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Negócios - page 119

Fusão da American Airlines e da US Airways deve resultar na maior companhia aérea do mundo

em Mundo/Negócios por

Se confirmada a fusão entre a American Airlines e a US Airways, o resultado será a maior companhia aérea global. A operação prevê um adicional de US $ 1 bilhão por ano a partir de 2015, além dos lucros parciais já contabilizados separadamente. As ações da US Airways subiram 68%, desde que o anúncio foi feito, em fevereiro. Os investidores da American Airlines também se beneficiarão, apesar de a empresa ter falido. O mesmo deve ocorrer entre os colaboradores das companhias aéreas, que afirmam, junto a seus sindicatos, estarem de acordo com a operação.

O mesmo não se pode afirmar dos clientes. Segundo William J. Baer, procurador-geral assistente para a divisão antitruste do Departamento de Justiça, responsável por anunciar o acordo: “Isso vai atrapalhar os relacionamentos acolhedores entre as companhias tradicionais, que atualmente fornecem maior número de vôos e passagens aéreas mais competitivas”.

Ambas concordaram em desistir de 138 espaços de decolagem e pouso em Washington D.C`s Reagan National Airport e New York’s La Guardia Airport, além de operar com reduções em cinco outros aeroportos menores. Isso equivale a diminuir 112 vôos diários, que correspondem a 1,6% da capacidade das duas companhias juntas. Quanto mais vôos da American/US Airways são fechados, maior a concorrência no mercado de aviação comercial, o que pode prejudicar os viajantes aéreos.

Em acordo com o governo dos Estados Unidos, a American Airlines e a US Airways concordaram em manter bases existentes, por apenas três anos, nos seguintes aeroportos: Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, Charlotte -Douglas , na Carolina do Norte, O’Hare, em Chicago, Los Angeles International, Miami International, Philadelphia International e Phoenix Sky Harbor International Airport , no Arizona.

Na última década, o número de grandes companhias aéreas caiu de oito para quatro, e, se confirmada esta fusão, cairá para três. O cenário que tem sido observado é a piora atendimento às zonas menos povoadas do país e a alta dos preços nas passagens, além da diminuição da prestação de serviços para os aeroportos de médio porte, como Pittsburgh.

(c) 2013, Newsweek

Xbox One chega ao mercado brasileiro

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Lançado oficialmente no país em novembro deste ano, o Xbox One, videogame produzido pela Microsoft, parece já ter caído no gosto do público. A nova geração do aparelho apresenta jogos com gráficos de alta definição superiores aos vistos em seu antecessor (Xbox 360) e similares aos concorrentes PlayStation 4 e Nintendo Wii U.

A terceira geração chega ao mercado oito anos após o lançamento do Xbox 360. Nos EUA foi apresentado ao público em maio deste ano, pelo presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick. Vale ressaltar que o console não tem retro compatibilidade com seu antecessor, mas roda jogos usados.

Outra vantagem é que não é mais necessário conectar o aparelho na internet ou realizar uma checagem online a cada 24 horas. A partir de agora, basta configurar o console na primeira vez de uso. Os jogos digitais e em caixa funcionam totalmente off-line.

O Xbox One tem 500 GB de armazenamento interno, leitor de blu-ray e uma nova versão do sensor de movimentos Kinect. A Microsoft quer que o novo videogame se torne a central multimídia dos jogadores. Para isso, o aparelho vem com entrada HDMI para o conversor de TV a cabo ou set-top-box. Assim é possível controlá-lo por sua interface.

Outra funcionalidade é o modo “snap”, que divide a tela do jogador e permite que execute duas tarefas simultaneamente. Caso o usuário não saiba o que fazer em um game, por exemplo, é possível abrir o YouTube no “snap” e procurar por um tutorial de ajuda.  No país está sendo vendido por R$ 2,3 mil.

Nos Estados Unidos, o jogador pode usar comandos de voz para mudar os canais de TV e ver a programação de sua operadora, por exemplo. No Brasil ainda não há previsão de chegada deste serviço.

Com mais de um ano de defasagem, a Nintendo também lançou seu videogame no Brasil. O Wii U custa R$ 1,9 mil. No mesmo período, a Sony manteve sua agenda de lançamentos, e trouxe oficialmente ao país o PlayStation 4, por R$ 4 mil.

Rumores

Há especulação nos Estados Unidos de que a Microsoft está trabalhando duro para promover o videogame, por estar enfrentando algumas mudanças inesperadas. Segundo CVG News informou recentemente, o CEO da empresa, Steve Ballmer, pretende se aposentar e, em decorrência disso, foi forçado a defender o Xbox como um produto rentável para a corporação.

(c)2013, IBTimes

Newsweek volta a ser impressa em 2014

em Mundo/Negócios por

A revista Newsweek, um ícone norte-americano que deixou de ser publicada no ano passado, voltará a ter edições impressas a partir de 2014. O editor-chefe Jim Impoco diz que os donos da revista, IBT Media, querem “apertar o botão de reset” e passar para um modelo de negócio em que uma revista impressa semanal seria apoiado, principalmente pelo dinheiro das assinaturas ao invés de publicidade. 

Ainda não foi decidido qual vai ser o preço de venda da revista, mas espera-se que seja inferior a 10 doláres por edição. A revista vai estar inserida no mercado de produtos premium e incluirá artigos não oferecidos no site. A revista on-line foi vendida para a IBT que possui publicações on-line, incluindo International Business Times, Medical Daily and Latin Times. O The São Paulo Times conta, desde a sua fundação, com a publicação de matérias da Newsweek. 

© 2013, The São Paulo Times

O Google Glass deve cair no gosto popular?

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Espera-se que em 2014 seja feito o lançamento do Google Glass, porém o programa Glass Explorers já permitiu a muitas pessoas experimentarem os óculos inteligentes – dispositivo que permite afinar a versão beta do gadget do Google. Recentemente, a lista de espera do programa abandonou a exclusividade e foi ampliada a todos os interessados e as reações têm sido variadas.

Um relatório recente da BI Intelligence tem uma previsão bastante otimista. “Nós esperamos que as vendas unitárias cresçam, ano após ano, a partir do seu lançamento oficial até chegar a 21 milhões de unidades a serem vendidas até o final do ano de 2018. Sendo US$500 por unidade, geraria uma oportunidade de receita anual de US$10,5 bilhões”.

O relatório lista o preço do Google Glass, mais juros e barreiras culturais, como fator-chave na determinação do mercado para o dispositivo futurista. O preço atual dos óculos é fixado em US$1.500. Caso o produto tenha esse custo alto, acredita-se que as grandes massas não irão correr para adquiri-lo, visto que, rumores surgiram alegando que o Google Glass irá custar 299 dólares no seu lançamento, embora tenham sido rapidamente desmascarados.

Não há nenhuma palavra oficial ainda sobre o preço oficial, mas Nick Bilton, do New York Times, informou que o custo do gadget vai estar similar ao de um smartphone – entre US$250 e US$600. Seja como for, o preço do Google Glass deve ser fator determinante para o dispositivo fazer ou não sucesso com o público em geral. Caso, o custo atual não seja reduzido significativamente de US$1.500, acredita-se que será improvável que ele faça sucesso.

Para isso, atribui-se o interesse do Google Glass atingir a popularidade ao desenvolvedor do produto. Uma vez que as apps são sucesso nas massas, vide como exemplos o Angry Birds, Snapchat, Vine, entre tantos outros. Se os desenvolveres do Glass criarem aplicativos que caia no gosto popular como o Instagram, vão estimular um maior interesse dos consumidores.

O Google acaba de lançar o GDK, ferramenta para os desenvolvedores interessados. Enquanto qualquer um pode usá-lo, o GDK não tem um emulador para permitir testes sem que possuam gadget. Ainda assim, isso garante que até o momento o dispositivo vai abrigar muitas aplicações. Na verdade, o Google já criou novos aplicativos. O último fator que deve determinar o sucesso do Google Glass, segundo o relatório da BI Intelligence, são as barreiras culturais, cuja aceitação social seria fundamental no desenvolvimento de um dispositivo para a população. Quando o dispositivo foi introduzido pela primeira vez, preocupações com privacidade surgiram na internet. A proibição em locais públicos como cassinos e salas de cinema foram quase que imediatamente postas em prática. Burburinho este, em torno do Google Glass que desde então diminuíram.

Agora que o público está mais familiarizado com as suas funções, outros temas estão sendo trazidos à tona. Usar o Google Glass e dirigir pode trazer perigo? O Google confirma que lançará fones de ouvido, que podem acomodar lentes com grau. Como o projeto vem sendo recentemente atualizado com suas capacidades revolucionárias, o gadget sempre aparece em discussão.

A data do lançamento do Google Glass se aproxima e, em breve,todos nós teremos a resposta para a seguinte pergunta: “Será que as massas vão adotar o Google Glass? Ainda não se sabe, são meras especulações, no entanto, espera-se que venha modernizar a forma de interação social”. 

(c)2013, IBTimes

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