-Smart Writers & Smart Content & Smart Readers-

Category archive

Brasil - page 212

Conheça o aplicativo que fiscaliza a mobilidade e segurança das cidades-sede da copa

em Brasil/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Iniciativa do Colab.re permitirá aos milhares de brasileiros e turistas estrangeiros informar ao governo sobre o funcionamento dos serviços em arenas, aeroportos, metrôs, ônibus e táxi durante a realização do evento.

colab.re

Durante a Copa do Mundo, que tem início em 12 de junho e segue até 13 de julho, o Brasil espera receber 500 mil turistas estrangeiros e movimentar milhões de brasileiros pelas 12 cidades-sede, segundo estudo do Ministério do Turismo. No intuito de contribuir para a melhoria da mobilidade e da segurança nas regiões que sediarão o mundial de futebol, o aplicativo Colab.re oferecerá 14 categorias para que esse contingente de pessoas fiscalize e indique as condições de funcionamento dos serviços em arenas, aeroportos, metrôs, ônibus e táxi. Ao final do evento, o Colab.re compartilhará o diagnóstico gerado em forma de relatório virtual aos próprios usuários, prefeituras e Governo Estadual e Federal.

O usuário deverá acessar o Colab.re, por meio do aplicativo nas versões iOS eAndroid ou na versão web (www.colab.re), e selecionar o grupo de categorias “Copa do Mundo”. Em seguida, postar local, relato e foto do problema enfrentado que pode variar entre ônibus, trem, metrô e aeroporto superlotados ou danificados; estação de ônibus, trem e metrô danificadas; demora na entrega de bagagens; atraso excessivo em voos; estádio com acessibilidade irregular, danificado ou com acesso ao local problemático; presença de cambista em estádio; e táxi irregular no aeroporto. A partir daí, a postagem estará disponível para que outros usuários do Colab.re possam endossá-la, por meio de apoios e compartilhamentos, bem como será encaminhada pelo aplicativo ao órgão público responsável, a fim de que esse possa dar um retorno ao cidadão.

A iniciativa do Colab.re cria um novo canal para que o Governo possa se relacionar com a população e, desta forma, promova a acessibilidade e a segurança dos brasileiros e dos turistas estrangeiros na Copa do Mundo, conforme defende o fundador do aplicativo, Gustavo Maia. “Queremos aproveitar o momento em que o Brasil se une para extravasar a paixão pelo mundial de futebol e levar toda essa corrente de união em prol da melhoria do País. Pretendemos ser aliados aos esforços do Governo, bem como estimulamos projetos similares”, afirma.

 

Cada vez mais as mulheres vêm conquistando espaço em um mercado predominantemente masculino

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/The São Paulo Times por

Motoristas de ônibus, encarregadas na construção civil, frentistas, taxistas. As mulheres hoje são uma força de trabalho reconhecida e valorizada na maioria dos países e, surpreendentemente, uma das áreas em que têm avançado a contratação de mulheres a passos largos é no segmento de segurança privada. Com características tipicamente femininas como gentileza, cortesia, atenção e proximidade as mulheres conquistam pontos nessa carreira, que exige delas muito controle emocional, preparo físico e mental para enfrentar qualquer situação.

mulher sargento

Segundo Ricardo Napoli, Diretor Administrativo Operacional do Grupo Haganá, as mulheres são mais gentis e amáveis e prestam serviço com mais cordialidade. “O poder de observação aguçado e a gentileza no atendimento são grandes diferenciais das vigilantes”, completa Napoli.

O poder de observação aguçado é um de seus diferenciais. As mulheres, em geral, têm em sua personalidade uma característica que é essencial ao trabalho de vigia e segurança: visão periférica. Elas são capazes de identificar perigos e oportunidades ao redor de maneira mais ágil que os homens, e essa aptidão é ancestral, já que eles por serem caçadores desenvolveram a visão focada em um único ponto.

Seu instinto de cuidar imprime às suas ações flexibilidade e tato para lidar com clientes e, suas emoções direcionadas à empatia, lhe garantem a objetividade e assertividade para atender às necessidades. Ademais, são ótimas para ouvir o que emite segurança, credibilidade e tranquilidade ao receptor. Então, trabalhar em busca da excelência profissional é para todos e sem distinção de sexo, um grande anseio, contudo, as mulheres já nasceram com um diferencial: a perspicácia. A passos prolongados, mas firmes, as mulheres vem cada vem mais saindo do anonimato e encurtando distâncias no mercado de trabalho.

Alugar móveis pode ser uma boa estratégia para modernizar ambientes corporativos

em Brasil/Negócios/São Paulo por

A locação de móveis para ambientes corporativos está sendo cada vez mais procurada pelo consumidor que exige inovação e criatividade, além de mais praticidade e otimização de custos no dia a dia. Com o serviço de locação, os clientes não precisam se preocupar com instalação, manutenção, troca e novas aquisições dos produtos.

office

A Strutura Locações atua há sete anos no segmento de locação de mobiliário e tem um estoque completo para atender rapidamente seus clientes. “Com a locação de móveis, o cliente que necessita de reposição ou manutenção tem suporte rápido e eficiente. Além disso, os valores pagos por mês são normalmente mais baixos que os valores pagos para adquirir”, explica Laercio Bisi, diretor da empresa.

Com essas vantagens, cresce a demanda de móveis provisórios, por exemplo, em novos empreendimentos imobiliários. As empresas alugam móveis para expor em seus apartamentos decorados, valorizando cada empreendimento com um planejamento especial e não precisam gastar parte do orçamento adquirindo móveis que não vão utilizar mais depois de certo tempo.

Alugar mobílias é também opção para deixar o ambiente mais moderno, pois para mudar a aparência do local, não é preciso comprar tudo novamente, basta solicitar a troca. “O cliente pode contar com nosso serviço em caso de treinamentos, uso por tempo determinado, surgimento de novos departamentos ou após algum incidente em que ocorra perda dos móveis e que a reposição deve ser imediata”, finaliza Bisi.

O amor no ambiente de trabalho. Efetivação ou fim de carreira?

em Brasil/Coluna/Educação e Comportamento/Opinião/São Paulo por

Alex

Já faz algum tempo que as pessoas, tirando político e funcionário público, trabalham mais de 10 horas por dia. E como o ser humano hoje em dia passa mais tempo no ambiente de trabalho do que se divertindo, acabam indo além da amizade e se envolvendo sentimentalmente com algum colega de profissão, principalmente nas festas da empresa.

Quando isso acontece, alguns ficam preocupados se vai dar problema no trabalho, outros investem na relação e muitos ligam o foda-se. Se for só um rolo, é melhor deixar cair no limbo, mas se o coração bater mais forte, investir sem dar bandeira pode ser um bom caminho. Agora, se for com o chefe, talvez seu emprego esteja ameaçado.

Dizem que onde se ganha o pão, não se come a carne. Eu concordo, mas isso não quer dizer que é errado se envolver com alguém do seu ambiente de trabalho, apenas tente se relacionar com a pessoa certa para não rodar a banca e pegar fama de galinha, e isso serve tanto para o homem, quanto para mulher.

Acredito que é possível encontrar o amor da sua vida em qualquer lugar, só acho que é melhor ser fora do ambiente de trabalho para o casal ter uma rotina diferente, poder contar como foi o seu dia e não sentir ciúme por qualquer besteira.

_________________________________________________________________________________________________________

Alexsander Brunello. Editor-chefe do The São Paulo Times. É redator publicitário e atualiza a sua coluna Dicas & Pepitas todas as quintas-feiras. © 2014.

Startup lança alternativa virtual aos planos de saúde. Saiba como funciona

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

Zap Saúde criou modelo inovador que torna serviços médicos entre 50% e 70% mais baratos para os pacientes.

Uma alternativa para os pacientes que não querem ficar a mercê do SUS e nem pagar os altos preços cobrados por Planos de Saúde. Esta é a proposta da Zap Saúde (www.zapsaude.com.br), uma startup que oferece agendamento on-line de consultas e exames com valores acessíveis. Lançada em agosto de 2013, a Zap já tem mais de sete mil usuários cadastrados.

plano de saúde zap

Para utilizar a Zap, os pacientes se cadastram no site e buscam o tipo de atendimento ou especialidade que necessitam. O sistema tem mais de mil profissionais e prestadores de serviços disponíveis em 43 cidades, em áreas como cardiologia, odontologia, oftalmologia, acupuntura, entre outras. Em seguida, basta escolher a data e horário e fazer o pagamento pelo próprio site. Não há mensalidade e os usuários podem utilizar a plataforma 24 horas por dia.

Com a Zap, os usuários economizam em média 50% em atendimentos médicos e 70% em exames – as consultas custam a partir de R$ 40. “Levamos para a população um serviço de qualidade por um valor acessível”, afirma Janaina Carneiro, gerente de marketing da Zap. Por outro lado, a empresa é um bom complemento para quem tem um plano de saúde restrito à internação, por exemplo. Neste caso, a plataforma pode ser usada apenas para exames e check-ups de rotina.

Os médicos também têm vantagens. Além de eliminar os intermediários, o valor que recebem na plataforma é estabelecido por eles próprios e supera àqueles repassados pelos planos de saúde tradicionais. Outra vantagem é a diminuição da taxa de no show, já que a Zap manda lembretes para os pacientes por SMS e e-mail antes das consultas. Caso desista do agendamento, o usuário pode pedir reembolso e liberar a agenda do profissional.

A Zap ganha com uma pequena taxa de serviço paga pelos clientes – em geral, 10% do valor cobrado pelos médicos e laboratórios. “É um modelo democrático que pode ter um grande impacto social no Brasil”, diz Janaina. Com grande penetração no Rio Grande do Sul, o plano da startup agora é expandir para outras regiões do Brasil. A meta é estar presente em todos os estados do Sul e Sudeste e ter 150 mil usuários cadastrados até o fim do ano.

Ligue o alerta sobre riscos de golpes em aposentados e pensionistas

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/The São Paulo Times por

Advogado alerta sobre riscos de golpes em aposentados e pensionistas. Cada vez mais especializadas, essas quadrilhas agem em todo país.

 Correspondências, ligações, contatos pessoais são cada vez mais elaborados para tentar enganar aposentados e pensionistas por uma quadrilha altamente organizada e atuante em todo território nacional. Entretanto, é preciso estar atento e identificar quando se trata de um golpe para não cair nessa armadilha.

aposentado

Os golpistas migram de um estado pra o outro à medida que conseguem os dados dos aposentados e pensionistas. Os contatos parecem ser de outros lugares, o atendimento especializado, tudo com o objetivo de ludibriar essas pessoas. Por isso, é preciso estar atento e sempre que possível buscar ajuda especializada com o objetivo de impedir prejuízos causados por abusos, descasos, negligência e desserviços.

“Geralmente os golpistas ligam informando que existe uma quantia para receber na previdência, relativo a valores bloqueados ou atrasados, mas para que recebam o dinheiro é necessário fazer um depósito em uma conta. É importante que os aposentados saibam que este tipo de contato não é realizado através de telefone”, analisa Evaldo Oliveira, advogado da ASBP – Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos.

Outro exemplo acontece quando os estelionatários ligam afirmando que os aposentados ou pensionistas têm direito a receber valores em dinheiro referente a antigas contribuições, e é preciso passar o número da sua conta corrente para que seja efetuado seu depósito. Consequência: a vítima faz o depósito, mas não recebe o benefício prometido.

“Tentamos alertar quem nos procura informando que jamais passem dados pessoais ou de contas bancárias por email ou telefone, principalmente se ele não conhece a procedência”, alerta Evaldo Oliveira. É importante que os beneficiários da previdência fiquem cautelosos, e não confiem em pessoas que prometem liberar valores atrasados, vender produtos, entre outras facilidades. Caso ocorra uma situação como essa o beneficiário deve registrar a ocorrência na delegacia de polícia mais próxima.

Conheça as franquias de baixo investimento que estão em expansão no Brasil

em Brasil/Negócios por

Grupo Zaiom, Nutty Bavarian, Limpidus e FlyWorld  projetam a abertura de mais de 550 unidades em todo o Brasil.

O setor de franquias de baixo investimento –  redes de franquias que exigem investimento inicial de até R$ 80 mil, também conhecido como microfranquias, cresceu  no ano passado 29% em número de unidades e 31% em faturamento, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Segundo a entidade, o setor foi responsável por 5,11% da receita total do franchising no Brasil, atingindo a marca de R$ 5,9 bilhões em 2013. No que depender do Grupo Zaiom, da Flyworld, da Limpidus e da Nutty Bavarian, a expansão desse segmento deve ser ainda maior em 2014.

money moeda

 O Grupo Zaiom – pioneiro em microfranquias no Brasil – projeta a abertura de 494 novos pontos em todo o país, sendo 96 unidades da Home Angels (cuidadores de pessoas), 46 da Dr. Faz Tudo (reparos e reformas prediais) , 77 Dr. Jardim (manutenção de jardins e piscinas), 85 Home Depil (fotodepilação e estética), 90  Amigo Computador ( gestão de TI para PME) e 100 unidades para a Globish (inglês global). “Esse ano nosso direcionamento e foco estão voltados para cidades menores, que carecem de diversos serviços a domicílio, como o de cuidadores de idosos, manutenção, idiomas, entre outros”, ressalta o sócio diretor do Grupo Zaiom, Artur Hipólito. As microfranquias do Grupo Zaiom possuem investimento inicial que vão de R$ 15 mil a R$ 30 mil, sendo que cada uma das microfranquias é indicada para um perfil distinto de empreendedor.

 Pioneira em microfranquia de turismo no Brasil, a Flyworld começou a franquear em 2013 e já conta com 10 unidades em funcionamento.  A marca projeta a abertura de mais 30 operações até o final do ano. De acordo com dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo, o mercado de turismo no Brasil está em alta e, até o ano de 2017 deve se tornar o terceiro maior mercado aéreo doméstico do mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos e China. “Com o crescimento do setor de turismo, o segmento é uma ótima opção para investimento para quem  deseja ser dono do próprio negócio e procura algo com baixo investimento e retorno rápido”, ressalta Paulo Atencia, sócio fundador da FlyWorld. Com investimento inicial entre R$ 9,5 mil e R$ 19,5 mil, a FlyWorld atua como Personal Travel na comercialização de viagens nacionais,  internacionais,  passagens aéreas, cruzeiros marítimos,  hotéis, locações, assessoria para vistos consulares e para passaportes.

A Limpidus – maior rede nacional de serviços de limpeza comercial do Brasil – prevê a abertura de 15 unidades até dezembro, o que representa um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Líder do mercado, atualmente a marca possui 100 franqueados e mais de 2000 clientes ativos em praticamente todo o território nacional. As franquias da Limpidus são destinadas a empreendedores que buscam um negócio de qualidade aliado a uma marca de ampla experiência e suporte completo. No total são mais de 10 planos de franquias para atender diferentes demandas. Um dos diferenciais da rede para os franqueados é a indicação dos primeiros clientes de acordo com o investimento inicial e faturamento médio/ mensal programado. Com investimento entre R$31 mil a R$90 mil de acordo com o modelo escolhido, o retorno do franqueado é de aproximadamente 18 a 36 meses.

 A Nutty Bavarian é uma rede de franquia de quiosques pioneira e especializada em grãos torrados e glaceados. Com planos de negócio a partir de R$ 70 mil reais, a marca oferece oportunidades de baixo investimento em um dos setores que mais crescem no franchising brasileiro, o de alimentação. “O mercado está aquecido e é uma excelente oportunidade para realizar o sonho de ter um negócio próprio. A área da alimentação fora do lar tem se beneficiado muito disso e do aumento do consumo no Brasil”, observa a diretora-executiva da Nutty Bavarian, Adriana Auriemo Miglorancia. Para este ano, a expectativa é ampliar a participação da rede nos locais onde já está presente e chegar aos estados onde ainda não atua com a abertura de 30 unidades em shoppings, aeroportos, rodoviárias e universidades de todo o país.

Eu torço pelo Brasil

em Brasil/Coluna por

Camila

Eu torço pelo Brasil 

Ontem comprei uma bandana decorada com bandeirinhas do Brasil para usar na copa. Conversando com uma amiga e com a vendedora, disse que provavelmente só usarei no período dos jogos. Entre os modelos, tinha uma com a bandeira da Grã-Bretanha, que ela comentou que vende bastante, bem mais que a do Brasil.

Aí me dei conta de que, apesar de amar o nosso país, já tem um tempo que não encontro tantos motivos para me orgulhar dele. Gostaria de tê-los mais. E entre eles, o despertar, tão raro, de seu povo, como tivemos nas passeatas em junho do ano passado. Para minha (talvez nossa) decepção, somos líderes em algumas estatísticas: temos a maior taxa real de juros mundial. Nossa taxa de analfabetismo funcional voltou a crescer, o que não acontecia desde 1998. São mais de 13,2 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever. Não temos mais repetência nas escolas públicas, e isso não é motivo de orgulho – por lei, não por competência e esforço de alunos e professores.

Estamos vivendo em país onde o salário mínimo é de R$ 724,00. Com a bolsa-auxílio reclusão, que chegava a R$ 915,00 para parentes de 1º grau de bandidos presos, o governo gastou R$ 365 milhões em 2011. Estamos em um país em que faltam menos de 10 dias para receber a Copa do Mundo e, apesar de superfaturados, os estádios tem arquibancadas provisórias que não foram completamente testadas pouco mais de uma semana antes do jogo oficial no Itaquerão.

O Brasil é o país do oportunismo. Passagens aéreas e diárias em hotéis tiveram seus preços hiperinflacionados por conta dos jogos e isso é visto como normal. Parte importante de políticos e mensaleiros, então, melhor nem entrar no mérito. Só de que, apesar de ser motivo de vergonha nacional, são um extrato escolhido e votado, sabe-se lá por que motivos, por uma população comprada e carente: de educação, dinheiro, informação. Carente de civilidade, de cidadania, de moralidade.

Não julgo impunes os políticos, mas também não ponho a mão no fogo por grande parte da população que foi às ruas lutar por um Brasil melhor. Será que se tivessem a mesma oportunidade de roubos, de atos ilícitos, de ganhar uma “propininha só”, uma graninha extra, de almoçar caviar e ficar hospedados nos melhores quartos de hotéis de luxo às custas dos tributos pagos  pela maior parte dos mais de 180 milhões de habitantes, fariam diferente?

O que dói no futuro da nação é que de todo o prometido legado cidadão que a Copa poderia deixar para seu país-sede, como transporte público, com o trem-bala interligando Rio- São Paulo, por exemplo, a melhoria real de vários aeroportos, a educação e profissionalização de trabalhadores em massa, investimento em saúde e segurança; nada foi feito.

Por isso, na Copa vou colocar minha bandana e erguer minha bandeira. Torço por um país melhor: composto por cidadãos mais bem intencionados. Não nos resolve sermos classificados como uma das populações mais “felizes” e acolhedoras do planeta, se nossos alicerces foram construídos em solo risonho e tropical, mas corrupto e sem-vergonha. Torço por um Brasil de caras pintadas na Copa, de verde e amarelo, mas em rostos, um pouco que sejam, corados de vergonha e indignação. Somos bons, mas poderíamos ser melhores. Bem melhores.

__________________________________________________________________________________________________________

Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Brasil é o quinto maior produtor mundial de resíduos e recicla apenas 3% do que é descartado

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por
O País tem registrado um aumento constante na geração de resíduos, porém não avança em termos de reciclagem
Do total de 63 milhões de toneladas de lixo geradas por ano no Brasil, mais de 30% têm potencial de reciclagem, mas apenas 3% dos resíduos urbanos são efetivamente reciclados, segundo alerta a ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

recycle 2

“Quinto maior produtor mundial de lixo urbano, o Brasil viu seu volume de resíduos crescer 21% na última década, muito acima do índice de crescimento da população, que foi de 9,6% no período”, destaca Carlos Silva Filho, diretor-presidente da ABRELPE. As iniciativas de reciclagem, contudo, não cresceram na mesma proporção e atualmente apenas 60% dos municípios brasileiros têm “alguma iniciativa” de coleta seletiva. “Isso não significa que esses municípios tenham coleta seletiva em todo o seu território ou que contem com um programa formalizado porta a porta, apenas indica que o município está aberto ao tema”, observa o executivo.

De maneira geral, o índice registrado tem relação direta com o trabalho dos catadores, que fazem a separação do material proveniente da coleta urbana a céu aberto e sem estrutura adequada, algumas vezes em lixões ou aterros controlados – destinos considerados inadequados segundo a Política Nacional de Resídios Sólidos (PNRS). Aprovada em 2010, esta política estabelece o mês de agosto deste ano como data limite para que os municípios deem destinação adequada a seus resíduos, o que inclui encaminhar as ações de gestão integrada de resíduos, observando a ordem de prioridade de ações: reduzir, reutilizar, reciclar, promover o tratamento e a recuperação e apenas como última opção fazer a disposição dos rejeitos em aterros sanitários.

Para que as metas estabelecidas sejam alcançadas é preciso a sensibilização e o envolvimento do cidadão, que tem um papel a cumprir em prol do meio ambiente e de uma qualidade de vida melhor. “É preciso implementar programas permanentes de esclarecimento e incentivos à separação do lixo, com o estabelecimento de punições para descarte de materiais recicláveis no sistema regular de limpeza urbana”, comenta Carlos Silva Filho.

O sistema de coleta seletiva e de reciclagem no Brasil sofre com vários gargalos ao longo da cadeia e até hoje não conseguiu se estabelecer como um setor da economia, com o potencial que se apresenta pelo volume de materiais descartados. O processo desenvolvido é praticamente todo manual, sem nenhuma coordenação ou gestão e não conta com um mínimo de incentivos para crescer.

“Alguns gargalos são bastante latentes, como a falta de instrumentos econômicos para a reciclagem, com pouco ou nenhum investimento realizado nessa área, no sentido de permitir uma economia de escala. Isto prejudica o processo de comercialização e de vendas destes materiais”, conclui o diretor-presidente da ABRELPE.

Para fomentar discussões a respeito de uma gestão integrada e sustentável dos resíduos sólidos urbanos (RSU) e apontar caminhos e soluções viáveis para os municípios brasileiros, a ABRELPE trará para o País, em setembro, o ISWA 2014 – Congresso Mundial de Resíduos Sólidos e o Fórum Global de Resíduos da ONU, nos quais serão apresentados casos de sucesso de várias partes do mundo.

Presença móvel e o desafio da relevância

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Você não precisa mais de dados estatísticos para comprovar o crescente interesse das pessoas pelos dispositivos móveis. Basta observar as ruas, trens, praças, elevadores e onde mais possa haver gente. Os smartphones estarão lá, quase que onipresentes, sendo dedilhados por usuários ávidos por comunicação e relacionamento.

celular

 O projeto “Our Mobile Planet”, do Google, nos dá algumas pistas importantes sobre a relação do usuário com as pequenas telas. Descobrimos, por exemplo, que o smartphone se tornou indispensável no cotidiano das pessoas. Ele é a primeira coisa que temos contato quando acordamos e muito provavelmente é a última que vemos antes de dormir.

 Não à toa que muitas marcas têm investido na sua presença móvel, garantindo que suas mensagens cheguem com mais força e relevância para seus diversos públicos. As organizações de maior sucesso já perceberam que oferecer informações de fácil acesso pelos dispositivos móveis é uma forma de impactar os resultados do negócio. Estar presente online significa ser achado.

 Quantas vezes você já esteve fora de casa, e ao buscar por determinados locais pelo smartphone, encontrou resultados pouco relevantes, sem informações, como e-mail, telefone e endereço? Ou pior. O site demorou a abrir, carregou devagar porque estava muito pesado, ou porque provavelmente não era apropriado para o acesso via internet 3G? Sem falar nas constantes desconfigurações na home, porque o site não foi adaptado para a tela do smartphone.

 Todas essas características mostram que muitas empresas não têm uma boa presença móvel. Ou seja, elas não existes de forma relevante para o usuário que está na rua em busca de informação. Esse gargalo, aliás,  tem feito com que milhares de clientes simplesmente sejam perdidos.

 Ouvimos falar sobre todas as vantagens que a mobilidade proporciona às empresas, mas será que elas pararam para entender quem são as pessoas por trás das pequenas telas? O que buscam esses usuários? De que forma pode-se oferecer o que o cliente busca? Há quem já tenha feito essas perguntas e encontrado suas respostas. Muitas delas estão ditando tendência em um mercado cada vez mais concorrido. Por questão de sobrevivência, cabe, agora, a outras empresas seguirem o mesmo caminho.

Por Gustavo Luveira.

Cuidado: cédulas de dinheiro estão cheias de bactérias

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Dois terços dos europeus acreditam que o dinheiro é anti-higiênico, mas têm dificuldades em romper o mau hábito. Somente uma em cada cinco pessoas lava as mãos após seu manuseio.

Pesquisa divulgada pela MasterCard mostra que, apesar de considerarem o manuseio das notas de dinheiro e moedas uma prática anti-higiênica, somente uma em cada cinco pessoas lava suas mãos após fazê-lo. O amplo estudo europeu com mais de nove mil consumidores de 12 países do continente destacou que, embora listado como mais sujo que corrimãos de transportes públicos ou que petiscos comunitários, como o amendoim nos bares, os europeus têm dificuldades em romper o mau hábito de usar o papel moeda.

dinheiro

Três quartos de todos os europeus entrevistados como parte do estudo concordaram que deveriam ter mais cuidado quando o assunto é manusear o dinheiro, devido aos germes que possam estar presentes. No entanto, a descoberta da pesquisa é que é mais possível que lavemos as mãos após realizarmos outras atividades, como tocar um animal (46%) ou utilizar transporte público (36%).

Pesquisa inicial conduzida pela MasterCard e Unidade de Oxford em 2013 mostrou que a uma simples cédula de dinheiro europeu continha 26 mil bactérias potencialmente prejudiciais à nossa saúde. Ainda que os participantes desta recente pesquisa de 2014 tenham reconhecido os danos potenciais à saúde associados ao manuseio do dinheiro, houve uma lacuna significante entre o “dizer-fazer” por todo o continente com relação às pessoas acreditarem que as notas são sujas e, de fato, fazer algo a respeito.  Habitantes da Hungria e França tiveram a maior lacuna entre o “dizer-fazer”, indicando a diferença entre sua crença na falta de higiene do papel moeda e a probabilidade de lavar as mãos após seu contato com as notas.

Ao comentar nossa relutância em romper o hábito de utilizar as cédulas, a psicóloga Donna Dawson destacou: “Dinheiro”, na forma de cédulas e moedas tangíveis, é a maior forma do poder econômico visível e do sucesso individual que existe; é, portanto, difícil que as pessoas tenham e mantenham qualquer associação negativa ao dinheiro. A razão da frequente lacuna entre o que dizemos e o que fazemos, como mostra a pesquisa, é a falta de “conexão”: podemos reconhecer que o dinheiro físico tenha germes, mas não conectamos doenças ao seu manuseio.

É a mesma coisa que nos preocuparmos com germes no ar que respiramos, não podemos vê-los e, portanto, não temos controle sobre eles. A ideia de ser capaz de exercer controle na vida é um grande fator motivador para os seres humanos. No entanto, o sentido de controle é, frequentemente, uma ilusão – há muitas coisas que não conseguimos controlar, tal como os germes que não vemos.

Entre os pesquisados, 40% deles reconheceram que não tinham controle sobre quem manuseava o dinheiro de antemão e, como uma consequência, muitos de nós procuramos não pensar sobre o que não podemos controlar, com 38% afirmando nunca ter pensado nisso. Os fatos sobre a falta de higiene nas notas e moedas nos preocuparão momentaneamente, mas essa preocupação rapidamente irá para o final da lista de “preocupações prioritárias” – trata-se, na realidade, de um assunto que não nos passa pela cabeça.

Descobertas adicionais da pesquisa da MasterCard apontaram como quase quatro entre dez europeus (37%) disseram estar dispostos a fazer pelo menos uma pequena mudança em sua vida cotidiana para serem mais higiênicos, com a maioria tendo afirmado que prefeririam substituir o dinheiro por pagamentos com cartão ou meios contactless para serem mais higiênicos.

Dr. Jim O´Mahony, palestrante em Ciências Biológicas no Cork Institute of Technology, na Irlanda, comentou: “A associação do dinheiro à higiene foi estabelecida há muito tempo. De uma perspectiva histórica, há, inclusive, relatos que moradores das vilas inglesas que acreditavam que o dinheiro foi, de alguma forma, responsável por epidemias de pragas na Inglaterra, fazendo com que eles deixassem as moedas em tinas de água com vinagre para descontaminá-las. Cientificamente, há muitos estudos nesses últimos anos que provam, sem sombra de dúvidas, que as cédulas de dinheiro e moedas carregam bactérias e outros micróbios. A maioria das pessoas admite que seu manuseio poderia ser percebido como danoso, porém, na prática, as pessoas não estão propensas a adotar ações básicas de higiene.

Como estudos anteriores mostraram, uma cédula de dinheiro europeia contém, em média, 26 mil colônias de bactérias. Como isso em mente, deveria haver maior alerta sobre o fato de que o manuseio do dinheiro poderia ser visto como uma prática potencialmente danosa, assim como outras atividades, tais como tocar maçanetas de banheiros, manusear comidas comunitárias ou segurar o corrimão de escadas rolantes. Enquanto não houver normas internacionais firmemente adotadas sobre o costume do manuseio do dinheiro, principalmente nas épocas de gripes e surtos típicos do inverno, seria aconselhável ser mais ciente da higiene, principalmente nesses períodos, substituindo essa prática por transações sem o papel moeda”.

Chris Kangas, diretor de Pagamentos Contactless da MasterCard Europa complementa: “O que é mais evidente das descobertas do estudo deste ano é que, apesar de saber das armadilhas higiênicas do dinheiro, os europeus têm dificuldade em romper o mau hábito de usá-lo. A utilização de métodos de pagamento contactless é, não somente uma forma inovadora de pagar, mas também auxilia a eliminar algumas das bactérias e germes que sabemos serem transmitidas ao manusear e transacionar as cédulas e moedas”.

É importante rever a gestão de vendas da sua empresa

em Brasil/Educação e Comportamento/Negócios por

De uns tempos pra cá, comecei a refletir sobre a forma como as empresas aplicam suas estratégias de gestão de vendas. Claro que cada uma tem suas maneiras de tratar o assunto: metodologias próprias, de mercado, treinamentos motivacionais, entre outros. Mas, infelizmente, o fato é que o modelo desta gestão acaba sendo sempre o mesmo: orientação à pressão! Os resultados são produtos de um trabalho racional, nada mais. Pressão é uma irracionalidade que, em um primeiro momento, até pode “extrair” algum resultado, mas sem a menor consistência ou sustentabilidade. Hoje, tem. Amanhã, Deus é quem sabe!

agenda

Por ser tão carente de métodos, o atual modelo de gestão de vendas não motiva o envolvimento dos profissionais nas oportunidades e acaba proporcionando pouca capacidade de julgamento. Não se consegue avaliar as chances de negócios e nem ter ideia das variáveis envolvidas. O papel de coaching do gestor é substituído pela obstinação de atingir os números. Por isso, os profissionais acabam ficando mais preocupados em fechar rapidamente o negócio do que com o momento e a necessidade do cliente.

Consequentemente, o profissional vai perdendo seu potencial de enxergar além da sua meta, deixando escapar boas oportunidades e, claro, seus clientes. O resultado é o declínio na performance e uma carteira cada vez mais enfraquecida. Seus gerentes perdem a cabeça!

É claro que cumprir a meta é fundamental, porém, os instrumentos não são estes. É preciso melhorar a qualidade da previsão de vendas, entender o que precisa ser feito para realizá-la, receber o suporte necessário de seus gestores e, principalmente, transformar a atividade em um processo gerenciado, com ações coerentes conforme o posicionamento do ciclo de vendas e orientadas pelo conhecimento aprofundado do perfil daquele que mais interessa nesta história toda: o cliente! Essa é a mentalidade que deve ser adotada, se quisermos evoluir nos processos comerciais com sucesso!

 

Por Enio Klein é gerente geral nas operações de vendas e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo

Voltar p/ Capa