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Brasil - page 224

Especialista comenta sobre a crise nas corretoras de valores

em Brasil/Negócios por

Com o baixo volume de negociações com ações na BM&F Bovespa, o número de investidores individuais cresce lentamente. Diante disso, as corretoras de valores, ou seja, as empresas que intermediam a compra e venda de papéis na bolsa, precisam usar meios de grande eficácia para se reerguerem no mercado e sanarem os prejuízos dos últimos anos. O motivo é que a principal fonte de receita das instituições, a cobrança de taxas dos clientes para intermediar as operações na Bolsa de Valores, subiu vagarosamente e a expansão foi de menos 8% desde 2008, de acordo com um levantamento da consultoria Austin Ratings.

Fernando Zanotti Schneider, especialista em mercado de capitais e fusões e Aquisições (M&A) no escritório Abe Advogados fomenta que “o mercado de corretoras de valores sofre um processo de “commoditização” de parte de seus serviços com um aumento na demanda por tecnologia por parte das autoridades regulatórias e da própria Bolsa. Esse é um cenário que favorece a consolidação do mercado através de fusões e aquisições. A busca pela eficiência e por serviços diferenciados é fundamental na competição entre estes players.”

Nas corretoras independentes, a situação também apresenta complicações devido a falta de espaço para atuação no mercado. Atualmente, mais de 80% do lucro e 55% da receita com prestação de serviço de todo o setor está concentrada apenas nas dez maiores corretoras do Brasil. É importante ressaltar que algumas instituições têm altos custos para participação em pregões, às vezes chegam a ultrapassar o lucro anual.

Aplicativos para motoboys conquistam São Paulo

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Saem os táxis, entram os motoboys. Após crescimento acelerado, aplicativos para motoboys conquistam o mercado corporativo.

Os aplicativos para chamada de táxi se popularizaram em pouco tempo, e já estão rendendo bons frutos para os profissionais envolvidos. Seguindo esse caminho, surgiram no mercado nos últimos meses alguns aplicativos que prometem localizar motoboys e calcular corridas automaticamente. Seu maior representante, a MOBLYBOY, recebeu investimentos de R$ 10 milhões para expandir seus serviços para todo o Brasil.

Disponível gratuitamente para Android e iPhone, a MOBLYBOY se estabeleceu como o aplicativo mais popular do segmento, recebendo destaque da Apple em sua App Store e conquistando milhares de motoboys para sua base em São Paulo.

“A ideia original da MOBLYBOY é agregar comodidade, benefícios e possibilidade de crescimento para os motoboys. Nossas estratégias estão sempre focadas em promover o trabalho dos profissionais que se juntam a nós, por isso, parte do nosso trabalho é desenvolver palestras, cursos e dar suporte integral para essa categoria”, comenta Vinicius Apoena, um dos fundadores da empresa. Junto com seu sócio, Márcio Meira, Vinicius criou um ambiente um pouco mais complexo que a maioria dos aplicativos que vemos diariamente: além de cadastrar os motoboys interessados, uma central de atendimento entra em contato com esses profissionais, convidando-os para palestras, cursos e reuniões e aproximando os motoqueiros da cultura e filosofia da empresa.

Em plena expansão de suas operações, a MOBLYBOY irá anunciar nas próximas semanas seu modelo comercial que segundo Meira, é inédito no mercado de aplicativos para smartphones.

Entra em vigor a nova lei anticorrupção

em Brasil/Política por

Norma que responsabiliza empresas por atos contra a administração passa a valer a partir de 29 de janeiro.

 A nova Lei Anticorrupção brasileira entra em vigor no dia 29 de janeiro. Com isso, as empresas passarão a responder em casos de atos ilícitos praticados contra a administração pública. A regra prevê, entre outras penas, multas de até 20% do faturamento bruto para as empresas que infrinjam seus dispositivos. Para o advogado Giovanni Falcetta, do Aidar SBZ Advogados, a lei é um grande avanço.

A lei estabelece também o perdimento dos bens, direitos ou valores provenientes da infração, a proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos públicos e instituições financeiras controladas pelo governo, a suspensão ou interdição parcial das atividades e até mesmo a dissolução compulsória das pessoas jurídicas que praticarem algum dos atos ilícitos contra a administração pública nacional ou estrangeira. “As penas são pesadas e rigorosas, o que mostra que vai mudar a forma de fazer negócios no País”, afirma Falcetta.

A nova norma incentiva ainda a criação de mecanismos que fortaleçam as boas práticas dentro das organizações, como é o caso da implementação de programas efetivos de compliance, capazes de prevenir, detectar, remediar e punir condutas ilícitas, o que pode até reduzir as penalidades.

Brasileiros compram mais pela internet

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Pesquisa aponta que em 2013 o brasileiro utilizou a internet para comprar mais. Pessoas entre 25 e 34 anos são as mais consumistas.

Uma pesquisa da IPSOS MEDIACT revela que 40% das pessoas compraram um eletrônico ou eletrodoméstico pela internet ao longo do ano de 2013. Em seguida, aparecem os livros com 24%, as roupas e calçados com 20% e as passagens aéreas com 17%.

Equipamentos para informática (suprimentos) aparecem na quinta posição e são comprados por 14% dos entrevistados, enquanto que 10% costuma comprar ingressos e entradas para eventos ou cinemas.

O último item da pesquisa e que não teve pontuação foi a compra de AUTOMÓVEIS pela internet – coisa que o brasileiro ainda não está acostumado a fazer.

“Cada vez mais as pessoas estão usando a internet para facilitar sua vida. Desde um pagamento, uma reunião com o chefe que está fora ou até mesmo compras que precisam ser feitas de forma rápida e segura podem ser realizadas com a ferramenta. Hoje é muito difícil pensar em viver sem esta tecnologia que colabora até com a qualidade de vida”, afirma DIEGO OLIVEIRA, diretor de contas da IPSOS .

Pessoas entre 25 a 34 anos são as que mais utilizam a internet para efetuarem as suas compras (34%). Já os adolescentes entre 13 e 17 anos e as pessoas acima de 55 anos são os que menos utilizam a ferramenta, sucessivamente com 6% e 7%.

A pesquisa aponta que a maioria das pessoas gasta entre R$ 101,00 a R$ 300,00 em suas compras pela internet. São Paulo lidera o ranking das cidades que mais consome; seguido do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e interior de São Paulo.

O levantamento foi realizado com 8.536 pessoas em 13 mercados de atuação da Ipsos.

OS 20 ITENS MAIS COMPRADOS NA INTERNET:

 1. Eletrônicos /eletrodoméstico 40%

 2. Livros 24%

 3. Roupas / calçados 20%

 4. Passagens aéreas / pacote 17%

 5. Equip./suprimen informática 14%

 6. Tênis 12%

 7. Entrada para eventos/cinema 10%

 8. Artigos esportivos 10%

 9. Cosméticos 9%

  10. Brinquedos 7%

 11. DVDs filmes/músicas 7%

 12. Jogos de computador 6%

 13. Cd´s de música 5%

  14. Programas/software comput. 4%

  15. Artigos p/ escritório 3%

 16. Flores / arranjos 2%

 17. Assinaturas de jornais/rev. 2%

 18. Itens /compra supermercado 2%

  19. Bombons/bolos/doces 1%

 20. Automóvel 1%

Empresas privadas podem gerenciar nossos presídios

em Brasil/Mundo por

A população carcerária do Brasil cresceu tanto nos últimos anos que se tornou a quarta maior do mundo. E esse rápido crescimento preocupa o governo porque as prisões estão ficando sem espaço. Atualmente, os presídios brasileiros somam 548 mil presos, mas os presídios de todo o país só tem capacidade para suportar 340 mil prisioneiros.

A solução discutida até o momento é deixar as prisões nas mãos das empresas privadas.

Três governos estaduais já contrataram empresas privadas para gerenciar suas prisões e o Estado de São Paulo é o próximo da lista. O governador Geraldo Alckmin anunciou a construção de três novos presídios, cada um com capacidade para 10.500 detentos.

O modelo do governo federal é a gestão público-privada, ou seja, a gestão privada será temporária – no caso do estado de São Paulo, a expectativa é que os contratos durem de 27 a 33 anos.

Mesmo sendo temporário, a ideia de contratar uma empresa privada para gerenciar os presídios tem sido muito contestado pelo Conselho de Política Criminas e pelos Políticos de todo o Brasil, pois eles acreditam que as prisões devem ser competência exclusiva do governo.

O modelo misto já foi testado anteriormente no Ceará e Paraná, e os resultados foram medíocres. Ambos presídios voltaram a ser estatais, no entanto, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas Gerais ainda estão tentando usar o modelo de gestão privada.

O outro problema que assombra a privatização das prisões é que o plano nem sempre é viável financeiramente, pois um preso custa ao Estado aproximadamente R$ 1.300 por mês. No caso da privatização, as empresas privadas receberiam R$ 2.700 por preso, totalizando em apenas uma cadeia R$ 28,3 milhões.

Além dos números exorbitantes, existe também o componente humano. O governo teme que os presos serão tratados como produtos porque as empresas teriam o controle total das prisões. Mesmo fazendo inspeções periódicas, fica difícil detectar as irregularidade no tratamento dos detentos. Um exemplo real aconteceu em uma prisão do Espírito Santo, onde os presos alegaram serem abusados por um regime extremamente rigoroso.

“Aparentemente as prisões são limpas e higienizadas, até lembram um hospital, mas os presos são mantidos lá dentro durante 23 horas por dia com apenas um minuto e meio para tomar banho. É desumano” disse o advogado Marcos Fuchs (diretor-executivo da ONG Conectas Direitos Humanos) ao jornal espanhol El País.

Para o deputado cearense Domingos Dutra, as empresas privadas se tornaram muito exigentes. “Eles só querem lidar com os detentos bem comportados e com os infratores menores de idade. Ninguém quer lidar com assassinos ou líderes de facções criminosas. E o pior, as empresas privadas são se preocupam com a reabilitação social dos reclusos. Realmente eles são tratados como produtos”.

Entres os defensores do modelo privado está o secretário de presídios em São Paulo Lourival Gomes, que argumenta: “as empresas privadas têm mas recursos para contratar os empregadores, como médicos especializados, o que é muito mais difícil para as entidades públicas”.

(c) 2013, IBT Media.

Estudo revela que 51,7% dos homens e 54,9% das mulheres do Brasil se consideram vaidosos e aponta as suas principais preocupações em relação aos cuidados com a beleza

em Brasil/Educação e Comportamento por

Estudos inéditos, realizados pelo Minha Vida com 1.687 homens e 2.861 mulheres do Brasil, revelam que tanto eles quanto elas são sim vaidosos. Entre o público masculino, 6,6% se consideram muito vaidosos, 51,7% acreditam que estão dentro dos “índices normais de vaidade” e 37,2% acham que são pouco vaidosos. Apenas 4,4% alegam passarem longe da vaidade. Já entre as particip antes do sexo feminino, esses índices ficam, respectivamente, em 11%, 54,9%, 30,9% e 3,2%. Vale ressaltar que 75,8% dos homens e 80,3% das mulheres, que participaram dos estudos realizados pelo Minha Vida, têm entre 25 e 59 anos.

Na hora de investir em produtos para beleza, eles e elas se aproximam nos gastos: 76,9% dos rapazes dedicam entre R$ 20 e R$ 250 mensais e 75,9% das garotas transitam entre as mesmas margens. Dividindo-se esses valores, encontramos os homens gastando de R$ 20 a R$ 50 (30,3%), entre R$ 50 e R$ 100 (32,8%) e de R$ 100 a R$ 250 (13,8%). Já para elas, os índices para esses mesmos valores mensais correspondem a 26%, 32,2% e 17,7%, respectivamente. Os homens mais vaidosos são os solteiros (8,39%), seguidos pelos divorciados (8,02%) e pelos casados (5,80%). Já as mulheres mais vaidosas são as divorciadas (14,20%), seguidas pelas solteiras (12,69%) e pelas casadas (9,69%).

Basicamente, o estudo mostra que eles se preocupam, em sua maioria, com a limpeza seja do corpo, do rosto ou dos dentes. Já elas, segundo a pesquisa, consideram o visual o ponto mais preocupante. Dentro deste cenário, confira algumas curiosidades no comportamento DELES e DELAS em relação aos cuidados com o rosto, o corpo, os dentes:

PREOCUPAÇÕES DELES

Maiores preocupações com a barba:

Manter o rosto sem barba (rosto “limpo”) – 48,37%

Irritação – 37,76%

Pelos encravados (foliculite) – 24,07%

 

Maiores preocupações com a pele:

Mau cheiro nas axilas – 64,20%

Oleosidade – 52,16%

Mau cheiro nos pés – 47,24%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Mantê-los limpos – 49,08%

Caspa (ou descamação do couro cabeludo) – 46%

Oleosidade – 39,18%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Mau hálito – 73,21%

Amarelamento ou escurecimento – 68,64%

Cáries – 67,28%

 

PREOCUPAÇÕES DELAS

Preocupações em relação à pele do rosto:

Olheiras – 37,33%

Linhas finas (linhas de expressão) – 36,84%

Manchas (melasmas) – 35,27%

 

Maiores preocupações com o corpo:

Gordura localizada na barriga – 78,19%

Celulite – 58,72%

Excesso de peso – 57,88%

 

Maiores preocupações com as unhas:

Unhas quebram com facilidade – 56,90%

Não tenho nenhuma preocupação – 24,12%

Excesso de cutícula – 23,77%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Cabelos brancos – 46,42%

Queda de cabelo – 41,28%

Frizz (fios arrepiados) – 41,56%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Amarelamento ou escurecimento dos dentes – 66,22%

Mau hálito – 60,03%

Cáries – 57,28%

Empresa catarinense cria solução para diminuir impactos ambientais causados por uso em larga escala de asfalto novo

em Brasil/Negócios por

A exploração do petróleo movimenta a economia brasileira. Somente na faixa denominada de pré-sal, que engloba do litoral do Espírito Santo até Santa Catarina, a estimativa é que a exploração dessa região gere dois milhões de empregos na cadeia de petróleo até 2020, representando 20% do PIB do país. Se por um lado isso representa um ganho significativo na economia do país, por outro gera prejuízos e danos imensuráveis no ecossistema, atmosfera e na saúde humana. Os impactos causados pelas perfurações em busca do recurso ou os acidentes como vazamentos de plataformas causam sérios danos e alterações na fauna e na flora brasileira.  Incidentes causados pelo derramamento do petróleo no mar perduram por mais de vinte anos, com uma recuperação bastante árdua e longa, mesmo com intervenções humanas.  O óleo cobre as penas dos animais, sufoca peixes, mata a fauna e flora marítima, inibe a nutrição dos mangues brasileiros, entre outros problemas.  A queima de produtos provenientes do petróleo também destrói a camada de ozônio, graças à emissão do dióxido de carbono (CO2), que é altamente poluente e prejudicial à saúde.

Mesmo com tantos impactos socioambientais negativos, o uso do petróleo é imprescindível para a população. É através deste recurso que são produzidos combustíveis, tintas, pneus, borrachas, chicletes, asfalto e outros tantos itens do cotidiano. Já que não é possível fazer a substituição total deste recurso, é preciso buscar alternativas que sejam ecologicamente corretas e diminuam os passivos ambientais causados pela extração do petróleo. No caso do asfalto, por exemplo, empresas buscam outras formas de criar ou reutilizar a pavimentação para diminuir a produção e, consequentemente, os  impactos.  A catarinense SolPav Pavimentações desenvolveu uma tecnologia que pretende auxiliar nessa busca por soluções sustentáveis: uma máquina que através de emissão de calor por raios infravermelho consegue aquecer o asfalto antigo e recompor essa massa asfáltica que seria descartada (asfalto fresado) sem a necessidade de adquirir um produto novo. Além do reaproveitamento, ainda há um ganho na agilidade, pois todo o processo é feito em até dez minutos.

“Essa tecnologia já funciona há 40 anos nos Estados Unidos e na Alemanha. Resolvemos adaptá-la quanto às necessidades brasileiras. Os métodos convencionais de reparação das rodovias acabam descartando o asfalto antigo e cobrindo com um novo.  As nossas máquinas conseguem utilizar o mesmo asfalto, independente do tempo que ele já está em uso, e deixá-lo como novo.  Chamamos essa tecnologia de Eco Tratamento Asfáltico, o que permite usar menos recursos da natureza”, João Rosa, Diretor de Planejamento da SolPav Pavimentação.

O PROCEDIMENTO

A máquina vai até o local danificado, aquece o asfalto COM TEMPERATURAS ENTRE 180 E 300 graus, mistura junto a pavimentação antiga (asfalto fresado) uma emulsão asfáltica e a reaplica no mesmo lugar, sem poluição atmosférica ou sonora. A ação pode ser feita inclusive com o asfalto molhado, pois graças ao superaquecimento do material, a qualidade é mantida. Além de cobrir defeitos e nivelar a via, a máquina também pode ser utilizada para abrir valas, auxiliando empresas de saneamento, por exemplo, como é o caso da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que já utiliza essa tecnologia em Itapetininga, São Paulo.

PASSIVO AMBIENTAL

Passivo ambiental é como se nomeia as obrigações das empresas relativas aos danos ambientais causados direta ou indiretamente, já que a empresa é responsável pelas consequências de suas ações à sociedade e ao meio em que vive.  De certa forma, o passivo ambiental representa um risco financeiro para as instituições e órgãos, já que ela deve custear a manutenção e manipulação de áreas contaminadas, resíduos, transporte, multas ou outros custos causados por sua possível intervenção na natureza. Como para muitas organizações é impossível obter matéria-prima sem alterar o meio ambiente, como no caso da extração do petróleo, o investimento para amenizar essa deve ser alto. Ainda assim, muitas vezes os danos causados ao meio ambiente são irreversíveis ou demoram a se recompor.

A solução criada pela SolPav apresenta um resultado positivo para instituições que precisam trabalhar diretamente com pavimentação asfáltica. “Nesse quesito, o uso da nossa tecnologia contribui para a diminuição dos passivos ambientais, já que graças à recomposição asfáltica, não é necessário fazer o descarte do asfalto antigo no meio ambiente”, enfatiza João. Além do ganho ambiental, há também o grande retorno econômico. O procedimento garante uma economia entre 40% e 70% em comparação ao método convencional de restauração asfáltica.  Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o Brasil precisaria desembolsar mais de R$64 bilhões de reais somente na recuperação de estradas e rodovias. Uma economia de até 70% em cima desse valor é muito significativa, e poderia ser usada para outros projetos socioeconômicos e culturais no país.

2014: mais um ano para andar de lado

em Brasil/Mundo por

Por Telmo Schoeler.

Como estamos no limiar de um novo ano, empresas e gestores estão todos com os periscópios levantados no esforço de enxergar o que vem pela frente, o que fazer e como se posicionar. No meu entender, salvo para algumas empresas e setores pontualmente beneficiados, 2014 será um ano para andar de lado, o que, diante das nossas potencialidades desperdiçadas e de oportunidades pelo mundo, significará mais um ano perdido.

Para entender porque, precisamos olhar para dentro e para fora do país. Internamente, pelo menos quatro fatores continuarão deixando a desejar: a inflação crônica, a assimetria entre as políticas monetária e fiscal, o aumento do déficit público e a deterioração das contas externas, sem perspectivas de mudança por serem atreladas ao modelo político-econômico vigente. No cenário internacional, estamos diante da recuperação e melhoria dos Estados Unidos, dos principais países europeus e da própria China. E, dentro dessa mesma perspectiva, em decorrência do somatório dessas realidades interna e externa, estamos diante da piora na percepção da economia brasileira. Fatos e percepções estarão contra nós, o que não se reverte apenas com discursos ou promessas, razão pela qual são visíveis no horizonte, a) o rebaixamento do rating de risco brasileiro, b) a apreciação do dólar e c) a diminuição do fluxo de investimento direto e não especulativo.

Importações perderão a conveniência e as exportações tenderão a ser favorecidas, o que parece positivo, embora se imponha uma análise mais profunda. A desindustrialização e falta de investimentos dos últimos anos aumentaram em muito a dependência de insumos importados, o que fará com que a subida do dólar tenha um impacto direto nos custos, por decorrência, nos preços e, portanto, na inflação. Esta, sendo crescente, obrigará o governo a elevar a taxa de juro, com reflexos de aumento nos custos financeiros das empresas e de diminuição na capacidade de consumo da população, pois, mesmo que continue a política de concessão de reajustes do salário mínimo acima da inflação, os preços reais subirão mais do que isso. Em síntese, a balança comercial e de pagamentos tenderá a ser pouco favorecida pelo comportamento do dólar em alta, embora, evidentemente, o agronegócio, as commodities e os minérios deverão ser beneficiados.

Pode ser esperada a continuidade da política de fomento ao consumo via subsídios, benefícios, bolsas ou mesmo desonerações tributárias pontuais para produtos ou setores específicos, mas seu uso retroalimentará negativamente os fatores internos e externos que nos afligem. A obrigatória subida dos juros terá como efeitos: 1) retração do consumo pelo encarecimento do crédito; 2) aceleração do esgotamento da capacidade de endividamento das pessoas físicas; 3) aumento das taxas de inadimplência; 4) maior dificuldade de tomada de crédito, por óbvios critérios de maior seletividade por parte dos bancos.

O clássico efeito tesoura fará com que empresas tenham uma tendência a margens e resultados decrescentes. Por decorrência, a Bolsa de Valores deverá, na melhor das hipóteses, andar de lado. Quem depender de investimentos governamentais não poderá esperar reversão da lentidão ou atraso de obras, pois não haverá recursos suficientes para cumprir cronogramas.

Toda essa realidade aponta para uma performance pouco satisfatória do comércio, em decorrência do endividamento das famílias ter atingido seu limite. Se somarmos essas duas constatações, que já são um fato, veremos que consumidores que compraram além da conta estão recorrendo ao crédito pessoal – com tradicionais taxas altas – para liquidar suas dívidas, o que faz antever um aumento da inadimplência. O esgotamento da capacidade popular de tomada de crédito está também já demonstrado no decrescente uso de recursos do próprio programa “Nossa Casa Melhor”.

Para aquela parcela de brasileiros eternamente otimistas que acham que a Copa da FIFA trará uma injeção de ânimo nos negócios, um alerta: ela poderá favorecer, pontual e limitadamente, hotéis, companhias de aviação e restaurantes, além de impulsionar cervejas e televisores. Mas não será boa para o varejo em geral, pelo fechamento de lojas, feriados, dispersão de atenção, gastos com ingressos e correlatos etc. Como disse um empresário do ramo: “ninguém compra um tênis novo para assistir um jogo”. Sem falar que o término das obras que forem terminadas para a Copa jogará no mercado uma substancial força de trabalho que não necessariamente encontrará novas oportunidades.

Toda essa realidade mostra que o ano entrante terá mais um pibinho com evolução pífia rondando os 2%, como tem sido os últimos, muito longe de uma evolução mínima de 4% a 5% que seria necessária para manter esta nave pelo menos estabilizada, ainda que não pujante.

O cenário será difícil para as empresas endividadas e com estruturas de capital desbalanceadas. Episódios como os do desmoronamento do Grupo X (Eike), mesmo que decorrentes de menor pirotecnia, poderão se repetir. Os erros de governança, planejamento, gestão e falta de realismo econômico, mais do que nunca mostrarão sua cara. Por isso, podemos esperar crescente número de recuperações judiciais e falências, com todos os efeitos daí decorrentes.

Diante disso, e em síntese, cabem as seguintes recomendações às empresas:

–  Seja mais conservador do que nunca e preserve sua liquidez;

–  Postergue investimentos e decisões não essenciais;

–  Fique atento para boas oportunidades de aquisições, pois muitas empresas terão problemas, oportunizando ativos a baixos preços;

–  Evite e reduza o endividamento;

–  Se mesmo assim precisar de crédito, os bancos oficiais tenderão a ser melhores alternativas;

–  Caso recursos de longo prazo forem necessários, debêntures tenderão a ser uma boa alternativa, inclusive porque investidores internacionais serão atraídos por taxas crescentes no Brasil;

–  Não conte com investidores de capital de risco: será difícil achá-los, salvo em condições desinteressantes de deságio influenciadas pelo cenário brasileiro.

Telmo Schoeler é sócio-fundador e Leading Partner da Strategos – Strategy & Management, fundador e coordenador da Orchestra – Soluções Empresariais, a primeira e maior rede de organizações multidisciplinares de assessoria em gestão empresarial. Possui 47 anos de prática profissional, metade exercendo funções executivas de diretoria e presidência de empresas nacionais e estrangeiras.

Bicicletas elétricas são regulamentadas pelo CONTRAN

em Brasil/Negócios por

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou, na última sexta-feira (13/12), no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 465, respectiva à categorização das bicicletas elétricas como simples bicicletas, assunto bastante polêmico e que vem rondado o mercado brasileiro há algum tempo.

A nova resolução, datada de 27 de novembro de 2013, considera a necessidade de apoio às políticas de mobilidade sustentável e a crescente demanda por opções de transporte que priorizem a preservação do meio ambiente. Desta forma, as bicicletas dotadas originalmente de motor elétrico auxiliar com potência máxima de até 350 Watts e velocidade de até 25 km/h tem liberdade de circular em ciclovias e ciclo faixas desde que garantam o funcionamento do motor somente quando o ciclista pedalar.

Segundo Caio Ribeiro, executivo de vendas da Sense Electric Bike, única empresa brasileira a se enquadrar completamente à nova legislação sem precisar alterar em nada seu produto, essa publicação traz um novo gás ao mercado. “Essa resolução chega como um marco para o Brasil, colocando nosso país no mesmo patamar legislativo dos mais avançados países europeus”, conta.

Fundada em 2009, a empresa Sense Bike está programada para inaugurar seu parque fabril no Pólo Industrial de Manaus no início de 2014 trazendo mais facilidade e um novo impulso ao setor. “Acreditamos que com as leis mais específicas será ainda mais fácil de fazer com que a cultura do ciclismo seja popularizada”, finaliza.

CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO

RESOLUÇÃO No- 465, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2013

Dá nova redação ao Art. 1º da Resolução nº 315, de 08 de maio de 2009, do CONTRAN, que estabelece a equiparação dos veículos ciclo-elétrico, aos ciclomotores e os equipamentos obrigatórios para condução nas vias públicas abertas à circulação e dá outras providências.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12 da lei nº 9.503, de 25 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro – CTB e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;

Considerando a necessidade de apoio às políticas de mobilidade sustentável e a crescente demanda por opções de transporte que priorizem a preservação do meio ambiente;

Considerando os permanentes e sucessivos avanços tecnológicos empregados na construção de veículos, bem como a utilização de novas fontes de energia e novas unidades motoras aplicadas de forma acessória em bicicletas, e em evolução ao conceito inicial de ciclomotor;

Considerando o crescente uso de ciclo motorizado elétrico em condições que comprometem a segurança do trânsito;

Considerando o que consta no processo administrativo nº 80001.003430/2008-78, resolve:

Art. 1º O parágrafo único do artigo 1º da Resolução CONTRAN Nº 315/2009 fica renumerado para § 1º.

Art. 2º Ficam incluídos os parágrafos 2º, 3º e 4º, no art. 1º da Resolução CONTRAN Nº 315/2009, com a seguinte redação:

Art 1º…

§ 1º ….

§ 2º Fica excepcionalizado da equiparação prevista no caput deste artigo os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, sendo permitida sua circulação somente em áreas de circulação de pedestres, ciclovias e ciclo faixas, atendidas as seguintes condições:

I – velocidade máxima de 6 km/h em áreas de circulação de pedestres;

II – velocidade máxima de 20 km/h em ciclovias e ciclo faixas;

III – uso de indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna, dianteira, traseira e lateral, incorporados ao equipamento;

IV – dimensões de largura e comprimento iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas, especificadas pela Norma Brasileira NBR 9050/2004.

§ 3º Fica excepcionalizada da equiparação prevista no capítulo deste artigo a bicicleta dotada originalmente de motor elétrico auxiliar, bem como aquela que tiver o dispositivo motriz agregado posteriormente à sua estrutura, sendo permitida a sua circulação em ciclovias e ciclo faixas, atendidas as seguintes condições:

I – com potência nominal máxima de até 350 Watts;

II – velocidade máxima de 25 km/h;

III – serem dotadas de sistema que garanta o funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar;

IV – não dispor de acelerador ou de qualquer outro dispositivo de variação manual de potência;

V – estarem dotadas de:

a) indicador de velocidade;

b) campainha;

c) sinalização noturna dianteira, traseira e lateral;

d) espelhos retrovisores em ambos os lados;

e) pneus em condições mínimas de segurança.

VI – uso obrigatório de capacete de ciclista.

§ 4º Caberá aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos municípios e do Distrito Federal, no âmbito de suas circunscrições, regulamentar a circulação dos equipamentos de mobilidade individual autopropelidos e da bicicleta elétrica de que tratam os parágrafos 2º e 3º do presente artigo.

Art. 3º Fica revogada a Resolução CONTRAN Nº 375/11, de 18 de março de 2011.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

2014 será um ano de cautela para a indústria de defensivos agrícolas

em Brasil/Negócios por

Depois de mais um ano de grande crescimento, o agronegócio brasileiro tem visto 2014 como um período que pede cautela. É o que o afirma Eduardo Daher, diretor executivo da Andef – Associação Nacional de Defesa Vegetal.

Ele destaca que será um ano movido por grandes desafios e expectativas e aponta que, mesmo com alguns cenários negativos percebidos recentemente na área agrícola, como no caso do algodão, ainda há muita confiança em outras commodities, como a soja, que continuará indo muito bem. “O agro deve, mais uma vez, garantir o saldo balança comercial do país”, acredita.

Daher reforça que as pragas que ameaçam as lavouras brasileiras continuam sendo ponto de preocupação para o setor produtivo. “Saímos de 2013 e entramos em 2014 acelerados pelas pragas exóticas e quarentenárias e, por isso, a palavra cautela resume o próximo ano”, enfatiza o executivo. Para ele, é fundamental que esse tema seja tratado com a seriedade necessária e que sejam oferecidas soluções aos produtores rurais para que garantam sua produtividade na próxima safra. “As ameaças fitossanitárias continuam rondando nossa produção e somente com agilidade do governo, com Ciência e com Educação, é que poderemos combate-las”.

Sobre o que poderia ser um dos grandes desafios para o próximo ano, Daher aponta a formatação e a coalisão de um marco regulatório mais eficiente e mais ágil. “A burocracia dos órgãos regulatórios no Brasil para aprovar novas tecnologias tem sido muito mais lenta do que as pragas que se multiplicam nas lavouras”, destaca.

Mesmo com as grandes dificuldades que cercam o desenvolvimento da produção rural brasileira, o executivo reforça o excelente resultado que o setor vem apresentando ano a ano. Ele lembra que, apesar da retração de 3,5% no PIB do terceiro trimestre deste ano, o agronegócio deve fechar 2013 com alta de 6,5%, demonstrando que o setor continua sendo o grande carro-chefe da economia do Brasil. “Mas, sem estímulo à pesquisa e à inovação, a falta de novas tecnologias que protejam as nossas lavouras – e evitem as perdas na produção – pode continuar sendo um entrave ao desenvolvimento da atividade mais importante para o país”, aponta Daher. Ele enfatiza que há alguns anos o agronegócio tem garantido o crescimento da economia e completa: “Está evidente que cuidar e investir na produção rural brasileira é defender a soberania nacional”.

Fim de ano: o que você precisa saber antes de colocar as rodas na estrada

em Brasil/Educação e Comportamento por

Chegou o fim do ano e também as tradicionais festas. Hora de arrumar as malas e seguir em direção ao encontro com a família, onde quer que ela esteja. Mas antes de carregar o porta-malas do carro com as malas, leia algumas dicas do diretor da área de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri, e evite chegar atrasado à comemoração:

FAÇA A REVISÃO

Checar as condições de itens como pneus, rodas, triângulo, macaco,chave de roda, suspensão, nível do óleo e fluidos, sistema elétrico e sistema de limpeza dos vidros é fundamental. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.

CHEQUE A PREVISÃO DO TEMPO

De acordo com a Administração de Segurança do Tráfego Rodoviário dos EUA, quase 20% dos acidentes de carro fatais ocorrem em condições meteorológicas desfavoráveis. Não importa qual o clima, é mais seguro estar preparado. Mudanças repentinas aumentam o risco de acidentes. Se informe sobre o tempo antes de sair de casa.

MANTENHA OS VIDROS LIMPOS

Não é preciso ser paranoico com limpeza e manter o carro absolutamente impecável, mas é preciso se certificar que o para-brisas está sempre limpo. Afinal, um para-brisa sujo, além de nojento, é inseguro. Limpe os seus toda vez que parar no posto de gasolina para evitar insetos e o acumulo de poeira de estrada. De vez em quando, faça uma limpeza mais completa, usando produtos especialmente elaborados para para-brisas, que não só limpam, mas também desengorduram o vidro.

CUIDADO COM O PÔR, OU NASCER, DO SOL

Dirigir durante a mudança do dia para a noite, ou vice-versa, é um grande desafio. Muitos acidentes acontecem quando o sol nasce ou se põe, culpa, ao menos em parte, da má visibilidade. Até o sol nascente/poente atrás de você pode afetar os motoristas que vêm em sua direção. Para evitar acidentes, mantenha o para-brisa limpo por dentro e por fora, use óculos escuros e os para-sóis baixos.

OLHOS NA ESTRADA, MÃOS NO VOLANTE

Esta postura não só ajuda a detectar eventuais obstáculos e perigos rapidamente, como também estabiliza a direção. Manter os olhos focados em um ponto distante na estrada com olhares regulares nas laterais e espelhos retrovisores proporciona melhor visão geral da situação do tráfego e coloca o motorista numa posição de prevenção, podendo reagir mais cedo a ameaças de segurança.

Energia solar fotovoltaica: investimento vantajoso

em Brasil/Negócios por

Os sistemas fotovoltaicos são capazes de gerar energia elétrica através das chamadas células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas são feitas de materiais capazes de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado “efeito fotovoltaico”. Hoje, o material mais difundido para este uso é o silício.

Apesar do Governo Federal ainda manter sob análise a decisão de investir em energia solar fotovoltaica como fonte alternativa ou complementar para abastecer as grandes cidades, alguns projetos arquitetônicos com fonte solar própria têm aumentado com o passar dos anos. Empresas do setor, que prestam consultoria desde a idealização do projeto até a instalação e intermediação entre cliente e concessionária, são responsáveis por viabilizar projetos que refletem o comportamento de muitos cidadãos que já vêem a energia solar como um investimento vantajoso, capaz de reduzir o custo com energia elétrica e contribuir com o meio ambiente.

A Neosolar Energia, por exemplo, sediada em São Paulo há três anos e criada por dois jovens engenheiros – que viram neste mercado mais do que uma oportunidade de negócio, mas também o momento de auxiliar o país na capacitação de mão de obra para uma fonte energética que tende a ser uma realidade em alguns anos – formou mais de 50 instaladores fotovoltaicos e realizou inúmeras palestras em universidades, instituições de ensino e entidades setoriais, atingindo mais de 400 pessoas interessadas no tema. O número de projetos também cresceu: a empresa chega ao final do 2° semestre com 400kWp em painéis comercializados. Isto representa um crescimento de 100% com relação ao mesmo período de 2012.

Em agosto deste ano, a Neosolar inaugurou no município de Ribeirão Preto (SP) o primeiro sistema Grid-Tie, regularizado dentro do sistema de compensação de energia instituído pela ANEEL do Estado, e o maior sistema residencial do Brasil.

 “O mercado tem se movimentado cada vez mais e o interesse pela energia solar cresce de forma exponencial, fazendo com que as perspectivas para 2014 sejam extremamente positivas”, afirma Raphael Pintão, diretor da Neosolar Energia. Para o ano que vem, ele projeta um crescimento três vezes maior em comercialização de painéis solares, além de aumentar o número de profissionais capacitados, ampliar as parcerias com renomados fornecedores internacionais e com empresas brasileiras através do Programa Neosolar Pró. Este programa, que atingiu mais de 80 empresas em 2013 e já possui 500 novos interessados, promove parceria entre prestadores de serviços do setor, a fim de levar as soluções da Neosolar para as mais variadas regiões, com ou sem energia elétrica.

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