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News & Trends - page 181

Casais soropositivos, filhos sem HIV

em Brasil/News & Trends/Saúde & Bem-estar por
Foto: Reprodução
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Um casal jovem que vive um romance e um deles é portador do HIV. Essa é a história dos protagonistas do filme brasileiro “Boa sorte”, dirigido por Carolina Jabor e estrelado por Déborah Secco. Não por acaso, o longa entrou em cartaz na semana em que se comemora o Dia Mundial de Combate à Aids, 1º de dezembro. Sem entrar nos meandros do enredo, mas observando o romance e a idade dos personagens, pode-se dizer que os dois jovens representam a história de muitos, já que 86% das 35 milhões de pessoas infectadas pelo HIV ao redor do globo se encontram em idade reprodutiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Com a introdução da terapia antirretroviral na última década, indivíduos HIV positivos ganharam na expectativa e na qualidade de vida, mantendo vivos sonhos como o de casar ter filhos e constituir uma família. “Graças à evolução da medicina, a Aids tem se tornado uma doença com a qual é plenamente possível viver uma vida longa e normal. Com isso, portadores do HIV realizam aspirações que antes pareceriam impossíveis”, afirma o professor do departamento de ginecologia da UFMG e especialista em reprodução assistida, Selmo Geber.

Com o uso das técnicas de Reprodução Assistida, casais sorodiscordantes podem ter filhos sem que haja o risco de transmissão do vírus de um parceiro para o outro. O médico ressalta que eles devem continuar usando preservativos para evitar a transmissão, mas podem ter filhos utilizando a técnica de fertilização in vitro com injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI).

Geber explica que, nesse caso, a mulher submete-se a um tratamento de estimulação ovariana para que vários folículos se desenvolvam e quando eles atingem o tamanho desejado, realiza-se a coleta dos óvulos. “No mesmo dia, o marido colhe o semen que é preparado para separar somente os espermatozoides, que serão, em seguida, injetados diretamente dentro dos óvulos Assim, os embriões formados são, em seguida, transferidos para o útero. Como não existe contato de secreções, o risco de transmissão é reduzido a zero”, explica o médico.

Quando a mulher é a portadora do HIV, a possibilidade de gestação deve ser avaliada por um médico infectologista, que irá analisar a carga viral e as possibilidades de transmissão vertical, ou seja, de o vírus passar para o filho. Caso a gestação seja possível, realiza-se a fertilização in vitro e o embrião é posteriormente transferido para o útero da paciente.

Spotify lança segunda fase da campanha #musicasquemarcam

em Negócios/News & Trends/Tecnologia e Ciência por
Foto: Reprodução
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O Spotify, maior serviço de música via streaming do mundo, lança hoje a segunda fase da campanha #musicasquemarcam. Na nova ação, os músicos Curumim, Mariana Aydar, Fernandinho Beat Box, Dustan Gallas e Duani Martins foram convidados para criar versões exclusivas de algumas das músicas preferidas dos brasileiros, em cada gênero.

Na campanha, criada e produzida pela agência Sunset, os cinco artistas utilizam apenas um piano para criar releituras inusitadas dos principais sucessos do sertanejo, do funk e do samba.

As performances dos músicos foram registradas em três filmes, que, ao todo, consumiram quase 30 horas de ensaio e cerca de 40 horas de produção, sendo necessários 55 takes para atingir o resultado final.

O antigo moinho Matarazzo, no bairro do Brás, em São Paulo, serviu de locação para as filmagens. O prédio, que é tombado como patrimônio histórico, foi sede do primeiro moinho de trigo no país e berço do nascimento das Indústrias Matarazzo na cidade de São Paulo, edificado em 1900 e desativado na década de 1970. Uma vez que, por questões técnicas, as gravações precisaram ser realizadas durante a noite, a equipe precisou recriar uma atmosfera diurna no local por meio de iluminação especial. Para atingir o efeito, foram usados nada menos que 140 kilowatts de luz com um gerador de 180 Kva.

“A música é a base de todas as atividades do Spotify e por isso, na nova campanha, decidimos colocar as canções em primeiro plano. Convidamos cinco dos artistas mais promissores da nova geração para criar versões exclusivas das músicas mais ouvidas na nossa plataforma, como um presente a todos os fãs de música e do Spotify”, afirmou Gustavo Diament, Diretor Geral do Spotify para a América Latina.

A campanha traz também o conceito de um dos principais diferenciais do Spotify: as playlists. No Spotify, os usuários encontram playlists para todos os momentos e em todos os gêneros, incluindo SambaSertanejo e Funk. Existem as playlists produzidas pela curadoria exclusiva Spotify e também diversas playlists produzidas por artistas e usuários. No total, são mais de 1.5 bilhões de playlists disponíveis na plataforma.

A campanha terá duração de três semanas e será veiculada nos principais canais digitais, incluindo YouTube, Facebook e Twitter.

Em sua primeira fase, a campanha #musicasquemarcam convidou celebridades a fazerem tatuagens inspiradas nas canções que influenciaram suas vidas e carreiras, com os tatuadores do reality show New York Ink.

Brasil: corrupção, violência e instável democracia

em Brasil/News & Trends/São Paulo/The São Paulo Times por
Foto: Reprodução
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Nunca antes neste País e na América Latina aumentou tanto a consciência de que a violência e a corrupção (como a revelada na Petrobras) são as causas principais da instabilidade democrática da nossa região. É o que assinala a pesquisa feita em 28 países (com 50 mil pessoas) pelo Barômetro das Américas (2014), realizada pelo Projeto Opinião Pública da América Latina, da Universidade Vanderbilt (veja Vicente Jiménez 25/11/14). A credibilidade das instituições está quase que totalmente solapada. O império da lei não é o forte. Isso conduz o cidadão a apelar ou (a) para o sendo comum (e mais primitivo) das políticas de mão dura (populistas), que são enganosas e, além disso, de baixíssima qualidade democrática e cidadã, em virtude da quantidade tsunâmica de violações dos direitos fundamentais das pessoas, ou (b) para a justiça com as próprias mãos (linchamentos, assassinatos, violência – 32% dos entrevistados admitem isso).

02. Veja o caso do Brasil: como ele está reagindo ao caos implantado no país com a violência e a corrupção? Frente à violência, vem atuando de quatro formas: (a) prioridade para políticas repressivas (de mão dura), em lugar das preventivas (reformas socioeconômicas e educativas); (b) edição contínua de novas leis penais mais severas (de 1940 a 2014 foram editadas 157 leis penais, que nunca diminuíram a criminalidade); (c) genocídio estatal (política de extermínio dos jovens – 2500 mortes por ano – e dos próprios policiais – cerca de 400 óbitos por ano) e (d) encarceramento massivo aloprado (3º país com maior população carcerária do planeta – 711 mil presos, incluindo os presos no domicílio; dos quais, 40% provisórios). O custo dessa política completamente errada (e errada porque a criminalidade nunca diminuiu), para o governo, é de 1,26% do PIB; o custo total da violência é 5,4% do PIB brasileiro (conforme o Fórum de Segurança Pública). Diante da corrupção, a impunidade é generalizada, sobretudo da que envolve os agentes públicos e o mundo empresarial e financeiro (caso Petrobras, por exemplo).

03. Os latino-americanos estão muito mais preocupados com a violência do que há dez anos. Os governos estão sendo pressionados, as democracias estão em risco (embora apoiadas por 69% dos entrevistados; antes eram 72%), o poder vai se centralizando cada vez mais: nos tornamos uma fábrica de “soluções” populistas (e demagógicas) para a criminalidade e a corrupção, o que implica um alto teor de ilegalidades e mais violência, praticadas por grupos oficiais ou paramilitares ou mesmo pela própria população desesperada. Os indicadores socioeconômicos melhoraram em toda América Latina (menos pessoas vivem com menos de 2,50 dólares por dia – esse grupo foi reduzido pela metade nos últimos dez anos), mas ainda temos 80 milhões de pobres extremos e indigentes (no Brasil, mais de 20 milhões). Mais de 40% acreditam que a economia do seu país piorou no último ano (isso é nítido em relação ao Brasil). Pessimismo e sensação de insegurança: são os denominadores comuns em toda região. Um em cada três pesquisados considera que a violência é o problema mais importante do seu país; 17% já foram vítimas de algum crime (taxa constante desde 2004; o Datafolha havia encontrado o número de 20% em nosso país) e cerca de 40% admitem ter medo de andar por certas áreas do seu próprio bairro. A urbanização latino-americana não veio acompanhada de segurança, ensino de qualidade (educação), transportes públicos decentes etc.

Artigo do Jurista e Professor Luiz Flávio Gomes.

Dica: o charme da Vila Madalena depois da Copa do Mundo

em Brasil/News & Trends/São Paulo/The São Paulo Times por
Bar São Cristovão. Foto: Reprodução
Bar São Cristovão. Foto: Reprodução

O bairro Vila Madalena, na Zona Oeste de São Paulo, conhecido por sua boêmia, ficou famoso internacionalmente durante à Copa do Mundo. Os diversos torcedores deram uma visão positiva do bairro para todo o mundo.

Graças a recomendações de blogs estrangeiros, o local foi bem avaliado pela imprensa mundial. Jornais estrangeiros compararam a Vila Madalena a Venice Beach, uma das praias mais procuradas nos Estados Unidos também por causa de sua curtição.

Após a Copa, só restaram coisas boas pelo bairro. O melhor atendimento a clientes se perpetuou aos bares que já existiam ou ao novos que inauguraram. Hostels estão melhor preparados para grande quantidade de grupos e toda a infraestrutura criada para o bairro continua pelo local, que atrai muita gente pelo estilo de vida que as pessoas levam.

“O aumento pela procura de imóveis na região aumentou bastante, hoje as pessoas querem ter melhor qualidade de vida, e por que não ter um bairro como a Vila Madalena no seu quintal?”, questiona Flávio Prando, Diretor da Nova Realty Imóveis, especialista na região. “O valor dos imóveis variam de R$300mil a R$5 milhões. Isso acaba agradando a diversas classes de famílias”, completa Prando.

Beco do Batman. Foto: Reprodução
Beco do Batman. Foto: Reprodução

Toda terça-feira, a Boêmia no bairro já começa. Paulistanos de todos os lugares e gringos dos 4 cantos do mundo vão à procura de bons Chopps e deliciosos petiscos. “Na Vila há para todos os gostos, desde quem aprecia uma boa comida até para quem admira arte”, afirma Prando. Fica difícil não perceber a quantidade de galerias de arte na região, essas galerias têm a proposta de lançar olhos para a street art, cultura urbana, contracultura e arte contemporânea.

“Para quem pensa em morar por lá, conseguimos oferecer as melhores casas e apartamentos pela região. Tudo com muito requinte e bom gosto”, diz Prando. Para conhecer as opções da região basta dar um pulo no site da Nova Realty, há diversas possibilidades para compra ou locação. Acesse: www.novarealty.com.br

© 2014 – The São Paulo Times. Todos os direitos reservados.

Vídeo: Síria, tortura e punição

em Mundo/News & Trends/The São Paulo Times por

A tortura tem sido documentada sistematicamente como uma arma de guerra na Síria. O Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH), por meio do Fundo Voluntário para as Vítimas de Tortura, está ajudando as vítimas a acessar serviços de reabilitação essenciais.

As vítimas de tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes sofrem com a prática em centros de detenção oficiais e improvisados por toda a Síria; os detidos são frequentemente detidos fora da proteção da lei e sem acesso ao mundo exterior.

Suas histórias, recolhidas a partir de entrevistas realizadas pelo ACNUDH, ilustram o sofrimento infligido pelas forças do governo, bem como por alguns grupos armados da oposição – e podem ajudar a responsabilizar os autores destes crimes, tanto local quanto internacionalmente. Assista a esta reportagem da TV ONU e saiba mais em http://bit.ly/ONU-Siria

Saiba como ajudar em http://bit.ly/1I4zoUD

Crise humanitária e violência ameaçam Darfur, no Sudão

em Mundo/News & Trends por
Foto: Wikimedia
Foto: Wikimedia

No total, já foram registradas 55 ações violentas e ataques contra membros da sociedade civil recentemente. Insegurança e restrições impostas por forças do governo, dos grupos armados e das milícias dificultam atuação da UNAMID.

A região de Darfur, no Sudão, continua vivendo em condições precárias, por conta de conflitos intermitentes, ações violentas entre comunidades e uma grave crise humanitária, afirmou o sub-secretário-geral da ONU para as operações de paz, Hervé Ladsous, ao Conselho de Segurança nesta quinta-feira (04).

A insegurança e as persistentes restrições impostas por forças do governo, dos movimentos armados e dos grupos de milícia continuam a dificultar a atuação da Operação Híbrida da União Africana e das Nações Unidas em Darfur (UNAMID), ressaltou Ladsous.

No total, já foram registradas 55 ações violentas e ataques contra membros da sociedade civil recentemente – das quais 16 foram alegadamente executados por milícias árabes, 23 por forças governamentais e outras 16 por elementos armados desconhecidos.

A UNAMID continua trabalhando em parceria com agências humanitárias para facilitar o oferecimento de assistência a comunidades vulneráveis na região. Além disso, a ONU já instou repetidamente todos os lados a concluir negociações a favor de um cessar-fogo permanente e de um acordo de paz abrangente.

Fonte: onu.org.br

Nova fraude online arrecada 75 milhões de dólares em Hong Kong somente no primeiro semestre

em Mundo/News & Trends/Tecnologia e Ciência por
Foto: See-ming Lee (Blog / Photo Blog)
Foto: See-ming Lee (www.blog.seeminglee.com)

Um tipo diferente de fraude online, difícil de detectar, está ganhando corpo nos últimos tempos. A falcatrua é realizada por keyloggers simples e semi prontos, conhecidos como Predator Pain e Limitless, usados para atacar e-mails corporativos, de acordo com a Trend Micro – líder em segurança na era da nuvem.

A escala desta fraude é significativa – o Bureau de Crimes Comerciais da Polícia de Hong Kong estima que este tipo de fraude já arrecadou cerca de 75 milhões de dólares no primeiro semestre deste ano, somente em Hong Kong. Isso significa que em seis meses, em uma única cidade, os cibercriminosos já igualaram as fraudes atuais a todas as perdas causadas pelo Zeus/ZBOT – uma das mais comentadas famílias de malware há vários anos – até o presente.

Um estudo da Trend Micro intitulado “Predator Pain e Limitless: Quando o cibercrime se transforma em ciberespionagem” traz conclusões sobre as ferramentas utilizadas pelos cibercriminosos para atacar com esses dois malwares, bem como o que se sabe sobre os ataques que estão sendo realizadas com elas.

Diferentemente do Zeus, o Predator Pain e o Limitless são relativamente simples keyloggers. Eles, indiscriminadamente, roubam credenciais na internet de clientes de e-mail, bem como capturam as teclas digitadas e imagens da tela. O resultado é legível para humanos, o que é positivo no gerenciamento de apenas algumas máquinas infectadas, mas não é escalável quando há um grande número de máquinas infectadas e registros envolvidos.

Esta simplicidade esconde a astúcia dos operadores por trás destes keyloggers. Com a experiência de 419 golpes, os operadores dispõem do tempo e da determinação para atingir empresas, capturar contas de webmail, monitorar transações comerciais em curso, e, no momento certo, sequestrar a transação e redirecionar os pagamentos para contas que eles controlam.

As ferramentas que estes fraudadores usam não são avançadas. Combinando segmentação inteligente, paciência e keyloggers astutos e simples, os criminosos já arrecadaram grandes somas de dinheiro. Isto não só destaca que as atividades do cibercrime não são dependentes da sofisticação das ferramentas utilizadas, mas também o quão bem organizado é todo o resto do esquema. Um golpe sofisticado e bem projetado pode render significativas somas de dinheiro aos seus operadores, como é o caso do Predator Pain e o Limitless.

20 anos de Liberdade e Democracia na África do Sul celebrados em Brasília

em Mundo/News & Trends por
Foto: Reprodução
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No dia 27 de abril de 2014, a África do Sul celebrou o 20º aniversário de sua Liberdade e Democracia. Já se passaram 20 anos desde que o país deixou de lado seu status de pária do mundo e foi em direção a uma nova sociedade e uma nova Ordem Constitucional.

Olhamos para esses 20 anos com orgulho, ao perceber que atingimos o objetivo primário de nossas lutas, alcançando liberdade e democracia baseadas nos direitos humanos e dignidade para todos os cidadãos, independente de raça, gênero, ou crença.

Muitos momentos simbólicos marcam nosso êxodo do passado. O hasteamento de nossa nova bandeira em 1994, um momento de grande orgulho para todos os sul-africanos, simbolizando o início de uma nova era; a adoção da nova Constituição em 1996 vista como uma das mais avançadas do mundo, com uma Carta de Direitos exemplar e que agrega a visão de gerações de lutadores anti-apartheid que batalharam pelos princípios não raciais e dos direitos humanos, e que permanecem firmes em suas crenças de que a África do Sul pertence a todos os seus cidadãos; a união da Nkosi Sekelel’ iAfrika e Die Stem em 1997, formando um hino nacional que representasse a sociedade como uma só; e a revelação do novo brasão nacional em 2000, símbolo da essência coletiva e histórica de todos os sul-africanos.

Avanços significativos foram feitos nas vidas de muitos sul-africanos desde a concretização da democracia. Mais de três milhões de moradias foram construídas e a grande maioria das pessoas tem agora acesso à eletricidade, água encanada, e saneamento básico.

A economia atual da África do Sul é quase duas vezes maior do que a de 1993. O crescimento do país, em média, foi de 3,2% de 1994 a 2012 e os índices de emprego subiram 60% entre 1994 e 2013. É nossa intenção garantir que os índices de crescimento da economia para a próxima geração estejam estáveis.

Na frente política, a África do Sul extinguiu seu status de relegada e se tornou membro ativa da comunidade internacional de nações, como visto por sua participação em organizações multilaterais como o G20, a Organização Mundial do Comércio, e a ONU. A iniciativa trilateral IBSA e o Fórum BRICS ilustram a importância cada vez maior de fortes relações entre países.

O Brasil e a África do Sul tem um relacionamento dinâmico que continua a se aprofundar, resultado de interesses comuns em diversos níveis tanto domestica como internacionalmente. A África do Sul continua firmemente comprometida em reforçar suas relações com o Brasil, como um valioso parceiro.

As comemorações do 20º aniversário da Liberdade e Democracia na África do Sul no Brasil começaram com uma sessão pública formal no dia 2 de outubro na Universidade de Brasília, e foram completadas com um evento cultural no dia 3, cobrindo vários aspectos da cultura sul-africana.

A sessão foi comandada pelo Vice-Ministro de Educação Fundamental da África do Sul, Sua Excelência Mohammed Enver Surty. Em seu discurso, Surty notou que ambos os países lutam para criar uma sociedade não racial, atingir igualdade, e comemorar a união por meio da diversidade. Ele também destacou que a educação é prioridade para a África do Sul e que o país está no processo de finalizar um acordo com o Brasil para educação superior.

Os 20 anos de Liberdade e Democracia na África do Sul são testemunha de uma nação que foi bem sucedida na reconciliação do horror de seu passado com a promessa de um futuro em união compartilhado, independente de raça, cultura, ou gênero.

Esse é, certamente, um grande momento para ser sul-africano. Ser parte da história da África do Sul.

Site mostra o que influencia os preços das passagens aéreas compradas na internet

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por
Foto: Reprodução
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Viajar está cada dia mais fácil, encontrar opções mais baratas também. Hoje em dia existem vários sites de busca, mas um portal dinamarquês, chamado Momondo está começando a chamar a atenção no mercado brasileiro desde o dia que desembarcou por aqui.

Em meados de 2006, Thorvald Stigsen, junto com alguns profissionais se uniram por um propósito: expandir o mundo. Desafiando os dogmas da indústria aérea, criaram um motor de busca gratuito e independente, que oferece total transparência de custo em todo mercado.

A plataforma oferece buscas por passagens aéreas, hotéis, carros para alugar e se você estiver na Europa, também consegue ver os horários e preços dos trens, tudo a um preço competitivo e por meio de uma busca refinada. Além de ser fácil de usar, o site também qualifica o resultado das buscas entre o tempo de voo e o preço da passagem, informando ao usuário se é um bom ou mau negócio.

Aliás, surpresas em passagens áreas só acontecem quando você muda a sua procura para a primeira classe. A plataforma defende a transparência, por isso os preços que aparecem são os valores finais a serem pagos, incluindo taxas + encargos.

Dentro do site tem uma ferramenta que merece destaque: os Insights de cada passagem procurada. Ou seja, em cada rota existe uma aba no canto superior direito que mostra os principais fatores que influenciam os preços das passagens.

Fizemos uma busca de voos do Rio de Janeiro para São Paulo, veja um exemplo:

insight

A empresa também possui aplicativos para tablet’s e smartphones.
A empresa também possui aplicativos para tablet’s e smartphones.

Dias que antecedem a viagem, sazonalidade e dia da semana são os principais fatores que impactam no preço de uma passagem Rio De Janeiro — São Paulo.

  • O período mais barato para comprar uma passagem na rota Rio De Janeiro — São Paulo é de 49 dias antes da partida.
  • As épocas do ano mais baratas para voar de São Paulo para Rio De Janeiro são fevereiro e outubro.
  • As mais caras são abril e dezembro.
  • De acordo com nossos dados, TAM Linhas Aéreas, Azul e GOL são as companhias aéreas mais baratas para voar nesta rota.
  • Rio Janeiro Intl — Viracopos é a rota mais barata entre Rio De Janeiro e São Paulo.

Portanto, para quem pretende economizar, saber o melhor tempo para comprar passagem, épocas, rotas e aeroportos, ao usar esses insights, viaja gastando menos e assim, sobra dinheiro para trazer mais Souvenirs para casa.

No menu do site também encontramos um link chamado “Inspiração”, no qual os editores do portal postam dicas, tendências e lugares para onde visitar, o que fazer no destino escolhido e algumas curiosidades interessante sobre o local.

Momondo já é destaque da mídia internacional. CNN, CBS News, The Telegraph dizem ser o melhor site de busca da atualidade: rápido, inteligente e eficiente. Recentemente atualizaram o layout com uma linda interface e ótima usabilidade. “UX é uma das áreas que mais investimos”, afirma Fabio Krauss, Marketing Manager no Brasil.

Veja o vídeo manifesto:

“Na sua essência, o Momondo resume-se às pessoas. Levá-las à troca de novas ideias e ao compartilhamento de história genuínas. Não há nada como encontrar nos outros o espelho das nossas aspirações” – Momondo.

A equipe do The São Paulo Times já salvou a Momondo.com.br em seus favoritos. E você, tá esperando o que para consultar o site na sua próxima viagem?

© 2014 – web counter free, The São Paulo Times. Todos os direitos reservados.

Planejando viajar? Conheça o site da Momondo

em Brasil/Mundo/News & Trends/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

momondoViajar está cada dia mais fácil, encontrar opções mais baratas também. Hoje em dia existem vários sites de busca, mas um portal dinamarquês, chamado Momondo está começando a chamar a atenção no mercado brasileiro desde o dia que desembarcou por aqui.

Em meados de 2006, Thorvald Stigsen, junto com alguns profissionais se uniram por um propósito: expandir o mundo. Desafiando os dogmas da indústria aérea, criaram um motor de busca gratuito e independente, que oferece total transparência de custo em todo mercado.

A plataforma oferece buscas por passagens aéreas, hotéis, carros para alugar e se você estiver na Europa, também consegue ver os horários e preços dos trens, tudo a um preço competitivo e por meio de uma busca refinada. Além de ser fácil de usar, o site também qualifica o resultado das buscas entre o tempo de voo e o preço da passagem, informando ao usuário se é um bom ou mau negócio.

Aliás, surpresas em passagens áreas só acontecem quando você muda a sua procura para a primeira classe. A plataforma defende a transparência, por isso os preços que aparecem são os valores finais a serem pagos, incluindo taxas + encargos.

Dentro do site tem uma ferramenta que merece destaque: os Insights de cada passagem procurada. Ou seja, em cada rota existe uma aba no canto superior direito que mostra os principais fatores que influenciam os preços das passagens.

Fizemos uma busca de voos do Rio de Janeiro para São Paulo, veja um exemplo:

insight

A empresa também possui aplicativos para tablet’s e smartphones.
A empresa também possui aplicativos para tablet’s e smartphones.

Dias que antecedem a viagem, sazonalidade e dia da semana são os principais fatores que impactam no preço de uma passagem Rio De Janeiro — São Paulo.

  • O período mais barato para comprar uma passagem na rota Rio De Janeiro — São Paulo é de 49 dias antes da partida.
  • As épocas do ano mais baratas para voar de São Paulo para Rio De Janeiro são fevereiro e outubro.
  • As mais caras são abril e dezembro.
  • De acordo com nossos dados, TAM Linhas Aéreas, Azul e GOL são as companhias aéreas mais baratas para voar nesta rota.
  • Rio Janeiro Intl — Viracopos é a rota mais barata entre Rio De Janeiro e São Paulo.

Portanto, para quem pretende economizar, saber o melhor tempo para comprar passagem, épocas, rotas e aeroportos, ao usar esses insights, viaja gastando menos e assim, sobra dinheiro para trazer mais Souvenirs para casa.

No menu do site também encontramos um link chamado “Inspiração”, no qual os editores do portal postam dicas, tendências e lugares para onde visitar, o que fazer no destino escolhido e algumas curiosidades interessante sobre o local.

Momondo já é destaque da mídia internacional. CNN, CBS News, The Telegraph dizem ser o melhor site de busca da atualidade: rápido, inteligente e eficiente. Recentemente atualizaram o layout com uma linda interface e ótima usabilidade. “UX é uma das áreas que mais investimos”, afirma Fabio Krauss, Marketing Manager no Brasil.

Veja o vídeo manifesto:

“Na sua essência, o Momondo resume-se às pessoas. Levá-las à troca de novas ideias e ao compartilhamento de história genuínas. Não há nada como encontrar nos outros o espelho das nossas aspirações” – Momondo.

A equipe do The São Paulo Times já salvou a Momondo.com.br em seus favoritos. E você, tá esperando o que para consultar o site na sua próxima viagem?

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O ciclismo é a nova tendência do trânsito brasileiro

em Brasil/News & Trends/São Paulo por
Foto: Reprodução
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A bicicleta é mais do que um simples modo de transporte. Não polui e ainda contribui muito para a saúde de seus condutores. Exatamente por isto, a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/12) a estabelece como prioritária, junto com outros tipos não motorizados, sobre os modos motorizados. Significa, portanto que o poder público deveria ser o primeiro a cumprir esta hierarquização.

De acordo com Antônio Nélson Rodrigues da Silva, do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), o poder público pode e deve contribuir para um aumento progressivo na demanda por este modo, uma vez que ele já é uma tendência mundial – e o Brasil não deve fugir à regra nos próximos anos. No entanto, investimentos neste sentido esbarram muitas vezes na oposição de setores da sociedade, por exemplo os motoristas e comerciantes que se beneficiam dos modos motorizados, além da própria indústria automobilística. “Ao priorizar espaços para as bicicletas, invariavelmente se terá de tirar o espaço de alguém, no caso, os carros”, explica.

Além da infraestrutura necessária para a segurança dos ciclistas e do próprio tráfego em geral, fornecer a própria bike pode ser uma atribuição do Estado, especificamente na esfera municipal, de forma direta ou por meio de concessões ou permissões, o que já é uma realidade em outros países, segundo o que afirma a coordenadora de Educação no Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maria Cristina Hoffmann. “Muitas cidades, como Copenhague, Amsterdã, Londres e Berlim estão em fase de adaptação para promover o aumento do uso das bicicletas como meio de transporte e, mais recentemente, algumas cidades brasileiras como o Rio de Janeiro, Brasília, Sorocaba, Santos, entre outras”, conta.

Apaixonado pelo assunto, o comerciante de bicicletas José Carlos Feliciano, de Taquaritinga (SP), comenta que outras iniciativas mundo afora indicam caminhos alternativos para estimular – até financeiramente – a utilização das bikes. “A França , além de criar regras que favorecem o uso das bicicletas, está pagando R$ 0,77 por quilômetro percorrido para os franceses que decidirem ir para o trabalho por este meio.”

Dificuldades e riscos

O publicitário e empresário Tiago Benevides, de 28 anos e morador de Nova Iguaçu (RJ), conta que anda de bicicleta constantemente: além de ir trabalhar e de fazer pequenos trajetos sobre duas rodas, também treina distâncias médias durante a semana (de 15 km a 35 km) e longas aos sábados e domingos (50 km, 70 km ou mais). De acordo com ele, sua experiência permite observar certos “gargalos” na administração pública quanto a este tema. “Minha cidade não me ajuda em praticamente nada relacionado à bicicleta; meus treinos sempre são em horários que não sejam de rush, ou muito cedo ou bem tarde, já que temos apenas uma ciclovia cuja extensão não deve ser maior do que 3 km”, reclama. “Pedalar em Nova Iguaçu é para poucos: realmente é necessária muita atenção para andar em meio aos carros, ônibus e motos; é um risco que se corre, mas fazer o quê?”

Além do poder público, a iniciativa privada também pode contribuir para uma melhor condição do ciclismo diário, ou seja, aquele que não se restringe apenas ao lazer ou a pedaladas eventuais. De acordo com Lennon Lúcio Farias, de 23 anos, que é entregador em Curitiba (PR) e utiliza este meio em seu trabalho, até por falta de fiscalização do município, a empresa não o orientou – por exemplo – a utilizar itens de segurança. Ele coloca que um dos maiores riscos ocorre quando a bicicleta compartilha a via com outros veículos. “Por uma bike não ter barulho de motor, muitos não nos escutam chegando perto e facilmente podem acabar mudando de direção e passando em nossa frente”, explica, contando que costuma sempre conduzir “por si e pelos outros”, prevendo já a possível desatenção dos demais.

Até neste sentido, é muito importante a regra do “ver e ser visto”, especialmente ao se trafegar na mesma via que veículos motorizados, na opinião de Luiz Gustavo Campos, especialista em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana da Perkons. “Ser visível no trânsito ajuda muito a evitar acidentes: roupas escuras dificultam a visibilidade noturna; o ideal é usar roupas claras e capacete colorido e, além dos refletores na traseira, dianteira e laterais da bicicleta – que são obrigatórios – uma lanterna com luz branca na dianteira e vermelha na traseira para passeios noturnos”, afirma. “Como a bicicleta é pequena e, por isso, pode facilmente entrar no ‘ponto cego’ dos veículos, toda atenção ajuda, e tudo o que puder auxiliar o ciclista a notar os demais e a ser notado por eles é fundamental, como o retrovisor do lado esquerdo e a campainha, que também são itens obrigatórios”, completa.

A atuação do Estado

Maria Cristina Hoffmann conta que, para um bom uso da bicicleta, são necessários cuidados especiais, como uma boa sinalização, exigência do uso de equipamentos de proteção e educação dos condutores. Para tanto, de acordo com ela, o Ministério das Cidades investe em ações de conscientização, especialmente cartilhas com regras de circulação. O órgão também apoia – além da construção de ciclovias e ciclofaixas junto à pavimentação de ruas – projetos de sistemas cicloviários e estacionamentos de bicicletas integrados aos sistemas de transporte coletivo estruturantes, como o metroferroviário e os corredores de ônibus. “O objetivo é contribuir para a construção de uma mobilidade sustentável em que a base seja a integração modal entre todos os modos de transporte motorizados e não motorizados”, esclarece.

Entretanto, como explica Antônio Nélson da Silva, especialista da EESC-USP, o investimento em uma infraestrutura que evite acidentes ao ciclista não basta. É fundamental, segundo ele, que os estudos realizados no âmbito acadêmico sejam levados ao ambiente técnico e governamental, pois – do contrário – o planejamento necessário para a execução destas iniciativas poderá ser insuficiente. “Há que se levar em conta – a exemplo do que uma pesquisa em andamento tem constatado – graus de exposição do ciclista a fatores como estresse e poluição atmosférica e sonora, isto sem contar o risco que se corre – caso não haja uma averiguação adequada – de se criar uma estrutura que ligue nada a lugar nenhum.”

O professor diz ainda que, se houver vontade política, qualquer pressão socioeconômica pode ser superada, na medida em que os governos se convençam e – com isto – levem à compreensão do povo de que um uso maior da bicicleta gera uma série de benefícios sociais importantes, como a melhora da saúde (pelo exercício físico e por uma diminuição da poluição do ar), além da redução de congestionamentos e de acidentes. “Outros países, como a Bélgica e a Holanda, tiveram vários problemas para implantar seus modelos, mas os governos compraram a briga”, completa.

Em 2015, 50% das pessoas vão escolher um smartwatch no lugar de uma pulseira inteligente

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De acordo com o Gartner, empresa mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima-se que as vendas de acessórios eletrônicos fitness deverão chegar a 68,1 milhões de unidades em 2015, abaixo dos 70 milhões de unidades em 2014. Essa queda temporária será impulsionada por uma sobreposição na funcionalidade entre as pulseiras inteligentes por outros monitores fitness e smartwatches. Porém, o mercado para pulseiras inteligentes e outros monitores fitness irá ressurgir em 2016, em virtude dos designs e modelos versáteis com displays de custo menor.

“Os equipamentos fitness são usados para monitorar a saúde, que caminha lado a lado com o condicionamento físico e o bem estar”, diz Angela McIntyre, Diretora de pesquisas do Gartner. “Os consumidores poderão integrar os dados da maioria dos dispositivos em uma única conta, em que seus dados poderão ser analisados por meio de computação cognitiva para fornecer insights úteis aos usuários. As iniciativas são financiadas pela Qualcomm, Apple (HealthKit), Google (Google Fit), Samsung (S.A.M.I.), Microsoft, Nike e Intel, entre outras empresas, que farão inovações nos equipamentos fitness e no monitoramento da saúde, criando a infraestrutura para a combinação dos dados relevantes para a saúde e o condicionamento físico”.

Os cinco principais form factors (formatos) de acessórios eletrônicos fitness são pulseiras inteligentes, relógios esportivos, monitores, cintas de monitoramento cardíaco e roupas inteligentes.

Os relógios esportivos e as cintas cardíacas estão bem estabelecidos, comparados com pulseiras inteligentes, que se tornaram populares pela primeira vez com o Jawbone Up, lançado em 2011. O Gartner afirma que a categoria de vestuário inteligente tem o maior potencial de crescimento pela frente, pois essa categoria está emergindo da fase de testes. As camisetas inteligentes já estão disponíveis para atletas e treinadores de times profissionais. A previsão é de que as vendas de vestuário inteligente deverão crescer de 0,1 milhão de unidades em 2014 para 26 milhões de unidades em 2016 (ver Tabela 1).

Tabela 1 – Worldwide Wearable Electronic Fitness Devices Shipments Forecast, 2013-2016 (Millions of Units)

Device Category

2013

2014

2015

2016

Smart Wristband

30

20

17

19

Sports Watch

14

18

21

24

Other Fitness Monitor

18

20

12

15

Chest Strap

11

12.1

8

7.3

Smart Garment

0.01

0.1

10.1

26

Total Market

73.01

70.2

68.1

91.3

Fonte: Gartner (Outubro de 2014)

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