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São Paulo - page 62

Você vai se surpreender com essa informação: transporte lidera gastos de turista da Copa

em Brasil/Esporte/São Paulo/The São Paulo Times por

Apenas com deslocamentos, os brasileiros gastaram R$ 102,6 milhões nas cidades-sede da Copa das Confederações. Estudo de Impactos Econômicos do Ministério do Turismo estima que o evento gerou movimentação de R$ 20,7 bilhões na economia e incremento de 9,7 bilhões ao PIB

As despesas com transportes foram as mais expressivas na composição de gastos do turista brasileiro durante a Copa das Confederações, em junho do ano passado. Somente com deslocamentos para as seis cidades-sede da competição foram desembolsados R$ 102,6 milhões do total de R$ 346 milhões gastos para cobrir todas as despesas de viagem, segundo estimativas do Ministério do Turismo.

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Os turistas que se deslocaram para o Rio de Janeiro gastaram R$ 35,8 milhões, o maior volume entre as seis sedes e quase o dobro do registrado em Fortaleza, R$ 18,9 milhões, e Salvador, com cerca de 18 milhões.

A alimentação foi o segundo item na planilha de gastos do turista doméstico nas cidades-sede. No total, foram quase R$ 70,2 milhões movimentados em bares, restaurantes e outros estabelecimentos, ficando o Rio de Janeiro mais uma vez na dianteira, com a arrecadação de R$ 23,3 milhões. Fortaleza, com R$ 15,6 milhões, foi o segundo; e Salvador, com R$ 14,9 milhões, o terceiro.
O turista aproveitou a estada nas seis capitais para fazer compras, um volume que chegou a R$ 54,8 milhões nos 15 dias do torneio. Gastos expressivos ocorreram também com o pagamento de hospedagem (R$ 46 milhões); com passeios e atrações turísticas (R$ 28,6 milhões), e com diversão noturna (R$ 18,9 milhões). Deslocamentos dentro das cidades consumiram R$ 14,3 milhões – e outras despesas somaram R$ 10,4 milhões.

De acordo com o estudo, 247,6 mil brasileiros e 25,6 mil estrangeiros circularam pelas cidades-sede do evento. O gasto per capita médio do turista doméstico foi de R$ 728,61, enquanto que em toda a viagem foi de R$ 1,34 mil. Já os estrangeiros gastaram R$ 253,9 por dia, ficaram 15,7 dias, em média no país, e deixaram R$ 82,8 milhões nas seis capitais.

O gasto do turista doméstico e do internacional foi um dos indicadores utilizados; junto com dados sobre geração de empregos, investimentos em infraestrutura, entre outros; para a realização do estudo Copa da Confederações FIFA Brasil 2013 – Estimativas dos Impactos Econômicos e Sociais. Realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador, a pesquisa avaliou o impacto do evento nessas cidades e no restante do país.
Gastos de estrangeiros

Na composição dos gastos do turista internacional nas cidades-sede da Copa das Confederações destacam-se as despesas com hospedagem, R$ 26 milhões, e alimentação, R$ 20,6 milhões. A soma dos gastos realizados no Brasil durante a viagem é de R$ 102,17 milhões, incluindo os R$ 4,5 milhões com a compra de ingressos para os jogos.

Como foram considerados apenas os gastos realizados dentro do país, a conta dos estrangeiros não inclui o transporte do país de origem para o Brasil. Assim, os estrangeiros gastaram com deslocamentos R$ 13,8 milhões na viagem e R$ 11,25 milhões nos limites das seis sedes do campeonato.

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Lei da entrega com hora marcada. Quando o consumidor deve usar?

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por

A Lei da Entrega com Hora Marcada (nº 13.747/09) pegou no Estado de São Paulo”. A avaliação do diretor-executivo do Procon-SP, Paulo Góes, mostra o sucesso da legislação, elaborada pela deputada estadual Vanessa Damo (PMDB), em vigência desde 2009.

Durante gravação do programa Arena Livre, o comandante do Procon afirmou que os consumidores estão reivindicando mais os seus direitos no que se refere ao agendamento da entrega de produtos. “Posso dizer que com o aumento das reclamações, o mercado passou a respeitar a lei. O Procon-SP tem seu feito papel e fiscalizado com medidas duras o cumprimento da legislação”, destacou.

Vanessa não escondeu a felicidade ao constatar que sua iniciativa, pioneira no Brasil, está sendo usada pelo consumidor. “É um orgulho muito grande perceber que a minha lei, fruto de reivindicação popular, virou uma importante ferramenta na defesa do consumidor”, afirmou.

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A Lei da Entrega com Hora Marcada determina que o consumidor pode escolher o dia e turno de horas para receber o produto ou o serviço em sua casa. São três opções de horários: Manhã (7 às 12h), Tarde (12h às 18h) e Noite (18h às 23h). “O tempo é algo valioso. Não podemos ficar das 8h às 18h plantados esperando uma entrega, que nem sempre chega. O consumidor precisa ser respeitado e a minha lei garante isso”, declarou Vanessa.

A parlamentar aprimorou a lei recentemente para proibir expressamente a cobrança pelo serviço de agendamento, além de obrigar empresas com sede em outros Estados, mas que atendem São Paulo, a cumprir a legislação.

A lei da deputada Vanessa Damo foi copiada em cinco Estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Amazonas. Também tramita na Câmara dos Deputados uma propositura para que a legislação passe valer em todo o território brasileiro.

FISCALIZAÇÃO

Em 2013, diversas empresas do ramo varejista e de comércio virtual firmaram um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) para cumprimento da lei. Caso o consumidor não receba seu produto no dia e no horário marcado, ele deve procurar o Procon em sua cidade ou ligar 151 para denunciar a empresa.

Dados divulgados pelo Procon-SP mostram que, desde que a lei entrou em vigor, em 2009, foram mais de 800 empresas autuadas, o que gerou R$ 115 milhões em multas. O dinheiro é aplicado na própria estrutura do Procon-SP para atendimento à população. “Estamos com projeto pioneiro do Kit Procon. Uma cidade que tem interesse em abrir um posto de atendimento pode nos procurar, pois oferecemos uma pequena estrutura com computador, mesa e cadeira”, contou Góes.

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Conheça os prós e contras de montar uma franquia em casa

em Brasil/Negócios/São Paulo por

Quem nunca se pegou pensando nas vantagens de montar um negócio e ser seu próprio chefe? Um bom começo pode ser montar uma franquia em casa, já que o modelo não exige muito capital inicial e permite que o empreendedor consiga trabalhar sozinho e ter maior autonomia profissional.

As opções são inúmeras: franquias de serviços de limpeza, jardinagem, manutenção predial, lavagem de automóveis, reforço escolar, corretora de seguros, venda de salgadinhos para festas, entre muitas outras. É possível abrir seu negócio em casa com investimentos a partir de 10 mil reais.

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Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising (ABF), as franquias em casa, conhecidas como home based, faturaram 115 bilhões de reais em 2013 no Brasil – um avanço de 12% ante ao ano anterior. Vale lembrar que esse crescimento foi registrado em um ano em que o PIB brasileiro avançou cerca de 2,3%.

Para os franqueados “home based’’, o faturamento mensal fica entre oito mil e 80 mil reais, variando, evidentemente, conforme o serviço executado e o investimento inicial. Estimativas colocam o lucro líquido entre 20% a 50% da receita bruta, o que faz o prazo para retorno do investimento ser, em média, de até 18 meses. Com tudo isso em mente, confira os pontos positivos e os negativos de apostar numa franquia no conforto do seu lar.

Os prós

– O franqueado tem custos fixos menores e maior flexibilidade com os horários, já que não precisa alugar um ponto nem funcionar em horário comercial. Afinal, você vai trabalhar de casa!

– A margem de lucro também é mais alta em comparação com a de uma franquia tradicional, já que o franqueado não tem custos fixos tradicionais, como aluguel, funcionários e infraestrutura.

– Computador, conexão com internet banda larga, impressora e um telefone comercial são suficientes para dar início à empresa e podem ser compartilhados com os serviços para a casa.

– A oportunidade de trabalhar em casa também permite economizar tempo e evitar aborrecimentos com o trânsito, já que os franqueados não precisam se deslocar fisicamente até seu trabalho. Segundo pesquisa do Ibope, o paulistano perde cerca de três horas por dia em trânsito. O que significa, na prática, mais três horas para trabalhar se o empreendedor está na capital paulista.

– O franqueado recebe todo o apoio e conhecimento de mercado do franqueador, além de instruções sobre como vender e entregar o produto ou serviço. Ou seja, os riscos diminuem de forma significativa, já que o franqueador oferece a receita para o sucesso do negócio.

Os contras

– É preciso saber separar a rotina do lar da rotina do escritório. O franqueado precisa definir seus horários de trabalho e ter certeza de que o dia a dia familiar não irá prejudicar seu trabalho. Uma porta dividindo o local de trabalho com o resto da casa é aconselhável.

– Por contar com uma maior flexibilidade de horários, o franqueado também pode se sentir mais acomodado, o que pode prejudicar o negócio. Geralmente, o franqueado acredita que, por ter uma empresa, irá trabalhar menos, quando na verdade, pode precisar trabalhar mais.

– O franqueado é responsável, muitas vezes, pela execução de todas as tarefas do dia a dia, além da gestão estratégica dos negócios e da prospecção de novos clientes. Por isso, é importantíssimo que o empreendedor seja organizado e disciplinado.

– É necessário que o franqueado tenha conhecimento básico de gestão e negócios. Quem não possui esse background deve buscar capacitação.

Vale lembrar ainda que, por ser um franqueado, o empreendedor tem menor liberdade de atuação, já que tem que seguir o padrão do franqueador. Em contrapartida, é menos arriscado que abrir um novo negócio.

Por Nadia Korosue. Administradora de empresas, especialista em projetos, sócia da GOAKIRA Consultoria.

O que você faz hoje pode afetar a saúde dos seus filhos amanhã

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Recentes pesquisas comprovam que seu estilo de vida pode resultar em complicações na saúde de seus descendentes.

Não são apenas a cor dos olhos, a textura do cabelo ou o timbre de voz que os filhos herdam dos pais, mas a herança genética também é responsável pela transmissão de diversas doenças e predisposições que podem se manifestar nos integrantes de uma mesma família. Tal herança genética, entretanto, não é necessariamente transmitida pelos genes que seus pais receberam, mas sim o resultado de seus códigos genéticos originais somados ao estilo de vida que tiveram até o nascimento de seus descendentes. Recentes estudos confirmam que hábitos de vida, vícios, experiências acumuladas, tipo de alimentação e até traumas influenciam diretamente na estrutura genética de um individuo, ao qual é atribuído o nome de epigenética.
Sabe-se que a alergia, por exemplo, é uma doença que pode ser transmitida de pai para filho com extrema facilidade, seja pelo material genético original, ou pelos hábitos de vida que poderão influenciar esta carga genética. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), se ambos os pais apresentarem um comportamento alérgico, a probabilidade de o filho manifestar quadros alérgicos é de 75%, em especial na relação com a mãe. “No caso de mães fumantes, por exemplo, mesmo que elas não apresentem alergia, pesquisas da epigenética denotam uma íntima relação entre o tabagismo materno e o aumento das alergias respiratórias em seus descendentes”, comenta o médico Marcello Bossois, Coordenador Técnico do Projeto Social Brasil Sem Alergia e membro da empresa canadense de biotecnologia Cell Gene Therapeutics.
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Diversos fatores podem desencadear processos alérgicos em pessoas de qualquer idade, entre os quais destacam-se o tabagismo, má alimentação, sedentarismo e o estresse. Descobriu-se, no entanto, que a prática desses comportamentos por parte dos pais, ou até dos avós, não será prejudicial apenas aos próprios, podendo ser responsável também por aspectos negativos na saúde das novas gerações, até mesmo durante o período de gestação. Através dos mecanismos epigenéticos é possível entender, por exemplo, porque muitas exposições no período pré-natal estão intimamente associadas ao desenvolvimento tardio de inúmeras desordens em crianças e adultos – como diferentes tipos de alergias.
Os estudos comprovam porque os casos de alergia crescem ano após ano, demonstrando que determinados fatores ambientais são cruciais na influência do código genético. Só no Brasil, aproximadamente 35% das pessoas sofrem de algum tipo de alergia, percentual que aumenta anualmente. De acordo com o Ministério da Saúde, a obesidade – outro fator muito relacionado aos casos de alergia – também cresceu mais de 50% no país nos últimos anos, perpetuando tal comportamento alérgico no material genético das novas gerações. “Mesmo as pessoas que não apresentam uma hereditariedade com traços de doenças alérgicas poderão sofrer influências em sua estrutura genética, manifestando importantes alergias e transmitindo a seus filhos”, esclarece Dr. Bossois. “Quando um individuo é exposto a determinados fatores, pode ocorrer uma ação que influencia a porção externa do gene, processo tecnicamente chamado de metilação”.
A maioria dos comportamentos alérgicos vem crescendo com o passar dos anos, fazendo aumentar, como conseqüência, o percentual de alergias, principalmente em grandes centros”. O agravamento e maior exposição à poluição urbana, que também faz aumentar a poeira domiciliar, causa importantes quadros de alergias respiratórias e pode influenciar o material genético de uma boa parte da população que vive exposta a tais poluentes. Os estudos mostram que trata-se de um ciclo vicioso: exposições prejudiciais e maus hábitos de vida não afetam apenas as atuais gerações, mas também as futuras populações que apresentarão diversas desordens nas próximas décadas.

Entenda como a tecnologia da TOTVS pode mudar o funcionamento em hospitais

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Oferta une experiência da empresa no setor com a inovadora plataforma de gestão Fluig. Evento marca apresentação de funcionalidades de reconhecimento de voz e de escrita à mão do Prontuário Eletrônico da companhia

A comunicação é um fator fundamental para a eficiência e segurança do ambiente hospitalar e para a excelência no atendimento ao público. As informações de processos administrativos e médicos precisam circular de forma clara e ágil pelos departamentos da instituição e chegar na hora exata ao seu receptor. Os sistemas de gestão especializados em Saúde da TOTVS já auxiliam mais de 800 clientes do segmento a organizarem e consultarem esses dados. A empresa, líder em ERP na América Latina, lança na Feira Hospitalar 2014, que acontece de 20 a 23 de maio em São Paulo, uma solução inovadora para que seus clientes tirem o máximo proveito de seus softwares de gestão: a Tecnologia Fluida em Saúde.

A nova plataforma para o segmento de Saúde é uma combinação do Fluig, plataforma de gestão de identidades, processos, documentos e rede social corporativa do Grupo TOTVS, e das soluções verticais da empresa, incluindo o HIS (Hospital Information System), Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e ferramentas de Gestão de Planos de Saúde.

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“O Brasil tem diante de si o desafio de informatizar seus hospitais, para garantir eficiência de operação e cada vez mais segurança aos profissionais e aos pacientes”, afirma o diretor do segmento de Saúde da TOTVS, Nelson Pires. “A TOTVS quer ser a parceira estratégica de seus clientes nessa missão, por isso conectamos toda nossa experiência no segmento com as mais avançadas tendências de tecnologia mundiais em uma só solução: a Tecnologia Fluida em Saúde”.

A plataforma, comercializada na modalidade SaaS (Software as a Service), por subscrição, conecta todos os agentes dos ambientes de saúde em uma só interface, com navegação rápida e intuitiva. O fato de os dados estarem hospedados na nuvem permite o acesso aos sistemas do hospital a partir de dispositivos móveis, como celulares e tablets. A Tecnologia Fluida em Saúde muda a rotina em três esferas das instituições:

Corpo Clínico: Em uma só tela, os profissionais de saúde acompanham seus pacientes, com dados sobre diagnósticos, prescrições, histórico de exames e consultas. É possível ainda controlar o andamento de tarefas e identificar em qual etapa se encontra cada processo solicitado. Essa interface é integrada aos sistemas de gestão da instituição, garantindo o máximo de eficiência à execução das rotinas médicas.

Administrativo: Os sistemas de gestão passam a estar inteiramente integrados aos processos mapeados no Fluig. Assim, o controle dos processos deixa de ser feito manualmente para ter monitoramento, aprovações digitaise alertas de gargalos. Fica mais rápido, simples e transparente, por exemplo, providenciar a compra de materiais. A solução centraliza ainda a gestão de contratos, pagamentos, cadastros de pacientes e convênios.

Paciente: Terão acesso único a todo o seu histórico médico, incluindo sessões e exames feitos. Acompanharão a evolução de seu tratamento e os próximos passos. Além disso, poderão participar de comunidades de discussão específicas, para trocar experiências com médicos e outros pacientes sobre seu caso.

A novidade já está disponível para o mercado e será demonstrada no estande da TOTVS na Hospitalar.

Prontuário eletrônico com reconhecimento de voz e escrita
A TOTVS apresenta ainda novas funcionalidades de seu Prontuário Eletrônico do Paciente. A solução reúne ferramentas clínicas para registro, acompanhamento e controle do estado de saúde e do tratamento de pacientes. Agora, o prontuário da TOTVS passa a contar com funções para reconhecimento de voz e de escrita à mão no tablet. “Tratam-se de novas possibilidades de interface para o profissional de saúde que usa o software”, explica o diretor do segmento de Saúde, Nelson Pires. “A ideia é que ele atualize o sistema com informações com o máximo de rapidez e praticidade possível”.

A obrigatoriedade do ser 100% a todo o momento

em Brasil/Coluna/São Paulo por

Camila

A obrigatoriedade do ser 100% a todo o momento

Ontem saí para jantar com uma amiga que me perguntou como estava a Portrait. Respondi que, entre as maravilhas de escrevê-la, há sim uma dificuldade: a obrigatoriedade de se ter uma opinião formada sobre tudo toda semana. Haja fatos, histórias e informações sobre as quais se tenha, não só conhecimento, mas interesse suficiente para aprofundamento e opinião para então escrever para vocês.

Que fique claro, isso não é uma reclamação, de forma alguma. Mas uma dificuldade: como ter assuntos diferentes a todo o momento, inspiração para um texto magnífico a toda hora. A vida não é assim de forma geral. A vida não é como o Facebook, onde a maior parte do tempo temos um sorriso no rosto e disposição 24/7. A vida exige também sono, descanso e solidão.

Mas é exatamente o contrário que esperam sempre de nós: o melhor profissional, o melhor amigo, o melhor filho, o melhor irmão, o melhor namorado. Esperam de nós (e esperamos dos outros) a disposição para darmos sempre o nosso melhor, mesmo sabendo que não é possível tê-lo a todo o momento.

Ninguém é 100% sorriso e final feliz. Nem todo mundo nasceu Gisele Bündchen: não é todo mundo que acorda lindo, perfumado e penteado. Na verdade, a maior parte das pessoas precisa de um bom banho e alguns minutos para se transformarem em quem a gente está habituado a ver.

Fácil é perceber no outro a sua generosidade, a sua alegria, a sua disposição, o seu sorriso, o seu bom humor, a sua parceria. Difícil é estar consciente de que nem sempre é assim: há dias em que se acorda já cansado, com menos pique, um certo mau humor. Há dias em que não se quer ajudar e pegar no colo, mas se quer receber o cafuné. Em que não se quer servir o jantar, mas ser convidado para sair pra comer fora.

É assim a vida de quem escreve, de quem faz cálculo, de quem cria, de quem batalha, de quem cuida de casa, de qualquer pessoa. É assim que, ao tentar lidar com a própria incapacidade de se estar 100% do tempo a 100% do que os outros esperam de você, se reconhece humano e se pede, com jeitinho, desculpa pela dificuldade de surpreender positivamente 100% das vezes.

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Camila Linberger é relações públicas, sócia-diretora da Get News Comunicação, agência de comunicação corporativa e assessoria de imprensa sediada em São Paulo. © 2013.

Amor excessivo pelos animais de estimação pode ser sintoma de carência do dono

em Brasil/Educação e Comportamento/São Paulo/The São Paulo Times por

Para a psicóloga Maria Aparecida das Neves, os animais domésticos precisam de carinho, cuidado e atenção, mas deve haver bom senso e equilíbrio

Certamente você já ouviu alguém se referir ao animal de estimação como “filho” e pode até não ter estranhado o fato. “Hoje em dia, muitos animais são como membros da família. Antigamente, lugar de cachorro era no quintal, mas com a criação de raças menores, essa realidade mudou”, detecta a psicóloga Maria Aparecida das Neves. Mas, para além de terem “entrado em casa”, muitos animais domésticos acabam, por vezes, substituindo o contato do dono com outras pessoas. Alguns casais, por exemplo, optam por ter um animal de estimação antes de ter filhos, para testar se saberão cuidar de um ser que depende deles. Para Aparecida, esta é uma escolha saudável e benéfica desde que, depois da chegada do bebê, não se abandone o animal – que pode viver mais de uma década de alguns casos.

Mas, quando as pessoas acabam por se isolar por causa de seus animais de estimação, é preciso ficar atento. Muitas afirmam que não podem sair para se divertir, frequentar festas ou ir à casa de amigos pois seus animais de estimação não podem ficar sozinhos. Nesses casos, alerta a psicóloga, é preciso rever a relação com o animal e o que ela significa para o dono.
“Os bichos são domesticados, tornam-se companheiros, criam um vínculo afetivo e suprem uma carência dos donos. Um animal de estimação não fica magoado, não tem rancor. Por isso, eles voltam, abanando o rabo depois de levarem bronca. O problema é quando o dono toma esse retorno integral, essa relação de zero risco afetivo, como padrão”, diz a psicóloga.
Se o dono confia mais em animais que em pessoas, corre o risco de generalizar relações humanas e fazer com que elas sejam fadadas ao fracasso. “É um sintoma de carência”, define Aparecida. Ela diz que os animais podem, sim, ficar sozinhos, se forem condicionados a isso. “Os animais são domesticados, são os donos que educam e definem como eles devem se comportar, como se alimentar e onde fazer suas necessidades. Quando diz que o bicho não pode ficar sozinho, é o dono que está criando uma ilha de ilusão”, acredita.
Outro sintoma de que essa relação entre um ser humano e um bicho está passando dos limites é quando o dono já não entende que não pode levar um animal a um ambiente social. A psicóloga diz que é preciso entender e aceitar onde o bicho pode ou não ser levado. “É claro que a pessoa pode escolher frequentar cafés, hotéis e locais onde os bichos são permitidos – isso é uma relação saudável”, afirma.
A psicóloga acredita que, sempre que o trato de um animal de estimação estiver causando incômodo para outras pessoas, é preciso refletir a respeito. Ela dá como exemplo uma situação na qual uma pessoa visita a casa da outra e o animal que ali mora traz incômodo – latindo em demasia, mordendo, lambendo ou pulando. “Se o dono não fizer nada, o que pensar… O dono não é obrigado a prender o animal, mas a visita também não é obrigada a passar por uma situação que incomoda”, sugere.
Ela lembra que a chave para evitar problemas é o bom senso. “Não se pode privilegiar o bem-estar do animal – e vice-versa. É preciso avaliar o que é melhor para os dois. Excessos sempre trazem prejuízo, até mesmo excessos de amor”, acredita.

Conheça o novo aplicativo que mede velocidade de banda larga fixa

em Brasil/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria tecnológica com o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), criou o aplicativo (software) Monitor Banda Larga, que auxilia o usuário brasileiro de banda larga fixa a verificar, de maneira fácil, rápida e automática, a qualidade e a velocidade de sua rede. O lançamento será na próxima segunda-feira, às 11 horas, durante a abertura da Semana de Infraestrutura L.E.T.S, no hotel Unique, em São Paulo.

“Milhões de brasileiros têm problemas com a internet. A internet é mais cara no Brasil do que na Venezuela, Turquia, Romênia e Cazaquistão, por exemplo. O ranking com menor preço de banda larga fixa no mundo mostra o Brasil na 55ª posição. Muitas vezes, os consumidores pagam por um serviço, mas não recebem o que foi acordado com a prestadora. E o pior, na maioria das vezes, as pessoas sequer conseguem verificar a qualidade da sua internet com rapidez e facilidade. Mas a partir de agora, isso será possível com o Monitor Banda Larga”, afirma Carlos Cavalcanti, Diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp.

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O objetivo da ferramenta é melhorar a qualidade da banda larga fixa, necessária ao desenvolvimento da indústria e de todo o país, auxiliando qualquer usuário a verificar se sua prestadora de serviços está entregando a internet banda larga de acordo com o contratado e com os parâmetros da Anatel, de maneira simples e de fácil entendimento.

Inicialmente o produto é compatível com o sistema operacional Windows e conta com três tipos de medição: padrão, automaticamente configurada com a instalação do aplicativo e que realiza testes diários a cada 6 horas; instantânea, que verifica a qualidade da conexão imediatamente e programada, que possibilita a seleção de intervalos de medição a cada 2, 4, 6 ou 8 horas. Após a escolha das opções de medição, o usuário visualizará um relatório simples e objetivo, que indicará a velocidade e qualidade da internet.

“Diferentemente de outros aplicativos semelhantes, o Monitor Banda Larga é o primeiro aplicativo que oferece medições diárias e automáticas, com relatório mensal completo, e ainda uma ferramenta que possibilita ao usuário verificar o melhor canal de Wi-Fi a ser utilizado, caso esteja utilizando uma conexão sem fio”, completou Cavalcanti.

Para garantir segurança, o aplicativo possui um laudo do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPS), da Universidade de São Paulo (USP), que certifica o funcionamento e confiabilidade da ferramenta.

Frio aumenta desejo por alimentos calóricos

em Brasil/São Paulo/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por
Alteração de humor, típica do inverno, desperta o desejo por alimentos calóricos. É possível resistir e evitar o ganho de peso nesta estação?

Endocrinologista dá dicas de alimentos que dão saciedade e não comprometem a dieta. Eles são aliados para vencer o chamado “winter blues”

O inverno ainda não chegou, mas os dias já começam a ficar mais curtos e as temperaturas, mais amenas. Com o frio, a vontade de comer comidas mais calóricas é maior e a endocrinologista Andressa Heimbecher, especialista em Emagrecimento, explica o porquê. “Já existe comprovação científica de que, nesta estação, ocorre uma alteração de humor, chamada em inglês de ‘winter blues’, que está associada ao desejo de comer comidas mais calóricas. É um sentimento estimulado pelo mecanismo de recompensa cerebral”, diz.

A endocrinologista afirma que a ingestão calórica é associada com um humor mais triste e que, em alguns casos, essa alteração de humor, conhecida como distúrbio afetivo sazonal, pode até exigir uma avaliação médica. Outro fator é físico, e está associado às origens da humanidade: à medida que a temperatura cai, tendemos a buscar alimentos mais quentes.

Como, geralmente, estes alimentos contêm alto teor de carboidratos, o resultado pode ser um indesejado aumento de peso. Andressa diz que ele pode variar, em média, de meio quilo a um quilo por inverno, o que parece pouco. Mas, se pensarmos no acúmulo de peso ao longo de algumas décadas de vida, o problema ganha grandes proporções.

Por isso, não exagerar nas calorias é fundamental. De acordo com a especialista, tomar sol – o que não é muito difícil em um país de clima tropical como o nosso – ajuda a diminuir o “winter blues”. “Mas só isso não é suficiente”, alerta. Então, o melhor é investir em uma alimentação saudável e com fibras – que aumentam a sensação de saciedade.

Legumes cozidos, que possam ser mastigados – em vez de serem servidos como sopas ou caldos – oferecem ao cérebro a sensação de alimentação, ajudando a saciar a fome. A carne de peru é uma opção pouco calórica, assim como a abóbora, que tem aproximadamente 40 kcal em cada 100 gramas, além de apresentar alto teor de fibras, vitamina B1, C e magnésio.

As barrinhas de cereal são outro “coringa” para quando temos aquela vontade de comer algo no meio do dia. Prática e barata, pode ser levada na bolsa e consumida em qualquer lugar. Mas a endocrinologista lembra que é recomendável escolher uma barra de cereal de 100 a 120 calorias por porção e que tenha em torno de 2,5 a 3 gramas de fibras. “Ela também tem que ter menos de 1,5 g de gordura saturada para ser saudável”, ensina Andressa.

Ainda sobre as barrinhas, a médica recomenda evitar as que contêm chocolate. Ela alerta que quando comemos algo muito doce, os mecanismos de recompensa são ativados, estimulando uma maior ingestão de doces nas horas seguintes.

Já os carboidratos simples, como açúcar e farinha branca – presentes em pães, doces e bolachas – são contra-indicados, pois contêm muitas calorias e saciam muito pouco. Eles também estimulam mais ingestão de alimentos pouco tempo depois de serem consumidos.

Quanto aos chocolates, Andressa pede cautela. Se por um lado pesquisas demonstram benefícios – como aumento a capacidade de processamento cerebral (função cognitiva), diminuição das taxas de AVC e insuficiência cardíaca, além da melhora da pressão arterial e do humor em mulheres –, por outro ele contém açúcares e gorduras saturadas, danosas ao corpo.

O ideal é o consumo de chocolate em pequenas porções. “A preferência deve ser dada aos meio amargos, que apresentam maior teor de cacau na sua composição. Os do tipo ao leite elevam os índices de colesterol ruim. Os chocolates meio amargos, com pelo menos 60% de cacau, reduzem”, conclui.

Condenados por rachas terão penas mais duras

em Brasil/São Paulo/The São Paulo Times por

A nova lei, que foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), entra em vigor no prazo de seis meses

Os motoristas que forem condenados por participação em rachas terão penas mais duras. As penas poderão chegar a 10 anos de reclusão no caso de morte. Isso é o que prevê a Lei 12.971/14 que foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 12 de maio, mas que só entra em vigor no prazo de seis meses. A nova lei altera dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito e eleva a pena pelo crime de participação em racha que hoje é de seis meses a dois anos de detenção para até três anos.

 “A mudança positiva. Acidentes fatais são diariamente provocados pela imprudência no trânsito, e sabemos que milhares de inocentes são vítimas da terrível mistura de álcool com a direção, o que agrava mais o cenário”, avalia o advogado criminalista Jair Jaloreto, sócio do escritório Portela, Campos Bicudo e Jaloreto Advogados.

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Para o advogado, mais do que punir, o endurecimento da Lei pode ser capaz de prevenir a prática do crime, à medida que estipula uma penalidade maior ao infrator. “Se não todos, alguns deles pensarão duas vezes antes de colocar a vida dos outros em risco”.

O advogado conta que a nova lei prevê que a condenação independe da comprovação de que o motorista queria o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo. Em relação às multas, o novo dispositivo prevê aumento de 10 vezes no valor aplicado nos casos de racha, manobras perigosas e competições não autorizadas.

“Hoje essas multas variam de um a cinco vezes. “Esperamos que a nova legislação seja fielmente aplicada pelas autoridades brasileiras, pois o que desestimula o crime não é o tamanho da pena, mas a certeza da punição”, conclui o advogado criminalista.

TI é aposta de empresas para vencer em mercado competitivo

em São Paulo/Tecnologia e Ciência por

O avanço da tecnologia tem exercido papel fundamental na estruturação das organizações, que vivenciam novas necessidades em um mercado altamente competitivo. O uso da Tecnologia da Informação (TI) focada em gerenciamento de projetos, como a digitalização total das ferramentas de trabalho, tem contribuído para a reformulação das corporações e a constante busca por aperfeiçoamento entre os profissionais, já que as ferramentas tecnológicas surgem em tempo cada vez menor.

Segundo o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, a necessidade de adotar novos modelos de negócios digitais ultrapassa todos os setores do mercado e os impactos atribuídos pela geração de formas de operações fazem com que as empresas criem oportunidades que antes não eram possíveis, além de avançarem com o exemplo umas das outras. A pesquisa anual de previsões da empresa sobre tendências da indústria, “Top Industries Predicts 2014: The Pressure for Fundamental Transformation Continues to Accelerate”, aponta que, até 2018, cerca de 20% do faturamento das 100 maiores empresas do mundo virão de inovações resultantes de experiências de valor entre os setores.

Esse resultado coloca em destaque a importância de profissionais treinados e qualificados para atender às demandas de um mercado cada vez mais exigente. O uso do gerenciamento de projetos interligado à tecnologia da informação tem o objetivo de implementar inovações, manutenção e dar suporte para soluções tecnológicas que sustentam o core business das organizações. 

Clareamento dental sem orientação pode ser um risco à saúde

em São Paulo/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Vendidos livremente por drogarias, supermercados e sites, os produtos clareadores podem causar inflamação na gengiva e hipersensibilidade nos dentes

Se você pensa em clarear os dentes, cuidado! É importante ressaltarmos que alguns exageros vêm sendo feito por muitas pessoas, seja por anônimos ou famosos. É preciso verificar as formas e produtos utilizados para não causar dano aos dentes. A pessoa que faz este procedimento procura por saúde e ao mesmo tempo estética, porém, o clareamento dental é uma forma de conquistar significativamente saúde. Partindo-se de uma visão ampla deste conceito, a OMS (Organização Mundial e Saúde), define que a pessoa procura por bem estar físico, mental e social o que se conclui que terapias de clareamento dental melhoram a autoestima das pessoas, beneficiando outros procedimentos estéticos.

O clareamento deve ser encarado como uma alternativa para deixar os dentes saudáveis e o sorriso mais bonito, porém, se feito de forma indevida pode causar danos nos dentes. Para o cirurgião dentista especialista em periodontia e implantodontia Dr. Rogério Penna da NOAC Odontologia (GO), o clareamento dental vai além da autoestima, os dentes brancos passam a sensação de limpeza, isso é questão de saúde. “Toda pessoa precisa ser apresentável, esteja ela em qualquer lugar. Quem procura por clareamento dental além de trabalhar com sua autoestima, quer ter uma boa aparência. Um sorriso bonito reflete no bem estar, é como ter um corpo escultural, cabelos sedosos, tudo que possa fazer bem para a pessoa”, afirma.

Tipos de clareamentos

Consultório

Existem no mercado várias opções de clareamento dental, entre elas consistem duas formas de se fazer, uma em casa e outra no consultório. O clareamento que consegue controlar o tom de branco por mais tempo é o mais procurado pelas pessoas, é feito com molde de silicone, não causa nenhum problema ao dente do paciente. “Este molde é conhecido como moldeira plástica individual, onde o paciente aplica determinados produtos indicado pelo dentista. Algumas pessoas usam por uma hora e outras necessitam de passar por mais tempo com a moldeira, para isso elas precisam dormir com o produto. Somente assim o procedimento poderá ter um melhor efeito, podendo durar até dois anos”, explica Dr. Rogério.

Outro procedimento feito também em consultório é o clareamento a laser. Muitos pacientes procuram por este método por ele trazer o resultado mais rápido. É aplicado por duas horas um laser na superfície dos dentes, podendo ficar na cor desejada do paciente. “Nesse procedimento é necessário que se proteja a gengiva com um produto especial antes da aplicação do gel que é colocado dente por dente. Por ser mais agressivo aos dentes por conta da maior concentração do produto, ele pode acentuar a sensibilidade de quem já possui e também para pessoas que antes não possuía nenhum tipo de sensibilidade vem a ter. Caso ocasione este problema, é recomendado ao paciente que faça aplicação de flúor, ele ajuda a tratar essa sensibilidade”, disse.

Caseiro

Alguns produtos são vendidos em farmácias, supermercados e sites, deixando o consumidor vulnerável a problemas de saúde. Vários deles prometem clareamento aos dentes de forma rápida e barata. “É preciso ter bastante atenção quanto a esses produtos, caso seja utilizado sem acompanhamento de um especialista o procedimento pode causar problemas na raiz do dente, sensibilidade, lesões nas mucosas, como bochechas, lábios, língua e gengivas. Outro cuidado que se deve ter é sobre produtos que causam queimaduras, dependendo da forma como utilizada o procedimento pode queimar a pele e dependendo do grau, podem virar aftas, podendo resultar na perda de tecido gengival”, ressalta.

Pastas de dentes, enxaguantes bucais, fitas para aplicar nos dentes servem como preservadores do clareamento, e não como forma de ser conseguir clarear os dentes somente com a aplicação.

Cuidados básicos

  • Não utilize produtos vendidos em farmácias e principalmente por conta própria.
  • Pacientes que possuem presença de restaurações extensas ou próteses devem ser avaliados antes de serem submetidos ao clareamento.
  • Ao notar sensibilidade ou feridas na gengiva, no interior da boca e lábios o médico deve ser consultado imediatamente.
  • Procedimentos caseiros podem levar a perda do dente e gengiva. Caso queira realizar tal procedimento, consulte seu dentista de confiança e habilitado nesta prática.

Manutenção pós-clareamento

 Para prolongar seu clareamento, alguns cuidados devem ser seguidos:

  • Escovar os dentes sempre após as refeições.
  • Usar fio dental diariamente.
  • Manutenção em seu dentista pelo menos de 6 em 6 meses .
  • Diminuir ingestão de café e bebidas escuras.
  • Evitar alimentos com corantes, como beterraba
  • Lavar a boca, mesmo que fora de casa, após a ingestão destes tipos de alimentos.
  • Parar de fumar.
  • Utilizar cremes dentais contendo flúor.

“Para quem deseja fazer o tratamento, o primeiro passo é consultar um dentista para saber se é necessário fazer o clareamento, pois há casos em que a necessidade é baixa e a aparência do dente pode ficar artificial. Ressalto que o clareamento dental não é aconselhado para mulheres gestantes ou que estejam amamentando. Pessoas com doenças periodontais podem ter alergia ao produto, raiz exposta e crianças menos de 10 anos também não devem fazer o tratamento”, observa Dr. Rogério.

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