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Brasil - page 206

Conheça as franquias de baixo investimento que estão em expansão no Brasil

em Brasil/Negócios por

Grupo Zaiom, Nutty Bavarian, Limpidus e FlyWorld  projetam a abertura de mais de 550 unidades em todo o Brasil.

O setor de franquias de baixo investimento –  redes de franquias que exigem investimento inicial de até R$ 80 mil, também conhecido como microfranquias, cresceu  no ano passado 29% em número de unidades e 31% em faturamento, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Segundo a entidade, o setor foi responsável por 5,11% da receita total do franchising no Brasil, atingindo a marca de R$ 5,9 bilhões em 2013. No que depender do Grupo Zaiom, da Flyworld, da Limpidus e da Nutty Bavarian, a expansão desse segmento deve ser ainda maior em 2014.

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 O Grupo Zaiom – pioneiro em microfranquias no Brasil – projeta a abertura de 494 novos pontos em todo o país, sendo 96 unidades da Home Angels (cuidadores de pessoas), 46 da Dr. Faz Tudo (reparos e reformas prediais) , 77 Dr. Jardim (manutenção de jardins e piscinas), 85 Home Depil (fotodepilação e estética), 90  Amigo Computador ( gestão de TI para PME) e 100 unidades para a Globish (inglês global). “Esse ano nosso direcionamento e foco estão voltados para cidades menores, que carecem de diversos serviços a domicílio, como o de cuidadores de idosos, manutenção, idiomas, entre outros”, ressalta o sócio diretor do Grupo Zaiom, Artur Hipólito. As microfranquias do Grupo Zaiom possuem investimento inicial que vão de R$ 15 mil a R$ 30 mil, sendo que cada uma das microfranquias é indicada para um perfil distinto de empreendedor.

 Pioneira em microfranquia de turismo no Brasil, a Flyworld começou a franquear em 2013 e já conta com 10 unidades em funcionamento.  A marca projeta a abertura de mais 30 operações até o final do ano. De acordo com dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo, o mercado de turismo no Brasil está em alta e, até o ano de 2017 deve se tornar o terceiro maior mercado aéreo doméstico do mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos e China. “Com o crescimento do setor de turismo, o segmento é uma ótima opção para investimento para quem  deseja ser dono do próprio negócio e procura algo com baixo investimento e retorno rápido”, ressalta Paulo Atencia, sócio fundador da FlyWorld. Com investimento inicial entre R$ 9,5 mil e R$ 19,5 mil, a FlyWorld atua como Personal Travel na comercialização de viagens nacionais,  internacionais,  passagens aéreas, cruzeiros marítimos,  hotéis, locações, assessoria para vistos consulares e para passaportes.

A Limpidus – maior rede nacional de serviços de limpeza comercial do Brasil – prevê a abertura de 15 unidades até dezembro, o que representa um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Líder do mercado, atualmente a marca possui 100 franqueados e mais de 2000 clientes ativos em praticamente todo o território nacional. As franquias da Limpidus são destinadas a empreendedores que buscam um negócio de qualidade aliado a uma marca de ampla experiência e suporte completo. No total são mais de 10 planos de franquias para atender diferentes demandas. Um dos diferenciais da rede para os franqueados é a indicação dos primeiros clientes de acordo com o investimento inicial e faturamento médio/ mensal programado. Com investimento entre R$31 mil a R$90 mil de acordo com o modelo escolhido, o retorno do franqueado é de aproximadamente 18 a 36 meses.

 A Nutty Bavarian é uma rede de franquia de quiosques pioneira e especializada em grãos torrados e glaceados. Com planos de negócio a partir de R$ 70 mil reais, a marca oferece oportunidades de baixo investimento em um dos setores que mais crescem no franchising brasileiro, o de alimentação. “O mercado está aquecido e é uma excelente oportunidade para realizar o sonho de ter um negócio próprio. A área da alimentação fora do lar tem se beneficiado muito disso e do aumento do consumo no Brasil”, observa a diretora-executiva da Nutty Bavarian, Adriana Auriemo Miglorancia. Para este ano, a expectativa é ampliar a participação da rede nos locais onde já está presente e chegar aos estados onde ainda não atua com a abertura de 30 unidades em shoppings, aeroportos, rodoviárias e universidades de todo o país.

Eu torço pelo Brasil

em Brasil/Coluna por

Camila

Eu torço pelo Brasil 

Ontem comprei uma bandana decorada com bandeirinhas do Brasil para usar na copa. Conversando com uma amiga e com a vendedora, disse que provavelmente só usarei no período dos jogos. Entre os modelos, tinha uma com a bandeira da Grã-Bretanha, que ela comentou que vende bastante, bem mais que a do Brasil.

Aí me dei conta de que, apesar de amar o nosso país, já tem um tempo que não encontro tantos motivos para me orgulhar dele. Gostaria de tê-los mais. E entre eles, o despertar, tão raro, de seu povo, como tivemos nas passeatas em junho do ano passado. Para minha (talvez nossa) decepção, somos líderes em algumas estatísticas: temos a maior taxa real de juros mundial. Nossa taxa de analfabetismo funcional voltou a crescer, o que não acontecia desde 1998. São mais de 13,2 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever. Não temos mais repetência nas escolas públicas, e isso não é motivo de orgulho – por lei, não por competência e esforço de alunos e professores.

Estamos vivendo em país onde o salário mínimo é de R$ 724,00. Com a bolsa-auxílio reclusão, que chegava a R$ 915,00 para parentes de 1º grau de bandidos presos, o governo gastou R$ 365 milhões em 2011. Estamos em um país em que faltam menos de 10 dias para receber a Copa do Mundo e, apesar de superfaturados, os estádios tem arquibancadas provisórias que não foram completamente testadas pouco mais de uma semana antes do jogo oficial no Itaquerão.

O Brasil é o país do oportunismo. Passagens aéreas e diárias em hotéis tiveram seus preços hiperinflacionados por conta dos jogos e isso é visto como normal. Parte importante de políticos e mensaleiros, então, melhor nem entrar no mérito. Só de que, apesar de ser motivo de vergonha nacional, são um extrato escolhido e votado, sabe-se lá por que motivos, por uma população comprada e carente: de educação, dinheiro, informação. Carente de civilidade, de cidadania, de moralidade.

Não julgo impunes os políticos, mas também não ponho a mão no fogo por grande parte da população que foi às ruas lutar por um Brasil melhor. Será que se tivessem a mesma oportunidade de roubos, de atos ilícitos, de ganhar uma “propininha só”, uma graninha extra, de almoçar caviar e ficar hospedados nos melhores quartos de hotéis de luxo às custas dos tributos pagos  pela maior parte dos mais de 180 milhões de habitantes, fariam diferente?

O que dói no futuro da nação é que de todo o prometido legado cidadão que a Copa poderia deixar para seu país-sede, como transporte público, com o trem-bala interligando Rio- São Paulo, por exemplo, a melhoria real de vários aeroportos, a educação e profissionalização de trabalhadores em massa, investimento em saúde e segurança; nada foi feito.

Por isso, na Copa vou colocar minha bandana e erguer minha bandeira. Torço por um país melhor: composto por cidadãos mais bem intencionados. Não nos resolve sermos classificados como uma das populações mais “felizes” e acolhedoras do planeta, se nossos alicerces foram construídos em solo risonho e tropical, mas corrupto e sem-vergonha. Torço por um Brasil de caras pintadas na Copa, de verde e amarelo, mas em rostos, um pouco que sejam, corados de vergonha e indignação. Somos bons, mas poderíamos ser melhores. Bem melhores.

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Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Brasil é o quinto maior produtor mundial de resíduos e recicla apenas 3% do que é descartado

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por
O País tem registrado um aumento constante na geração de resíduos, porém não avança em termos de reciclagem
Do total de 63 milhões de toneladas de lixo geradas por ano no Brasil, mais de 30% têm potencial de reciclagem, mas apenas 3% dos resíduos urbanos são efetivamente reciclados, segundo alerta a ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

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“Quinto maior produtor mundial de lixo urbano, o Brasil viu seu volume de resíduos crescer 21% na última década, muito acima do índice de crescimento da população, que foi de 9,6% no período”, destaca Carlos Silva Filho, diretor-presidente da ABRELPE. As iniciativas de reciclagem, contudo, não cresceram na mesma proporção e atualmente apenas 60% dos municípios brasileiros têm “alguma iniciativa” de coleta seletiva. “Isso não significa que esses municípios tenham coleta seletiva em todo o seu território ou que contem com um programa formalizado porta a porta, apenas indica que o município está aberto ao tema”, observa o executivo.

De maneira geral, o índice registrado tem relação direta com o trabalho dos catadores, que fazem a separação do material proveniente da coleta urbana a céu aberto e sem estrutura adequada, algumas vezes em lixões ou aterros controlados – destinos considerados inadequados segundo a Política Nacional de Resídios Sólidos (PNRS). Aprovada em 2010, esta política estabelece o mês de agosto deste ano como data limite para que os municípios deem destinação adequada a seus resíduos, o que inclui encaminhar as ações de gestão integrada de resíduos, observando a ordem de prioridade de ações: reduzir, reutilizar, reciclar, promover o tratamento e a recuperação e apenas como última opção fazer a disposição dos rejeitos em aterros sanitários.

Para que as metas estabelecidas sejam alcançadas é preciso a sensibilização e o envolvimento do cidadão, que tem um papel a cumprir em prol do meio ambiente e de uma qualidade de vida melhor. “É preciso implementar programas permanentes de esclarecimento e incentivos à separação do lixo, com o estabelecimento de punições para descarte de materiais recicláveis no sistema regular de limpeza urbana”, comenta Carlos Silva Filho.

O sistema de coleta seletiva e de reciclagem no Brasil sofre com vários gargalos ao longo da cadeia e até hoje não conseguiu se estabelecer como um setor da economia, com o potencial que se apresenta pelo volume de materiais descartados. O processo desenvolvido é praticamente todo manual, sem nenhuma coordenação ou gestão e não conta com um mínimo de incentivos para crescer.

“Alguns gargalos são bastante latentes, como a falta de instrumentos econômicos para a reciclagem, com pouco ou nenhum investimento realizado nessa área, no sentido de permitir uma economia de escala. Isto prejudica o processo de comercialização e de vendas destes materiais”, conclui o diretor-presidente da ABRELPE.

Para fomentar discussões a respeito de uma gestão integrada e sustentável dos resíduos sólidos urbanos (RSU) e apontar caminhos e soluções viáveis para os municípios brasileiros, a ABRELPE trará para o País, em setembro, o ISWA 2014 – Congresso Mundial de Resíduos Sólidos e o Fórum Global de Resíduos da ONU, nos quais serão apresentados casos de sucesso de várias partes do mundo.

Presença móvel e o desafio da relevância

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Você não precisa mais de dados estatísticos para comprovar o crescente interesse das pessoas pelos dispositivos móveis. Basta observar as ruas, trens, praças, elevadores e onde mais possa haver gente. Os smartphones estarão lá, quase que onipresentes, sendo dedilhados por usuários ávidos por comunicação e relacionamento.

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 O projeto “Our Mobile Planet”, do Google, nos dá algumas pistas importantes sobre a relação do usuário com as pequenas telas. Descobrimos, por exemplo, que o smartphone se tornou indispensável no cotidiano das pessoas. Ele é a primeira coisa que temos contato quando acordamos e muito provavelmente é a última que vemos antes de dormir.

 Não à toa que muitas marcas têm investido na sua presença móvel, garantindo que suas mensagens cheguem com mais força e relevância para seus diversos públicos. As organizações de maior sucesso já perceberam que oferecer informações de fácil acesso pelos dispositivos móveis é uma forma de impactar os resultados do negócio. Estar presente online significa ser achado.

 Quantas vezes você já esteve fora de casa, e ao buscar por determinados locais pelo smartphone, encontrou resultados pouco relevantes, sem informações, como e-mail, telefone e endereço? Ou pior. O site demorou a abrir, carregou devagar porque estava muito pesado, ou porque provavelmente não era apropriado para o acesso via internet 3G? Sem falar nas constantes desconfigurações na home, porque o site não foi adaptado para a tela do smartphone.

 Todas essas características mostram que muitas empresas não têm uma boa presença móvel. Ou seja, elas não existes de forma relevante para o usuário que está na rua em busca de informação. Esse gargalo, aliás,  tem feito com que milhares de clientes simplesmente sejam perdidos.

 Ouvimos falar sobre todas as vantagens que a mobilidade proporciona às empresas, mas será que elas pararam para entender quem são as pessoas por trás das pequenas telas? O que buscam esses usuários? De que forma pode-se oferecer o que o cliente busca? Há quem já tenha feito essas perguntas e encontrado suas respostas. Muitas delas estão ditando tendência em um mercado cada vez mais concorrido. Por questão de sobrevivência, cabe, agora, a outras empresas seguirem o mesmo caminho.

Por Gustavo Luveira.

Cuidado: cédulas de dinheiro estão cheias de bactérias

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Dois terços dos europeus acreditam que o dinheiro é anti-higiênico, mas têm dificuldades em romper o mau hábito. Somente uma em cada cinco pessoas lava as mãos após seu manuseio.

Pesquisa divulgada pela MasterCard mostra que, apesar de considerarem o manuseio das notas de dinheiro e moedas uma prática anti-higiênica, somente uma em cada cinco pessoas lava suas mãos após fazê-lo. O amplo estudo europeu com mais de nove mil consumidores de 12 países do continente destacou que, embora listado como mais sujo que corrimãos de transportes públicos ou que petiscos comunitários, como o amendoim nos bares, os europeus têm dificuldades em romper o mau hábito de usar o papel moeda.

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Três quartos de todos os europeus entrevistados como parte do estudo concordaram que deveriam ter mais cuidado quando o assunto é manusear o dinheiro, devido aos germes que possam estar presentes. No entanto, a descoberta da pesquisa é que é mais possível que lavemos as mãos após realizarmos outras atividades, como tocar um animal (46%) ou utilizar transporte público (36%).

Pesquisa inicial conduzida pela MasterCard e Unidade de Oxford em 2013 mostrou que a uma simples cédula de dinheiro europeu continha 26 mil bactérias potencialmente prejudiciais à nossa saúde. Ainda que os participantes desta recente pesquisa de 2014 tenham reconhecido os danos potenciais à saúde associados ao manuseio do dinheiro, houve uma lacuna significante entre o “dizer-fazer” por todo o continente com relação às pessoas acreditarem que as notas são sujas e, de fato, fazer algo a respeito.  Habitantes da Hungria e França tiveram a maior lacuna entre o “dizer-fazer”, indicando a diferença entre sua crença na falta de higiene do papel moeda e a probabilidade de lavar as mãos após seu contato com as notas.

Ao comentar nossa relutância em romper o hábito de utilizar as cédulas, a psicóloga Donna Dawson destacou: “Dinheiro”, na forma de cédulas e moedas tangíveis, é a maior forma do poder econômico visível e do sucesso individual que existe; é, portanto, difícil que as pessoas tenham e mantenham qualquer associação negativa ao dinheiro. A razão da frequente lacuna entre o que dizemos e o que fazemos, como mostra a pesquisa, é a falta de “conexão”: podemos reconhecer que o dinheiro físico tenha germes, mas não conectamos doenças ao seu manuseio.

É a mesma coisa que nos preocuparmos com germes no ar que respiramos, não podemos vê-los e, portanto, não temos controle sobre eles. A ideia de ser capaz de exercer controle na vida é um grande fator motivador para os seres humanos. No entanto, o sentido de controle é, frequentemente, uma ilusão – há muitas coisas que não conseguimos controlar, tal como os germes que não vemos.

Entre os pesquisados, 40% deles reconheceram que não tinham controle sobre quem manuseava o dinheiro de antemão e, como uma consequência, muitos de nós procuramos não pensar sobre o que não podemos controlar, com 38% afirmando nunca ter pensado nisso. Os fatos sobre a falta de higiene nas notas e moedas nos preocuparão momentaneamente, mas essa preocupação rapidamente irá para o final da lista de “preocupações prioritárias” – trata-se, na realidade, de um assunto que não nos passa pela cabeça.

Descobertas adicionais da pesquisa da MasterCard apontaram como quase quatro entre dez europeus (37%) disseram estar dispostos a fazer pelo menos uma pequena mudança em sua vida cotidiana para serem mais higiênicos, com a maioria tendo afirmado que prefeririam substituir o dinheiro por pagamentos com cartão ou meios contactless para serem mais higiênicos.

Dr. Jim O´Mahony, palestrante em Ciências Biológicas no Cork Institute of Technology, na Irlanda, comentou: “A associação do dinheiro à higiene foi estabelecida há muito tempo. De uma perspectiva histórica, há, inclusive, relatos que moradores das vilas inglesas que acreditavam que o dinheiro foi, de alguma forma, responsável por epidemias de pragas na Inglaterra, fazendo com que eles deixassem as moedas em tinas de água com vinagre para descontaminá-las. Cientificamente, há muitos estudos nesses últimos anos que provam, sem sombra de dúvidas, que as cédulas de dinheiro e moedas carregam bactérias e outros micróbios. A maioria das pessoas admite que seu manuseio poderia ser percebido como danoso, porém, na prática, as pessoas não estão propensas a adotar ações básicas de higiene.

Como estudos anteriores mostraram, uma cédula de dinheiro europeia contém, em média, 26 mil colônias de bactérias. Como isso em mente, deveria haver maior alerta sobre o fato de que o manuseio do dinheiro poderia ser visto como uma prática potencialmente danosa, assim como outras atividades, tais como tocar maçanetas de banheiros, manusear comidas comunitárias ou segurar o corrimão de escadas rolantes. Enquanto não houver normas internacionais firmemente adotadas sobre o costume do manuseio do dinheiro, principalmente nas épocas de gripes e surtos típicos do inverno, seria aconselhável ser mais ciente da higiene, principalmente nesses períodos, substituindo essa prática por transações sem o papel moeda”.

Chris Kangas, diretor de Pagamentos Contactless da MasterCard Europa complementa: “O que é mais evidente das descobertas do estudo deste ano é que, apesar de saber das armadilhas higiênicas do dinheiro, os europeus têm dificuldade em romper o mau hábito de usá-lo. A utilização de métodos de pagamento contactless é, não somente uma forma inovadora de pagar, mas também auxilia a eliminar algumas das bactérias e germes que sabemos serem transmitidas ao manusear e transacionar as cédulas e moedas”.

É importante rever a gestão de vendas da sua empresa

em Brasil/Educação e Comportamento/Negócios por

De uns tempos pra cá, comecei a refletir sobre a forma como as empresas aplicam suas estratégias de gestão de vendas. Claro que cada uma tem suas maneiras de tratar o assunto: metodologias próprias, de mercado, treinamentos motivacionais, entre outros. Mas, infelizmente, o fato é que o modelo desta gestão acaba sendo sempre o mesmo: orientação à pressão! Os resultados são produtos de um trabalho racional, nada mais. Pressão é uma irracionalidade que, em um primeiro momento, até pode “extrair” algum resultado, mas sem a menor consistência ou sustentabilidade. Hoje, tem. Amanhã, Deus é quem sabe!

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Por ser tão carente de métodos, o atual modelo de gestão de vendas não motiva o envolvimento dos profissionais nas oportunidades e acaba proporcionando pouca capacidade de julgamento. Não se consegue avaliar as chances de negócios e nem ter ideia das variáveis envolvidas. O papel de coaching do gestor é substituído pela obstinação de atingir os números. Por isso, os profissionais acabam ficando mais preocupados em fechar rapidamente o negócio do que com o momento e a necessidade do cliente.

Consequentemente, o profissional vai perdendo seu potencial de enxergar além da sua meta, deixando escapar boas oportunidades e, claro, seus clientes. O resultado é o declínio na performance e uma carteira cada vez mais enfraquecida. Seus gerentes perdem a cabeça!

É claro que cumprir a meta é fundamental, porém, os instrumentos não são estes. É preciso melhorar a qualidade da previsão de vendas, entender o que precisa ser feito para realizá-la, receber o suporte necessário de seus gestores e, principalmente, transformar a atividade em um processo gerenciado, com ações coerentes conforme o posicionamento do ciclo de vendas e orientadas pelo conhecimento aprofundado do perfil daquele que mais interessa nesta história toda: o cliente! Essa é a mentalidade que deve ser adotada, se quisermos evoluir nos processos comerciais com sucesso!

 

Por Enio Klein é gerente geral nas operações de vendas e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo

Você é empreendedor? Conheça a empresa brasileira que ajuda as start-ups

em Brasil/Negócios por

A Grounds, companhia especialista em consultoria para as áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira, apoia efetivamente os empreendedores a organizarem suas rotinas administrativas e burocráticas. Foco é aumentar a vida das empresas que estão iniciando suas atividades.

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Ser empresário no Brasil requer uma habilidade adicional quando comparado a outros Países mais desenvolvidos, ainda mais sendo uma Start-up. As dificuldades são das mais diversas, passando pela enorme burocracia para a constituição de empresas, assim como os registros na Receita Federal, Estaduais e Municipais, licenças e alvarás, chegando até à abertura de contas em bancos, custo altíssimo do capital para investimentos e capital de giro.

Nas áreas contábil/financeira, fiscal, trabalhista e previdenciária, também existem muitas dificuldades por conta não só da complexidade, mas também, com a falta de conhecimento do empresário. Pensando em aumentar o conhecimento do empresário de uma maneira geral, a Grounds, companhia especialista em consultoria específica para as áreas contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e financeira, possui um time de experts para apoiar os empreendedores de primeira viagem.

A Grounds apoia e está preparada para auxiliar o empresário nas áreas de sua competência. Essa preparação adequada faz sentido, não apenas para que o empresário opte por uma melhor forma de tributação, mas que também utilize a sua contabilidade como ferramenta de gestão, refletindo efetivamente as operações realizadas, nas análises de balanço, rentabilidade, endividamento, etc. “Em eventual procura de um potencial investidor, isso traz credibilidade, fazendo com que pelo menos no que tange a estas áreas as discussões sejam bem conduzidas e produtivas, pois o empresário terá maior domínio das informações financeiras que refletirão suas operações de forma adequada, explica o sócio e contador da Grounds, Carlos Miyahira.

Muitas vezes, por falta de experiência, por exemplo, o empresário opta por contratações de profissionais com pouca experiência, muitas vezes por considerarem simplesmente o custo e não a qualidade. “Olhar esta área apenas como um custo ou uma necessidade de cumprimento de obrigações é um equívoco muito grande, pois uma análise inadequada da forma de tributação, por exemplo, pode fazer com que a empresa realize pagamentos de tributos que não precisaria fazê-lo, caso tivesse procedido uma análise criteriosa. Isso também se aplica para as áreas trabalhista e previdenciária”, pontua o sócio e também contador da Grounds, Alexandre do Carmo.

Alexandre comenta ainda sobre a importância do empresariado brasileiro mudar o modo de pensar, no que tange à administração e condução de um negócio. “É importante ter a consciência de que um negócio, independentemente do porte, deve ser pautado por uma excelente estrutura interna de controles, isso é fundamental para o seu desenvolvimento. Se o empresário não tiver o mínimo controle para gerenciar seu negócio, pode não conseguir visualizar os gargalos operacionais, o que resultará de maneira direta a parte financeira da empresa”, finaliza o executivo.

 

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Conheça o aplicativo que vai facilitar a comunicação na Copa do Mundo

em Brasil/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Aplicativo permite o processo de tradução simultânea de voz e escrita, facilitando o entendimento de brasileiros e estrangeiros na Copa do Mundo.

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A abertura da Copa do Mundo, no dia 12 de Junho está sendo aguardada por torcedores do mundo inteiro. Nesse período pessoas de diferentes nacionalidades, culturas e idiomas estarão juntas com o mesmo intuito: torcer. A comunicação em um país desconhecido muitas vezes é dificultada pela falta de conhecimento da língua do país para o qual se viaja. Para facilitar a conversação entre as pessoas de diferentes nacionalidades o inventor Wander Ferreira Gonçalves, criou o “Tradutor de Voz – Talkative”. O uso é simples e de fácil acesso já que a mania de estar conectado é global e a quantidade de usuários que utiliza aparelhos eletrônicos é grande – tablet, smartphones, notebooks e celulares.  O “Tradutor de Voz – Talkative” é um aplicativo de tradução simultânea de fácil instalação e sincronização, feito através de dois aparelhos que possuam o aplicativo, que vão permitir que os usuários se comuniquem sem problemas em hotéis, empresas, restaurantes, clubes ou onde quer que estejam em qualquer lugar do mundo, mesmo sem saber falar a língua local.

O aplicativo também garante rapidez, pois as palavras e frases são pré-gravadas no software do aplicativo, permitindo o entendimento do aparelho e a tradução simultânea, tanto na forma escrita como na oral para a língua desejada. O interessante é que o processo de tradução não é feito palavra por palavra, ele traduz conversas e frases a partir do contexto geral, ajudando o usuário a entender o que realmente está sendo dito.

O aplicativo e o software podem ser constantemente atualizados, principalmente em casos de gírias ou expressões usadas em determinados países, o que proporciona o máximo de eficiência possível para o invento.

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O que é que não vai ter?

em Brasil/Coluna por

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O que é que não vai ter?

Tem muita gente dizendo por aí que não vai ter Copa. A Copa, eu acho que vai ter sim. Mas como a abertura é bem no Dia dos Namorados, o que não vai ter é comemoração no motel. Se bem que ir para o motel em dia de jogo da seleção é como ir em qualquer outro dia. Você escuta até os gritos e gemidos do quarto ao lado:

– Vai! Vai! Isso. Mais rápido mais rápido. Agora, não para, não para. É goooooool!!!!!

E tem também outras semelhanças entre motel e a Copa. Se a menina estiver menstruada, temos um claro impedimento. Se o casal for homossexual masculino, será uma marcação homem a homem. Na suíte presidencial, certamente vai ter alguém na banheira. Em todos quartos, os homens vão tentar uma jogada pela linha de fundo – mas só alguns vão conseguir uma enfiada de bola. Mas tudo bem: o importante é não acabar no 5 contra 1. Afinal, o jogo pode até ser valendo, mas homem gosta mesmo é de um rachão.

Outra coisa que não vai ter é Mano Menezes. O Mano tem dois títulos brasileiros pelo Grêmio e pelo Corinthians: ambos na segundona. Ou seja: ele é uma espécie de Rubinho Barrichello dos técnicos. O Mano tem tudo a ver com o estádio do Corinthians: cheio de pose, imponente, mas não consegue fazer o Corinthians ganhar.

Também não vai ter Robinho. Quer dizer: ele tá no álbum de figurinhas, mas não está na Copa. Ainda bem que quem escala a seleção é o Felipão e não o cara da Panini. Quando o Robinho apareceu, muita gente falava que ele seria o novo Pelé. O que não está totalmente errado: o Robinho com a bola no pé é o mesmo que o Pelé com o microfone na boca.

Não vai ter Maradona, que já encheu o saco nas Copas tanto como jogador quanto como técnico. Lembro que na Copa de 94, o Zinho tinha o apelido de enceradeira. Bom, se o Zinho era a enceradeira, o Maradona com certeza era o aspirador.

E também não vai ter Zagallo. O que é uma ótima notícia, assim ninguém vai ter que engolir ninguém. Quer dizer, só lá no motel, no dia da abertura da Copa.

Não vai ter Africa do Sul. O que é uma pena, porque também não vai ter aquele tradutor picareta de linguagem de surdo-mudo. Lembra no enterro do Mandela? O Obama prestando suas homenagens e o tradutor traduzindo nos sinais: “Antes ele do que eu”, “Viva Fidel”, “I love Edward Snowden”.

E, finalmente, não vai ter aeroporto pronto, estrada construída, nem metrô até o estádio. Mas vamos parar de frescura, que isso é coisa de babaca.

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José Luiz Martins. Humorista, publicitário e roteirista. Sócio da empresa Pé da Letra, de criação e produção de conteúdo. © 2014.

Mapa da violência 2014: Brasil registra recorde na taxa de homicídios

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/The São Paulo Times por

O Mapa da Violência 2014, realizado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, aponta que em 2012 foi registrado no Brasil o maior número absoluto de homicídios desde 1980.

Segundo o levantamento que será lançado nas próximas semanas, 56.337 pessoas foram assassinadas naquele ano, um acréscimo de 7,9% frente a 2011. A taxa de homicídios, que leva em conta o crescimento da população, também aumentou 7%, totalizando 29 vítimas fatais para cada 100 mil habitantes.

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As estatísticas referentes a homicídios em 2012, ano mais recente com dados contabilizados, são recordes dentro da série histórica do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, que tem como fonte os atestados de óbito emitidos em todo o País e no qual o Mapa da Violência é baseado.

Para o presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), Salesio Nuhs, o País está imerso em uma grave crise de insegurança pública. “O estudo comprova que a política de segurança atualmente adotada e iniciativas do governo federal, tais como Estatuto do Desarmamento e campanhas de desarmamento, não foram capazes de reduzir os índices de criminalidade no País. Ao contrário, chegaram agora à sua maior taxa, já que apenas visam desarmar o cidadão de bem”, afirma.

Em decorrência das campanhas de entrega voluntária previstas no Estatuto do Desarmamento, mais de seiscentas mil armas de fogo foram retiradas de circulação no Brasil, porém não desarmaram o crime organizado e, ainda, contribuíram para o aumento da ilegalidade.

De acordo com dados do Sistema Nacional de Armas (SINARM), controlado pela Policia Federal, atualmente, mais de oito milhões de armas adquiridas legalmente encontram-se irregulares. Em 2010 havia cerca de nove milhões de armas de fogo com registro ativo. Já em 2014, o número caiu drasticamente para cerca de 600 mil.

O aumento vertiginoso no número de armas irregulares é resultado do burocrático processo para renovar o registro. O Estatuto do Desarmamento, estabelece que a renovação deve ser feita a cada três anos e, após este período, o cidadão que estiver com o registro vencido ficará irregular, mesmo tendo adquirido a arma obedecendo a todos os pré-requisitos.

Esta situação alimenta o comércio ilegal, pois munições legais, em lojas especializadas, cadastradas, controladas e fiscalizadas pelo Exército Brasileiro e Polícia Federal, só podem ser adquiridas se a arma tiver registro ativo e, como milhões não o têm, seus proprietários buscam outras formas para adquirir o produto.

Segundo o representante da indústria de armas e munições, “é preciso admitir que o problema dos homicídios são as atividades criminosas e combate-las com vigor por meio de melhorias nos processos de investigação, no combate a ilegalidade em nossas fronteiras terrestres e aquáticas e no julgamento e condenação dos criminosos. Também é fundamental trabalhar no sentido da legalização das armas, pois o registro estimula a posse responsável”, ressalta.

O aumento na taxa de homicídios também coloca em xeque o discurso de que a culpa da violência é da pobreza, uma vez que ocorre em uma época de forte crescimento de renda no país, com o surgimento da “nova classe média”.

Para o especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, a causa principal da violência homicida é a impunidade. “No Brasil, menos de 8% dos crimes de morte são elucidados e é aí que são necessários esforços do poder público. De nada adianta restringir armas para o cidadão comum, que somente as usa para se defender, quando o forte tráfico ilegal de armas e as mortes que ele alimenta não são punidas. É um erro grave, no qual vem se insistindo há mais de uma década, trazendo como resultado um número cada vez maior de homicídios”.

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Sabia que os dias frios contribuem para as crises de doenças respiratórias?

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar por

Os dias com temperaturas baixas começam a ser mais frequentes nesta época do ano, principalmente na região Sudeste, Sul e uma parte do Centro Oeste, e colaboram, significativamente, para o desencadeamento de doenças respiratórias como resfriados, gripes, pneumonias e crises de asma e bronquite, segundo o Ministério da Saúde.

As infecções virais como resfriados e gripes se propagam com maior facilidade, e uma das causas principais é a permanência por mais tempo em locais fechados. Os quadros virais, também são desencadeadores de piora de doenças crônicas como asma e bronquite.

Alguns pacientes portadores de asma podem ainda apresentar piora do quadro devido apenas a queda da temperatura, o ar frio chega aos brônquios favorecendo o surgimento de broncoespasmo e por consequência alguns sintomas como falta de ar, chiado no peito e tosse.

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A asma, é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que acomete cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil, caracterizada pela presença de sintomas, como chiado no peito, falta de ar, tosse, sensação de aperto no peito, e que pode piorar à noite ou no início da manhã. Normalmente diagnosticada na infância e sem cura, a estimativa do Ministério da Saúde é que essa doença acometa 10% da população brasileira e seja a terceira causa de internação hospitalar do SUS.

Os principais gatilhos da asma está relacionado ao contato com ácaros, fungos, pólens, animais de estimação, fumaça de cigarro, poluição, alguns medicamentos como acido acetil salicilico, alterações emocionais, exercícios físicos, exposição ao ar frio e infecções virais. Para evitar as crises da doença e ter mais qualidade de vida, o paciente deve seguir algumas dicas simples:
1. Não fumar;
2. Praticar exercícios físicos;
3. Manter a casa limpa;
4. Ter sempre capas impermeáveis em travesseiros e colchões;
5. Evitar carpetes, tapetes, cortinas e cobertores de lã;
6. Optar por edredons e, se possível, com capas que devem ser lavadas frequentemente;
7. Evitar lugares com baixa umidade do ar;
8. Evitar animais de estimação dentro de casa;
9. Evitar exposição em lugares sem circulação de ar ou com vapores e fumaças como as causadas por incensos e cigarro;
10. Lavar roupas pesadas de inverno e acessórios antes de usá-las.

Segundo a Dra. Daniela Carlini, gerente médica da Chiesi, empresa que se dedica à pesquisa e desenvolvimento de medicamentos para tratamento de doenças respiratórias como asma e DPOC, se você é portador de alguma doença respiratória, fique atento nesta época do ano de temperaturas mais frias. “Mesmo prevenindo, algumas crises de asma não podem ser evitadas”.

Para o tratamento da doença, o paciente deve utilizar medicamentos apropriados, com a técnica correta recomendada pelo médico que o acompanha. Os mesmos podem ser divididos em terapias de alívio (broncodilatadores) e de tratamento e preventivos (antiinflamatórios). Os medicamentos podem ser administrados por via inalatória, por meio de dispositivos como nebulizadores comuns (inaladores), inaladores pressurizados (aerossóis) e sistemas inalatórios de pó seco. “Como tratar e os medicamentos mais adequados devem sempre ser indicações realizadas pelo médico. Ao menor sinal de piora dos sintomas, ou seja, aparecimento de novas crises o paciente deve sempre procurar o médico que o acompanha”, completa a Dra. Daniela.

Chega ao Brasil o bracelete salva-vidas. Você precisa saber como funciona.

em Brasil/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Chega ao Brasil o bracelete salva-vidas que permite o acesso rápido as informações médicas do paciente facilitando o atendimento das equipes de resgate em casos de emergência.

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No momento de um acidente, acesso rápido as informações médicas pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Durante consultas médicas de rotina ou em caso de tratamentos de saúde, as informações sobre o histórico do paciente e acesso aos exames realizados são a base da maioria dos diagnósticos corretos. Com o objetivo de auxiliar nessas situações chega ao Brasil o bracelete LifeCode.

O bracelete LifeCode possui um chip com software desenvolvido na Itália que possibilita o armazenamento de informações sobre o histórico médico do usuário, além de contatos médicos e de emergência. As informações podem ser acessadas em qualquer terminal com entrada USB sem o uso da internet, podendo ser facilmente identificado pelo símbolo mundial da saúde.

“Trata-se de um produto criado para facilitar a vida das pessoas”, explica Eduardo Capobianco Zaidan, responsável por trazer o LifeCode para o Brasil. “Claro, há uma vantagem mais explicita para quem corre mais riscos, como os esportistas radicais, pessoas com profissões de risco, mas há outros usos práticos também. Uma criança perdida utilizando o bracelete terá seus contatos de emergência acessíveis facilmente, por exemplo, ou pessoas que possuem alergias graves que em caso de um desmaio, não podem informar isso ao socorrista, o que pode resultar em graves problemas”.

O software tem tradução para sete idiomas que possibilita o acesso às informações de emergência em qualquer lugar do mundo. O bracelete salva-vidas ainda é a prova d´água e extremamente resistente a impactos, podendo ser usado por esportistas, idosos, viajantes, crianças e pacientes que passam por longos tratamentos ou possuem doenças crônicas.

Atualmente o bracelete é comercializado na Holanda, Luxemburgo, Bélgica, França, Rússia, Espanha, Alemanha e Nova Caledônia, além da Itália. O produto é utilizado nestes países por pessoas dos mais diversos perfis, como esportistas profissionais e amadores, crianças, idosos, viajantes, profissionais sujeitos a trabalhos de risco além da defesa civil, polícia e bombeiros. No Brasil o produto é vendido através do site LifeCode (www.mylifecode.com.br) a R$199,00

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