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News & Trends - page 3

Sucesso de público, exposição “MÃE PRETA” abre temporada em São Paulo

em Brasil/Cultura e Entretenimento/News & Trends/São Paulo/The São Paulo Times por

Idealizada pelas artistas visuais Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa, a mostra reúne vídeos, fotografias, instalações e contará com performance de Glauce Pimenta Rosa e Jessica Castro na abertura, oficina com Jarid Arraes e lançamento de catálogo com textos de Lilia Moritz Schwarcz, Martina Ahlert, Qiana Mestrich, Temi Odumosu, Alex Castro e Júlio César Medeiros da Silva Pereira
As conhecidas imagens das amas-de-leite negras, registradas desde meados do século 19 ao início do século 20, são o ponto de partida da pesquisa das artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa para a realização da exposição“Mãe Preta”, que recebeu o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais de 2016. Após grande sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, em 2016, quando foi exibida na Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (dentro do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, na capital fluminense), com cerca de 2 mil visitantes, e também em Belo Horizonte,em 2017, no Palácio das Artes, a exposição chega a São Paulo, na Galeria Mario Schenberg, da Funarte. A abertura ocorre em 4 de outubro e seguirá em cartaz até 25 de novembro, reunindo fotografias, vídeos, instalações, performance e literatura.

 
O projeto surgiu de uma pesquisa artística de Isabel e Patricia, iniciada em 2015, que busca, visto que é um trabalho em constante progressão, traçar os elos e as ressonâncias entre a condição social da maternidade durante a escravidão por meio de releituras de imagens e arquivos do período, o desaparecimento da história escravocrata na malha urbana das cidades brasileiras e as vozes de mulheres e mães negras na contemporaneidade. O intuito da mostra é discutir a questão da memória da escravidão e o legado da mulher negra na formação da sociedade brasileira dentro da história visual do país.

 
“A exposição objetiva contrapor a representação romantizada das “mães pretas” e da maternidade em arquivos históricos do período escravocrata ao protagonismo real e crescente exercido pelas mães negras de hoje. Iniciamos este projeto dentro de um contexto histórico com as escavações arqueológicas e a memorialização da escravidão da região portuária do Rio de Janeiro nos últimos anos. À medida que foram se revelando diversos achados, começamos a buscar elementos que se articulassem com o papel da mulher negra – focando na sua função dupla como mãe de seus próprios filhos e como amas-de-leite de crianças brancas – na formação social da cidade. Essas vidas, marcadas pelo terror da separação e mesmo morte de seus filhos em prol da criação dos filhos de outrem, deixaram marcas indeléveis como uma das grandes injustiças da história do Brasil e de toda a sociedade escravocrata. Com a exposição propomos como reflexão as lacunas históricas em relação ao papel fundamental da maternidade tal como exercido pela mulher negra na nossa história urbana, social e visual, buscando pontos de inflexão com as lutas na sociedade contemporânea”, afirma Isabel.

 
Inédita em São Paulo, a exposição – que ainda seguirá para São Luís, no Maranhão, em dezembro – inclui o lançamento de um catálogo com contribuições de nomes nacionais e internacionais, como a antropóloga e curadora-adjunta para histórias e narrativas no Masp, Lilia Moritz Schwarcz (USP); a antropóloga e pesquisadora Martina Ahlert (UFMA); o escritor Alex Castro; o historiador e diretor do Núcleo de Estudos e Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, Júlio César Medeiros da Silva Pereira (UFF); a historiadora da arte, educadora criativa e curadora britânico-nigeriana Temi Odumosu (Universidade. de Malmö – Suécia); e a fotógrafa, escritora e professora do ICP-Bard (EUA), a norte-americana Qiana Mestrich.

 

 

Um dos pontos altos da exposição é a vídeo-instalação “Modos de Fala e Escuta” (com 27 minutos de duração), que reúne o depoimento de sete mães negras sobre maternidade, racismo, memória, ancestralidade, violência e lutas cotidianas. Nesse sentido, outro destaque da mostra é a obra “Mural das Heroínas”, com 20 retratos de líderes negras, desde Luísa Mahin, Tereza de Benguela e Nzinga de Angola às feministas Lélia Gonzalez e Beatriz do Nascimento, além de figuras políticas como Laudelina de Campos e Marielle Franco, entre outras, que simbolizam as conquistas sociais, a luta, a resistência, a voz e o lugar histórico da mulher negra no Brasil.

 
A exposição também conta, ainda, com a minibiblioteca Mãe Preta, que conta com publicações de autoras negras contemporânea se uma seção voltada para a literatura infanto-juvenil com títulos sobre protagonismo negro para consulta do público.

 
Dividida em oito séries, “Mãe Preta” apresenta instalações, colagens e intervenções em gravuras e fotografias, que, reunidas, propõem uma reinvenção poética da iconografia relacionada às mães pretas dentro de uma linguagem contemporânea tendo como ponto de partida imagens fotográficas do acervo do Instituto Moreira Salles, do Rio de Janeiro, e releituras de livros com gravuras de Jean-Baptiste Debret, Johan Moritz Rugendas e outros artistas. Isabel e Patricia criaram intervenções nessas imagens com objetos óticos, como lupas e lentes, que destacam a complexidade das relações das amas-de-leite com as crianças brancas de seus senhores e das mulheres escravizadas e seus próprios filhos dentro de contextos domésticos, urbanos e rurais.
“De tão conhecidas, estas imagens são vistas de forma superficial e contribuem para um olhar normalizado sobre a vida dessas mulheres que desempenharam um papel fundamental na formação da sociedade brasileira, mas que não revelam as histórias de violência sofridas por elas. Os trabalhos propõem uma nova forma de olhar essas imagens, de modo que a figura materna apareça no primeiro plano e não apenas como um detalhe da vida cotidiana e familiar nos tempos da escravidão”, explica Patricia.

 
Nesse sentido, marcas naturais do tempo em reproduções de negativos de Marc Ferrez e outros fotógrafos do século 19 são aproveitadas para simbolizar cicatrizes expostas em composições fotográficas em substituição a cópias perfeitas. A dupla também levantou, em jornais de época, anúncios sobre o aluguel de amas-de-leite, assim como artigos em publicações abolicionistas denunciando escândalos e abusos diretamente relacionados à questão das amas-de-leite no século 19, sobre os quais também intervêm com diversos objetos.

 
Para esta edição, as artistas fizeram uma imersão nos contextos específicos de São Paulo e São Luís, para onde a exposição viajará após a etapa paulistana. Na capital paulista, as artistas seguiram o debate sobre o apagamento da história negra da cidade e, no Maranhão, realizaram entrevistas com lideranças femininas dos Quilombos Santa Rosa dos Pretos e Santa Joana, que resultaram em obras inéditas que serão apreciadas pelo público.

 

 

A abertura da exposição em São Paulo, em 4 de outubro, contará com uma performance da carioca Jessica Castro (professora de Dança Educação, pesquisadora do Jongo, intérprete do movimento da dança afro-brasileira, artista de rua e militante do movimento negro) e da maranhense radicada no Rio de Janeiro, Glauce Pimenta Rosa (cantora, artista, gestora criativa de projetos culturais de arte e educação e ativista negra feminista), que também são protagonistas da vídeo instalação. Em 6 de outubro, às 11h, haverá visita guiada e bate-papo com Isabel e Patricia.

 
O catálogo da exposição será lançado em 10 de novembro, na Galeria Funarte, em São Paulo. Na ocasião, haverá uma oficina gratuita com a escritora, poetisa e cordelista Jarid Arraes, cearense radicada em São Paulo e autora dacoletânea “Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis”, lançado pela Pólen Livros em 2017.

“Este projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais – Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo / Maranhão / Chão SLZ”

Crise requer novo perfil de profissional na indústria automobilística

em Brasil/Negócios/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

A crise econômica colocou a indústria automobilística em xeque. No mundo todo, as montadoras puseram o pé no freio. Projetos foram adiados, orçamentos cortados e as gigantes norte-americanas fecharam milhares de postos de trabalho. Se antes do aperto financeiro a prática era recrutar e contratar executivos e profissionais especializados aos montes, com ênfase à quantidade, no pós-crise a palavra de ordem terá de ser qualidade.

Setor altamente departamentalizado por tradição, a cadeia produtiva automobilística (montadoras, autopeças, etc) sempre valorizou o profissional superespecializado – como, por exemplo, um engenheiro especialista em suspensão, ou um vendedor “expert” no atendimento a frotas – em detrimento do profissional com perfil mais abrangente em competências e conhecimentos, mais generalista.

A crise, entretanto, vai pegar de frente o profissional superespecializado, que contribui muito quando existem novos projetos, mas torna-se caro para a organização quando estes são adiados. As vendas caem, a economia se retrai e a indústria como um todo está abalada. É esse pessoal que está mais suscetível a perder seu emprego e não ter outra chance no mercado. Manter-se no trabalho ou começar uma carreira vai exigir uma mudança de perfil, porque as empresas passaram a necessitar de profissionais mais ecléticos, de formação mais ampla, que possam servir em várias funções.

Nesse novo panorama que se desenhou por força da crise foi preciso quebrar paradigmas basilares da indústria automobilística, setor que, com exceção do ABS, air-bag, dos veículos crossover e SUV, na verdade não apresentou nenhuma grande novidade tecnológica nos últimos 20 anos em termos de produtos disponíveis no mercado. No Brasil, a empresa que mais se renovou nos últimos dez anos foi uma tradicional montadora de origem norte-americana, que trouxe para sua presidência um executivo de fora da indústria, lançou o primeiro SUV compacto do nosso mercado e implantou uma fábrica em um estado sem nenhuma tradição automobilística.

Para sobreviver nos novos tempos, não bastarão diploma universitário, pós-graduação e MBA. Quem já está no mercado precisa transformar o temor da dispensa em coragem para construir uma formação mais eclética, não necessariamente atrelada às necessidades imediatas de promoção, como forma de se preparar para uma nova década de mudança de perfil que vai exigir dele uma nova postura profissional.

É preciso buscar dentro do que chamamos conhecimentos conexos ou adjacentes quais são as áreas que ele pode desenvolver de maneira mais criativa, preparando-se para as novas demandas do mercado. Talvez fazer um curso de História da Arte, Sociologia, Filosofia, Design Gráfico, Engenharia Ambiental ou outro qualquer que ajude a entender como aquela tecnologia pode ser reinterpretada para servir melhor às necessidades do consumidor ligadas à situação da sociedade naquele momento.

Quem quer entrar neste ou em outro mercado deve fazer um “autoteste vocacional”, a fim de reconhecer e desenvolver outras habilidades e se focar nelas. No mercado pós-crise, o grande diferencial não será seu conhecimento específico, mas o quanto suas outras aptidões e conhecimentos amplos podem acrescentar ao seu trabalho.

Qualquer que seja o caso, esse profissional terá de repensar a relação entre a máquina e o ser humano que a utiliza, seja sob o ponto de vista estético, social, político, econômico e ambiental. É justamente desses questionamentos que poderão surgir novas tecnologias e produtos que estimulem o cliente a mudar seus hábitos de consumo.

 *Flavio Buschinelli é graduado em Economia pela USP, mestre em Marketing Internacional pela FGV-SP, ex-professor de pós-graduação de Marketing Estratégico na ESPM-SP e gerente de negócios corporativos da Thomas Case & Associados, consultoria com mais de 40 anos de atuação na gestão de carreiras e RH.

Eleições 2018: estudo mapeia startups e iniciativas que ajudam na escolha dos candidatos

em Brasil/Geral/Negócios/News & Trends/Política/Tecnologia e Ciência por

 

O estudo ainda compila o que os principais presidenciáveis estão planejando para Tecnologia, Startups e Inovação

Realizado pela Liga Ventures, levantamento mostra startups e iniciativas com soluções para dados e informações públicas, além de inovações que auxiliam na escolha, acompanhamento e comunicação com candidatos

No Brasil existem atualmente 37 Political Techs – startups e iniciativas que entregam soluções usando tecnologia para o acompanhamento e acesso à informações no cenário político  -, é o que mostra o Liga Insights Eleições 2018 – estudo realizado pela Liga Ventures (liga.ventures) – aceleradora corporativa especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas. O estudo foi realizado entre o final de agosto de 2018 e o início de setembro e mapeou startups de todo o Brasil.

Divididas em quatro categorias – dados e informações, escolha, acompanhamento e comunicação com o candidato – estas startups e iniciativas oferecem informações sobre dados públicos de gestão, além de possibilitar aos usuários o acompanhamento de políticos em suas funções, como criação e aprovação de leis. Além disso, as startups criam soluções que também podem ajudar na escolha do candidato para as eleições deste ano.

Além do mapeamento realizado das Political Techs, o estudo compilou as principais informações em torno dos temas Inovação, Startups e Tecnologia dos planos de governo dos candidatos melhores posicionados nas pesquisas, para que os leitores ponderem sua importância, aplicabilidade, domínio e viabilidade.

“Tratar dos temas de Inovação, Startups e Tecnologia é uma agenda de importância para o próximo governo. Esse conjunto pode ajudar e muito o país a buscar eficiência nos seus processos atuais, além de construir um ambiente mais favorável e fértil ao empreendedorismo brasileiro. As Political Techs são uma amostra real de como essas iniciativas podem intervir positivamente, também – e desde -, o processo de escolha eleitoral”, explica Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo Liga Insights.

Conheça os principais temas e algumas startups destacadas no estudo:

Big Data político

O estudo destaca startups que reúnem dados e informações sócio-demográficas de cidades, estados e do Brasil, para a análise do desenvolvimento e aplicação do dinheiro público. Entre eles podemos citar: 4mti, Datapedia, Muove, Gestor Político e Nerit Política.

De olho no Congresso

A tecnologia desenvolvida por essas startups possibilita aos usuários monitorar as atividades e posicionamentos dos políticos, mostrando sua atuação no cargo. Neste segmento, destacam-se: Atlas Político, Monitora Brasil, Poder do Voto, Operação Serenata de Amor, Sniff Brasil e SGP.

Ajuda para votar

Estas startups auxiliam na escolha dos candidatos, seja por questões ideológicas e/ou por aproximação de preferências, por meio de questionários e testes de perfil, além da apresentação das propostas. Entre elas estão: Appoie, Bússola Eleitoral, Eleitor, Quem Me Representa e Tem Meu Voto.

Denúncias e reclamações

Com estas empresas, é possível se comunicar com os gestores públicos, inclusive para denúncias e reclamações, tornando o cidadão também um gestor de sua cidade, estado e/ou país. São eles: Aqui eu cuido, Minha Cidade, Colab.re e Fala Cidadão.

Liga Insights Eleições

Veja o levantamento completo aqui: http://insights.liga.ventures
Fonte:

Plataforma DisruptBox com 10.085 mil startups brasileiras. Banco de startups da Liga Ventures que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da aceleradora, recomendações, notícias abertas em portais de negócios e busca ativa de startups.

 

 

Preciso

em Cássio Zanatta/News & Trends por

Preciso ir a São José. O tempo aqui é muito apressado. Se eu tivesse ido mais vezes, teria agora 42 anos, no máximo. Longe de São José a vida é atropelo.

Preciso ir porque o céu daqui quase não tem estrela e, quando a Lua cheia nasce, não acorda os galos que cantam, pensando estar nascendo o dia. Porque foi aniversário da madrinha Rosa e eu não pude ir. Porque preciso deixar flores para os meus pais e contar a eles como vão os netos e que aprendi a passar café.

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Sobre a ponte

em Cássio Zanatta/News & Trends por

Oi, ponte. Olha eu aqui de volta.

Pronto. Agora o sujeito deu para falar com pontes. Não bastasse inventar conversa com passarinho, como se falasse com o pai, agora essa.

Deve ser a emoção de estar aqui de novo. Em 91, bati o recorde mundial de ficar olhando o mundo por esta ponte. Era de noite e fazia um frio do capeta, o que é uma péssima e inadequada imagem. Mesmo assim, encontrei um canto protegido do vento e fiquei horas espiando, pensando na vida.

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Comer com os olhos: 7 estratégias de como restaurantes estão aumentando seu faturamento com presença digital

em Brasil/Negócios/News & Trends por

Da Roma Antiga ao século XXI, uma expressão que se adaptou ao tempo e chegou até as estratégias de mkt para restaurantes

De uma tradição, vinda da Roma Antiga, no qual em rituais fúnebres eram realizados eventos com grandes banquetes onde era permitido apenas olhar os pratos, a expressão “comer com os olhos” fazia e ainda faz jus ao seu significado.

Trazendo para os dias atuais, o banquete está disposto em uma rede social, as fotos mostram todas as possibilidades, quanto melhor montado o prato e retratada a foto, mais atraente o cardápio será.

Um ponto importante é lembrar: apesar das fotos terem um papel crucial na presença digital, o diálogo com o público, a criação de conteúdo de qualidade e a interação estão juntos no pacote. Por esse motivo, não basta apenas estar na internet, tem que criar relacionamento com o cliente.

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Sociedade empresarial: porque o Direito Societário é essencial?

em Brasil/Negócios/News & Trends por

O sonho empreendedor pode deixar de existir antes mesmo de começar, afinal, quem já não ouvi falar sobre a dificuldade de abrir uma empresa no Brasil?

Entre burocracias e uma complexa legislação, a decisão de abrir um negócio é algo que deve ser bem avaliado, além de conhecer muito bem tudo que implica um novo empreendimento.

A área do Direito Societário cuida exatamente de todas as necessidades envolvidas no caso de uma sociedade empresarial, o modelo de negócio mais comum.

Especialista da área, Cristina Alckmin, sócia do Leite, Tosto e Barros explica o primeiro passo para evitar burocracias desnecessárias.

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Pães de fermentação lenta ganham o gosto dos consumidores

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Sabor marcante e facilidade de digestão são apenas algumas das vantagens deste tipo de fermentação

Em contraponto ao tempo de produção muito acelerado em diversas padarias, muitos padeiros estão resgatando o processo de longa fermentação, espontânea ou induzida, e maturação para a produção do pão. Graças à técnica, o fermento vivo digere aos poucos os amidos da massa, o que impacta diretamente no seu sabor e aroma. Além disso, seu índice glicêmico é menor que o de outros pães, fazendo com que liberem energia por mais tempo, aumentando a sensação de saciedade.

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Açougue Vegano cria “Bife Vegetal” como substituto para os tradicionais churrascos

em Brasil/News & Trends/São Paulo/Tecnologia e Ciência por

Açougue Vegano No Bones -The Vegan Butcher Shop, localizado em São Paulo, conhecido por criar cortes de churrascos como Picanha Vegetal, Costelinha com Barbecue, criou após 1 ano de pesquisas um novo “Bife Vegetal Defumado” que promete ser melhor que o tradicional feitos de origem animal. Dê o play abaixo:

A intervenção mínima do Judiciário na autonomia da vontade coletiva

em Brasil/News & Trends/São Paulo por

A insegurança jurídica de normas de convenções coletivas ou acordos coletivos de trabalho sempre foi considerada elemento da dificuldade para os avanços nas negociações coletivas, as quais, na sua maioria, limitavam-se à repetição de direitos já assegurados por lei, com pouca margem de criatividade ou adaptação, quer por iniciativa de sindicato profissional, quer por sugestão patronal.

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No céu não tem facebook

em Cássio Zanatta/News & Trends por

Certo, é um pensamento besta. Se a gente for mais besta e se embrenhar no assunto, imagina que essas modernidades não devem impressionar muito o povo de lá. Para quem tem a eternidade pela frente, algo de novo é assunto por 300, 500 anos e todos ainda estão maravilhados com a descoberta do avião. E como será que o pessoal faz para aproveitar o tempo? Se para a gente alguns domingos de chuva demoram a passar, imagina ter todo o tempo do mundo. Se ficam a conversar, que tanto assunto eles têm? Há livros no céu? Baralho? Cinema, a obra completa de Victor Hugo, Programa Silvio Santos, War?

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ONU condena ataque de coalizão liderada pela Arábia Saudita que matou dezenas de civis no Iêmen

em Brasil/News & Trends/ONU por

O chefe humanitário da ONU, Mark Lowcock, e a chefe do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, condenaram o ataque aéreo na província de Hodeida, no oeste do Iêmen, que matou pelo menos 26 crianças e quatro mulheres na quinta-feira (23).

“Esta é a segunda vez em duas semanas que um ataque aéreo da coalizão liderada pelos sauditas resultou em dezenas de baixas civis”, disse Lowcock, observando que “um ataque aéreo adicional em Al Durayhimi na quinta-feira resultou na morte de quatro crianças”.

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