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Cultura e Entretenimento - page 13

Duas palavras que podem prejudicar o seu filho: Bom trabalho

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento por

Alguns pais acreditam que ganhar não é tudo e que o importante é competir, mostrando ao filho que pelo menos ele tentou e deu o seu melhor. Mas também existem pais que até gritam com o treinador quando as crianças entram na quadra, pois não admitem que o filho seja um perdedor.

Muitos pais querem que seus filhos cresçam cego ao fracasso, ouvindo apenas o lado positivo. Eles temem que o reconhecimento de qualquer mediocridade crie cicatrizes emocionais durante a vida da criança.

Estudos da Universidade de Utrecht, na Holanda e Ohio State University apontam que esta estratégia pode sair pela culatra.

“Se você disser a uma criança com baixa auto-estima que eles fizeram algo incrivelmente bem, eles podem pensar que sempre precisa fazer incrivelmente bem”, disse – Eddie Brummelman, principal autor dos estudos e doutorado do departamento de psicologia da Universidade de Utrecht. “Eles podem se preocupar em conhecer esses padrões elevados e não tentar novos desafios”.

Brummelman e seus colegas pesquisadores elaboraram três experimentos. O primeiro descobriu que crianças com baixa auto-estima normalmente recebem elogios duas vezes mais do que crianças com auto-estima elevada. É a diferença entre “Trabalho bem feito! e “Você fez um bom trabalho!”. “Esse advérbio, esse pequeno impulso, pode virar um  sucesso menor acabando com a expectativa de um garoto que não acredita em si mesmo .

O segundo estudo contou com a ajuda dos pais. As crianças completaram 12 exercícios de matemática cronometrados pelos seus pais. Brummelman e seus colegas observaram que quando os pais administram, o ego da criança fica mais inflado. “Você é tão incrível! ou “Fantástico!” – “Bom trabalho”.

Crianças que se sentem mal com as suas capacidades tendem a ter respostas muito negativas para o mau desempenho, de modo que o pai atento possa intervir com algumas palavras de apoio. Problema resolvido, certo?

“Os pais pensam que as crianças com baixa auto-estima precisam de mais elogios para se sentirem melhor”, disse Bushman. “É compreensível que os adultos façam isso, mas achamos em outro experimento que este tipo de elogio não é bom para as crianças. “Então o problema não está resolvido”.

O terceiro estudo da equipe levou o elogio administrado no segundo estudo e o estendeu  para o desempenho futuro. As crianças foram convidadas para recriar uma arte de Van Gogh (fazendo o seu melhor) e o desenho final seria criticado por um pintor profissional. O crítico elogiou as crianças com auto-estima e baixa auto-estima. Em seguida, eles fizeram um segundo desenho. Desta vez, eles tinham uma escolha: copiar um desenho fácil ou assumir uma parte mais difícil?

Para desgosto dos pais, as crianças com baixa auto-estima escolheram a peça menos exigente. Seguindo uma rota segura. Já as crianças com auto-estima foram mais propensas a procurar um desafio maior depois de receber elogios.

Isso contribui para uma decisão difícil como pai. “Elogiar crianças com baixa auto-estima evita com que elas busquem novo desafios”, Bushman explicou, acrescentando que os pais cujos filhos têm baixa auto-estima podem ter uma abordagem menos revoltante quando avaliarem o desempenho de uma criança. Proteger sentimentos no curto prazo torna um garoto melhor em lidar com o fracasso, mas ao longo prazo não é superado.

“Isso vai contra o que muitas pessoas podem acreditar que seria mais útil”, disse Bushman. ” Não é realmente útil elogiar crianças que já se sentem mal sobre si mesmos.”

 © 2014, IBTimes. All rights reserved.

Professor do IBMEC, Rodrigo Siqueira, lança o livro “A outra margem”

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento por

Quer saber mais sobre os benefícios da prática da meditação? Rodrigo Siqueira, professor na faculdade de Comunicação e Administração do Ibmec/RJ e coaching de carreira e liderança, lança o livro “A outra margem – pensamentos e meditações para o autoconhecimento e equilíbrio”, da Editora Inspira. A publicação desvenda os caminhos para romper com os padrões negativos e desenvolver uma visão mais lúcida sobre a vida, sobre si próprio e os relacionamentos interpessoais.

“A Outra Margem” foi escrito depois que o autor escalou o Monte Aconcágua, no Chile, e viveu situações extremas, que o levaram a refletir sobre o sentido da vida. Na primeira parte do livro, Siqueira leva o leitor a vivenciar e refazer a aventura que experimentou em 2006 e que mudou seus valores.

“A montanha muito me ensinou. Pude refletir sobre a preciosidade e mesmo a fragilidade da vida, sobre as pegadas que havia deixado na montanha e, acima de tudo, as pegadas que queria deixar na vida a partir dali. Perguntas como ‘Que propósito dar a minha vida?’, ‘O que buscar?’ e ‘Como encontrar a paz, bem-estar e felicidade que não sejam tão instáveis?’ passaram a ser mais importantes do que nunca após o Aconcágua”, relata Siqueira.

A partir desta experiência, o autor, que se interessava por temas relacionados à espiritualidade, filosofia e psicologia desde cedo, foi em busca de conhecimentos e vivências nesses temas. No livro, ele divide com o leitor alguns conceitos da psicologia budista e outras correntes de pensamento – como a psicologia positiva e junguiana – que o influenciaram, mostra a transformação que este conhecimento pode promover e destaca a importância de aprofundar o olhar para si e para a vida.

Dessa forma, na segunda parte da publicação, Siqueira traz à tona questões fundamentais relacionadas à existência, como o nascimento, o carma, a natureza dinâmica e mutável, o sofrimento e a busca por felicidade e, na terceira parte, ele aborda o autoconhecimento e os relacionamentos interpessoais.

“Podemos mudar de casa, cidade, emprego, relação amorosa, condição financeira e, mesmo assim, nos vermos em um estado emocional interno similar ao que já vivemos antes. A felicidade e a liberação do sofrimento não ocorre com a simples mudança das condições externas a nós. É preciso mudar a forma de compreender a vida, as relações que tecemos com os outros e com nós mesmos”, ressalta.

Ao final de cada capítulo, encontra-se uma meditação analítica que conduzirá o leitor a um olhar mais profundo sobre cada tópico e possibilitará que cada um encontre um entendimento próprio, que ele chama de insight. Após a meditação analítica, o autor ainda sugere praticar a meditação conhecida como Shamata para acalmar a mente e obter um estado de tranquilidade necessário para que o insight seja incorporado de forma mais efetiva. Segundo Rodrigo Siqueira, conjugar os dois tipos de meditação fortalecerá a resolução em efetuar mudanças. 

“Estudos científicos comprovam os efeitos da prática meditativa no cérebro, influenciando positivamente a aprendizagem e a qualidade de vida”, diz.

Ano: 2013
Tamanho: 14x21cm
139 páginas
Preço: R$ 29,90

Foto: Divulgação/Facebook

Conheça o Museu do Relógio

em Cultura e Entretenimento por

O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a Antiguidade, em variados formatos. É uma das mais antigas invenções humanas. Relógios simples de água ou areia são conhecidos por ter existido na Babilônia e no Egito em torno do século 16 a.C..

O Museu do Relógio Professor Dimas de Melo Pimenta conta hoje com cerca de 600 relógios de diversas épocas, que ajudam a ilustrar a história da contagem do tempo desde a sua invenção, como o Relógio de Sol, que foi produzido por volta de 5.000 a 3.500 a. C. Este ano, mais de 20 modelos foram incorporados ao acervo, agregando ainda mais valor à coleção, que teve início em 1950.

Entre os relógios recém-adquiridos estão mais três relógios solares, todos modelos europeus e de fabricação recente. Entre eles está Box Sundial and Compass, que é uma réplica do modelo original de 1750.

O Relógio de parede Alemão também é uma novidade que o Museu trouxe este ano. Datado do século XVIII, um exemplar raro e bastante valioso, capaz de sinalizar, por meio de som de badaladas, cada hora e meias horas.

Porém a grande estrela obtida em 2013 é o curioso Relógio de Corridas de Pombos, modelo suíço fabricado entre as décadas de 1950 e 1960, extremamente preciso e confiável, usado para registrar o tempo que um pombo leva para percorrer o caminho entre um determinado ponto e seu ninho em competições.

Com o objetivo de proporcionar passeios culturais às crianças e ajudar a agregar conhecimento sobre o tempo e as horas, o Museu do Relógio oferece opções de visitas monitoradas ao seu acervo.

O Museu do Relógio é o único do gênero na América Latina e foi aberto ao público em 1975, instalado dentro da indústria Dimep, na Vila Leopoldina, em São Paulo. O Museu é aberto à visitação do público geral, por meio de agendamento prévio e as visitas podem ser acompanhadas por um historiador, capacitado para fornecer detalhes sobre as peças e a importância de cada uma delas.

Boa opção para crianças e adultos se divertirem e também adquirirem conhecimento no período de férias, o Museu do Relógio estará aberto também nos meses de dezembro e janeiro.

Para Dimas de Melo Pimenta II, responsável pelo Museu e filho do fundador que dá nome à coleção, as crianças são curiosas por natureza e a interação com peças de diversas épocas pode ajudar no aprendizado da leitura das horas. “As peças mais antigas ajudam ainda a ilustrar períodos históricos que as crianças aprendem na escola e, desta forma, contribuem para o aprendizado”, afirma.

Museu do Relógio Prof. Dimas de Melo Pimenta

2ª a 6ª das 10h às 18h.

Sábados e Domingos, 10h às 17h

Avenida Mofarrej, 840 – Vila Leopoldina – São Paulo, SP

Visitas agendadas pelo telefone – F. (11) 3646-4000

Universidades na Holanda oferecem bolsas de estudo para brasileiros

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Mundo por

Com várias oportunidades para cursos de nível superior ministrados em inglês, universidades oferecem cerca de 60 opções de bolsas de estudo para brasileiros, onde recebem inscrições até o final de março de 2014.

Para conhecer e ver os requisitos para se candidatar, acesse o banco de cursos do Nuffic Neso Brazil
No site, é possível criar um filtro por palavra-chave e encontrar as ofertas disponíveis de acordo com a sua área de estudo. Além de detalhes do programa, no mesmo link é possível pesquisar os valores, os requisitos necessários para admissão e as possibilidades de bolsas existentes para cada um dos cursos.

Dentre os programas, destaca-se o Orange Tulip Scholarship – OTS Brazil 2014, que oferece bolsas integrais e parciais exclusivas para brasileiros. Este ano, os valores podem chegar até 32.500 Euros.

Bolsas de estudo

Sem fins lucrativos e financiada pelo próprio governo, os valores de um curso superior na Holanda são bem em conta quando comparado com outros grandes destinos. As universidades do país oferecem anuidades a partir de 4.000 euros e, para os brasileiros com cidadania europeia, o investimento não ultrapassa dois mil euros por ano.

Estudantes com excelente desempenho acadêmico podem participar dos processos de bolsas oferecidos pelas próprias universidades holandesas. Esses programas podem oferecer descontos integrais ou parciais sob o valor da anuidade ou entregar ao estudante um valor em dinheiro para ajudar a financiar os estudos e o custo de vida durante a estadia no país.

Requisitos de admissão

Diferentes universidades podem ter requisitos específicos, mas proficiência em inglês é mandatório. TOEFL e o IELTS são os testes mais comumente aceitos. Para o TOEFL, normalmente é exigida uma pontuação mínima de 550 para o teste no papel e 213 para o teste no computador. Para o IELTS é exigida uma pontuação mínima de seis.

Em termos de documentação, as principais exigências das universidades holandesas são: Histórico acadêmico adequado e testes de proficiência em inglês. Para estudantes de bacharelado é exigido diploma de ensino médio, para alunos de mestrado é exigido diploma de graduação e assim por diante.

Vida cultural intensa, baixo custo de vida, população amistosa, pouca burocracia e educação de qualidade e aulas em inglês. Com tantos atrativos, é compreensível que a Holanda, um dos primeiros países a internacionalizar o seu ensino superior, tenha hoje mais de 10% da sua população acadêmica formada por estrangeiros, o que torna o ambiente de estudos extremamente multicultural.

© 2013, The São Paulo Times.

Movimento Bandeiras Brancas quer novo feriado no Brasil

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Geral/Política por

“Tem um minuto para uma causa urgente?” Essa é a pergunta que encabeça as peças da campanha criada e idealizada por Brunno Barbosa, que pretende tornar o Dia Internacional da Paz feriado nacional.

No início do ano passado, Barbosa fundou o Movimento Bandeiras Brancas, que visa realizar periodicamente, ações que promovam a paz. Desde então, trabalha para que a data já existente no Brasil seja celebrada de forma semelhante ao Natal: um momento de amor e solidariedade em que famílias se reúnem e trocam bons votos, além de refletir sobre a paz e agir em favor deste ideal.

“A ideia é alertar a população sobre os danos que qualquer tipo de violência gera e combater os índices intoleráveis aos quais o país chegou.” ressalta Barbosa.

Como a criação de um feriado é economicamente inviável, o Movimento Bandeiras Brancas enviará um projeto de lei  para o Congresso Nacional, solicitando a transferência do feriado de 21 de abril, Tiradentes, para 21 de setembro, Dia Internacional da Paz.

“O feriado de Tiradentes foi escolhido por não estar vinculado a nenhuma religião e pela forma violenta com a qual Joaquim J. S. Xavier foi morto. Com a troca, Tiradentes continuará sendo lembrado no seu dia, mas cederia seu feriado pelo bem comum.”.

O movimento já conta com aproximadamente 20 mil assinaturas em seu site. E recentemente ganhou prêmios nacionais e internacionais de responsabilidade social.

Para saber mais e participar da campanha, acesse: www.bandeirasbrancas.com.br

(C)2013, The São Paulo Times

 

Assassinato de John F. Kennedy: 7 loucas teorias da conspiração

em Cultura e Entretenimento/Geral/Mundo por

Por Connor Adams Sheets.

Enquanto o Mundo se lembrou do presidente John F. Kennedy no 50º aniversário de seu assassinato, uma série de teorias de conspiração malucas persistem sobre as circunstâncias de sua morte.

Há muitas linhas razoáveis ​​de inquérito sobre quem atirou em Kennedy, como a forma que a ação foi realizada e por que, mas uma série de idéias mais malucas simplesmente se recusam a ir embora.
As investigações profundamente falhas sobre a morte de Kennedy e a conclusão da Comissão Warren, em que Lee Harvey Oswald agiu sozinho em matar o presidente deixou muitas perguntas sem respostas, o que resultou em toda uma subcultura de teóricos da conspiração, que continuam a acreditar que há mais sobre a sua morte do que  foi contada ao povo.
Mas muitas das idéias sobre o assassinato de JFK, que continuam a atrair a atenção e seguidores hoje, são muito fora dos padrões, e abaixo estão algumas das teorias mais bizarras:

1 . Jackie Kennedy atirou no marido: A idéia impensável que a primeira-dama puxou o gatilho da arma que matou Kennedy é uma proposta chocante. Mas um pequeno número de indivíduos afirmam que após a realização de uma extensa pesquisa, eles chegaram à conclusão de que as evidências apontam para ela ser a assassina atrás de um dos dias mais tensos da história americana.
Esta teoria, como tantas outras, deriva do famoso filme feito pelo espectador  Abraham Zapruder, que mostra a comitiva Kennedy fazendo o seu caminho através das ruas de Dallas. Alega que, devido às conclusões de balística que podem ser extraídas do filme Zapruder, Jackie Kennedy é a única pessoa que poderia ter realizado o assassinato.
“Depois de estudar o filme de Zapruder por quase 20 anos, eu cheguei à conclusão de que a única pessoa verificada para ter o acesso e ângulo de ter dado o tiro fatal em JFK foi Jackie Kennedy “, escreveu um teórico anônimo no site AboveTopSecret.com. “O sinal indicador é quando sua cabeça explode, Jackie se move para a frente com algo na mão. Pense nisso. Quem tinha mais a ganhar ?”

2 . A conexão com o Incidente em Roswell: Em 1947, um objeto caiu em Roswell, Novo México, as alegações do governo dos EUA foi que era um balão de vigilância militar, mas muitos acreditam que era realmente um OVNI alienígena pilotada por formas de vida extraterrestre. O incidente tem sido objeto de muita especulação, e tem sido ainda ligado ao assassinato de JFK, como alguns povos da conspiração a acreditar que Kennedy descobriu a “verdade” de que uma nave alienígena foi encontrada em Roswell, e foi morto pelo governo por saber demais.
De acordo com um artigo conspiratório de Doug Yurchey postado no World-Mysteries.com, isso foi exatamente o que aconteceu : Ele afirma que uma vez que os “Controladores reais do mundo” descobriram que Kennedy sabia sobre os alienígenas “encontrados” em Roswell, uma grande decisão tinha de ser tomada em defesa do Governo do Mundo secreto: deixar o público saber das mentiras, das bases secretas e da existência de aliens cinza – ou , vamos matar Kennedy e continuar mentindo para o mundo , cobrindo-se o problema alienígena? Não há o que contestar. Um ícone amado … tinha que ir !

3. Joe DiMaggio estava por trás da morte de JFK: Joe DiMaggio foi talvez o jogador de beisebol mais admirado do seu tempo e certamente, um dos maiores a balançar um bastão. Mas alguns teóricos da conspiração acreditam que Joe estava tão obcecado com a idéia de que os Kennedys mataram a sua ex-esposa Marilyn Monroe que ele tinha que assassinar ou contratar homens para matar o presidente por vingança . O advogado de DiMaggio e amigo de longa data Morris Engelberg escreveu que DiMaggio realmente acreditava que a família Kennedy tinha decidido que Monroe teve que ser assassinado porque sabia demais sobre o lado sujo do governo.
“Eles assassinaram a uma pessoa que eu amava”, disse DiMaggio a Engelberg, de acordo com o livro “DiMaggio: Setting the Record Straight.”
Mas a idéia de que DiMaggio estava por trás da morte de Kennedy leva esse fato a um passo de refrigeração a mais. Os adeptos desta teoria da conspiração afirmam que DiMaggio contratou Oswald para realizar o assassinato, como um escritor para o blog ” A Dica sério “, escreveu :
” Então, depois de um ano e meio de planejamento, DiMaggio decidiu ter matado Kennedy em Dallas, em novembro de 1963 . Para DiMaggio, Dallas foi o local perfeito. Era longe o suficiente de Nova York e de sua casa na cidade de San Francisco para causar qualquer suspeita.

4 . Tonya Harding matou Kennedy: Esta teoria é tão estranha que é quase cômica, mas Robert Urbanek , o homem por trás de TonyaHardingShotJFK.com, parece realmente acreditar que a patinadora está por trás do assassinato de JFK .
Tonya Harding nasceu em 1970, o que diz que ela não poderia ter realmente matado Kennedy, mas Urbanek oferece uma teoria selvagem , sugerindo que ” Oswald e Kennedy voltaram nesta vida como Tonya Harding e Nancy Kerrigan. Ambos Tonya Harding e Lee Harvey Oswald tem “Har” as letras em seus nomes. Ambas as vítimas eram católicos irlandeses de Massachusetts cujos sobrenomes começam com as letras ‘Ke’ : John F. Kennedy e Nancy Kerrigan, e ambos foram atacados em cidades que começam com a letra ‘D’ . Dallas e Detroit.

5 . O motorista matou: Este é quase tão bobo, mas há um pequeno contingente de pessoas que acreditam que o presidente foi baleado por Bill Greer, o homem que estava dirigindo os Kennedys, o governador do Texas John Connally e sua esposa Nellie e o agente do Serviço Secreto Roy Kellerman pelas ruas de Dallas. No filme de Zapruder do assassinato, há um quadro que alguns teóricos acreditam que retrata Greer se virar e atirar no presidente na cabeça. Mas até mesmo uma análise superficial da prova de vídeo parece desmascarar completamente o Greer como assassino do enredo, embora algumas pessoas acreditam que o filme foi editado, talvez pela CIA, para esconder a verdade.

6. Teoria atirador bueiro: Tony Gambino, da máfia de Nova York  tem oferecido sua própria teoria da conspiração sobre o assassinato, que assumiu uma vida própria como uma das idéias mais populares sobre como JFK foi morto. Ele afirma que um bueiro em Dallas, era o lugar perfeito para um pistoleiro atirar no presidente e, em seguida, fugir antes que alguém soubesse o que aconteceu, e vai tão longe que aponta figuras da máfia ligados por trás do ataque. “Eu estava lá quando ele foi baleado e eu sei que Rosselli estava no bueiro fazendo os disparos”  disse Gambino na Liberty Radio em 2007. ” O mesmo grupo de rapazes que temos falado no governo do Vaticano e os EUA deram as ordens e pediram as famílias da máfia para ajudar a derrubar Kennedy.”

7. Sam Giancana ordenou o assassinato: Gambino e Rosselli não são as únicas figuras da máfia que têm sido implicadas no assassinato de Kennedy por teóricos da conspiração. Uma teoria sugere que o chefe da máfia de Chigado Sam Giancana encomendou a morte de Kennedy por várias razões. Algumas pessoas acreditam que foi vingança, por Kennedy e seu irmão fazerem esforços contra o crime organizado.
Outros já cogitaram a idéia que Giancana e o presidente teriam dividido uma amante, Giancana fez isso a fim de eliminar seu concorrente. Não importa qual o seu possível motivo para matar o presidente, o nome de Giancana não vai desaparecer como suspeito no caso de alguns teóricos da conspiração.

(c) 2013, Newsweek.

Disney cria novo programa para hóspedes com deficiência

em Cultura e Entretenimento/Geral/Mundo por

No dia 10 de outubro de 2013, a norte-americana Amanda Smith, de 19 anos, caiu no chão com parada respiratória, duas horas após entrar na Disneyland (EUA). De acordo com sua mãe Debbie, ela visita o parque regularmente e sofre de uma doença mitocondrial potencialmente fatal e que a deixou com graves atrasos de desenvolvimento, surdez e tendências autistas. Além disso, às vezes, sua respiração para e precisa do pronto-socorro.

Uma fatalidade? Talvez, mas o fato é que um dia antes do ocorrido com a jovem (09/10/2013), a Disney anunciou um novo programa para os seus hóspedes com deficiência, o Cartão de Assistência Acessibilidade, em resposta ao crescente problema de fraude vinculado ao cartão anterior. Este programa permite pessoas com deficiência o acesso especial para passeios e atrações. Para isso, áreas foram reservadas para crianças e adultos incapazes de esperar em longas filas, sendo que o hóspede é escoltado até a frente de cada linha. Tais privilégios possibilitaram que pessoas como Amanda possam também desfrutar do parque, de forma rápida e sem incidentes.

No entanto, algumas pessoas têm explorado este sistema. Alguns casos são de ex-funcionários da Disney, que foram pegos vendendo passagens para pessoas sem deficiência, e de guias de turismo, que adquirem esses cartões voltados às pessoas com deficiência e vendem esses “serviços” a uma tarifa exorbitante. Fatos que acabam privilegiando pessoas sem necessidades especiais, que em posse do documento, acabam passando na frente de atrações com grande fila de espera.

Para acabar com este golpe, a Disney tomou a seguinte medida: lançou um novo cartão de acesso deficiência que funciona como um FastPass tradicional. Em vez de esperar na linha regular, os clientes se inscrevem para um momento específico. Enquanto esta solução pode ser eficaz para alguns, ele não funciona para todos, incluindo aqueles com deficiências cognitivas, cuja espera pode provocar comportamentos indesejáveis, entre eles, colapsos e birras em casos mais graves, como, por exemplo, em pessoas autistas.

(c) 2013, Newsweek

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