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ONU - page 14

UNESCO condena assassinatos de cinco jornalistas no Sudão do Sul e um no Iraque

em Mundo/ONU/The São Paulo Times por
Foto: UNESCO
Foto: UNESCO

A chefe da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, denunciou, o assassinato de cinco jornalistas no Sudão do Sul e um repórter iraquiano, enquanto cobriam disputas ocorridas em seus respectivos países.

Os jornalistas sul-sudaneses viajavam em uma comitiva de 11 civis junto com um comboio do governo e morreram em uma emboscada no estado de Bahr el Ghazal. Ali Al-Ansari, repórter do canal de televisão iraquiano Al-Ghadeer, morreu enquanto cobria uma operação militar conduzida pelas Forças de Segurança Iraquiana contra grupos extremistas.

“Condeno o assassinato de Musa Mohammed Dahiyah, Butrus Martin Khamis, Dalia Marko, Randa George Adam e Adam Juma Adam”, disse a chefe da UNESCO, organização que tem o mandato de defender a liberdade de expressão e de imprensa.

“Estou extremamente preocupada com a morte de tantos jornalistas cobrindo conflitos”, disse Bokova. “O alto número de mortes entre repórteres está inibindo gravemente a habilidade da mídia de fornecer ao público informação crítica”.

Violência mata 1.375 pessoas no Iraque em janeiro

em Mundo/ONU/The São Paulo Times por
Foto: OCHA/Iason Athanasiadis
Foto: OCHA/Iason Athanasiadis

A Missão das Nações Unidas no Iraque (UNAMI) divulgou, nesta segunda-feira (02), que em janeiro pelo menos 1.375 pessoas foram vítimas da violência no país. Destas, cerca de 800 eram civis. A missão também informou que aproximadamente 1.500 pessoas também ficaram feridas durante o primeiro mês do ano.

De acordo com a UNAMI, 2014 foi o ano mais mortal para o país desde 2006/2007, com 12.282 mortes e 23.126 feridos. O período coincide com o avanço das forças do Estado Islâmico e sua luta com o governo iraquiano.

Ao divulgar estes números, a Missão alertou para o fato que muitas vezes apenas consegue verificar parcialmente alguns incidentes. Além dos números citados, recebeu, sem poder verificar, relatos sobre um grande número de vítimas e informações de que pessoas teriam morrido em decorrência dos efeitos secundários da violência, como fome, falta de água e doenças. Por isso, adverte, os números apresentados são considerados como o mínimo absoluto.

No Dia Nacional da Visibilidade Trans, ONU lembra avanços e desafios no Brasil

em Brasil/ONU/The São Paulo Times por
Foto: UNAIDS
Foto: UNAIDS

Dia 29 de janeiro comemorou-se, no Brasil, o Dia Nacional da Visibilidade Trans e em 2015, a data tem por objetivo alertar os brasileiros para a a discriminação e violência a que são submetidos os homens e mulheres trans e chamar a atenção para a necessidade de propor medidas que assegurem sua proteção e a garantia de seus direitos humanos.

Em Declaração emitida para lembrar a data, a ONU no Brasil lembra que, em todas as regiões do mundo, “há relatos de discriminação e outros tipos de violência contra a população trans”. Desde 2011, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas tem produzido relatórios sobre legislação e práticas discriminatórias baseadas na orientação sexual e identidade de gênero de indivíduos para colaborar com este assunto.

De acordo com o Registro de Violência contra as Pessoas LGBTI na América, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização de Estados Americanos (OEA), divulgado em dezembro de 2014, o Brasil é o país líder no continente em número de mortes violentas de pessoas trans: apenas entre janeiro de 2013 e março de 2014, o Brasil registrou 140 casos, seguido do México (40), Venezuela (18), e Colômbia (17). “Ser uma pessoa trans, portanto, é correr o iminente risco de ser assassinada, violentada, privada de sua liberdade e dos serviços básicos prestados à população”, diz a Declaração da ONU no Brasil.

Mas, lembra a Declaração, “as pessoas trans não sofrem apenas por conta da especial violência exercida contra elas, mas são uma população vulnerável em múltiplas dimensões”.

Apesar dos avanços do país nesta área, como quando o “Brasil liderou em 2014 o processo de adoção no Conselho de Direitos Humanos da ONU de uma resolução sobre orientação sexual e identidade de gênero”, a declaração da ONU acredita que estes ainda não são suficientes. O documento emitido nesta quinta, lembra que “de acordo com pesquisa do Perfil dos Municípios Brasileiros de 2012 que recolhe dados das 5.565 cidades no país, 99 municípios (1,8%) desenvolviam em 2011 programas acerca do reconhecimento de direitos fundamentais; 79 cidades brasileiras aprovaram medidas anti-homofobia; e 54 (1%) atuam sobre o reconhecimento do nome social adotado por travestis e transexuais’.

A íntegra da Declaração das Nações Unidas no Brasil por ocasião do Dia Nacional da Visibilidade Trans, encontra-se aqui.

ONU destaca poder da mídia social na diplomacia moderna durante evento em Nova York

em Mundo/ONU/Tecnologia e Ciência por
Foto: ONU/Erin Moore
Foto: ONU/Erin Moore

Nesta sexta-feira (30), a ONU comemorou, pela primeira vez, o Dia da Mídia Social, organizando um evento na sede da Organização, em Nova York, com a presença de profissionais de mídia social, acadêmicos e membros da diplomacia digital, que compartilharam suas experiências, discutiram tendências e falaram sobre seus trabalhos.

O evento foi aberto pelo chefe interino do Departamento de Informação Pública da ONU (DPI), Maher Nasser, seguido pela participação do estrategista do setor privado Adam Snyder, que analisou o entrelaçamento da política com as mídias sociais, destacando o impacto do Twitter na diplomacia.

Snyder destacou o papel e o o dinamismo que o twitter permite aos relatórios diplomáticos. Se há 10 anos os informes sobre as ações de um embaixador exigiam publicação em artigos ou blogs, “agora podem ser feitos em tempo real”, exemplificou. Após sua apresentação, representantes do Canadá, Fiji e Paquistão discorreram sobre suas vivências e a relação com o twitter ligado a altos cargos. Participaram também da discussão executivos do Twitter, LinkedIn e Tumblr que discutiram a amplitude do uso de plataformas de mídia social.

‘Crianças têm morrido de hipotermia’, alerta diretor de agência da ONU em Gaza

em Mundo/News & Trends/ONU por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) se viu forçada a suspender o programa de assistência de transferência de dinheiro em Gaza para milhares de pessoas por falta de fundos. O benefício serve como ajuda para amparar as 96 mil famílias palestinas que perderam suas casas durante o último conflito, para consertar as casas danificadas e como forma de subsídios de aluguel.

A agência precisa  720 milhões dólares para atender a essa necessidade. Até o momento a UNRWA recebeu apenas 135 milhões da quantia prometida, deixando um déficit de 585 milhões. Apesar de contarem com alguns fundos para a reconstrução de residências completamente destruídas, a agência esgotou todos os fundos para a reparação e subsídios de aluguel.

O diretor da UNRWA em Gaza, Robert Turner, lembrou que agência já ajudou cerca de 66 mil famílias a consertar suas casas ou encontrar alternativas temporárias. Mas reforçou que essa ajuda é insuficiente.

“É fácil olhar para esses números e esquecer que milhares de famílias continuam sofrendo neste inverno gelado em abrigos inadequados. As pessoas estão literalmente dormindo entre escombros, crianças tem morrido de hipotermia. 5,4 bilhões de dólares foram prometidos na Conferência de Cairo no último outubro e virtualmente nada chegou à Gaza. Isso é angustiante e inaceitável”, disse.

O diretor adicionou que a falta de fundos impacta diretamente a estabilidade em Gaza e provoca consequências no frágil cenário político e contexto de segurança. Para ele, se a comunidade internacional não se pode comprometer com fazer o mínimo, como reparar casas no inverno, muito menos fará para levantar o bloqueio, permitir o acesso aos mercados ou liberdade de movimento.

Brasil alcança resultados positivos no enfrentamento ao tráfico de pessoas

em Brasil/ONU/The São Paulo Times por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional de Justiça, em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), lançou, nesta sexta-feira (30) o primeiro balanço do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (IIPNETP). A coletiva de imprensa, realizada no escritório do UNODC, apresentou análises e uma avaliação sobre o funcionamento do sistema de monitoramento e o progresso das 115 metas e 14 atividades do Plano, desenvolvidas ao longo dos últimos 19 meses. O balanço permite adotar estratégias para uma melhor execução nos próximos dois anos de sua vigência. A análise geral foi positiva, com um desempenho de 81,8% da média geral.

O Tráfico de Pessoas se configura, na atualidade, como um problema de escala global, sendo um fenômeno transnacional, multidimensional e multifacetado e é considerado uma das mais graves violações dos direitos humanos. Com o intuito de enfrentá-lo, o estado brasileiro deu um passo importante, em fevereiro de 2013, com a aprovação do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (II PNETP) e a instituição de um Grupo Interministerial de monitoramento e avaliação.

Para saber mais sobre as metas e as atividades avaliadas do II PNETP e as ações já desenvolvidas até o momento acesse aqui.

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