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Negócios - page 118

Wappa desenvolve ferramenta para usuário corporativo dividir a corrida de táxi

em Educação e Comportamento/Negócios por

Economizar tempo, dinheiro e ainda poluir menos o meio ambiente. Estes são alguns dos benefícios que a Wappa – plataforma de gestão e meio de pagamento mobile direcionado para o mercado corporativo – oferece aos seus usuários, que agora podem, também, compartilhar a mesma corrida. “Estamos agregando ao Wappa Táxi, que permite às empresas o pagamento das corridas via celular, a possibilidade de compartilhar corridas. Ou seja, executivos e funcionários da mesma empresa que vão para os mesmos lugares ou locais próximos podem usar o mesmo táxi, gerando economia”, explica o CEO da Wappa, Armindo Mota Jr.

Compartilhar carros em outros países é algo trivial para driblar o trânsito nas grandes cidades. Na Europa, o chamado carsharing é uma solução consolidada para cidadãos comuns. Na América do Sul, alguns países já fazem a tentativa com muito sucesso: Em Santiago, capital do Chile, por exemplo, os chamados “táxis coletivos”, carros com rotas já traçadas, levam passageiros desconhecidos a um destino semelhante.

“No Brasil, já há na web algumas tentativas como alternativa de transporte para que as pessoas físicas dividam o carro, mas esta ainda não é uma realidade. Acreditamos que, iniciar uma ação como esta com o público corporativo, pode ajudar a criar a cultura do compartilhamento”, diz o CEO.

O carona Wappa funciona da seguinte forma: o colaborador da empresa cadastra seu destino no sistema e dispara um alerta para seus colegas. Se algum deles for fazer um percurso próximo, basta aceitar a solicitação e dividir o mesmo veículo no dia da corrida. “Essa nova ferramenta significa mais uma economia no centro de custo, maior mobilidade urbana, aumento de networking e ajuda a preservar o meio ambiente, reduzindo a emissão de CO2”, diz Armindo Mota Jr.

“Idealizamos a ferramenta a partir da análise do fluxo de viagens de táxi de grandes clientes. Percebemos que, muitos funcionários se deslocavam de um mesmo prédio para um destino muito próximo em um curto prazo de tempo”, explica Armindo. “É uma alternativa viável, principalmente nas grandes cidades brasileiras, onde há uma deficiência de infraestrutura na mobilidade”.

A Wappa garante um serviço com grande capilaridade aos seus mais de 600 clientes, pois tem cobertura em todos os estados brasileiros e mais de 25 mil taxistas fazem parte da rede credenciada, cujos serviços garantem economia de cerca de 40% nos gastos corporativos com táxi. Em 2012, a companhia obteve um faturamento de R$ 50 milhões e a expectativa é chegar a R$ 80 milhões em 2013.

Energia solar fotovoltaica: investimento vantajoso

em Brasil/Negócios por

Os sistemas fotovoltaicos são capazes de gerar energia elétrica através das chamadas células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas são feitas de materiais capazes de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado “efeito fotovoltaico”. Hoje, o material mais difundido para este uso é o silício.

Apesar do Governo Federal ainda manter sob análise a decisão de investir em energia solar fotovoltaica como fonte alternativa ou complementar para abastecer as grandes cidades, alguns projetos arquitetônicos com fonte solar própria têm aumentado com o passar dos anos. Empresas do setor, que prestam consultoria desde a idealização do projeto até a instalação e intermediação entre cliente e concessionária, são responsáveis por viabilizar projetos que refletem o comportamento de muitos cidadãos que já vêem a energia solar como um investimento vantajoso, capaz de reduzir o custo com energia elétrica e contribuir com o meio ambiente.

A Neosolar Energia, por exemplo, sediada em São Paulo há três anos e criada por dois jovens engenheiros – que viram neste mercado mais do que uma oportunidade de negócio, mas também o momento de auxiliar o país na capacitação de mão de obra para uma fonte energética que tende a ser uma realidade em alguns anos – formou mais de 50 instaladores fotovoltaicos e realizou inúmeras palestras em universidades, instituições de ensino e entidades setoriais, atingindo mais de 400 pessoas interessadas no tema. O número de projetos também cresceu: a empresa chega ao final do 2° semestre com 400kWp em painéis comercializados. Isto representa um crescimento de 100% com relação ao mesmo período de 2012.

Em agosto deste ano, a Neosolar inaugurou no município de Ribeirão Preto (SP) o primeiro sistema Grid-Tie, regularizado dentro do sistema de compensação de energia instituído pela ANEEL do Estado, e o maior sistema residencial do Brasil.

 “O mercado tem se movimentado cada vez mais e o interesse pela energia solar cresce de forma exponencial, fazendo com que as perspectivas para 2014 sejam extremamente positivas”, afirma Raphael Pintão, diretor da Neosolar Energia. Para o ano que vem, ele projeta um crescimento três vezes maior em comercialização de painéis solares, além de aumentar o número de profissionais capacitados, ampliar as parcerias com renomados fornecedores internacionais e com empresas brasileiras através do Programa Neosolar Pró. Este programa, que atingiu mais de 80 empresas em 2013 e já possui 500 novos interessados, promove parceria entre prestadores de serviços do setor, a fim de levar as soluções da Neosolar para as mais variadas regiões, com ou sem energia elétrica.

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito

em Educação e Comportamento/Negócios por

Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor em relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.

Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:

Percentual de aparelhos que apresentaram defeito Tempo de uso dos aparelhos
32% dos computadores 2,6 anos
22% dos celulares 3,1 anos
21% lavadoras de roupa 4,8 anos
17% impressoras 2,9 anos
13% televisão 4,8 anos
11% DVD ou Blue Ray 3,9 anos
11% geladeira ou freezer 6,0 anos
9% câmara fotográfica 2,9 anos
9% micro-ondas 4,3 anos
8% fogão 5,6 anos

Combinando o tempo aquisição dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito.

Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.

Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne o atendimento de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.

Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação está relacionada à não ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema, a satisfação já apresenta queda.

“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.

“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.

Os segmentos sociais com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e pessoas de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.

Expectativa de durabilidade pelo consumidor

A pesquisa também tem como objetivo identificar as expectativas do consumidor em relação à duração dos aparelhos, dado inédito até agora no Brasil. De forma geral, os consumidores esperam que estes tenham uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato têm hoje.

Nos aparelhos celulares, por exemplo, a duração ideal é 77% maior do que a duração vivenciada (3 anos e 5,3 anos, respectivamente).

“O consumidor anseia a combinação de vida útil substantiva com experiência de uso satisfatória e, a maneira como ele encontra para resolver esse frágil equilíbrio é naturalizando a troca”, comenta Fabián Echegaray.

Obsolescência psicológica programada

A pesquisa busca entender as percepções e hábitos dos consumidores brasileiros, na perspectiva dos desafios e obstáculos para o cumprimento da Lei nº 12.305 de 2010, que institui Política Nacional de Resíduos Sólidos, a qual prevê a redução na geração de resíduos, propondo a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar a reciclagem e reutilização dos resíduos sólidos, e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

“A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê antes de qualquer coisa que os fabricantes pensem na não geração de resíduos, ou seja, reduzir o impacto dos produtos por meio do design dos produtos e pela obsolescência psicológica, que induz os consumidores a descartarem mais rapidamente seus aparelhos”, explica João Paulo Amaral.

Por isso, a pesquisa também abordou o tempo que o consumidor planeja trocar de produto, independente de defeitos apresentados. Embora o consumidor entenda que os aparelhos devessem durar mais, sua expectativa de trocar os atuais aparelhos é elevadíssima: cerca de 4 em cada 10 consumidores afirma que é provável que substituam o celular ao longo de 1 ano. Para outros aparelhos, as chances são de que 2 em cada 10 façam a troca no mesmo período.

Os percentuais sugerem uma elevada naturalização da obsolescência, seja ela psicológica (percepção de “atraso” tecnológico) ou funcional (vivência de problemas de funcionamento).Os dados mostram o valor simbólico de modernidade e de status social associado a alguns produtos, notadamente os celulares, valores capazes de suplantar as limitações econômicas das classes mais baixas, ao menos no nível da expectativa. E podem indicar, também, certo receio das novidades tecnológicas entre os que têm menos anos de estudo.

Mesmo entre perfis mais críticos com relação à obsolescência programada como os jovens e a população de baixa renda, ocorre uma grande naturalização da troca de produtos. Apesar de valorizarem a durabilidade, se deixam levar pela rápida atualização dos equipamentos, independentemente do estado de funcionamento. Essa contradição é especialmente percebida no caso dos celulares.

A durabilidade como influência na decisão de compra do consumidor 

A durabilidade é considerada um fator muito importante (78%) ou parcialmente importante (7%) no momento de compra pela grande maioria de consumidores. É pequena a fatia (8%) dos que afirmam que não têm a preocupação com a durabilidade entre os fatores de escolha.

É na região sul que a durabilidade é mais valorizada (95% dos entrevistados), e 99% dos consumidores de maior poder aquisitivo afirmam dar importância a esse aspecto.
Quando comparada a outros fatores como, por exemplo, o fato de ser o último modelo lançado, o design mais moderno e a diversidade de funções do aparelho, a durabilidade permanece como atributo mais importante de um produto eletrônico. Os perfis que mantêm mais fortemente a posição de preferência à durabilidade, mesmo diante de outros fatores, passam a ser as mulheres e os consumidores mais pobres e menos escolarizados.

Fontes que o consumidor consulta para informações sobre durabilidade

O acesso a fontes de informação sobre a durabilidade dos produtos varia de acordo com a escolaridade, renda e idade dos consumidores, sendo que as fontes impessoais (internet, sites de fabricantes) são mais buscadas por jovens, homens, pessoas com alta escolaridade e renda mais elevada, enquanto os mais pobres e menos instruídos tendem a recorrer aos vendedores.

“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerado uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.

Como foi feita a pesquisa

Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada lugar. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Experiência adrenalizante com blogueiros reforça branding da Fiat para Punto Blackmotion

em Brasil/Negócios por

Um convite incomum: participar de uma gravação dando uma voltinha no Punto Blackmotion, como no comercial de TV. Três celebridades da internet, com perfis completamente diferentes foram selecionadas, dois homens e uma mulher: Thiago Borbs, do blog Judão, Guilherme Valadares, do Papo de Homem e Bruna Vieira, do blog Depois dos 15.

“A Voltinha” teria ainda algumas surpresas a serem reveladas somente no momento da experiência. Não bastasse ser filmada durante a madrugada, no depósito do porto de Santos (SP), cenário assustador, o piloto profissional e dublê de ação, contratado pela agência, montou um percurso cheio de manobras e surpresas radicais onde os features do carro e a coragem dos passageiros foram colocados à prova. Resultado: sem edições, 512 palavrões expressaram, de forma natural, a experiência incrível que viveram.

O filme foi criado pela Sunset, agência com foco em new medias, para divulgar uma série especial da linha 2014 do carro, nas redes sociais. A emoção e a adrenalina que o veículo oferece ficam estampadas no rosto, nos gestos e nos depoimentos que os três convidados deram durante e após a experiência.

“Eu pensei que o máximo de emoção naquele dia seria o Cássio defender o pênalti do Rogério Ceni. Aí cheguei naquele lugar, cheio de contêineres, uma ambulância e até um mini cárcere privado, já que tudo deveria ser surpresa. Eu não poderia ter contato com nada e nem ninguém… Ok, HAVIA ALGUMA COISA ALI, o que ficou claro quando eu tentei interagir com o piloto, que não só não olhou na minha cara como não respondeu ao meu “Opa, beleza?”. Acelera, curva, freia, cavalo de pau, MEU DEUS aquele funil… No fim foi tudo simplesmente DO [email protected]%L#*”, revela Thiago Borbs, do blog Judão.

A gravação foi realizada em ambiente controlado, com piloto profissional e ampla estrutura de segurança.O filme entrou no ar no dia 16 de dezembro.

© 2013, The São Paulo Times.

Diretor da TV Globo narra sua trajetória em livro

em Brasil/Negócios por

De vendedor de ferro-velho a diretor de TV, Vagner Pereira, mais conhecido como Fly, revela no livro “Como Saí do Buraco” seu espírito empreendedor em busca do sucesso.

Para que sua história possa inspirar outras pessoas a conseguir a tão sonhada estabilidade financeira, Fly compartilha sua infância pobre, o bom jeitinho para “inventar” trabalho, sua relação com o dinheiro e como multiplicá-lo. Com texto simples, acessível e bem-humorado, a obra traz histórias curiosas e mostra que, com foco e muita criatividade, é possível sair do buraco.

No livro, o diretor da TV Globo, que também é educador financeiro, conta como ganhou muito dinheiro, perdeu tudo e conseguiu retomar as rédeas de suas contas. Hoje, o autor dá palestras sobre o tema em todo Brasil.

“Como Saí do Buraco: Desafie Também os Seus Limites” está sendo lançado este mês em parceria com Isadora Andrade, roteirista da TV Globo, pelo selo Inspira, do Grupo 5W. O livro tem 115 páginas e o preço sugerido é de R$ 24,90.

© 2013, The São Paulo Times.

 

Microsoft promete anunciar novo CEO em 2014

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Um novo CEO da Microsoft será anunciado em 2014, segundo nota publicada nesta terça-feira (17) por John W. Thompsom, presidente da comissão responsável por encontrar o novo diretor-executivo da companhia.

Em agosto, Steve Ballmer, atual CEO, em meio à anunciada transformação da Microsoft em uma empresa de dispositivos e serviços, comunicou sua aposentaria em até 12 meses. O prazo para saída de Ballmer e escolha do substituto também foi estipulado dentro deste período, com uma decisão que deve ser tomada após seleção de candidatos internos e externos feita por uma comissão especial, nomeada pelo Conselho de Administração, para dirigir o processo de sucessão. Este comitê é presidido por John Thompson, Bill Gates, presidente do Conselho, Chuck Noski, do comitê de Auditoria e o presidente do comitê de remuneração, Steve Luczo.

“Foram identificados mais de 100 possíveis candidatos. Conversamos dezenas deles, e, em seguida, concentramos nossa energia intensamente em um grupo de cerca de 20 pessoas, todas extremamente impressionantes”, afirma Thompsom, em nota.

Até o momento não há previsões para a data exata do fim do recrutamento, que deve ser feito até 2014, pela comissão especial, ainda dentro do período estipulado para saída de Ballmer.

© 2013, The São Paulo Times, por Kaique Oliveira.

LEGO reforça posicionamento no mercado brasileiro no Natal

em Brasil/Negócios por

Como o Natal é a última grande data sazonal do mercado no ano, é uma oportunidade para as empresas e o varejo consolidarem, ou superarem, as suas projeções de crescimento. No caso da líder mundial em brinquedos de montar, a LEGO anuncia a perspectiva de aumento de 50% das vendas no País em comparação com igual período do ano passado, conta Robério Esteves, diretor de operações da marca no Brasil. Este desempenho, segundo ele, é o reflexo do crescimento acumulado ao longo do ano de 50%, repetindo o crescimento de 2012 de igual percentual no território nacional. “Até 2011, a LEGO vinha crescendo ao ritmo de 25% ao ano no Brasil. Em 2012, crescemos 50%, uma alta que deve se repetir em 2013”, informa.

Para manter os números crescentes, Esteves conta que a LEGO tem adotado várias estratégias. Uma delas é o alto número de lançamentos. Neste ano, por exemplo, do total de 299 produtos disponíveis no varejo, 237 são novidades, o que representa uma renovação de 84% do sortimento da LEGO no mercado local em relação ao ano anterior. “A constante criação de novas linhas com temas distintos, novas peças e funções variadas, além do uso de tecnologia e muitas pesquisas, garantem a qualidade e o alinhamento com a expectativa das crianças desta nova geração. Oferecemos desde simples peças de montar até conjuntos sofisticados com funções robóticas, proporcionando sempre muita diversão e aprendizado”, comenta o executivo.

Esteves informa que também está entre as estratégias da marca a ampliação da oferta de conjuntos com custos mais acessíveis, que chegam ao varejo com preço a partir de R$ 11,90. No Brasil, o executivo ressalta que 70% do volume dos produtos da LEGO são de conjuntos com preço de até R$ 100,00. De acordo com ele, atrelado a isso também está o fato de os conjuntos da marca apresentarem excelente desempenho nas prateleiras das lojas de brinquedos e o maior número de estabelecimentos que vendem os produtos a marca, que estão distribuídos em todo o País.

Entre as 18 linhas presentes no Brasil, Esteves chama a atenção para Chima, que é o grande lançamento mundial da LEGO este ano, e para a consolidação da linha Friends, que é formada por conjuntos dirigidos às meninas. No caso de Chima, trata-se de uma linha que traz às crianças e adolescentes uma história totalmente criada pela LEGO, com conjuntos para montar, figuras de ação e os Speedorz, que são os veículos com os quais é possível brincar sozinho ou competir em grupo. Sobre Friends, lançada em 2012, a linha traz as amigas Mia, Emma, Andrea, Stephanie e Olivia (todas minibonecas), que vivem em Heartlake City e dividem diferentes interesses em suas profissões e hobbies, como veterinária, cultura, gastronomia e design. “A linha Friends foi criada pela LEGO após o desenvolvimento de uma grande pesquisa com meninas e mães de diversas partes do mundo para refletir os interesses contemporâneos do universo feminino, ressaltando o valor da amizade”, conta Esteves.

Outros pontos marcantes que contribuem para o bom desempenho comercial da marca são os investimentos em comunicação. Entre os exemplos deste tipo de ação, Esteves destaque os anúncios em canais de TV a cabo e ações promocionais e de merchandising em pontos de venda de todo o País, além da realização de um grande número de eventos, como as Oficinas de Criação. Além disso, o executivo cita a parceria com a Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil para uma promoção especial em 2,7 mil postos de combustível, pela qual os clientes podem adquirir miniaturas exclusivas da Ferrari feitas totalmente com LEGO.

Lojas conceito estimulam o varejo de brinquedos em regiões estratégias

A abertura de duas lojas conceito da LEGO também estiveram entre os pontos altos da marca este ano. No Rio de Janeiro (RJ), a LEGO Store chegou ao Rio Barra Design no primeiro mês do ano; em Curitiba (PR), a loja abriu as portas no momento da inauguração do Shopping Pátio Batel, em setembro. “Abrimos as lojas com o objetivo de criar uma referência de grife e do conceito da marca na região e, com isso, estimular a venda de produtos em todo o varejo”, conta Esteves. O executivo ressalta que este fator é comprovado pelos resultados da LEGO Store em São Paulo (SP) que, inaugurada em 2010, impulsionou as vendas dos brinquedos e acessórios em todas as lojas clientes.

© 2013, The São Paulo Times.

AES Eletropaulo engaja consumidores para uso consciente da energia elétrica

em Brasil/Negócios por

A AES Eletropaulo, com o apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), engaja consumidores para o consumo consciente e seguro da energia elétrica no cotidiano.

“Energia Elétrica Seja Consciente”, a maior campanha criada para a empresa nos últimos anos, pede que os usuários enviem dicas e formas conscientes de utilizar a energia elétrica na Fanpage da marca, além de informar pelo canal, como evitar desperdícios.

Criado pela agência de propaganda Dim&Canzian, a ação explora de forma inusitada os tipos mais comuns do mau uso da energia nas relações diárias das famílias. Dentre os exemplos de desperdício e da falta de segurança mostrados, está o abre e fecha contínuo da geladeira.

A campanha é composta de sete filmes para TV, 36 spots de rádio, mídia impressa e OOH, além de forte convergência para as redes sociais. A ação começa este mês e segue ao longo de todo o ano de 2014. O primeiro filme já está no youtube:

“Nosso objetivo é reduzir o número de acidentes e, de forma lúdica, conscientizar a sociedade sobre o uso eficiente da energia elétrica”, revela Carlos Rafael Tanjioni, analista de Gestão da Marca da AES Eletropaulo.

“Essa é a maior campanha de conscientização dos últimos anos da AES Eletropaulo unindo dicas de economia e segurança. Para nós é uma honra estar à frente dessa iniciativa que vai estreitar ainda mais a relação da marca com seus clientes durante 2014 e para os próximos anos”, afirma Michele Dim D’Ippolito, Chief Creative Officer da Dim&Canzian.

“A AES Eletropaulo é nosso cliente há quase 10 anos e estamos orgulhosos por participar de um projeto tão relevante, e que reflete um compromisso com o hoje e com o futuro”, declara Marcio Canzian, Chief Media Officer da Dim&Canzian.

© 2013, The São Paulo Times.

Em até 30 minutos, Amazon entregará compras online via drone

em Geral/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Em poucos anos, se você vir um pequeno robô voar em volta de sua casa, relaxe. Pode ser um drone da Amazon entregando um produto que você comprou há meia hora no site da empresa.

A gigante do varejo está trabalhando para realizar entregas de pacotes usando drones. Jeff  Bezos, fundador e CEO da Amazon, revelou no programa da CBS “60 Minutes” , que está elaborando e testando um serviço de entrega baseado em um drone chamado “Prime Air”, e espera enviar pacotes em apenas 30 minutos depois que os clientes clicarem em comprar na loja online da empresa.

“Eu acho que sou um otimista, Charlie”, disse Bezos a Charlie Rose, durante o programa. “Eu sei que não pode ser antes de 2015, pois precisamos de autorização da Administração Federal de Aviação (FAA). Mas quem sabe em quatro ou cinco anos? Isso vai acontecer e vai ser muito divertido.”

Segundo Bezos, os drones serão capazes de transportarem itens com até cinco quilos. Esses irão cobrir 86% do que a Amazon oferece atualmente e será levado para enormes armazéns da empresa, espalhados por todo o país.

“Esses veículos podem se deslocar até um raio de 16km a partir de uma central de atendimento. Assim vamos cobrir grande parte da população nas áreas urbanas”, disse Bezos.

A Amazon disse em um post no seu site, que está aperfeiçoando o projeto Prime Air, enquanto a Administração Federal de Aviação está trabalhando em leis para veículos aéreos não tripulados.

“A FAA não deixaria a Amazon fazer isso agora”, disse Ryan Calo, especialista em robótica da Universidade de Washington, ao EUA Today. “Mas isto é justamente o tipo de aplicação que o Congresso tinha em mente quando solicitou em 2012 a criação de leis para aviões comerciais não tripulados.”

Segundo Calo, mesmo que a Amazon seja autorizada a utilizar drones para as suas entregas, ela precisará investir em segurança para deixar os veículos voarem. A Amazon, no entanto, já priorizou isto em seus planos.

“A segurança vai ser a nossa principal prioridade, e os nossos veículos serão construídos e projetados nos padrões da aviação comercial”, disse a empresa.

(c) 2013, IBTimes.

Fusão da American Airlines e da US Airways deve resultar na maior companhia aérea do mundo

em Mundo/Negócios por

Se confirmada a fusão entre a American Airlines e a US Airways, o resultado será a maior companhia aérea global. A operação prevê um adicional de US $ 1 bilhão por ano a partir de 2015, além dos lucros parciais já contabilizados separadamente. As ações da US Airways subiram 68%, desde que o anúncio foi feito, em fevereiro. Os investidores da American Airlines também se beneficiarão, apesar de a empresa ter falido. O mesmo deve ocorrer entre os colaboradores das companhias aéreas, que afirmam, junto a seus sindicatos, estarem de acordo com a operação.

O mesmo não se pode afirmar dos clientes. Segundo William J. Baer, procurador-geral assistente para a divisão antitruste do Departamento de Justiça, responsável por anunciar o acordo: “Isso vai atrapalhar os relacionamentos acolhedores entre as companhias tradicionais, que atualmente fornecem maior número de vôos e passagens aéreas mais competitivas”.

Ambas concordaram em desistir de 138 espaços de decolagem e pouso em Washington D.C`s Reagan National Airport e New York’s La Guardia Airport, além de operar com reduções em cinco outros aeroportos menores. Isso equivale a diminuir 112 vôos diários, que correspondem a 1,6% da capacidade das duas companhias juntas. Quanto mais vôos da American/US Airways são fechados, maior a concorrência no mercado de aviação comercial, o que pode prejudicar os viajantes aéreos.

Em acordo com o governo dos Estados Unidos, a American Airlines e a US Airways concordaram em manter bases existentes, por apenas três anos, nos seguintes aeroportos: Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, Charlotte -Douglas , na Carolina do Norte, O’Hare, em Chicago, Los Angeles International, Miami International, Philadelphia International e Phoenix Sky Harbor International Airport , no Arizona.

Na última década, o número de grandes companhias aéreas caiu de oito para quatro, e, se confirmada esta fusão, cairá para três. O cenário que tem sido observado é a piora atendimento às zonas menos povoadas do país e a alta dos preços nas passagens, além da diminuição da prestação de serviços para os aeroportos de médio porte, como Pittsburgh.

(c) 2013, Newsweek

Xbox One chega ao mercado brasileiro

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Lançado oficialmente no país em novembro deste ano, o Xbox One, videogame produzido pela Microsoft, parece já ter caído no gosto do público. A nova geração do aparelho apresenta jogos com gráficos de alta definição superiores aos vistos em seu antecessor (Xbox 360) e similares aos concorrentes PlayStation 4 e Nintendo Wii U.

A terceira geração chega ao mercado oito anos após o lançamento do Xbox 360. Nos EUA foi apresentado ao público em maio deste ano, pelo presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick. Vale ressaltar que o console não tem retro compatibilidade com seu antecessor, mas roda jogos usados.

Outra vantagem é que não é mais necessário conectar o aparelho na internet ou realizar uma checagem online a cada 24 horas. A partir de agora, basta configurar o console na primeira vez de uso. Os jogos digitais e em caixa funcionam totalmente off-line.

O Xbox One tem 500 GB de armazenamento interno, leitor de blu-ray e uma nova versão do sensor de movimentos Kinect. A Microsoft quer que o novo videogame se torne a central multimídia dos jogadores. Para isso, o aparelho vem com entrada HDMI para o conversor de TV a cabo ou set-top-box. Assim é possível controlá-lo por sua interface.

Outra funcionalidade é o modo “snap”, que divide a tela do jogador e permite que execute duas tarefas simultaneamente. Caso o usuário não saiba o que fazer em um game, por exemplo, é possível abrir o YouTube no “snap” e procurar por um tutorial de ajuda.  No país está sendo vendido por R$ 2,3 mil.

Nos Estados Unidos, o jogador pode usar comandos de voz para mudar os canais de TV e ver a programação de sua operadora, por exemplo. No Brasil ainda não há previsão de chegada deste serviço.

Com mais de um ano de defasagem, a Nintendo também lançou seu videogame no Brasil. O Wii U custa R$ 1,9 mil. No mesmo período, a Sony manteve sua agenda de lançamentos, e trouxe oficialmente ao país o PlayStation 4, por R$ 4 mil.

Rumores

Há especulação nos Estados Unidos de que a Microsoft está trabalhando duro para promover o videogame, por estar enfrentando algumas mudanças inesperadas. Segundo CVG News informou recentemente, o CEO da empresa, Steve Ballmer, pretende se aposentar e, em decorrência disso, foi forçado a defender o Xbox como um produto rentável para a corporação.

(c)2013, IBTimes

Newsweek volta a ser impressa em 2014

em Mundo/Negócios por

A revista Newsweek, um ícone norte-americano que deixou de ser publicada no ano passado, voltará a ter edições impressas a partir de 2014. O editor-chefe Jim Impoco diz que os donos da revista, IBT Media, querem “apertar o botão de reset” e passar para um modelo de negócio em que uma revista impressa semanal seria apoiado, principalmente pelo dinheiro das assinaturas ao invés de publicidade. 

Ainda não foi decidido qual vai ser o preço de venda da revista, mas espera-se que seja inferior a 10 doláres por edição. A revista vai estar inserida no mercado de produtos premium e incluirá artigos não oferecidos no site. A revista on-line foi vendida para a IBT que possui publicações on-line, incluindo International Business Times, Medical Daily and Latin Times. O The São Paulo Times conta, desde a sua fundação, com a publicação de matérias da Newsweek. 

© 2013, The São Paulo Times

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