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Brasil - page 237

2014: mais um ano para andar de lado

em Brasil/Mundo por

Por Telmo Schoeler.

Como estamos no limiar de um novo ano, empresas e gestores estão todos com os periscópios levantados no esforço de enxergar o que vem pela frente, o que fazer e como se posicionar. No meu entender, salvo para algumas empresas e setores pontualmente beneficiados, 2014 será um ano para andar de lado, o que, diante das nossas potencialidades desperdiçadas e de oportunidades pelo mundo, significará mais um ano perdido.

Para entender porque, precisamos olhar para dentro e para fora do país. Internamente, pelo menos quatro fatores continuarão deixando a desejar: a inflação crônica, a assimetria entre as políticas monetária e fiscal, o aumento do déficit público e a deterioração das contas externas, sem perspectivas de mudança por serem atreladas ao modelo político-econômico vigente. No cenário internacional, estamos diante da recuperação e melhoria dos Estados Unidos, dos principais países europeus e da própria China. E, dentro dessa mesma perspectiva, em decorrência do somatório dessas realidades interna e externa, estamos diante da piora na percepção da economia brasileira. Fatos e percepções estarão contra nós, o que não se reverte apenas com discursos ou promessas, razão pela qual são visíveis no horizonte, a) o rebaixamento do rating de risco brasileiro, b) a apreciação do dólar e c) a diminuição do fluxo de investimento direto e não especulativo.

Importações perderão a conveniência e as exportações tenderão a ser favorecidas, o que parece positivo, embora se imponha uma análise mais profunda. A desindustrialização e falta de investimentos dos últimos anos aumentaram em muito a dependência de insumos importados, o que fará com que a subida do dólar tenha um impacto direto nos custos, por decorrência, nos preços e, portanto, na inflação. Esta, sendo crescente, obrigará o governo a elevar a taxa de juro, com reflexos de aumento nos custos financeiros das empresas e de diminuição na capacidade de consumo da população, pois, mesmo que continue a política de concessão de reajustes do salário mínimo acima da inflação, os preços reais subirão mais do que isso. Em síntese, a balança comercial e de pagamentos tenderá a ser pouco favorecida pelo comportamento do dólar em alta, embora, evidentemente, o agronegócio, as commodities e os minérios deverão ser beneficiados.

Pode ser esperada a continuidade da política de fomento ao consumo via subsídios, benefícios, bolsas ou mesmo desonerações tributárias pontuais para produtos ou setores específicos, mas seu uso retroalimentará negativamente os fatores internos e externos que nos afligem. A obrigatória subida dos juros terá como efeitos: 1) retração do consumo pelo encarecimento do crédito; 2) aceleração do esgotamento da capacidade de endividamento das pessoas físicas; 3) aumento das taxas de inadimplência; 4) maior dificuldade de tomada de crédito, por óbvios critérios de maior seletividade por parte dos bancos.

O clássico efeito tesoura fará com que empresas tenham uma tendência a margens e resultados decrescentes. Por decorrência, a Bolsa de Valores deverá, na melhor das hipóteses, andar de lado. Quem depender de investimentos governamentais não poderá esperar reversão da lentidão ou atraso de obras, pois não haverá recursos suficientes para cumprir cronogramas.

Toda essa realidade aponta para uma performance pouco satisfatória do comércio, em decorrência do endividamento das famílias ter atingido seu limite. Se somarmos essas duas constatações, que já são um fato, veremos que consumidores que compraram além da conta estão recorrendo ao crédito pessoal – com tradicionais taxas altas – para liquidar suas dívidas, o que faz antever um aumento da inadimplência. O esgotamento da capacidade popular de tomada de crédito está também já demonstrado no decrescente uso de recursos do próprio programa “Nossa Casa Melhor”.

Para aquela parcela de brasileiros eternamente otimistas que acham que a Copa da FIFA trará uma injeção de ânimo nos negócios, um alerta: ela poderá favorecer, pontual e limitadamente, hotéis, companhias de aviação e restaurantes, além de impulsionar cervejas e televisores. Mas não será boa para o varejo em geral, pelo fechamento de lojas, feriados, dispersão de atenção, gastos com ingressos e correlatos etc. Como disse um empresário do ramo: “ninguém compra um tênis novo para assistir um jogo”. Sem falar que o término das obras que forem terminadas para a Copa jogará no mercado uma substancial força de trabalho que não necessariamente encontrará novas oportunidades.

Toda essa realidade mostra que o ano entrante terá mais um pibinho com evolução pífia rondando os 2%, como tem sido os últimos, muito longe de uma evolução mínima de 4% a 5% que seria necessária para manter esta nave pelo menos estabilizada, ainda que não pujante.

O cenário será difícil para as empresas endividadas e com estruturas de capital desbalanceadas. Episódios como os do desmoronamento do Grupo X (Eike), mesmo que decorrentes de menor pirotecnia, poderão se repetir. Os erros de governança, planejamento, gestão e falta de realismo econômico, mais do que nunca mostrarão sua cara. Por isso, podemos esperar crescente número de recuperações judiciais e falências, com todos os efeitos daí decorrentes.

Diante disso, e em síntese, cabem as seguintes recomendações às empresas:

–  Seja mais conservador do que nunca e preserve sua liquidez;

–  Postergue investimentos e decisões não essenciais;

–  Fique atento para boas oportunidades de aquisições, pois muitas empresas terão problemas, oportunizando ativos a baixos preços;

–  Evite e reduza o endividamento;

–  Se mesmo assim precisar de crédito, os bancos oficiais tenderão a ser melhores alternativas;

–  Caso recursos de longo prazo forem necessários, debêntures tenderão a ser uma boa alternativa, inclusive porque investidores internacionais serão atraídos por taxas crescentes no Brasil;

–  Não conte com investidores de capital de risco: será difícil achá-los, salvo em condições desinteressantes de deságio influenciadas pelo cenário brasileiro.

Telmo Schoeler é sócio-fundador e Leading Partner da Strategos – Strategy & Management, fundador e coordenador da Orchestra – Soluções Empresariais, a primeira e maior rede de organizações multidisciplinares de assessoria em gestão empresarial. Possui 47 anos de prática profissional, metade exercendo funções executivas de diretoria e presidência de empresas nacionais e estrangeiras.

Bicicletas elétricas são regulamentadas pelo CONTRAN

em Brasil/Negócios por

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou, na última sexta-feira (13/12), no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução nº 465, respectiva à categorização das bicicletas elétricas como simples bicicletas, assunto bastante polêmico e que vem rondado o mercado brasileiro há algum tempo.

A nova resolução, datada de 27 de novembro de 2013, considera a necessidade de apoio às políticas de mobilidade sustentável e a crescente demanda por opções de transporte que priorizem a preservação do meio ambiente. Desta forma, as bicicletas dotadas originalmente de motor elétrico auxiliar com potência máxima de até 350 Watts e velocidade de até 25 km/h tem liberdade de circular em ciclovias e ciclo faixas desde que garantam o funcionamento do motor somente quando o ciclista pedalar.

Segundo Caio Ribeiro, executivo de vendas da Sense Electric Bike, única empresa brasileira a se enquadrar completamente à nova legislação sem precisar alterar em nada seu produto, essa publicação traz um novo gás ao mercado. “Essa resolução chega como um marco para o Brasil, colocando nosso país no mesmo patamar legislativo dos mais avançados países europeus”, conta.

Fundada em 2009, a empresa Sense Bike está programada para inaugurar seu parque fabril no Pólo Industrial de Manaus no início de 2014 trazendo mais facilidade e um novo impulso ao setor. “Acreditamos que com as leis mais específicas será ainda mais fácil de fazer com que a cultura do ciclismo seja popularizada”, finaliza.

CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO

RESOLUÇÃO No- 465, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2013

Dá nova redação ao Art. 1º da Resolução nº 315, de 08 de maio de 2009, do CONTRAN, que estabelece a equiparação dos veículos ciclo-elétrico, aos ciclomotores e os equipamentos obrigatórios para condução nas vias públicas abertas à circulação e dá outras providências.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12 da lei nº 9.503, de 25 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro – CTB e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;

Considerando a necessidade de apoio às políticas de mobilidade sustentável e a crescente demanda por opções de transporte que priorizem a preservação do meio ambiente;

Considerando os permanentes e sucessivos avanços tecnológicos empregados na construção de veículos, bem como a utilização de novas fontes de energia e novas unidades motoras aplicadas de forma acessória em bicicletas, e em evolução ao conceito inicial de ciclomotor;

Considerando o crescente uso de ciclo motorizado elétrico em condições que comprometem a segurança do trânsito;

Considerando o que consta no processo administrativo nº 80001.003430/2008-78, resolve:

Art. 1º O parágrafo único do artigo 1º da Resolução CONTRAN Nº 315/2009 fica renumerado para § 1º.

Art. 2º Ficam incluídos os parágrafos 2º, 3º e 4º, no art. 1º da Resolução CONTRAN Nº 315/2009, com a seguinte redação:

Art 1º…

§ 1º ….

§ 2º Fica excepcionalizado da equiparação prevista no caput deste artigo os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, sendo permitida sua circulação somente em áreas de circulação de pedestres, ciclovias e ciclo faixas, atendidas as seguintes condições:

I – velocidade máxima de 6 km/h em áreas de circulação de pedestres;

II – velocidade máxima de 20 km/h em ciclovias e ciclo faixas;

III – uso de indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna, dianteira, traseira e lateral, incorporados ao equipamento;

IV – dimensões de largura e comprimento iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas, especificadas pela Norma Brasileira NBR 9050/2004.

§ 3º Fica excepcionalizada da equiparação prevista no capítulo deste artigo a bicicleta dotada originalmente de motor elétrico auxiliar, bem como aquela que tiver o dispositivo motriz agregado posteriormente à sua estrutura, sendo permitida a sua circulação em ciclovias e ciclo faixas, atendidas as seguintes condições:

I – com potência nominal máxima de até 350 Watts;

II – velocidade máxima de 25 km/h;

III – serem dotadas de sistema que garanta o funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar;

IV – não dispor de acelerador ou de qualquer outro dispositivo de variação manual de potência;

V – estarem dotadas de:

a) indicador de velocidade;

b) campainha;

c) sinalização noturna dianteira, traseira e lateral;

d) espelhos retrovisores em ambos os lados;

e) pneus em condições mínimas de segurança.

VI – uso obrigatório de capacete de ciclista.

§ 4º Caberá aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos municípios e do Distrito Federal, no âmbito de suas circunscrições, regulamentar a circulação dos equipamentos de mobilidade individual autopropelidos e da bicicleta elétrica de que tratam os parágrafos 2º e 3º do presente artigo.

Art. 3º Fica revogada a Resolução CONTRAN Nº 375/11, de 18 de março de 2011.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

2014 será um ano de cautela para a indústria de defensivos agrícolas

em Brasil/Negócios por

Depois de mais um ano de grande crescimento, o agronegócio brasileiro tem visto 2014 como um período que pede cautela. É o que o afirma Eduardo Daher, diretor executivo da Andef – Associação Nacional de Defesa Vegetal.

Ele destaca que será um ano movido por grandes desafios e expectativas e aponta que, mesmo com alguns cenários negativos percebidos recentemente na área agrícola, como no caso do algodão, ainda há muita confiança em outras commodities, como a soja, que continuará indo muito bem. “O agro deve, mais uma vez, garantir o saldo balança comercial do país”, acredita.

Daher reforça que as pragas que ameaçam as lavouras brasileiras continuam sendo ponto de preocupação para o setor produtivo. “Saímos de 2013 e entramos em 2014 acelerados pelas pragas exóticas e quarentenárias e, por isso, a palavra cautela resume o próximo ano”, enfatiza o executivo. Para ele, é fundamental que esse tema seja tratado com a seriedade necessária e que sejam oferecidas soluções aos produtores rurais para que garantam sua produtividade na próxima safra. “As ameaças fitossanitárias continuam rondando nossa produção e somente com agilidade do governo, com Ciência e com Educação, é que poderemos combate-las”.

Sobre o que poderia ser um dos grandes desafios para o próximo ano, Daher aponta a formatação e a coalisão de um marco regulatório mais eficiente e mais ágil. “A burocracia dos órgãos regulatórios no Brasil para aprovar novas tecnologias tem sido muito mais lenta do que as pragas que se multiplicam nas lavouras”, destaca.

Mesmo com as grandes dificuldades que cercam o desenvolvimento da produção rural brasileira, o executivo reforça o excelente resultado que o setor vem apresentando ano a ano. Ele lembra que, apesar da retração de 3,5% no PIB do terceiro trimestre deste ano, o agronegócio deve fechar 2013 com alta de 6,5%, demonstrando que o setor continua sendo o grande carro-chefe da economia do Brasil. “Mas, sem estímulo à pesquisa e à inovação, a falta de novas tecnologias que protejam as nossas lavouras – e evitem as perdas na produção – pode continuar sendo um entrave ao desenvolvimento da atividade mais importante para o país”, aponta Daher. Ele enfatiza que há alguns anos o agronegócio tem garantido o crescimento da economia e completa: “Está evidente que cuidar e investir na produção rural brasileira é defender a soberania nacional”.

Fim de ano: o que você precisa saber antes de colocar as rodas na estrada

em Brasil/Educação e Comportamento por

Chegou o fim do ano e também as tradicionais festas. Hora de arrumar as malas e seguir em direção ao encontro com a família, onde quer que ela esteja. Mas antes de carregar o porta-malas do carro com as malas, leia algumas dicas do diretor da área de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri, e evite chegar atrasado à comemoração:

FAÇA A REVISÃO

Checar as condições de itens como pneus, rodas, triângulo, macaco,chave de roda, suspensão, nível do óleo e fluidos, sistema elétrico e sistema de limpeza dos vidros é fundamental. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.

CHEQUE A PREVISÃO DO TEMPO

De acordo com a Administração de Segurança do Tráfego Rodoviário dos EUA, quase 20% dos acidentes de carro fatais ocorrem em condições meteorológicas desfavoráveis. Não importa qual o clima, é mais seguro estar preparado. Mudanças repentinas aumentam o risco de acidentes. Se informe sobre o tempo antes de sair de casa.

MANTENHA OS VIDROS LIMPOS

Não é preciso ser paranoico com limpeza e manter o carro absolutamente impecável, mas é preciso se certificar que o para-brisas está sempre limpo. Afinal, um para-brisa sujo, além de nojento, é inseguro. Limpe os seus toda vez que parar no posto de gasolina para evitar insetos e o acumulo de poeira de estrada. De vez em quando, faça uma limpeza mais completa, usando produtos especialmente elaborados para para-brisas, que não só limpam, mas também desengorduram o vidro.

CUIDADO COM O PÔR, OU NASCER, DO SOL

Dirigir durante a mudança do dia para a noite, ou vice-versa, é um grande desafio. Muitos acidentes acontecem quando o sol nasce ou se põe, culpa, ao menos em parte, da má visibilidade. Até o sol nascente/poente atrás de você pode afetar os motoristas que vêm em sua direção. Para evitar acidentes, mantenha o para-brisa limpo por dentro e por fora, use óculos escuros e os para-sóis baixos.

OLHOS NA ESTRADA, MÃOS NO VOLANTE

Esta postura não só ajuda a detectar eventuais obstáculos e perigos rapidamente, como também estabiliza a direção. Manter os olhos focados em um ponto distante na estrada com olhares regulares nas laterais e espelhos retrovisores proporciona melhor visão geral da situação do tráfego e coloca o motorista numa posição de prevenção, podendo reagir mais cedo a ameaças de segurança.

Energia solar fotovoltaica: investimento vantajoso

em Brasil/Negócios por

Os sistemas fotovoltaicos são capazes de gerar energia elétrica através das chamadas células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas são feitas de materiais capazes de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado “efeito fotovoltaico”. Hoje, o material mais difundido para este uso é o silício.

Apesar do Governo Federal ainda manter sob análise a decisão de investir em energia solar fotovoltaica como fonte alternativa ou complementar para abastecer as grandes cidades, alguns projetos arquitetônicos com fonte solar própria têm aumentado com o passar dos anos. Empresas do setor, que prestam consultoria desde a idealização do projeto até a instalação e intermediação entre cliente e concessionária, são responsáveis por viabilizar projetos que refletem o comportamento de muitos cidadãos que já vêem a energia solar como um investimento vantajoso, capaz de reduzir o custo com energia elétrica e contribuir com o meio ambiente.

A Neosolar Energia, por exemplo, sediada em São Paulo há três anos e criada por dois jovens engenheiros – que viram neste mercado mais do que uma oportunidade de negócio, mas também o momento de auxiliar o país na capacitação de mão de obra para uma fonte energética que tende a ser uma realidade em alguns anos – formou mais de 50 instaladores fotovoltaicos e realizou inúmeras palestras em universidades, instituições de ensino e entidades setoriais, atingindo mais de 400 pessoas interessadas no tema. O número de projetos também cresceu: a empresa chega ao final do 2° semestre com 400kWp em painéis comercializados. Isto representa um crescimento de 100% com relação ao mesmo período de 2012.

Em agosto deste ano, a Neosolar inaugurou no município de Ribeirão Preto (SP) o primeiro sistema Grid-Tie, regularizado dentro do sistema de compensação de energia instituído pela ANEEL do Estado, e o maior sistema residencial do Brasil.

 “O mercado tem se movimentado cada vez mais e o interesse pela energia solar cresce de forma exponencial, fazendo com que as perspectivas para 2014 sejam extremamente positivas”, afirma Raphael Pintão, diretor da Neosolar Energia. Para o ano que vem, ele projeta um crescimento três vezes maior em comercialização de painéis solares, além de aumentar o número de profissionais capacitados, ampliar as parcerias com renomados fornecedores internacionais e com empresas brasileiras através do Programa Neosolar Pró. Este programa, que atingiu mais de 80 empresas em 2013 e já possui 500 novos interessados, promove parceria entre prestadores de serviços do setor, a fim de levar as soluções da Neosolar para as mais variadas regiões, com ou sem energia elétrica.

Maior biblioteca digital da América Latina é lançada

em Brasil por

Com um acervo formado por cerca de 64 milhões de arquivos digitais, como teses, dissertações, artigos, livros e vídeos – todos em texto completo, abertos e gratuitos, a nova biblioteca digital oferecerá a produção científica de mais de 1.600 universidades e centros de pesquisa de 63 países.

O projeto se tornou possível através da inserção da pós-graduação da Estácio no Open Archives Initiative, um consórcio internacional formado por renomadas instituições como, por exemplo, as universidades de Harvard, Oxford, Cambridge, Université de Paris, Universidade do Minho, como também pela USP, UNCAMP, UNB, UFMG, Senado Federal e Conselho Nacional de Justiça. Importantes acervos institucionais, como a Open PubMed, Scielo, Redalyc e Bibliotecas Nacionais da França, Portugal e Espanha, também estão integrados. Em um único sistema, simples e intuitivo, a comunidade vai poder buscar e baixar gratuitamente todo o universo do conhecimento gerado e disponibilizado por estas instituições de pesquisa e cultura que operam em parceria.

Toda a infraestrutura tecnológica da Biblioteca Digital foi desenvolvida pela Phorte Inovação, departamento de inovação do Grupo Phorte, parceiro da Estácio nos novos cursos de pós-graduação. A Phorte Inovação acumula sete anos de pesquisas aplicadas a tecnologias de educação superior e é pioneira na América Latina na tecnologia de Open Archives. O Prof. Giovanni Eldasi, coordenador científico deste departamento, aponta que o acervo será especialmente útil como fonte para a elaboração dos trabalhos de conclusão de curso (TCC) da graduação e pós-graduação da Estácio.

A Biblioteca Digital já está disponível no portal da pós-graduação:
http://posestacio.com.br/biblioteca/

A Biblioteca Digital contém:

– 77269605 itens completos, abertos e gratuitos que aumentam a cada minuto.
– Bibliotecas Unificadas de 63 países
– Acervos de 1643 Universidades e Centros de Pesquisas
– Artigos de 48.567 Revistas Científicas
– 4.270 Vídeo Aulas Universitárias


Primeira Biblioteca Digital Mundial

No início do ano a Unesco presenteou a humanidade com a primeira Biblioteca Digital Mundial, através do site www.wdl.org.

Ela reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as joias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o português. A biblioteca permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de se registrarem.

© 2013, The São Paulo Times.

Pesquisa revela a reputação das cidades brasileiras que sediarão a Copa do Mundo de 2014

em Brasil por

Estudo revela também os riscos e oportunidades para o país. Porto Alegre tem a melhor avaliação na percepção dos próprios moradores

Foram 12 as cidades brasileiras escolhidas para sediar um dos maiores eventos esportivos do mundo. Mas o que os brasileiros têm a dizer sobre a reputação destas capitais? Uma pesquisa inédita do Reputation Institute, consultoria mundial em Gestão da Reputação, revela a percepção dos residentes e da população em geral a respeito destas localidades.

A pesquisa “A reputação das cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol 2014 no Brasil” foi realizada entre os meses de fevereiro e março de 2013. Foram somadas mais de quatro mil avaliações sobre as 12 cidades pesquisadas, sendo que cada respondente avaliou, além de sua cidade, mais uma com a qual tivesse um mínimo de familiaridade. A mensuração da reputação das cidades é baseada no modelo City RepTrak, uma metodologia desenvolvida pelo Reputation Institute composta por uma avaliação emocional, que considera o grau de estima, admiração, confiança e empatia das pessoas; e outra racional, resultado das percepções sobre três dimensões: Ambiente Atrativo, Governo Efetivo e Economia Avançada. Cada dimensão se desdobra em atributos como, por exemplo, ser uma bela cidade, oferecer um ambiente seguro para moradores e visitantes e ser dirigida por líderes respeitáveis. O resultado é apresentado na forma de um score que varia de 0 a 100, referindo-se aos seguintes níveis de reputação: pobre, fraca, mediana, forte e excelente.

Segundo a pesquisa, entre as doze localidades, Porto Alegre é a de melhor reputação na percepção de seus moradores com nota 68,19. Curitiba está em segundo lugar, com 67,48. Isso significa que estas capitais – assim como Natal, com 66,33 – despertam um alto grau de estima, admiração, empatia e confiança nas pessoas que nelas vivem. Já São Paulo, Salvador e Brasília ficaram com índices fracos de reputação.

Na avaliação dos não residentes, Curitiba (66,15) e Porto Alegre (65,84) permaneceram entre as mais bem percebidas e são as únicas que alcançaram índices reputacionais superiores ao do Brasil, que é de 67,24. Já entre as cidades mais mal avaliadas, Rio de Janeiro (49,23) e Brasília (43,39) alcançaram índices considerados fracos, merecendo maior atenção, já que essas localidades tendem a se tornar menos interessantes para visitar, viver, investir, trabalhar ou estudar. Em geral, os moradores mostraram uma percepção mais positiva sobre suas cidades do que sobre as demais, com exceção de Cuiabá, Salvador e Fortaleza, cujas percepções externas são superiores.

Outro dado surpreendente é que, em 2013, todas as cidades alcançaram índices menores que em 2012. Em um comparativo, Porto Alegre foi de 73,64 em 2012 para 68,19 em 2013. São Paulo teve uma queda de 13 pontos. A única exceção foi Natal, que aumentou sua reputação em cerca de seis pontos. “Isso mostra que o brasileiro aumentou seu senso crítico e está com um nível maior de exigência em diversos aspectos como segurança, infraestrutura e desenvolvimento econômico”, explica a diretora executiva do Reputation Institute no Brasil, Ana Luisa de Castro Almeida.

A pesquisa revela também que os residentes consideram que a “beleza” e o “estilo de vida” são aspectos muito importantes para a cidade, mas o conjunto de questões como “segurança”, “infraestrutura”, “lideranças respeitáveis”, “avanço tecnológico” e “bom ambiente para realização de negócios” é fundamental para uma percepção positiva sobre ela.

Nas dimensões que compõem o estudo, a cidade de São Paulo teve mérito no índice “Economia avançada”, com pontuação de 65,94. Rio de Janeiro teve a maior alta em “Ambiente Atrativo”, com 74,67.

E quais são os riscos e oportunidades para estas cidades? Do ponto de vista dos visitantes, a pesquisa mostra claramente que atributos como oferecer um ambiente seguro e ser uma bela cidade são amplamente considerados no momento da decisão por visitar uma localidade.

Na percepção dos moradores, o Ambiente Atrativo é a dimensão de maior peso na construção da reputação enquanto que, para outros brasileiros, o Governo Efetivo é o que tem maior relevância.

“O fato é que a reputação é um grande diferencial, especialmente para as cidades. Compreender como esse atrativo é construído torna-se, portanto, um excelente ponto de partida para repensar postura, políticas e ações de modo a construir a cidade desejada”, completa Ana Luisa de Castro Almeida.

Foto: Ivo Gonçalves/PMPA

Universidades na Holanda oferecem bolsas de estudo para brasileiros

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Mundo por

Com várias oportunidades para cursos de nível superior ministrados em inglês, universidades oferecem cerca de 60 opções de bolsas de estudo para brasileiros, onde recebem inscrições até o final de março de 2014.

Para conhecer e ver os requisitos para se candidatar, acesse o banco de cursos do Nuffic Neso Brazil
No site, é possível criar um filtro por palavra-chave e encontrar as ofertas disponíveis de acordo com a sua área de estudo. Além de detalhes do programa, no mesmo link é possível pesquisar os valores, os requisitos necessários para admissão e as possibilidades de bolsas existentes para cada um dos cursos.

Dentre os programas, destaca-se o Orange Tulip Scholarship – OTS Brazil 2014, que oferece bolsas integrais e parciais exclusivas para brasileiros. Este ano, os valores podem chegar até 32.500 Euros.

Bolsas de estudo

Sem fins lucrativos e financiada pelo próprio governo, os valores de um curso superior na Holanda são bem em conta quando comparado com outros grandes destinos. As universidades do país oferecem anuidades a partir de 4.000 euros e, para os brasileiros com cidadania europeia, o investimento não ultrapassa dois mil euros por ano.

Estudantes com excelente desempenho acadêmico podem participar dos processos de bolsas oferecidos pelas próprias universidades holandesas. Esses programas podem oferecer descontos integrais ou parciais sob o valor da anuidade ou entregar ao estudante um valor em dinheiro para ajudar a financiar os estudos e o custo de vida durante a estadia no país.

Requisitos de admissão

Diferentes universidades podem ter requisitos específicos, mas proficiência em inglês é mandatório. TOEFL e o IELTS são os testes mais comumente aceitos. Para o TOEFL, normalmente é exigida uma pontuação mínima de 550 para o teste no papel e 213 para o teste no computador. Para o IELTS é exigida uma pontuação mínima de seis.

Em termos de documentação, as principais exigências das universidades holandesas são: Histórico acadêmico adequado e testes de proficiência em inglês. Para estudantes de bacharelado é exigido diploma de ensino médio, para alunos de mestrado é exigido diploma de graduação e assim por diante.

Vida cultural intensa, baixo custo de vida, população amistosa, pouca burocracia e educação de qualidade e aulas em inglês. Com tantos atrativos, é compreensível que a Holanda, um dos primeiros países a internacionalizar o seu ensino superior, tenha hoje mais de 10% da sua população acadêmica formada por estrangeiros, o que torna o ambiente de estudos extremamente multicultural.

© 2013, The São Paulo Times.

Experiência adrenalizante com blogueiros reforça branding da Fiat para Punto Blackmotion

em Brasil/Negócios por

Um convite incomum: participar de uma gravação dando uma voltinha no Punto Blackmotion, como no comercial de TV. Três celebridades da internet, com perfis completamente diferentes foram selecionadas, dois homens e uma mulher: Thiago Borbs, do blog Judão, Guilherme Valadares, do Papo de Homem e Bruna Vieira, do blog Depois dos 15.

“A Voltinha” teria ainda algumas surpresas a serem reveladas somente no momento da experiência. Não bastasse ser filmada durante a madrugada, no depósito do porto de Santos (SP), cenário assustador, o piloto profissional e dublê de ação, contratado pela agência, montou um percurso cheio de manobras e surpresas radicais onde os features do carro e a coragem dos passageiros foram colocados à prova. Resultado: sem edições, 512 palavrões expressaram, de forma natural, a experiência incrível que viveram.

O filme foi criado pela Sunset, agência com foco em new medias, para divulgar uma série especial da linha 2014 do carro, nas redes sociais. A emoção e a adrenalina que o veículo oferece ficam estampadas no rosto, nos gestos e nos depoimentos que os três convidados deram durante e após a experiência.

“Eu pensei que o máximo de emoção naquele dia seria o Cássio defender o pênalti do Rogério Ceni. Aí cheguei naquele lugar, cheio de contêineres, uma ambulância e até um mini cárcere privado, já que tudo deveria ser surpresa. Eu não poderia ter contato com nada e nem ninguém… Ok, HAVIA ALGUMA COISA ALI, o que ficou claro quando eu tentei interagir com o piloto, que não só não olhou na minha cara como não respondeu ao meu “Opa, beleza?”. Acelera, curva, freia, cavalo de pau, MEU DEUS aquele funil… No fim foi tudo simplesmente DO [email protected]%L#*”, revela Thiago Borbs, do blog Judão.

A gravação foi realizada em ambiente controlado, com piloto profissional e ampla estrutura de segurança.O filme entrou no ar no dia 16 de dezembro.

© 2013, The São Paulo Times.

Diretor da TV Globo narra sua trajetória em livro

em Brasil/Negócios por

De vendedor de ferro-velho a diretor de TV, Vagner Pereira, mais conhecido como Fly, revela no livro “Como Saí do Buraco” seu espírito empreendedor em busca do sucesso.

Para que sua história possa inspirar outras pessoas a conseguir a tão sonhada estabilidade financeira, Fly compartilha sua infância pobre, o bom jeitinho para “inventar” trabalho, sua relação com o dinheiro e como multiplicá-lo. Com texto simples, acessível e bem-humorado, a obra traz histórias curiosas e mostra que, com foco e muita criatividade, é possível sair do buraco.

No livro, o diretor da TV Globo, que também é educador financeiro, conta como ganhou muito dinheiro, perdeu tudo e conseguiu retomar as rédeas de suas contas. Hoje, o autor dá palestras sobre o tema em todo Brasil.

“Como Saí do Buraco: Desafie Também os Seus Limites” está sendo lançado este mês em parceria com Isadora Andrade, roteirista da TV Globo, pelo selo Inspira, do Grupo 5W. O livro tem 115 páginas e o preço sugerido é de R$ 24,90.

© 2013, The São Paulo Times.

 

LEGO reforça posicionamento no mercado brasileiro no Natal

em Brasil/Negócios por

Como o Natal é a última grande data sazonal do mercado no ano, é uma oportunidade para as empresas e o varejo consolidarem, ou superarem, as suas projeções de crescimento. No caso da líder mundial em brinquedos de montar, a LEGO anuncia a perspectiva de aumento de 50% das vendas no País em comparação com igual período do ano passado, conta Robério Esteves, diretor de operações da marca no Brasil. Este desempenho, segundo ele, é o reflexo do crescimento acumulado ao longo do ano de 50%, repetindo o crescimento de 2012 de igual percentual no território nacional. “Até 2011, a LEGO vinha crescendo ao ritmo de 25% ao ano no Brasil. Em 2012, crescemos 50%, uma alta que deve se repetir em 2013”, informa.

Para manter os números crescentes, Esteves conta que a LEGO tem adotado várias estratégias. Uma delas é o alto número de lançamentos. Neste ano, por exemplo, do total de 299 produtos disponíveis no varejo, 237 são novidades, o que representa uma renovação de 84% do sortimento da LEGO no mercado local em relação ao ano anterior. “A constante criação de novas linhas com temas distintos, novas peças e funções variadas, além do uso de tecnologia e muitas pesquisas, garantem a qualidade e o alinhamento com a expectativa das crianças desta nova geração. Oferecemos desde simples peças de montar até conjuntos sofisticados com funções robóticas, proporcionando sempre muita diversão e aprendizado”, comenta o executivo.

Esteves informa que também está entre as estratégias da marca a ampliação da oferta de conjuntos com custos mais acessíveis, que chegam ao varejo com preço a partir de R$ 11,90. No Brasil, o executivo ressalta que 70% do volume dos produtos da LEGO são de conjuntos com preço de até R$ 100,00. De acordo com ele, atrelado a isso também está o fato de os conjuntos da marca apresentarem excelente desempenho nas prateleiras das lojas de brinquedos e o maior número de estabelecimentos que vendem os produtos a marca, que estão distribuídos em todo o País.

Entre as 18 linhas presentes no Brasil, Esteves chama a atenção para Chima, que é o grande lançamento mundial da LEGO este ano, e para a consolidação da linha Friends, que é formada por conjuntos dirigidos às meninas. No caso de Chima, trata-se de uma linha que traz às crianças e adolescentes uma história totalmente criada pela LEGO, com conjuntos para montar, figuras de ação e os Speedorz, que são os veículos com os quais é possível brincar sozinho ou competir em grupo. Sobre Friends, lançada em 2012, a linha traz as amigas Mia, Emma, Andrea, Stephanie e Olivia (todas minibonecas), que vivem em Heartlake City e dividem diferentes interesses em suas profissões e hobbies, como veterinária, cultura, gastronomia e design. “A linha Friends foi criada pela LEGO após o desenvolvimento de uma grande pesquisa com meninas e mães de diversas partes do mundo para refletir os interesses contemporâneos do universo feminino, ressaltando o valor da amizade”, conta Esteves.

Outros pontos marcantes que contribuem para o bom desempenho comercial da marca são os investimentos em comunicação. Entre os exemplos deste tipo de ação, Esteves destaque os anúncios em canais de TV a cabo e ações promocionais e de merchandising em pontos de venda de todo o País, além da realização de um grande número de eventos, como as Oficinas de Criação. Além disso, o executivo cita a parceria com a Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil para uma promoção especial em 2,7 mil postos de combustível, pela qual os clientes podem adquirir miniaturas exclusivas da Ferrari feitas totalmente com LEGO.

Lojas conceito estimulam o varejo de brinquedos em regiões estratégias

A abertura de duas lojas conceito da LEGO também estiveram entre os pontos altos da marca este ano. No Rio de Janeiro (RJ), a LEGO Store chegou ao Rio Barra Design no primeiro mês do ano; em Curitiba (PR), a loja abriu as portas no momento da inauguração do Shopping Pátio Batel, em setembro. “Abrimos as lojas com o objetivo de criar uma referência de grife e do conceito da marca na região e, com isso, estimular a venda de produtos em todo o varejo”, conta Esteves. O executivo ressalta que este fator é comprovado pelos resultados da LEGO Store em São Paulo (SP) que, inaugurada em 2010, impulsionou as vendas dos brinquedos e acessórios em todas as lojas clientes.

© 2013, The São Paulo Times.

AES Eletropaulo engaja consumidores para uso consciente da energia elétrica

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A AES Eletropaulo, com o apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), engaja consumidores para o consumo consciente e seguro da energia elétrica no cotidiano.

“Energia Elétrica Seja Consciente”, a maior campanha criada para a empresa nos últimos anos, pede que os usuários enviem dicas e formas conscientes de utilizar a energia elétrica na Fanpage da marca, além de informar pelo canal, como evitar desperdícios.

Criado pela agência de propaganda Dim&Canzian, a ação explora de forma inusitada os tipos mais comuns do mau uso da energia nas relações diárias das famílias. Dentre os exemplos de desperdício e da falta de segurança mostrados, está o abre e fecha contínuo da geladeira.

A campanha é composta de sete filmes para TV, 36 spots de rádio, mídia impressa e OOH, além de forte convergência para as redes sociais. A ação começa este mês e segue ao longo de todo o ano de 2014. O primeiro filme já está no youtube:

“Nosso objetivo é reduzir o número de acidentes e, de forma lúdica, conscientizar a sociedade sobre o uso eficiente da energia elétrica”, revela Carlos Rafael Tanjioni, analista de Gestão da Marca da AES Eletropaulo.

“Essa é a maior campanha de conscientização dos últimos anos da AES Eletropaulo unindo dicas de economia e segurança. Para nós é uma honra estar à frente dessa iniciativa que vai estreitar ainda mais a relação da marca com seus clientes durante 2014 e para os próximos anos”, afirma Michele Dim D’Ippolito, Chief Creative Officer da Dim&Canzian.

“A AES Eletropaulo é nosso cliente há quase 10 anos e estamos orgulhosos por participar de um projeto tão relevante, e que reflete um compromisso com o hoje e com o futuro”, declara Marcio Canzian, Chief Media Officer da Dim&Canzian.

© 2013, The São Paulo Times.

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