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NY Times

A resposta das ondas

em Cássio Zanatta/NY Times por

Deve haver algum sentido no trabalho das ondas. Essa sequência vagarosa há de trazer uma revelação. Uma a uma, lá vêm elas, em calma procissão, como uma passeata de águas e espumas que nada reivindica.

Fazem isso há milênios, já tentaram alertar os poderosos, minimizar as autoridades, acalmar aflitos, mas os homens, ignorantes em sua pressa e autoconfiança, não param para ouvir. Por isso às vezes estouram com mais barulho, violentas, impacientes. Se ainda ignoradas, alcançam a areia, destroem calçadas, jardins, invadem garagens e depositam areia nos bancos dos carros. Os homens, assustados, dão a isso o nome (errado mais uma vez) de ressaca e fecham os ouvidos.

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Crise existencial é o tema central do novo livro de Guilherme Mendicelli

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/NY Times por

Depois que publicou seu primeiro livro de poesias, Guilherme Mendicelli prometeu que nunca mais escreveria um poema. A promessa, no entanto, não se concretizou e, na próxima segunda-feira (18), a partir das 19h, na Sala Mário Lago, em Jacareí, será lançado o seu novo livro de poesia, intitulado ‘décimo quinto’, no qual ele já inicia com a afirmação “só de graça, me fizeram de poesia“.

O livro traz poesias escritas durante o ano de 2017, no alto do décimo quinto andar, onde o autor vive desde o começo do ano. Em momentos reclusos e com inspiradora vista para Rio Paraíba cortando a cidade, elas retratam um período de crise existencial em que Guilherme mergulha fundo nas veredas mais íntimas de uma fase da sua vida que, aliando sua sensibilidade às palavras, contribui com a formação do seu eu de hoje e do que virá.

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A bolsa de valores, os Yuppies, a Sandy e a crise em que você se encontra hoje.

em Monocotidiano/NY Times por

A sociedade funciona em ciclos. O que hoje é legal é exatamente o que será negado pela geração de amanhã.

Os anos 70 foram marcados pelo hippies, com seus pelos, kombis, maconhas e música. Já os anos 80 foram marcados por outros personagens sociais marcantes e opostos: os yuppies

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Últimos dias para você inscrever o seu trabalho no Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica 2017

em NY Times por

O Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica está buscando as melhores ideias em film, Eficácia, Inovação, Sustentável, Creative Data, Mobile, Conteúdo, Produção audiovisual, Digital, Gráfica e Interativo, entre outros prêmios.

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É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise

em Negócios/NY Times por

*Por Aleksey Kolchin, presidente da divisão farmacêutica da GlaxoSmithKline (GSK) no Brasil

Inspirar pessoas a realizar objetivos ambiciosos num ambiente difícil como essa crise que por ora enfrentamos no Brasil é certamente hoje a principal atribuição de um líder, seja qual for a indústria ou segmento de atuação. Num cenário em que a conjuntura econômica se mostra desfavorável, a tendência é que as pessoas concentrem todas as suas energias em atender as demandas do dia a dia, ou seja, projetos de curto prazo. Cabe ao líder, portanto, empoderar e motivar as pessoas de modo que elas consigam enxergar além da superfície.

Notadamente, o brasileiro sempre teve tem como uma de suas características mais marcantes a atitude positiva e o otimismo em relação ao futuro. De uns tempos para cá, contudo, percebe-se por parte de muitos um certo desdém ou mesmo uma contrariedade em relação àqueles que ‘insistem em acreditar que as coisas vão melhorar’. Talvez por reflexo da decepção em relação à crise política, há um desestímulo geral em manter de pé esse traço cultural tão importante e valoroso.

É claro que é preciso conhecer e, na medida do possível, absorver elementos de outras culturas, mas isso não significa que a atitude positiva dos brasileiros ou mesmo seu viés emocional, outro traço tão arraigado, passe a ser visto como uma fragilidade ou ameaça.  Há nesse ponto um sentimento de inferioridade que não corresponde à realidade e só contribui para que ações e projetos que não tenham como fim resolver questões operacionais ou demandas pontuais sejam cada vez mais relegados dentro das organizações.

O papel do líder, ao meu ver, não consiste em se cercar de pessoas que o ajudem a fazer seu trabalho, mas sim contribuir para que as pessoas mais talentosas possam fazer o trabalho delas e, à medida do possível, surpreender a si mesmas e suas respectivas companhias. Aliás, é muito comum se deparar com pessoas que não sabem ao certo como podem chegar lá, ou seja, como encontrar um propósito que proporcione a elas e suas organizações satisfação plena. Nesse sentido, o líder deve atuar ajudando a encontrar esses significados e, inclusive, permitindo que as pessoas se testem e, por vezes, cometam erros, aprendam e, consequentemente, construam confiança. Para tanto, não bastam palavras encorajadoras, embora elas sejam vitais no processo; é preciso criar processos e mecanismos internos que viabilizem de fato o ‘pensar fora da caixa’.

Há dois anos, a GSK introduziu várias mudanças em sua política de recompensas. Em geral, as empresas pagam bônus às equipes pelo volume de vendas realizadas. Como nosso negócio é saúde, decidimos bonificar nossos consultores pela qualidade da informação prestada aos profissionais da saúde. Esse é um exemplo de mudança de paradigma que estimula diretamente a disseminação de conhecimento como um ativo de primeira grandeza dentro da organização.

É importante ressaltar que mais do que uma possibilidade, empreender dentro das organizações é uma necessidade no Brasil de hoje. Engana-se, contudo, quem pensa que é apenas a volatilidade do mercado que demanda que essa característica seja instigada pelos líderes das organizações. Na prática, ela é o principal pilar de sustentação de qualquer projeto de futuro, seja na Europa, no Japão, nos Estados Unidos ou no Brasil. É preciso estimular as pessoas a sonharem alto também e principalmente na crise. Afinal, como dizia Nelson Mandela, ‘o verdadeiro líder usa todos os problemas, não importa os quão sérios e sensíveis, para garantir que, no final, todos saiam mais fortes e unidos do que nunca’.

1/5 – Dia do Trabalho – 3 dicas para alcançar equilíbrio emocional e evoluir na carreira

em Negócios/NY Times por

De acordo com o IBGE, existem atualmente mais de 13,5 milhões de brasileiros que estão desempregados. Isso é motivo de preocupação para todos nós, até para aqueles que estão trabalhando.

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Você é executivo (a) e deseja expandir os negócios nos EUA? Ou quer trabalhar lá?

em Mundo/Negócios/NY Times por

A consultoria imobiliária localizada em Miami e comandada pelos brasileiros Léo e Daniel Ickowicz, especialistas na ida de seus conterrâneos aos Estados Unidos, explica sobre o visto L-1, que permite que uma entidade sediada no exterior abra um novo escritório nos Estados Unidos e transfira para lá executivos ou gerentes de multinacional (L-1A). O mesmo vale para a transferência de profissionais com conhecimentos especializados (L-1B).

“Os portadores do visto L-1 devem trabalhar na empresa sediada nos Estados Unidos, e sua família direta recebe o visto L-2, podendo o cônjuge trabalhar em qualquer outra empresa por lá, se tiver autorização do departamento de imigração americano, enquanto os filhos apenas podem estudar”, afirma Daniel.

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O negócio jurídico processual como forma de agilizar o procedimento judicial

em Brasil/Negócios/NY Times por

Por Angelo Antonio Picolo

O Novo Código de Processo Civil dispõe em seu artigo 6º que todos os sujeitos do processo devem cooperar entre si para que se obtenha, em tempo razoável, decisão de mérito justa e efetiva. Este dever de cooperar está relacionado aos princípios da boa-fé e cooperação, sendo que cooperar nada mais é do que agir de boa-fé no interesse de todos.

Como não há precisão específica sobre a forma pela qual é possível firmar o negócio jurídico processual, qualquer instrumento particular se torna hábil a estabelecer as especificidades pactuadas entre as partes, seja através de um instrumento específico para cumprir com tal finalidade, seja através de uma cláusula estabelecida em qualquer tipo de contrato, inclusive, em contratos sociais ou acordos de quotistas ou acionistas.

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Para que serve o ENEM?

em Brasil/Educação e Comportamento/NY Times por

O ENEM nasceu do desejo e da necessidade de avaliarmos as habilidades de nossos estudantes. O tempo foi passando e o indicador se transformou em um balizador utilizado no mercado para avaliar a qualidade das escolas. “Isso é certo. E errado. É certo termos um método instituído de aferição. Errado é utilizarmos esse resultado como verdade absoluta sabendo que há muitas nuances que podem distorcer completamente o resultado, como uso de técnicas questionáveis para selecionar apenas os melhores alunos para participar e na preparação que foca apenas no exame e não no compromisso com a aprendizagem de conceitos que os estudantes levam para a vida”, explica Marco Gregori, especialista em educação e criador da Rede VIAe, método educacional que desenvolve habilidades socioemocionais em escolas de São Paulo. 

Com a lista recém-publicada do ranking do ENEM, os pais a utilizam como referência importante para escolherem o que consideram a melhor escola. Mas, quando um aluno vai excepcionalmente bem na prova, o quanto isso vai interferir na realização desse aluno como indivíduo em um mundo onde o que vai fazer a grande diferença está muito além do conhecimento técnico e do conteúdo pragmático? “Precisamos entender que serão as habilidades socioemocionais bem desenvolvidas que vão leva-lo mais longe. E, a prova disso é, paradoxalmente, o próprio ENEM”, explica Marco.

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Sorvete x gelato: você sabe a diferença?

em NY Times/The São Paulo Times por

Raros são os que conseguem resistir a um belo sorvete. Acredita-se que essa iguaria tenha sido inventada pelos chineses há mais de 3 mil anos. No início, a receita levava neve, mel, frutas e gema de ovo. Depois, a receita foi incrementada pelos árabes, que misturaram água, criando assim o sorbet. Anos mais tarde, os italianos acrescentaram leite e passaram a fabricar o produto numa máquina mantecadora, dando origem ao chamado gelato.

Lá, o produto é consumido em grande escala. Estima-se que seja três vezes mais que o consumo no Brasil, chegando a nove litros por pessoa ao ano. E, engana-se quem pensa que a delícia é tratada apenas como uma opção de sobremesa. O gelato é considerado um alimento completo, consumido a qualquer hora e estação, porque contém proteínas, açúcares, cálcio e ainda vitaminas, dependendo do sabor escolhido. Mas, afinal, o que difere o popular sorvete do tradicional gelato italiano?

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