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Brasil - page 230

Publicidade tem que ter paixão

em Brasil/Negócios/Opinião por

Por Agnelo Pacheco* 

Virou moda na nossa publicidade, cada vez menos brasileira. Um diretor de marketing de uma empresa multinacional chama uma agência brasileira, brasileira mesmo, para conversar. Você acha que ele vai passar a conta para você ou dar uma oportunidade? Nada disto. Ele quer desabafar. “Eu não aguento mais esta agência que me atende”. Aí eu pergunto: ”Então por que não troca?”.

Falam que são mal atendidos, que as coisas chegam prontas de fora, que o pessoal não conhece bem o mercado, que estão perdendo espaço, entre outras dezenas de queixas. Quando você acha que vai ter uma oportunidade, tira do bolso o famoso ‘alinhamento’. E explicam que, por razões da matriz, são obrigados a serem atendidos pelas mesmas agências que trabalham para as empresas no exterior. E mesmo que lhe passem um briefing e, no entusiasmo, crie e apresente uma excelente campanha, esqueça. Podem até encaminhar para a matriz, mas a resposta vai ser a de sempre: “Sou obrigado a ficar com a agência ‘X’ por alinhamento internacional”.

O que me incomoda neste ‘alinhamento’ não é a decisão da matriz da multinacional, que está distante do dia a dia do Brasil e dos brasileiros. O que me aborrece é a forma como veem a propaganda. Como se ela fosse uma coisa única, massificada, sem mudanças, que sensibilizasse todo mundo.

O comercial búlgaro que faz o maior sucesso na Bulgária pode passar despercebido no Brasil. A racionalidade dos comerciais alemães, por exemplo, não sensibilizam os brasileiros. E muitas vezes tendo filiais aqui, com bons criativos, os clientes multinacionais, em uma boa parte, preferem colocar suas campanhas feitas lá fora.

Algumas empresas multinacionais estão percebendo isto e começam a dar atenção ao talento local para criar e desenvolver campanhas locais. E, como o século XXI é conhecido como o século da competição de verdade entre marcas e produtos, bem diferente daquela concorrência amistosa do século passado, vamos perceber mais a presença de agências brasileiras em empresas multinacionais.

Boa parte da falta de criatividade que venho sentindo na nossa publicidade vem muita desta pasteurização de mensagens que não nos sensibilizam, que passam como coisa velha, sempre igual.

*Artigo exclusivo para o jornal The São Paulo Times

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Agnelo Pacheco é publicitário, começou a carreira no início da década de 1970, montou a própria agência em 1985 e conquistou, entre outros, os prêmios Clio Awards de New York , Leão de Ouro do Festival de Cannes e foi eleito o Publicitário do Ano pelo Prêmio Colunistas. Ao longo de sua carreira,  construiu inúmeros conceitos para seus clientes que fizeram e fazem história na propaganda brasileira, dentre eles: “Banespa. O Banco de um novo tempo”; “Tomou Doril. A dor sumiu”; “É Mash que eu gosto”; “Banco para quem gosta de banco” e “Caixa para quem gosta de Caixa”, entre outros. Também desenvolve diversos trabalhos voltados ao terceiro setor, como: “Vacinação infantil – Zé

Pesquisa revela quais estagiários ganham mais no Brasil

em Brasil/Geral por

Levantamento apresenta valor médio de bolsa-auxílio paga aos estudantes brasileiros.

Foram registradas diferenças entre carreiras, faixa etária e sexo dos estudantes.

Por que homens recebem mais, se comparados às mulheres? Qual curso remunera melhor, Agronomia, Engenharia ou Marketing? Existe diferença entre valores pagos por idade? O Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios detalhou essas e outras estatísticas na “Pesquisa Nacional de Bolsa-Auxílio 2013”. Os números apresentam a média paga por empresas no país.

O estudo, realizado entre os dias 14 de outubro e 25 de novembro, envolveu 23 mil estagiários de diferentes níveis. Todos os participantes possuem contratos de acordo com as regras da nova Lei de Estágio, nº 11.788/08. Os resultados revelaram um aumento de 11,2% em relação a 2012. A média nacional, agora, é de R$ 859,45.

Em análise separada por sexo, a seguinte diferença foi percebida: os rapazes recebem R$ 915,21, uma melhora de 11% comparado ao ano anterior. Já para as moças, o valor alcançou R$ 819,63, um crescimento de 11,7%. O presidente do Nube, Seme Arone Junior, explica os motivos dessa diferença entre os gêneros. “A variação não é gerada por preconceitos ou competêncais desiguais, mas sim pelo fato de existirem mais homens no campo das exatas, uma da áreas mais bem remuneradas”.

Na comparação das modalidades, houve uma alternância também positiva entre todas. Estudantes de nível superior recebem agora R$ 964,81 (antes era R$ 879,14). Quem está no superior tecnólogo também se beneficiou: em 2012 a bolsa era de R$ 821,78 e 2013, atingiu R$ 884,00.

O médio técnico passou para R$ 670,69 (era R$ 623,35) e o ensino médio fecha a evolução nos valores, passando de R$ 486,94 para R$ 513,73.

Seme Arone Junior destaca a importância de o jovem ter uma formação qualificada, para conseguir boas oportunidades profissionais. “Apesar da melhora nas remunerações, ainda há poucas vagas em relação ao número de candidatos. Uma dica básica, mas primordial para quem quer ingressar no mercado de trabalho, é o aprendizado contínuo e o investimento em língua portuguesa, um dos pontos mais cobrados em processos seletivos”.

O presidente do Núcleo Brasileiro de Estágios também reforça as vantagens das empresas ao contratarem estagiários. “Se as organizações recrutam pessoas dedicadas, também saem ganhando, pois poderão formar um colaborador, ainda sem vícios corporativos, dentro da cultura da própria instituição”. Nessa linha, conclui: “Investir no desenvolvimento dos estudantes representa uma ajuda direta para o país formar bons profissionais, nas mais distintas áreas”.

Veja a lista dos cursos mais bem pagos no Brasil, separados por nível:

 SUPERIOR – MÉDIA BRASIL: R$ 964,81

1 Agronomia R$ 1.948,94

2 Economia R$ 1.370,26

3 Física R$ 1.360,83

4 Ciências Atuariais R$ 1.281,44

5 Marketing R$ 1.278,25

6 Ciência e Tecnologia R$ 1.218,46

7 Engenharia R$ 1.211,26

8 Estatística R$ 1.182,26

9 Química R$ 1.147,82

10 Relações Internacionais R$ 1.128,74

SUPERIOR TECNOLÓGICO – MÉDIA GERAL: R$ 884,00

1 Construção Civil R$ 1.240,65

2 Secretariado R$ 1.112,78

3 Polímeros – Plásticos R$ 1.071,86

4 Gestão de Comércio Exterior R$ 979,30

5 Banco de Dados R$ 955,81

6 Análise e Desenvolvimento de Sistemas R$ 947,90

7 Jogos Digitais R$ 937,83

8 Gestão da Qualidade R$ 933,28

9 Processos Gerenciais R$ 922,19

10 Redes de Computadores R$ 911,90

MÉDIO TÉCNICO – MÉDIA GERAL: R$ 670,69

1 Eletrotécnica R$ 817,50

2 Segurança do Trabalho R$ 815,44

3 Automação Industrial R$ 812,37

4 Construção Civil R$ 804,98

5 Edificações R$ 779,75

6 Química R$ 768,77

7 Mecatrônica R$ 750,01

8 Mecânica R$ 748,21

9 Eletromecânica R$ 718,00

10 Eletroeletrônica R$ 702,00

ENSINO MÉDIO: R$ 513,73

Analisando pela faixa etária, foi percebida uma leve diferença de remuneração. Aqueles entre 19 e 23 anos, ganham em média R$ 961,35, enquanto quem possui de 24 a 29 anos, recebe R$ 985,52. Porém, um alerta é necessário, quanto à preocupação excessiva dos jovens diante das bolsas: a vocação do estágio é o desenvolvimento profissional. É preciso pensar nas condições de aprendizado, no desafio, no plano de atividades e até mesmo de carreira, oferecidos pelas organizações. Focar apenas na bolsa pode ser um tiro no pé.

Armazenar dados no Brasil não significa maior segurança

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

O Marco Civil da Internet, projeto ainda em discussão na Câmara dos Deputados que pretende regular a rede mundial de computadores aqui no Brasil, estabelece as regras do jogo para todos – sejam pessoas físicas, jurídicas ou instituições governamentais.  A proposta é que a partir de sua aprovação e posterior sanção presidencial, o País passe a contar com um conjunto de leis para regular o uso da Internet por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres de quem usa a rede, além da determinação de diretrizes para a atuação do Estado.

Já são quase quatro anos de discussão em torno de sua votação, mas o debate em torno deste projeto se intensificou bastante depois da revelação de casos de espionagem por parte da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos aqui no Brasil e em outras nações.

Na esteira das denúncias do monitoramento feito pelos norte-americanos, surgiu uma proposta que tem gerado bastante controvérsia. Defendida pelo Governo para que seja incluída no texto do Marco Civil, ela prega a obrigatoriedade do armazenamento de dados no Brasil por empresas de TI e Internet. Mas seria esta medida realmente eficaz, ao ponto de proporcionar maior segurança e combater a espionagem?

A obrigação de hospedagem de dados é uma medida inócua para confrontar este tipo de ação, uma vez que a localização dos data centers não impedirá que as empresas aqui instaladas continuem colaborando com a NSA.  Além disso, circula a tese jurídica de que o fator que define a jurisdição é a nacionalidade da companhia que controla os dados, e não o local em que eles estão armazenados.

Pelo ponto de vista da segurança do cidadão, o balanceamento entre custo e viabilidade é outro fator que complica esta regra. O impacto financeiro às empresas seria enorme, já que as despesas para a implantação de um data center custariam no mínimo o dobro do que, por exemplo, nos Estados Unidos ao avaliar o custo de importação de tecnologia.

Se considerados os gastos com terreno, construção civil e mais a cadeia de distribuição, o custo seria triplicado, podendo atingir proporções ainda maiores. Há ainda que se ponderar a mão de obra – enquanto no Brasil ela incide 60% sobre o orçamento, nos Estados Unidos fica em torno de 10%. E todo o investimento deve ser minuciosamente estudado e muito bem feito, pois o perfeito funcionamento exige robusta infraestrutura de telecomunicações, englobando a tecnologia empregada e o material humano.

Levando-se em conta todos estes aspectos, a única vantagem de se estabelecer o armazenamento de dados de empresas no Brasil residiria na redução da latência, ou seja, no tempo de resposta para o acesso às informações por parte dos usuários. Mas ainda assim, é importante ressaltar, a infraestrutura disponível teria de ser igual, ou melhor, àquela presente nos países de origem de empresas estrangeiras, especialmente as norte-americanas.

Em todo este debate, deve-se imperar o bom senso e pensar a possibilidade de migrar esta exigência para dados específicos. Na Coreia do Sul, por exemplo, os dados bancários de coreanos não podem ser armazenados fora do país; na Austrália, há projetos para evitar que o armazenamento de informações e dados de saúde de seus cidadãos saia de suas fronteiras.

O Marco Civil da Internet é o primeiro passo na direção de uma rede mais segura no Brasil e, portanto, é fundamental que seja rapidamente aprovado e sancionado para que sejam feitos todos os reparos necessários no futuro.

O que não se pode admitir é que seja usado como mera resposta às acusações de espionagem, por meio da criação de subterfúgios inócuos. Já existem inúmeras formas e tecnologias eficazes para proteger empresas – públicas ou privadas – de monitoramentos e fiscalizações inapropriados. Nenhuma delas é por decreto.

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Rogério Reis é Vice-Presidente de Operações da Arcon Serviços Gerenciados de Segurança.

“Rolezinho”, uma nova estética social

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/Geral por

Por Fernando Rizzolo

Desde os primórdios da civilização um dos grandes desafios foi e tem sido entender as mudanças, sejam elas quais forem, tanto as interiores, do nosso ser, quanto as exteriores, com as quais convivemos.
Conviver com uma nova situação que o destino nos impõe e nos adaptarmos exige um esforço racional que progride lentamente no interior da nossa alma, se assim podemos dizer.

É certo que uma vez constituído o hábito, essa convivência torna-se mais fácil – ou mais difícil, dependendo do teor da mudança. É notório que em todos os lugares podemos observar mudanças, transformações e movimentos dinâmicos. No meu caso, da mesa de café que ocupo neste momento em um shopping, onde desenho este texto, observo a grande maioria das pessoas a tentar se interiorizar através de seus celulares, fazendo da companhia ao seu lado algo secundário; até porque os casais, os amigos, cada um no seu silêncio, observa seu facebook, seu instagram, e os outros meios transformados rapidamente em prioridade pessoal.

Talvez essa falta de sociabilidade acabe explodindo através do uso desses mesmos meios e redes sociais, de modo que, de repente, todos se reúnam, num encontro desordenado, desajeitado. E mais, um encontro que carrega em si um conteúdo social de pouca autoestima, e que revela com cores bem nítidas que a juventude da periferia procura seu espaço no contexto de uma sociedade mais justa. Assim, nesse esteio de pensamento, o fenômeno do tal “rolezinho” é muito mais reivindicativo do que agressivo. É claro que me refiro aos jovens que querem apenas se reunir com os demais – e não vandalizar espaços públicos, o que é condenável.

Pensar sobre os “rolezinhos” leva à compreensão de que mesmo com toda a tecnologia, as redes sociais gigantescas e a inclusão educacional, os jovens da periferia ainda são por demais discriminados neste país. Acredito que num mundo conectado só podemos mudar uma sociedade se antes mudarmos nossos conceitos pessoais, e admitirmos que há, sim, a necessidade de coibir com energia atos de rebeldia e vandalismo, mas, acima de tudo, temos de respeitar esse jovem que vem de outra parte da cidade.

Muitos desses participantes do “rolezinho” são universitários, muitos têm seu jeito típico de falar – a propósito, na periferia, os códigos de linguagem são ponto de honra do qual não se abre mão –, mas são meninos e meninas que querem, como qualquer jovem, conviver em grupo, seja em um shopping ou em qualquer outra praça moderna. Ao contrário de mim, que, sozinho, aqui, escrevo, observo e sou bem atendido, essa moçada talvez se sinta melhor, mais protegida, mais forte quando está em grupo. Talvez, entre iguais, seja mais fácil suportar o olhar enviesado do lojista, do segurança.

Mudar é difícil, mas se habituar a novidades faz bem e começa dentro do nosso coração. Talvez seja a hora de dar um “rolezinho” em nossa percepção e consciência, acostumada, talvez, a pessoas que, como eu, ainda têm o hábito de se vestir socialmente para ir ao shopping ou sair à rua. Faço parte de um tempo em que a aparência e o esmero eram quase sinônimos de boa educação. Não concebo sair de casa sem uma camisa bem passada, os cabelos bem penteados.

Mas é claro, tudo mudou; o mundo, as pessoas, as roupas, os códigos de conduta. Essa moçada dos “rolezinhos” talvez não se sente a uma mesa no shopping para escrever e tomar um café. Mas, certamente, esses jovens estão por aí, por aqui. E devem estar, porque, caso alguém não tenha percebido, é melhor dar um “rolezinho” reflexivo e perceber que o Brasil é deles também. Viva a nova estética social…

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Fernando Rizzolo é advogado, jornalista, mestre em direito constitucional, membro efetivo da comissão de direitos humanos da constitucional, membro efetivo da comissão de direitos humanos da OAB/SP. Ex Articulista Colaborador da Agência Estado.

Agora crianças e adolescentes do Brasil podem aprender programação

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

SUPERGEEKS é a primeira escola de Programação e Robótica do Brasil e está com pré-matrículas abertas para formar turmas em todo o país.

Até mesmo o presidente dos EUA, Barack Obama, veio a público recentemente falar para os jovens sobre a importância de aprender a programar no século XXI. Nos Estados Unidos, ONGs, políticos, empresários e educadores estão se mobilizando para conscientizar a população que se deve aprender Programação desde a infância.

Em um mundo, onde tudo é controlado por tecnologia, saber programar torna-se um grande diferencial para qualquer pessoa, especialmente para os jovens que ainda não chegaram na fase do primeiro emprego. O presidente Barack Obama foi categórico: se quisermos continuar no topo, os jovens precisam dominar a tecnologia. No Brasil, não será diferente. Se almejamos que nosso país seja de Primeiro Mundo, a educação tecnológica será muito importante para que isso aconteça.

No entanto, no Brasil, apenas pouquíssimos colégios particulares estão se mobilizando para ensinar Programação e Robótica para seus estudantes. Devido a essa carência educacional brasileira, surgiu a SUPERGEEKS, que começou no Vale do Silício (Estados Unidos), e agora tem como objetivo tornar acessível o ensino da Programação e Robótica no Brasil.

Nos cursos ministrados pela escola, crianças e adolescentes não aprendem somente Programação e Robótica; mas também aprendem e treinam Inglês – uma vez que as aulas são bilíngues – além de Empreendedorismo, para que, no futuro, esses jovens possam criar seus próprios negócios digitais.

A metodologia da escola ensina os jovens a criar jogos de videogame, fazendo com que as aulas sejam extremamente divertidas. Queremos que os jovens venham para aulas, porque estão gostando do que aprendem e não por obrigação ou pressão dos pais, como acontece com outros cursos extracurriculares, menciona Vanessa Ban (coordenadora pedagógica).

A SUPERGEEKS abriu pré-matrículas para pessoas de todo o país, de modo a verificar as regiões nas quais os cursos são mais solicitados, para posterior definição dos pontos físicos das filiais. Qualquer cidade do Brasil que houver grande interesse pelas aulas da SUPERGEEKS, abriremos uma escola lá, informa Marco Giroto (fundador). Além disso, ainda neste primeiro semestre, na cidade de São Paulo, haverá a inauguração da matriz.

Os pais interessados em matricular seus filhos ou, até mesmo, os jovens que tiverem interesse, poderão se cadastrar no site www.supergeeks.com.br.

Fora as unidades próprias da SUPERGEEKS, a empresa também oferece seus cursos para serem ministrados dentro dos colégios. Aqueles que fizerem o cadastro da pré-matrícula, não precisarão pagar pelo material da primeira fase do curso.

Empresa oferece cursos voltados ao promissor mercado brasileiro de energia solar

em Brasil/Negócios por

A produção de energia através de placas solares fotovoltaicas vem se consolidando no Brasil como uma alternativa limpa de gerar eletricidade. Já é possível observar um mercado aquecido, com oportunidades para empresas instaladoras e profissionais de vários níveis. Mas, apesar de promissora, a área ainda sofre com a falta de profissionais qualificados.

Foi pensando em suprir a necessidade de qualificação de mão de obra para a realização desses projetos que a Neosolar Energia, empresa paulista especializada em soluções para energia solar fotovoltaica, criou um curso para capacitar instaladores de sistema fotovoltaico Off-Grid. Em 2013, a empresa formou mais de 50 instaladores fotovoltaicos.

Os sistemas fotovoltaicos Off-Grid são muito usados em lugares remotos, com difícil acesso à rede elétrica, como fazendas e sítios. São ideais para esses lugares, porque os sistemas autônomos para geração de energia não se conectam à rede elétrica. O sistema abastece diretamente os aparelhos que utilizarão a energia. E em relação aos períodos sem sol, não há problema, pois a energia produzida é armazenada em baterias que garantem o abastecimento.

O curso tem carga horária total de 40h e é voltado para instaladores, eletricistas técnicos, engenheiros, arquitetos, empreendedores e público em geral.

Próximas turmas: 17 a 21 fevereiro e 17 a 21 de março.

 Segunda a Sexta-feira, das 08h30 às 18h30.

Especialista comenta sobre a crise nas corretoras de valores

em Brasil/Negócios por

Com o baixo volume de negociações com ações na BM&F Bovespa, o número de investidores individuais cresce lentamente. Diante disso, as corretoras de valores, ou seja, as empresas que intermediam a compra e venda de papéis na bolsa, precisam usar meios de grande eficácia para se reerguerem no mercado e sanarem os prejuízos dos últimos anos. O motivo é que a principal fonte de receita das instituições, a cobrança de taxas dos clientes para intermediar as operações na Bolsa de Valores, subiu vagarosamente e a expansão foi de menos 8% desde 2008, de acordo com um levantamento da consultoria Austin Ratings.

Fernando Zanotti Schneider, especialista em mercado de capitais e fusões e Aquisições (M&A) no escritório Abe Advogados fomenta que “o mercado de corretoras de valores sofre um processo de “commoditização” de parte de seus serviços com um aumento na demanda por tecnologia por parte das autoridades regulatórias e da própria Bolsa. Esse é um cenário que favorece a consolidação do mercado através de fusões e aquisições. A busca pela eficiência e por serviços diferenciados é fundamental na competição entre estes players.”

Nas corretoras independentes, a situação também apresenta complicações devido a falta de espaço para atuação no mercado. Atualmente, mais de 80% do lucro e 55% da receita com prestação de serviço de todo o setor está concentrada apenas nas dez maiores corretoras do Brasil. É importante ressaltar que algumas instituições têm altos custos para participação em pregões, às vezes chegam a ultrapassar o lucro anual.

Aplicativos para motoboys conquistam São Paulo

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Saem os táxis, entram os motoboys. Após crescimento acelerado, aplicativos para motoboys conquistam o mercado corporativo.

Os aplicativos para chamada de táxi se popularizaram em pouco tempo, e já estão rendendo bons frutos para os profissionais envolvidos. Seguindo esse caminho, surgiram no mercado nos últimos meses alguns aplicativos que prometem localizar motoboys e calcular corridas automaticamente. Seu maior representante, a MOBLYBOY, recebeu investimentos de R$ 10 milhões para expandir seus serviços para todo o Brasil.

Disponível gratuitamente para Android e iPhone, a MOBLYBOY se estabeleceu como o aplicativo mais popular do segmento, recebendo destaque da Apple em sua App Store e conquistando milhares de motoboys para sua base em São Paulo.

“A ideia original da MOBLYBOY é agregar comodidade, benefícios e possibilidade de crescimento para os motoboys. Nossas estratégias estão sempre focadas em promover o trabalho dos profissionais que se juntam a nós, por isso, parte do nosso trabalho é desenvolver palestras, cursos e dar suporte integral para essa categoria”, comenta Vinicius Apoena, um dos fundadores da empresa. Junto com seu sócio, Márcio Meira, Vinicius criou um ambiente um pouco mais complexo que a maioria dos aplicativos que vemos diariamente: além de cadastrar os motoboys interessados, uma central de atendimento entra em contato com esses profissionais, convidando-os para palestras, cursos e reuniões e aproximando os motoqueiros da cultura e filosofia da empresa.

Em plena expansão de suas operações, a MOBLYBOY irá anunciar nas próximas semanas seu modelo comercial que segundo Meira, é inédito no mercado de aplicativos para smartphones.

Entra em vigor a nova lei anticorrupção

em Brasil/Política por

Norma que responsabiliza empresas por atos contra a administração passa a valer a partir de 29 de janeiro.

 A nova Lei Anticorrupção brasileira entra em vigor no dia 29 de janeiro. Com isso, as empresas passarão a responder em casos de atos ilícitos praticados contra a administração pública. A regra prevê, entre outras penas, multas de até 20% do faturamento bruto para as empresas que infrinjam seus dispositivos. Para o advogado Giovanni Falcetta, do Aidar SBZ Advogados, a lei é um grande avanço.

A lei estabelece também o perdimento dos bens, direitos ou valores provenientes da infração, a proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos públicos e instituições financeiras controladas pelo governo, a suspensão ou interdição parcial das atividades e até mesmo a dissolução compulsória das pessoas jurídicas que praticarem algum dos atos ilícitos contra a administração pública nacional ou estrangeira. “As penas são pesadas e rigorosas, o que mostra que vai mudar a forma de fazer negócios no País”, afirma Falcetta.

A nova norma incentiva ainda a criação de mecanismos que fortaleçam as boas práticas dentro das organizações, como é o caso da implementação de programas efetivos de compliance, capazes de prevenir, detectar, remediar e punir condutas ilícitas, o que pode até reduzir as penalidades.

Brasileiros compram mais pela internet

em Brasil/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Pesquisa aponta que em 2013 o brasileiro utilizou a internet para comprar mais. Pessoas entre 25 e 34 anos são as mais consumistas.

Uma pesquisa da IPSOS MEDIACT revela que 40% das pessoas compraram um eletrônico ou eletrodoméstico pela internet ao longo do ano de 2013. Em seguida, aparecem os livros com 24%, as roupas e calçados com 20% e as passagens aéreas com 17%.

Equipamentos para informática (suprimentos) aparecem na quinta posição e são comprados por 14% dos entrevistados, enquanto que 10% costuma comprar ingressos e entradas para eventos ou cinemas.

O último item da pesquisa e que não teve pontuação foi a compra de AUTOMÓVEIS pela internet – coisa que o brasileiro ainda não está acostumado a fazer.

“Cada vez mais as pessoas estão usando a internet para facilitar sua vida. Desde um pagamento, uma reunião com o chefe que está fora ou até mesmo compras que precisam ser feitas de forma rápida e segura podem ser realizadas com a ferramenta. Hoje é muito difícil pensar em viver sem esta tecnologia que colabora até com a qualidade de vida”, afirma DIEGO OLIVEIRA, diretor de contas da IPSOS .

Pessoas entre 25 a 34 anos são as que mais utilizam a internet para efetuarem as suas compras (34%). Já os adolescentes entre 13 e 17 anos e as pessoas acima de 55 anos são os que menos utilizam a ferramenta, sucessivamente com 6% e 7%.

A pesquisa aponta que a maioria das pessoas gasta entre R$ 101,00 a R$ 300,00 em suas compras pela internet. São Paulo lidera o ranking das cidades que mais consome; seguido do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e interior de São Paulo.

O levantamento foi realizado com 8.536 pessoas em 13 mercados de atuação da Ipsos.

OS 20 ITENS MAIS COMPRADOS NA INTERNET:

 1. Eletrônicos /eletrodoméstico 40%

 2. Livros 24%

 3. Roupas / calçados 20%

 4. Passagens aéreas / pacote 17%

 5. Equip./suprimen informática 14%

 6. Tênis 12%

 7. Entrada para eventos/cinema 10%

 8. Artigos esportivos 10%

 9. Cosméticos 9%

  10. Brinquedos 7%

 11. DVDs filmes/músicas 7%

 12. Jogos de computador 6%

 13. Cd´s de música 5%

  14. Programas/software comput. 4%

  15. Artigos p/ escritório 3%

 16. Flores / arranjos 2%

 17. Assinaturas de jornais/rev. 2%

 18. Itens /compra supermercado 2%

  19. Bombons/bolos/doces 1%

 20. Automóvel 1%

Empresas privadas podem gerenciar nossos presídios

em Brasil/Mundo por

A população carcerária do Brasil cresceu tanto nos últimos anos que se tornou a quarta maior do mundo. E esse rápido crescimento preocupa o governo porque as prisões estão ficando sem espaço. Atualmente, os presídios brasileiros somam 548 mil presos, mas os presídios de todo o país só tem capacidade para suportar 340 mil prisioneiros.

A solução discutida até o momento é deixar as prisões nas mãos das empresas privadas.

Três governos estaduais já contrataram empresas privadas para gerenciar suas prisões e o Estado de São Paulo é o próximo da lista. O governador Geraldo Alckmin anunciou a construção de três novos presídios, cada um com capacidade para 10.500 detentos.

O modelo do governo federal é a gestão público-privada, ou seja, a gestão privada será temporária – no caso do estado de São Paulo, a expectativa é que os contratos durem de 27 a 33 anos.

Mesmo sendo temporário, a ideia de contratar uma empresa privada para gerenciar os presídios tem sido muito contestado pelo Conselho de Política Criminas e pelos Políticos de todo o Brasil, pois eles acreditam que as prisões devem ser competência exclusiva do governo.

O modelo misto já foi testado anteriormente no Ceará e Paraná, e os resultados foram medíocres. Ambos presídios voltaram a ser estatais, no entanto, Santa Catarina, Espírito Santo e Minas Gerais ainda estão tentando usar o modelo de gestão privada.

O outro problema que assombra a privatização das prisões é que o plano nem sempre é viável financeiramente, pois um preso custa ao Estado aproximadamente R$ 1.300 por mês. No caso da privatização, as empresas privadas receberiam R$ 2.700 por preso, totalizando em apenas uma cadeia R$ 28,3 milhões.

Além dos números exorbitantes, existe também o componente humano. O governo teme que os presos serão tratados como produtos porque as empresas teriam o controle total das prisões. Mesmo fazendo inspeções periódicas, fica difícil detectar as irregularidade no tratamento dos detentos. Um exemplo real aconteceu em uma prisão do Espírito Santo, onde os presos alegaram serem abusados por um regime extremamente rigoroso.

“Aparentemente as prisões são limpas e higienizadas, até lembram um hospital, mas os presos são mantidos lá dentro durante 23 horas por dia com apenas um minuto e meio para tomar banho. É desumano” disse o advogado Marcos Fuchs (diretor-executivo da ONG Conectas Direitos Humanos) ao jornal espanhol El País.

Para o deputado cearense Domingos Dutra, as empresas privadas se tornaram muito exigentes. “Eles só querem lidar com os detentos bem comportados e com os infratores menores de idade. Ninguém quer lidar com assassinos ou líderes de facções criminosas. E o pior, as empresas privadas são se preocupam com a reabilitação social dos reclusos. Realmente eles são tratados como produtos”.

Entres os defensores do modelo privado está o secretário de presídios em São Paulo Lourival Gomes, que argumenta: “as empresas privadas têm mas recursos para contratar os empregadores, como médicos especializados, o que é muito mais difícil para as entidades públicas”.

(c) 2013, IBT Media.

Estudo revela que 51,7% dos homens e 54,9% das mulheres do Brasil se consideram vaidosos e aponta as suas principais preocupações em relação aos cuidados com a beleza

em Brasil/Educação e Comportamento por

Estudos inéditos, realizados pelo Minha Vida com 1.687 homens e 2.861 mulheres do Brasil, revelam que tanto eles quanto elas são sim vaidosos. Entre o público masculino, 6,6% se consideram muito vaidosos, 51,7% acreditam que estão dentro dos “índices normais de vaidade” e 37,2% acham que são pouco vaidosos. Apenas 4,4% alegam passarem longe da vaidade. Já entre as particip antes do sexo feminino, esses índices ficam, respectivamente, em 11%, 54,9%, 30,9% e 3,2%. Vale ressaltar que 75,8% dos homens e 80,3% das mulheres, que participaram dos estudos realizados pelo Minha Vida, têm entre 25 e 59 anos.

Na hora de investir em produtos para beleza, eles e elas se aproximam nos gastos: 76,9% dos rapazes dedicam entre R$ 20 e R$ 250 mensais e 75,9% das garotas transitam entre as mesmas margens. Dividindo-se esses valores, encontramos os homens gastando de R$ 20 a R$ 50 (30,3%), entre R$ 50 e R$ 100 (32,8%) e de R$ 100 a R$ 250 (13,8%). Já para elas, os índices para esses mesmos valores mensais correspondem a 26%, 32,2% e 17,7%, respectivamente. Os homens mais vaidosos são os solteiros (8,39%), seguidos pelos divorciados (8,02%) e pelos casados (5,80%). Já as mulheres mais vaidosas são as divorciadas (14,20%), seguidas pelas solteiras (12,69%) e pelas casadas (9,69%).

Basicamente, o estudo mostra que eles se preocupam, em sua maioria, com a limpeza seja do corpo, do rosto ou dos dentes. Já elas, segundo a pesquisa, consideram o visual o ponto mais preocupante. Dentro deste cenário, confira algumas curiosidades no comportamento DELES e DELAS em relação aos cuidados com o rosto, o corpo, os dentes:

PREOCUPAÇÕES DELES

Maiores preocupações com a barba:

Manter o rosto sem barba (rosto “limpo”) – 48,37%

Irritação – 37,76%

Pelos encravados (foliculite) – 24,07%

 

Maiores preocupações com a pele:

Mau cheiro nas axilas – 64,20%

Oleosidade – 52,16%

Mau cheiro nos pés – 47,24%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Mantê-los limpos – 49,08%

Caspa (ou descamação do couro cabeludo) – 46%

Oleosidade – 39,18%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Mau hálito – 73,21%

Amarelamento ou escurecimento – 68,64%

Cáries – 67,28%

 

PREOCUPAÇÕES DELAS

Preocupações em relação à pele do rosto:

Olheiras – 37,33%

Linhas finas (linhas de expressão) – 36,84%

Manchas (melasmas) – 35,27%

 

Maiores preocupações com o corpo:

Gordura localizada na barriga – 78,19%

Celulite – 58,72%

Excesso de peso – 57,88%

 

Maiores preocupações com as unhas:

Unhas quebram com facilidade – 56,90%

Não tenho nenhuma preocupação – 24,12%

Excesso de cutícula – 23,77%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Cabelos brancos – 46,42%

Queda de cabelo – 41,28%

Frizz (fios arrepiados) – 41,56%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Amarelamento ou escurecimento dos dentes – 66,22%

Mau hálito – 60,03%

Cáries – 57,28%

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