-Smart Writers & Smart Content & Smart Readers-

Category archive

Educação e Comportamento - page 51

Duas palavras que podem prejudicar o seu filho: Bom trabalho

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento por

Alguns pais acreditam que ganhar não é tudo e que o importante é competir, mostrando ao filho que pelo menos ele tentou e deu o seu melhor. Mas também existem pais que até gritam com o treinador quando as crianças entram na quadra, pois não admitem que o filho seja um perdedor.

Muitos pais querem que seus filhos cresçam cego ao fracasso, ouvindo apenas o lado positivo. Eles temem que o reconhecimento de qualquer mediocridade crie cicatrizes emocionais durante a vida da criança.

Estudos da Universidade de Utrecht, na Holanda e Ohio State University apontam que esta estratégia pode sair pela culatra.

“Se você disser a uma criança com baixa auto-estima que eles fizeram algo incrivelmente bem, eles podem pensar que sempre precisa fazer incrivelmente bem”, disse – Eddie Brummelman, principal autor dos estudos e doutorado do departamento de psicologia da Universidade de Utrecht. “Eles podem se preocupar em conhecer esses padrões elevados e não tentar novos desafios”.

Brummelman e seus colegas pesquisadores elaboraram três experimentos. O primeiro descobriu que crianças com baixa auto-estima normalmente recebem elogios duas vezes mais do que crianças com auto-estima elevada. É a diferença entre “Trabalho bem feito! e “Você fez um bom trabalho!”. “Esse advérbio, esse pequeno impulso, pode virar um  sucesso menor acabando com a expectativa de um garoto que não acredita em si mesmo .

O segundo estudo contou com a ajuda dos pais. As crianças completaram 12 exercícios de matemática cronometrados pelos seus pais. Brummelman e seus colegas observaram que quando os pais administram, o ego da criança fica mais inflado. “Você é tão incrível! ou “Fantástico!” – “Bom trabalho”.

Crianças que se sentem mal com as suas capacidades tendem a ter respostas muito negativas para o mau desempenho, de modo que o pai atento possa intervir com algumas palavras de apoio. Problema resolvido, certo?

“Os pais pensam que as crianças com baixa auto-estima precisam de mais elogios para se sentirem melhor”, disse Bushman. “É compreensível que os adultos façam isso, mas achamos em outro experimento que este tipo de elogio não é bom para as crianças. “Então o problema não está resolvido”.

O terceiro estudo da equipe levou o elogio administrado no segundo estudo e o estendeu  para o desempenho futuro. As crianças foram convidadas para recriar uma arte de Van Gogh (fazendo o seu melhor) e o desenho final seria criticado por um pintor profissional. O crítico elogiou as crianças com auto-estima e baixa auto-estima. Em seguida, eles fizeram um segundo desenho. Desta vez, eles tinham uma escolha: copiar um desenho fácil ou assumir uma parte mais difícil?

Para desgosto dos pais, as crianças com baixa auto-estima escolheram a peça menos exigente. Seguindo uma rota segura. Já as crianças com auto-estima foram mais propensas a procurar um desafio maior depois de receber elogios.

Isso contribui para uma decisão difícil como pai. “Elogiar crianças com baixa auto-estima evita com que elas busquem novo desafios”, Bushman explicou, acrescentando que os pais cujos filhos têm baixa auto-estima podem ter uma abordagem menos revoltante quando avaliarem o desempenho de uma criança. Proteger sentimentos no curto prazo torna um garoto melhor em lidar com o fracasso, mas ao longo prazo não é superado.

“Isso vai contra o que muitas pessoas podem acreditar que seria mais útil”, disse Bushman. ” Não é realmente útil elogiar crianças que já se sentem mal sobre si mesmos.”

 © 2014, IBTimes. All rights reserved.

Prazer e depois culpa podem ser sintomas de compulsão

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Comportamento compulsivo merece atenção e cuidados.

Hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional – normalmente uma sensação de alívio ou de prazer seguidos de culpa e depressão. Bastante conhecida, a compulsão é um descontrole emocional que faz com que o indivíduo repita um determinado comportamento/ação sucessivamente, causando-lhe diversos prejuízos. Seja por comida, drogas, sexo, internet, compras, exercícios físico, entre outros, a compulsão pode acontecer com qualquer pessoa e pode também levar a algum tipo de transtorno mais grave.

 “O prazer e a satisfação fazem o indivíduo repetir o comportamento, mas depois vêm a sensação negativa por não ter conseguido resistir ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a sensação positiva permanece mais forte, levando a repetição. O indivíduo perde o controle e passa a realizar esse comportamento de forma inadequada, o que interfere em suas relações sociais, trabalho, administração de seu dinheiro, família e qualidade de vida”, explica a psicóloga Ana Cristina Fraia.

 A especialista adverte que dependendo da compulsão é indicado um tipo de tratamento, mas que a psicoterapia é sempre uma boa aliada. “A psicoterapia é necessária, de preferência cognitivo comportamental. O apoio e auxílio da família e, em alguns casos, medicação também auxiliam muito. Regras e limites como, por exemplo, retirar o acesso ao dinheiro no caso de compulsão por compras são necessárias.”

Embora não existam causas específicas para a compulsão, apenas tendências e fatores ambientais e emocionais, a psicóloga ressalta que por trás das compulsões existe, emocionalmente, algo em desequilíbrio e que deve ser investigado e tratado. O mais importante é a pessoa ter a consciência que seu comportamento está fora da normalidade e procurar ajuda médica.

Ana Cristina Fraia é psicóloga e coordenadora terapêutica da Clinica Maia Prime.

Cães se alinham ao campo magnético da Terra

em Educação e Comportamento/Geral por

Você provavelmente conhece a extraordinária capacidade que os cães têm em farejar qualquer coisa, até drogas escondidas. Isso acontece por que seu nariz é alimentado por mais de 200 milhões de receptores de cheiro. Mas, recentemente cientistas da Universidade de Ciências da Vida em Praga descobriram outra capacidade de detecção dos cães: eles são sensíveis ao magnetismo da Terra.

Os pesquisadores identificaram que os cães alinham espontaneamente o eixo do seu corpo ao campo magnético da Terra quando se agacham para fazer cocô.

No entanto, eles não sabem por que esse hábito é útil para eles ou o que significa. Em um trabalho de pesquisa publicado na revista Frontiers in Zoology, os cientistas afirmam “cães preferem fazer suas necessidades fisiológicas com o corpo alinhado ao longo do eixo norte-sul. “No entanto, quando o campo magnético e as condições ficam instáveis​​, o seu comportamento direcional muda. Se, por exemplo, houver uma explosão solar e o campo magnético da Terra torna-se instável, os cães ficariam confusos – ou, pelo menos, iriam começar a fazer cocô em direções aleatórias.

Em busca de entender por que os cães se alinham ao campo magnético da Terra, os cientistas fizeram 1.893 observações em 70 cães de 37 raças durante a defecação e mediu a direção do eixo do seu corpo. Eles também fizeram 5.582 observações enquanto os cães urinavam . O estudos duraram aproximadamente  dois anos e os dados foram classificados de acordo com as condições geomagnéticas durante o período de amostragem.

Usando esses dados, os cientistas foram capazes de provar a sensibilidade magnética dos cães. Além disso, eles podem demonstrar inequivocamente uma reação de comportamento mensurável e previsível mediante flutuações naturais do campo magnético em mamíferos. Eles estudam também a possibilidade dos cães serem muito sensíveis a pequenas alterações na polaridade ao invés de intensidade do campo magnético. Em outras palavras, o estudo mostra que a polaridade é biologicamente significativa. Segundo os pesquisadores, o estudo é importante porque poderia abrir novos horizontes nas pesquisa de recepção magnética.

©2014, iScience Times. All rights reserved

Inscrições abertas para programas gratuitos de tratamento à obesidade

em Educação e Comportamento por

A Universidade Guarulhos (UnG) está com inscrições abertas para programas de atendimento a pessoas acima do peso: o GAO (Grupo de Atendimento a Obesos), que atende adultos, e o GIO (Grupo Infantil Obesidade), iniciativas do Programa de Ação Docente-Discente de Apoio Comunitário (Paddac).

Os interessados em participar da triagem ou fazer o mesmo pelo filho devem ligar para (11) 2464-1700; ou enviar e-mail com nome completo, idade, telefone de contato, peso e altura para o endereço [email protected]. O único pré-requisito é estar acima do peso. As atividades começam em março.

O GIO é voltado a crianças entre 07 e 10 anos de idade. Os encontros acontecem apenas no Campus Guarulhos-Centro da UnG. Já o GAO tem inscrições abertas para atividades em Guarulhos, Itaquá e Arujá.

Sobre o Programa

Durante os atendimentos gratuitos, que acontecem durante três meses, os pacientes se reúnem uma vez por semana e recebem orientações de profissionais e estudantes de Nutrição, Psicologia, Educação Física, entre outros. Nesses encontros são orientados a escolher melhor os alimentos, aprendem técnicas de exercícios físicos e descobrem se o aumento de peso está atrelado a algum problema de origem psicológica. “Para quem não emagrecer ou se sentir inseguro tem a opção de seguir o tratamento no grupo de manutenção, também gratuito. Nossa meta é proporcionar qualidade de vida e recuperar a autoestima das pessoas”, explica o psicólogo José Cândido Cheque, coordenador do Paddac.

 

Professor do IBMEC, Rodrigo Siqueira, lança o livro “A outra margem”

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento por

Quer saber mais sobre os benefícios da prática da meditação? Rodrigo Siqueira, professor na faculdade de Comunicação e Administração do Ibmec/RJ e coaching de carreira e liderança, lança o livro “A outra margem – pensamentos e meditações para o autoconhecimento e equilíbrio”, da Editora Inspira. A publicação desvenda os caminhos para romper com os padrões negativos e desenvolver uma visão mais lúcida sobre a vida, sobre si próprio e os relacionamentos interpessoais.

“A Outra Margem” foi escrito depois que o autor escalou o Monte Aconcágua, no Chile, e viveu situações extremas, que o levaram a refletir sobre o sentido da vida. Na primeira parte do livro, Siqueira leva o leitor a vivenciar e refazer a aventura que experimentou em 2006 e que mudou seus valores.

“A montanha muito me ensinou. Pude refletir sobre a preciosidade e mesmo a fragilidade da vida, sobre as pegadas que havia deixado na montanha e, acima de tudo, as pegadas que queria deixar na vida a partir dali. Perguntas como ‘Que propósito dar a minha vida?’, ‘O que buscar?’ e ‘Como encontrar a paz, bem-estar e felicidade que não sejam tão instáveis?’ passaram a ser mais importantes do que nunca após o Aconcágua”, relata Siqueira.

A partir desta experiência, o autor, que se interessava por temas relacionados à espiritualidade, filosofia e psicologia desde cedo, foi em busca de conhecimentos e vivências nesses temas. No livro, ele divide com o leitor alguns conceitos da psicologia budista e outras correntes de pensamento – como a psicologia positiva e junguiana – que o influenciaram, mostra a transformação que este conhecimento pode promover e destaca a importância de aprofundar o olhar para si e para a vida.

Dessa forma, na segunda parte da publicação, Siqueira traz à tona questões fundamentais relacionadas à existência, como o nascimento, o carma, a natureza dinâmica e mutável, o sofrimento e a busca por felicidade e, na terceira parte, ele aborda o autoconhecimento e os relacionamentos interpessoais.

“Podemos mudar de casa, cidade, emprego, relação amorosa, condição financeira e, mesmo assim, nos vermos em um estado emocional interno similar ao que já vivemos antes. A felicidade e a liberação do sofrimento não ocorre com a simples mudança das condições externas a nós. É preciso mudar a forma de compreender a vida, as relações que tecemos com os outros e com nós mesmos”, ressalta.

Ao final de cada capítulo, encontra-se uma meditação analítica que conduzirá o leitor a um olhar mais profundo sobre cada tópico e possibilitará que cada um encontre um entendimento próprio, que ele chama de insight. Após a meditação analítica, o autor ainda sugere praticar a meditação conhecida como Shamata para acalmar a mente e obter um estado de tranquilidade necessário para que o insight seja incorporado de forma mais efetiva. Segundo Rodrigo Siqueira, conjugar os dois tipos de meditação fortalecerá a resolução em efetuar mudanças. 

“Estudos científicos comprovam os efeitos da prática meditativa no cérebro, influenciando positivamente a aprendizagem e a qualidade de vida”, diz.

Ano: 2013
Tamanho: 14x21cm
139 páginas
Preço: R$ 29,90

Foto: Divulgação/Facebook

Estudo revela que 51,7% dos homens e 54,9% das mulheres do Brasil se consideram vaidosos e aponta as suas principais preocupações em relação aos cuidados com a beleza

em Brasil/Educação e Comportamento por

Estudos inéditos, realizados pelo Minha Vida com 1.687 homens e 2.861 mulheres do Brasil, revelam que tanto eles quanto elas são sim vaidosos. Entre o público masculino, 6,6% se consideram muito vaidosos, 51,7% acreditam que estão dentro dos “índices normais de vaidade” e 37,2% acham que são pouco vaidosos. Apenas 4,4% alegam passarem longe da vaidade. Já entre as particip antes do sexo feminino, esses índices ficam, respectivamente, em 11%, 54,9%, 30,9% e 3,2%. Vale ressaltar que 75,8% dos homens e 80,3% das mulheres, que participaram dos estudos realizados pelo Minha Vida, têm entre 25 e 59 anos.

Na hora de investir em produtos para beleza, eles e elas se aproximam nos gastos: 76,9% dos rapazes dedicam entre R$ 20 e R$ 250 mensais e 75,9% das garotas transitam entre as mesmas margens. Dividindo-se esses valores, encontramos os homens gastando de R$ 20 a R$ 50 (30,3%), entre R$ 50 e R$ 100 (32,8%) e de R$ 100 a R$ 250 (13,8%). Já para elas, os índices para esses mesmos valores mensais correspondem a 26%, 32,2% e 17,7%, respectivamente. Os homens mais vaidosos são os solteiros (8,39%), seguidos pelos divorciados (8,02%) e pelos casados (5,80%). Já as mulheres mais vaidosas são as divorciadas (14,20%), seguidas pelas solteiras (12,69%) e pelas casadas (9,69%).

Basicamente, o estudo mostra que eles se preocupam, em sua maioria, com a limpeza seja do corpo, do rosto ou dos dentes. Já elas, segundo a pesquisa, consideram o visual o ponto mais preocupante. Dentro deste cenário, confira algumas curiosidades no comportamento DELES e DELAS em relação aos cuidados com o rosto, o corpo, os dentes:

PREOCUPAÇÕES DELES

Maiores preocupações com a barba:

Manter o rosto sem barba (rosto “limpo”) – 48,37%

Irritação – 37,76%

Pelos encravados (foliculite) – 24,07%

 

Maiores preocupações com a pele:

Mau cheiro nas axilas – 64,20%

Oleosidade – 52,16%

Mau cheiro nos pés – 47,24%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Mantê-los limpos – 49,08%

Caspa (ou descamação do couro cabeludo) – 46%

Oleosidade – 39,18%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Mau hálito – 73,21%

Amarelamento ou escurecimento – 68,64%

Cáries – 67,28%

 

PREOCUPAÇÕES DELAS

Preocupações em relação à pele do rosto:

Olheiras – 37,33%

Linhas finas (linhas de expressão) – 36,84%

Manchas (melasmas) – 35,27%

 

Maiores preocupações com o corpo:

Gordura localizada na barriga – 78,19%

Celulite – 58,72%

Excesso de peso – 57,88%

 

Maiores preocupações com as unhas:

Unhas quebram com facilidade – 56,90%

Não tenho nenhuma preocupação – 24,12%

Excesso de cutícula – 23,77%

 

Maiores preocupações com o cabelo:

Cabelos brancos – 46,42%

Queda de cabelo – 41,28%

Frizz (fios arrepiados) – 41,56%

 

Maiores preocupações com os dentes:

Amarelamento ou escurecimento dos dentes – 66,22%

Mau hálito – 60,03%

Cáries – 57,28%

Hidratação adequada previne contra infecção urinária no calor

em Educação e Comportamento por

Com a chegada do verão, suamos mais e desidratamos rapidamente. No entanto, segundo os médicos, as pessoas esquecem de tomar água para repor o líquido perdido. Um hábito deixado de lado, mas importante para evitar infecções urinárias que mais tarde podem desencadear problemas renais mais graves – em média, dois litros de água por dia é uma quantidade indicada para um adulto.

Aliado a isso, especialistas alertam para outro péssimo hábito da população em geral na correria do dia a dia: “As pessoas não vão ao banheiro, deixando a urina mais concentrada no nosso organismo, quando nossa bexiga pede. Isso predispõe muito à infecção urinária, principalmente nas mulheres” lembra Thadeu Brenny Filho, chefe do Serviço de Urologia e Transplante Renal do Hospital São Vicente – FUNEF, de Curitiba-PR.

A infecção urinária tem como sintoma mais comum a dor ao urinar e vontade incontrolável de ir ao banheiro várias vezes ao dia, eliminando pouca urina e consequente sensação de peso na bexiga. “A urina pode ser bem clara ou escura e cheiro forte, muitas vezes lembrando amoníaco. Febre alta e dor lombar são sinais de gravidade de que bactérias atingiram os rins”, explica o médico.

Segundo Brenny, os sintomas do problema renal, que pode ter iniciado com um quadro de infecção urinária, são dores abdominais, geralmente de um lado só, acompanhada de dor ao urinar, febre, enjoos ou vômitos. Contudo, para evitar o quadro mais grave, é importante consultar o médico periodicamente, mesmo sem dor ou sintoma aparente. “Se há infecção urinária de repetição, exames de imagem solicitadas pelo médico são necessárias, principalmente no homem que não tem infecção urinária sem uma causa definida”, detalha.  De acordo com o médico, no homem, problemas urinários são indícios de pedra nos rins, prostatite ou diabetes.

Irritação pode indicar infecção urinária em crianças

O médico chefe do Serviço de Urologia e Transplante Renal do Hospital São Vicente – FUNEF explica que os pais devem estar atentos ao comportamento das crianças para identificarem problemas urinários. De acordo com ele, a irritabilidade no momento de urinar é um sintoma importante. “Os exames são na maioria invasivos e incômodos à criança. Os pais devem desconfiar de infecção urinária se a criança está abaixo do crescimento para a idade, irritada e com alguma indisposição. Muitas vezes pode não haver febre como primeiro sinal de infecção”, detalha.

Dependentes químicos devem ter cuidados redobrados no final de ano

em Educação e Comportamento/Geral por

Final de ano, festas, confraternizações, comilança e muitas bebidas. Essa época do ano é agitada e repleta de comemorações, mas também pode ser bastante difícil para algumas pessoas, principalmente para os dependentes químicos em recuperação. Afinal, muitos estão na fase de tratamento ainda e precisam resistir para continuarem ‘limpos’.

A psicóloga e coordenadora terapêutica da Clínica Maia Prime, Ana Cristina Fraia explica que ‘os dependentes químicos ficam inseguros com a alta neste período e muitos chegam a pedir para permanecerem internados para que o tratamento não seja afetado, pois nessa época do ano as festas se tornam rotineiras e as bebidas alcoólicas estão, na maioria das vezes, presentes, além de, dependendo do tipo de festa e companhia, as drogas acabarem surgindo.”

A especialista reforça que quando o paciente recebe alta no final de ano, sai preparado para retornar ao convívio em sociedade. “A orientação é para que ele siga a programação recebida na internação e sempre peça ajuda se precisar”. Ana Cristina afirma que assim que o paciente sai, ele é orientado a ainda não administrar seu próprio dinheiro, a manter-se próximo da família e de pessoas de confiança e seguir o tratamento, geralmente em regime aberto em um hospital dia. “O tratamento não acaba com a internação. Ele apenas começou, o mais difícil é permanecer limpo no seu cotidiano.”

Embora as altas possam acontecer, a psicóloga comenta que não são recomendadas, pois há riscos de recaída. “Não é comum acontecer, pois o risco de não aguentar dizer não, de manter comportamentos que levam o paciente a pensar na droga é grande. Quando existe a possibilidade de alta, o paciente que sai, deve sair muito bem preparado e ter o apoio da família que é essencial nesse processo, inclusive, os familiares também recebem orientações para saberem lidar com a situação.”

Ana Cristina Fraia – psicóloga e coordenadora terapêutica da Clínica Maia Prime

 

Qualidade de vida na terceira idade

em Educação e Comportamento/Geral por

Manter uma alimentação saudável e fazer exercícios físicos com frequência são hábitos de grande importância para manter a qualidade de vida na terceira idade. Mas os cuidados com a saúde física não são suficientes para cultivar uma vida equilibrada, pois é importante também dar atenção à saúde mental.

Há de se considerar que uma dieta balanceada e um corpo ativo contribuem significativamente para que o nosso cérebro se mantenha saudável, porém ele precisa de cuidados especiais.

O que o idoso pode fazer para melhorar sua saúde mental? Deve estimular o cérebro para que se mantenha ativo.

Mas para entender melhor isso, vamos pensar primeiro no nosso corpo. Com o passar dos anos, ele passa por mudanças: a força muscular, por exemplo, diminui a medida que envelhecemos. Entretanto, as perdas podem ser prevenidas e até restauradas por meio do exercício físico. Porém, para alcançar os benefícios das atividades físicas, elas não podem ser esporádicas, precisam fazer parte do estilo de vida do idoso.

As funções cerebrais também diminuem com o tempo e, assim como ocorre com o corpo, elas podem ser preservadas e recompostas por meio da ginástica cerebral.

O cérebro aprende durante toda a vida, com capacidade de se reorganizar e estabelecer novas conexões através de estímulos. Assim, habilidades como a memória, o pensamento lateral, o raciocínio lógico e outras são potencializadas em qualquer idade, desde que não haja uma complicação clínica.

A ginástica cerebral propõe o estímulo cognitivo através de desafios e atividades que visam tirar o cérebro da zona de conforto. Retomando a comparação com o corpo, imaginemos agora uma pessoa que começa a praticar musculação. Se sua intenção é ganhar massa muscular, precisará de exercícios que lhe proporcionem variedade, novidade e um grau de dificuldade crescente.

Caso contrário, seu corpo se acostumará com os exercícios, com a quantidade de peso utilizada e a evolução pretendida não será alcançada.

O cérebro também precisa de exercícios que considerem estes três aspectos – novidade, variedade e grau de dificuldade crescente – para não ficar estagnado na zona de conforto sem qualquer fortalecimento.

Esta é a base do método Supera, uma academia para o cérebro que, por meio de ferramentas pedagógicas, propõe potencializar as capacidades cognitivas de pessoas de diversas idades e, de modo inclusivo, os idosos.

Fim de ano: o que você precisa saber antes de colocar as rodas na estrada

em Brasil/Educação e Comportamento por

Chegou o fim do ano e também as tradicionais festas. Hora de arrumar as malas e seguir em direção ao encontro com a família, onde quer que ela esteja. Mas antes de carregar o porta-malas do carro com as malas, leia algumas dicas do diretor da área de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri, e evite chegar atrasado à comemoração:

FAÇA A REVISÃO

Checar as condições de itens como pneus, rodas, triângulo, macaco,chave de roda, suspensão, nível do óleo e fluidos, sistema elétrico e sistema de limpeza dos vidros é fundamental. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.

CHEQUE A PREVISÃO DO TEMPO

De acordo com a Administração de Segurança do Tráfego Rodoviário dos EUA, quase 20% dos acidentes de carro fatais ocorrem em condições meteorológicas desfavoráveis. Não importa qual o clima, é mais seguro estar preparado. Mudanças repentinas aumentam o risco de acidentes. Se informe sobre o tempo antes de sair de casa.

MANTENHA OS VIDROS LIMPOS

Não é preciso ser paranoico com limpeza e manter o carro absolutamente impecável, mas é preciso se certificar que o para-brisas está sempre limpo. Afinal, um para-brisa sujo, além de nojento, é inseguro. Limpe os seus toda vez que parar no posto de gasolina para evitar insetos e o acumulo de poeira de estrada. De vez em quando, faça uma limpeza mais completa, usando produtos especialmente elaborados para para-brisas, que não só limpam, mas também desengorduram o vidro.

CUIDADO COM O PÔR, OU NASCER, DO SOL

Dirigir durante a mudança do dia para a noite, ou vice-versa, é um grande desafio. Muitos acidentes acontecem quando o sol nasce ou se põe, culpa, ao menos em parte, da má visibilidade. Até o sol nascente/poente atrás de você pode afetar os motoristas que vêm em sua direção. Para evitar acidentes, mantenha o para-brisa limpo por dentro e por fora, use óculos escuros e os para-sóis baixos.

OLHOS NA ESTRADA, MÃOS NO VOLANTE

Esta postura não só ajuda a detectar eventuais obstáculos e perigos rapidamente, como também estabiliza a direção. Manter os olhos focados em um ponto distante na estrada com olhares regulares nas laterais e espelhos retrovisores proporciona melhor visão geral da situação do tráfego e coloca o motorista numa posição de prevenção, podendo reagir mais cedo a ameaças de segurança.

Vai beber? Saiba o que fazer para que a ressaca não prejudique na festa de fim de ano

em Educação e Comportamento por

Está aberta a temporada das festas e encontros: visita de familiares e amigo-secreto, são algumas das comemorações típicas de fim de ano. No entanto, algo a mais pode acompanhar estes compromissos: a ressaca. Para quem costuma ingerir bebidas alcoólicas, principalmente nesta época do ano, o excesso pode ser o inimigo do bem-estar e da saúde.

Segundo Sofia Sesti, nutricionista da Clínica Plena, a ressaca é um conjunto de sintomas da intoxicação ocasionada pelo álcool. “O organismo acaba sobrecarregando diversos órgãos, principalmente o fígado, na tentativa de absorver o álcool ingerido”, explica. A nutricionista complementa que o fígado continua produzindo enzimas para processar o álcool, mesmo que o consumo já tenha sessado. “Essa ação causa um desequilíbrio no metabolismo e até mesmo o sistema nervoso – que já havia se habituado com o excesso, pode sofrer com a ‘abstinência’ do álcool”, complementa Sofia.

“Síndrome do dia seguinte”
Os sintomas da ressaca podem contemplar: enjoo e diarreia, dores no corpo, dor de cabeça acentuada, desidratação do organismo com a sede excessiva e fotossensibilidade, caracterizada pela irritação dos olhos no contato com a luz. “Além disso, as mulheres estão mais propensas a sofrer com a ressaca, devido as taxas de hormônio feminino, que são menos tolerantes ao álcool do que nos homens”, ressalta.

O que fazer?
Para não acabar com a noite de festas e acordar com uma ressaca no dia seguinte, é essencial hidratar o corpo antes de beber e, claro, não abusar do álcool. “A dica é ingerir água ou um copo de suco natural antes de aderir as bebidas alcoólicas. Entre um copo ou outro de vinho, por exemplo, tomar água faz com que os efeitos da bebida não tenham tanta intensidade e a ressaca pode ser evitada”, detalha. Uma refeição leve antes de beber também cria uma camada protetora no estômago.

Já para quem abusou do álcool e acordou com “direito” aos sintomas citados, a nutricionista explica que o consumo de líquidos auxilia na recuperação do corpo. “O consumo de água, água de côco, isotônicos e sucos naturais ajudam o organismo a expelir o álcool”, orienta. Frutas e legumes de cor verde escuro também são indicados, pois fornecem as substâncias ideias na desintoxicação do fígado. A nutricionista finaliza com uma dica de suco, que pode ser feito em casa e ajuda no reestabelecimento do organismo: uma fatia de melão, meio pepino japonês com casca e 300 a 500 mililitros de água, conforme preferência de quantidade. Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber. “Na ressaca, a quantidade de água diária que é de 35 mililitros por quilo do peso total da pessoa, passa para 45 mililitros”, finaliza.

Sexo e Muitas Risadas são dicas para começar o Ano Novo com o Pé Direito

em Educação e Comportamento por

Ano Novo, Vida Nova! É o que as pessoas almejam e para isso partem em busca de novas metas no ano que se inicia. Além do trabalho, é importante manter uma vida social ativa, como viagens, passeios, divertimentos, para uma melhor qualidade de vida, além da prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada. Tudo para entrar com o pé direito em 2014!

Segundo a Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Estética Médica e Gestão da Idadedar muitas risadas, estar de bom humor é um aliado e tanto para um Ano Novo cheio de conquistas. Praticar sexo e dar boas risadas ajuda a retardar o envelhecimento. “Quando você ri, está alegrando seus órgãos. A risada rejuvenesce, assim como uma boa alimentação e a prática sexual, que são importantes para o processo de envelhecer bem”, afirma.

Conforme pesquisa da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos, o sexo pode ser um ótimo exercício desde as preliminares. O beijo na boca requisita 34 músculos da face e consome 2 calorias por minuto (120 por hora!), Na soma final, a relação sexual consome cerca de 250 calorias em meia hora.  

Para a médica, quanto mais cedo a pessoa se voltar a longevidade produtiva melhor. “Quando nascemos já estamos envelhecendo. É uma questão cultural. Fazer as pessoas entenderem que tudo é um aprendizado. Tudo começa com a consciência. Se você pensa que é jovem, você é jovem. Se você pensa que é acabado, você estará acabado. Não importa se tem 25 ou 50 anos”, diz.

Além do sexo e de boas risadas, a Meditação é excelente para conter o nível de estresse e começar o ano mais leve, com uma nova energia. Com 20 minutos de manhã e à noite, a pessoa lida melhor com o estresse do cotidiano. “A pressão e os batimentos cardíacos melhoram quando a pessoa entra em um estado de relaxamento. Fisicamente, a pessoa também fica mais saudável”, relata a Dra. Edith.

Dra. Edith Horibe enfatiza que dar risada é importante. Viver alegre faz parte do ato de pensar positivamente, o que afeta a mente. É muito fácil atingir um bem-estar a partir da prática de exercícios sexuais.

A médica lembra que o sexo não é privilégio dos jovens, a Terceira Idade também deve praticá-lo. A diferença é que em idades mais jovens existe a preocupação com a “quantidade” de atividades sexuais, já em idades mais avançadas essa ideia é substituída por “qualidade”.

Voltar p/ Capa