição recebem medalhas de ouro, prata e bronze. Ao todo, foram premiados 198 estudantes, sendo 95 com medalhas de bronze, 65 com prata e 35 de ouro.

“Sabemos da importância na conquista dessas medalhas, que significa, para nós, a vitória de um trabalho em conjunto e exaustivo, realizado durante todo o ano. Esse esforço veio a ser refletido no aprendizado desses jovens, que foram selecionados e tiveram o reconhecimento de uma Instituição internacional”, ressalta Sérgio Maia Melo, professor e coordenador do Programa Nacional das Olimpíadas de Química.

A Dow, que já apoia as Olimpíadas Baiana e Paulista de Química há mais de nove anos, patrocina – desde o ano passado – também o Programa Nacional Olimpíadas de Química. A parceria da Dow com as competições faz parte da estratégia de cidadania corporativa da companhia, que prevê, entre seus focos de atuação, desenvolver iniciativas que buscam despertar o interesse e melhorar a preparação dos alunos na área de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), por meio do engajamento dos funcionários da empresa e de parcerias estratégicas.

“Ao apoiar ações como essa, a Dow reafirma seu compromisso de contribuir diretamente para a melhoria da educação científica no mundo. Queremos incentivar esses jovens a se tornarem futuros profissionais da área e se juntarem a nós para desenvolver produtos e soluções que trazem melhorias sustentáveis para o mundo, ajudando a resolver desafios da sociedade”, explica Fábio Mendes, especialista em Cidadania Corporativa da Dow.

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