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São Paulo - page 2

Coffee Run 2019: corrida para celebrar o Dia Nacional do Café acontece dia 26 de maio, em São Paulo

em Brasil/Esporte/São Paulo/The São Paulo Times por

Coffeelovers, preparem-se: no dia 26 de maio, domingo, acontece a Coffee Run! Mais do que uma corrida de rua, será uma celebração ao Dia Nacional do Café, oficialmente comemorado em 24 de maio. Com degustação especial de café do início ao final do percurso, a corrida é organizada pela RP8 Sports Adventure, com patrocínio da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café.

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Saraiva e Cinemark promovem ação especial para fãs de Vingadores

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Geral/News & Trends/São Paulo por

A Saraiva, rede varejista de educação, cultura e entretenimento, e a Cinemark prepararam uma ação especial para os fãs de Vingadores, famosa saga da Marvel. Até o dia 30 de maio, quem apresentar o ingresso Cinemark do filme Vingadores: Ultimato em algumas lojas da Saraiva ganha mais 10% de desconto na compra de qualquer produto da franquia. No total são 30 lojas participantes em todo o Brasil.

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5 dicas para reforçar as vendas de dia das mães e ainda fidelizar clientes

em Brasil/News & Trends/São Paulo por
São Paulo, abril de 2019 – O segundo domingo do mês de maio é repleto de significados para os brasileiros ao representar o dia das mães. Ao trazer a comemoração para o âmbito mercadológico, é possível identificar uma grande movimentação no comércio sendo a segunda melhor data para o varejo. Segundo informações divulgadas pela instituição Boa Vista SCPC, as vendas aumentaram em 4% no último ano durante este período – o que simboliza uma variação positiva de 1,6%. Por sua vez, o e-commerce não fica atrás nas taxas de conversões ao equivaler a um crescimento de 9,8%.
 

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Cacá Fritsch corta cabelos na Feijuca Vegana do No Bones

em News & Trends/São Paulo por

No próximo sábado, 27 de abril, a artista Cacá Fritsch estará cortando cabelos na Feijuca Vegana do No Bones (Rua Caraíbas, 1243 – Perdizes, São Paulo). Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ela une suas habilidades manuais ao estudo do corte e olhar artístico, criando uma linguagem estética diferenciada para cada cliente.

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Saraiva celebra lançamento do game Mortal Kombat 11

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends/São Paulo por

Em comemoração ao lançamento da 11ª edição de Mortal Kombat, a Saraiva, rede varejista de educação, cultura e entretenimento, preparou um encontro especial para os fãs do game com uma série de interações. O evento acontece amanhã (24), às 19h, na loja do Shopping Eldorado.

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Congresso voltado a Síndicos e Administradores

em News & Trends/São Paulo por

Encontro reunirá diversos especialistas do segmento no dia 19 de outubro, em São Paulo, para debater os principais erros registrados em condomínios e como evitá-los

O 3° Congresso de Síndicos e Administradores promoverá discussões que visam, entre outros benefícios, a redução de custos, o aumento da segurança e melhorias nas relações entre síndicos, moradores e funcionários. Nos últimos anos, tem-se registrado um aumento significativo no número de empreendimentos que profissionalizaram o trabalho de sindicância e a expectativa é de que aproximadamente 500 profissionais participem do evento.
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Encontro Cerveja Artesanal Brasil: o maior evento voltado para cervejarias independentes nacionais acontece em outubro

em News & Trends/São Paulo por

Com open bar de 25 cervejarias brasileiras e independentes, o evento também conta com expositores cervejeiros e shows de rock

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Estudantes de São Paulo criam projeto de apoio a refugiados

em Brasil/News & Trends/ONU/São Paulo/Saúde & Bem-estar por

Alunos do Anglo Vestibulares arrecadam doações e promovem debate sobre imigração

O Projeto SOU – RefugiAmar é formado por cerca de 50 alunos do Anglo Vestibulares e tem desenvolvido uma série de ações em prol dos refugiados. Com o auxílio do Serviço de Atendimento Psicológico (SAP), dos professores do curso e da Missão Paz, instituição filantrópica de apoio e acolhimento a imigrantes e refugiados, desde o começo do ano, esses jovens se reúnem e articulam ações sociais que possam incluir os outros alunos.

O grupo com o qual estão trabalhando é constituído por imigrantes e refugiados, de mais de 20 nacionalidades, recebidos e amparados pela Missão Paz. A instituição disponibiliza instalações (Casa do Migrante), alimentação completa, apoio legal, assistência social e aulas para essa população.

O trabalho dos alunos é dividido em alguns eixos de atuação. Além da arrecadação de dinheiro, que foi revertido para o projeto, eles também se dedicaram à arrecadação de roupas, brinquedos, livros infantis, itens de higiene pessoal e alimentos. A ideia surgiu de uma iniciativa da instituição chamada Jornada Sou, que incentiva os estudantes a se envolverem com projetos de cunho social.

A escolha do público alvo, do tema, das ações que seriam realizadas e da instituição parceira foram determinadas pelos estudantes. Juntos, traçaram toda a estratégia para colocar o projeto em prática. Como uma pequena empresa, dividiram-se em grupos com diversas funções (divulgação, captação de recursos, etc.) e tomaram as decisões necessárias para a iniciativa prosperar. Depois de conhecerem a entidade e entenderem um pouco mais desse universo, buscaram, junto com seus dirigentes, formas de contribuir.

Evento

Na última sexta-feira (21), ocorreu, na unidade Tamandaré, uma palestra com professores e membros da Missão Paz sobre a inclusão do imigrante e do refugiado no Brasil. A ideia do evento foi explorar esse tema com os alunos de uma forma mais aprofundada, indo além do que é mostrado em livros e noticiários.

Durante o evento, os jovens tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o assunto e se sensibilizar com a causa, entrando em contato com uma realidade diferente, que tem ganhado notabilidade nos últimos tempos. A temática, inclusive, é bastante explorada nos vestibulares e conhecê-la de uma forma mais próxima e empática pode ser extremamente enriquecedor.

Sucesso de público, exposição “MÃE PRETA” abre temporada em São Paulo

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends/São Paulo/The São Paulo Times por

Idealizada pelas artistas visuais Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, a mostra reúne vídeos, fotografias, instalações e contará com performance de Glauce Pimenta Rosa e Jessica Castro na abertura, oficina com Jarid Arraes e lançamento de catálogo com textos de Lilia Moritz Schwarcz, Martina Ahlert, Qiana Mestrich, Temi Odumosu, Alex Castro e Júlio César Medeiros da Silva Pereira
As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século 19 ao início do século 20, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a realização da exposição“Mãe Preta”, que recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. Após grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, em 2016, quando foi exibida na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (dentro do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, na capital fluminense), com cerca de 2 mil visitantes, e também em Belo Horizonte,em 2017, no Palácio das Artes, a exposição chega a São Paulo, na Galeria Mario Schenberg, da Funarte. A abertura ocorre em 4 de outubro e seguirá em cartaz até 25 de novembro, reunindo fotografias, vídeos, instalações, performance e literatura.

 
O projeto surgiu de uma pesquisa artística de Isabel e Patricia, iniciada em 2015, que busca, visto que é um trabalho em constante progressão, traçar os elos e as ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão por meio de releituras de imagens e arquivos do período, o desaparecimento da história escravocrata na malha urbana das cidades brasileiras e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. O intuito da mostra é discutir a questão da memória da escravidão e o legado da mulher negra na formação da sociedade brasileira dentro da história visual do país.

 
“A exposição objetiva contrapor a representação romantizada das “mães pretas” e da maternidade em arquivos históricos do período escravocrata ao protagonismo real e crescente exercido pelas mães negras de hoje. Iniciamos este projeto dentro de um contexto histórico com as escavações arqueológicas e a memorialização da escravidão da região portuária do Rio de Janeiro nos últimos anos. À medida que foram se revelando diversos achados, começamos a buscar elementos que se articulassem com o papel da mulher negra – focando na sua função dupla como mãe de seus próprios filhos e como amas-de-leite de crianças brancas – na formação social da cidade. Essas vidas, marcadas pelo terror da separação e mesmo morte de seus filhos em prol da criação dos filhos de outrem, deixaram marcas indeléveis como uma das grandes injustiças da história do Brasil e de toda a sociedade escravocrata. Com a exposição propomos como reflexão as lacunas históricas em relação ao papel fundamental da maternidade tal como exercido pela mulher negra na nossa história urbana, social e visual, buscando pontos de inflexão com as lutas na sociedade contemporânea”, afirma Isabel.

 
Inédita em São Paulo, a exposição – que ainda seguirá para São Luís, no Maranhão, em dezembro – inclui o lançamento de um catálogo com contribuições de nomes nacionais e internacionais, como a antropóloga e curadora-adjunta para histórias e narrativas no Masp, Lilia Moritz Schwarcz (USP); a antropóloga e pesquisadora Martina Ahlert (UFMA); o escritor Alex Castro; o historiador e diretor do Núcleo de Estudos e Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, Júlio César Medeiros da Silva Pereira (UFF); a historiadora da arte, educadora criativa e curadora britânico-nigeriana Temi Odumosu (Universidade. de Malmö – Suécia); e a fotógrafa, escritora e professora do ICP-Bard (EUA), a norte-americana Qiana Mestrich.

 

 

Um dos pontos altos da exposição é a vídeo-instalação “Modos de Fala e Escuta” (com 27 minutos de duração), que reúne o depoimento de sete mães negras sobre maternidade, racismo, memória, ancestralidade, violência e lutas cotidianas. Nesse sentido, outro destaque da mostra é a obra “Mural das Heroínas”, com 20 retratos de líderes negras, desde Luísa Mahin, Tereza de Benguela e Nzinga de Angola às feministas Lélia Gonzalez e Beatriz do Nascimento, além de figuras políticas como Laudelina de Campos e Marielle Franco, entre outras, que simbolizam as conquistas sociais, a luta, a resistência, a voz e o lugar histórico da mulher negra no Brasil.

 
A exposição também conta, ainda, com a minibiblioteca Mãe Preta, que conta com publicações de autoras negras contemporânea se uma seção voltada para a literatura infanto-juvenil com títulos sobre protagonismo negro para consulta do público.

 
Dividida em oito séries, “Mãe Preta” apresenta instalações, colagens e intervenções em gravuras e fotografias, que, reunidas, propõem uma reinvenção poética da iconografia relacionada às mães pretas dentro de uma linguagem contemporânea tendo como ponto de partida imagens fotográficas do acervo do Instituto Moreira Salles, do Rio de Janeiro, e releituras de livros com gravuras de Jean-Baptiste Debret, Johan Moritz Rugendas e outros artistas. Isabel e Patricia criaram intervenções nessas imagens com objetos óticos, como lupas e lentes, que destacam a complexidade das relações das amas-de-leite com as crianças brancas de seus senhores e das mulheres escravizadas e seus próprios filhos dentro de contextos domésticos, urbanos e rurais.
“De tão conhecidas, estas imagens são vistas de forma superficial e contribuem para um olhar normalizado sobre a vida dessas mulheres que desempenharam um papel fundamental na formação da sociedade brasileira, mas que não revelam as histórias de violência sofridas por elas. Os trabalhos propõem uma nova forma de olhar essas imagens, de modo que a figura materna apareça no primeiro plano e não apenas como um detalhe da vida cotidiana e familiar nos tempos da escravidão”, explica Patricia.

 
Nesse sentido, marcas naturais do tempo em reproduções de negativos de Marc Ferrez e outros fotógrafos do século 19 são aproveitadas para simbolizar cicatrizes expostas em composições fotográficas em substituição a cópias perfeitas. A dupla também levantou, em jornais de época, anúncios sobre o aluguel de amas-de-leite, assim como artigos em publicações abolicionistas denunciando escândalos e abusos diretamente relacionados à questão das amas-de-leite no século 19, sobre os quais também intervêm com diversos objetos.

 
Para esta edição, as artistas fizeram uma imersão nos contextos específicos de São Paulo e São Luís, para onde a exposição viajará após a etapa paulistana. Na capital paulista, as artistas seguiram o debate sobre o apagamento da história negra da cidade e, no Maranhão, realizaram entrevistas com lideranças femininas dos Quilombos Santa Rosa dos Pretos e Santa Joana, que resultaram em obras inéditas que serão apreciadas pelo público.

 

 

A abertura da exposição em São Paulo, em 4 de outubro, contará com uma performance da carioca Jessica Castro (professora de Dança Educação, pesquisadora do Jongo, intérprete do movimento da dança afro-brasileira, artista de rua e militante do movimento negro) e da maranhense radicada no Rio de Janeiro, Glauce Pimenta Rosa (cantora, artista, gestora criativa de projetos culturais de arte e educação e ativista negra feminista), que também são protagonistas da vídeo instalação. Em 6 de outubro, às 11h, haverá visita guiada e bate-papo com Isabel e Patricia.

 
O catálogo da exposição será lançado em 10 de novembro, na Galeria Funarte, em São Paulo. Na ocasião, haverá uma oficina gratuita com a escritora, poetisa e cordelista Jarid Arraes, cearense radicada em São Paulo e autora dacoletânea “Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis”, lançado pela Pólen Livros em 2017.

“Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais – Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo / Maranhão / Chão SLZ”

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