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Saúde & Bem-estar - page 118

Depressão ainda é tabu entre os homens

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Falar de depressão e tratá-la ainda é um tabu no universo masculino. Há estudos que indicam que é uma doença predominante do sexo feminino, mas há outros que apontam que os homens procuram menos auxilio quando apresentam um quadro depressivo.

A teoria de que eles evitam procurar ajuda é retratada no Centro de Pesquisas, que seleciona pacientes com idade entre 18 e 65 anos com interesse de fazer parte de um programa de estudo de medicamentos antidepressivos.

De cada 40 pacientes inscritos no programa gratuito, apenas um é homem. “Há uma certa resistência em aceitar a depressão por entender que é algo que atinge valores morais, por achar que perdeu-se a capacidade de lidar com os problemas ou porque simplesmente é uma fraqueza”, explica Luiz Fernando Petry  que é médico psiquiatra do Centro de Pesquisas Dr. Hamilton Grabowski.

Petry lembra que a intenção do programa é comparar o resultado entre dois antidepressivos já existentes no mercado há mais de 15 anos. Segundo ele, pacientes podem apresentar um diagnóstico feito por clinico ou fazer uma consulta no centro de pesquisas para saber se apresenta quadro de depressão ou não. “O diagnóstico é feito com sintomas centrais e acessórios: os sintomas centrais são a alteração na qualidade de humor, quando a pessoa começa a sentir tristeza, melancolia, com uma frequência muito grande e sem um motivo, além da diminuição de ânimo para fazer as coisas.  Já a insônia, diminuição de apetite e alterações de libido são sintomas acessórios”, detalha o psiquiatra.

O médico lembra que o tratamento com os antidepressivos testados são seguros e eficazes, mas destaca que mudanças de hábitos e outras terapias auxiliam no desaparecimento dos sintomas. “Terapias de motivação comportamental e atividade físicas são importantes durante o tratamento”, conclui.

Novo vírus coloca Ilhas do Caribe em alerta

em Mundo/Saúde & Bem-estar por

O que começou com apenas 10 casos confirmados do vírus Chikungunya (CHIKV) no lado francês de St. Martin, cresceu rapidamente no mês passado, com cerca de 300 casos confirmados, abrangendo o todo o Caribe, desde da Martinica até as Ilhas Virgens Britânicas.

Com mais de 200 “casos prováveis ​​ou confirmados,” St. Martin continua sendo epicentro do surto, mesmo ocorrido apenas quatro dúzia do caso em Martinica e outras duas dúzias em On Saint Barts, de acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle. As autoridades de saúde em Dominica, Guadalupe e Guiana Francesa também relataram casos do vírus CHIKV, que são dores nas articulações, febre e dores de cabeça. No caso da Guiana Francesa é ainda mais preocupante, pois significa que o vírus atingiu o continente sul-americano.

Mais de 100 casos foram identificados e confirmados nos Estados Unidos entre 1995 e 2009, mas nenhum dos infectados contraíram a doença no Hemisfério Ocidental. Todos os casos, com exceção de três, ocorreram entre 2006 e 2009 com quem viajou para a Índia, e Ilhas do Oceano Índico, onde houve grande surto da doença.

Os surtos provocado pelo vírus CHIKV já foram documentados várias vezes por atingir toda a África, Europa, Ásia e Pacífico, mas no Caribe é a primeira vez que a doença é relatada entre os não-viajantes do Hemisfério Ocidental, observou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças. Em advertência emitida no mês passado, foi informado que os moradores de St. Martin afetados pela doença não tinham viajado ao exterior recentemente, ou seja, o vírus Chikungunya está sendo espalhado pelo mosquito em toda a ilha e contaminando a população.

“Os micróbios não conhecem fronteiras, e ao aparecimento de vírus CHIKV no Hemisfério Ocidental representa outra ameaça à segurança da saúde”, disse o diretor do CDC Tom Frieden, em um comunicado. “Especialistas do CDC estão se preparando há anos para a chegada do vírus, implantando sistemas de vigilância para nos ajudar a encontrar a doença”. “Para proteger os americanos, temos que detectar com capacidade o surgimento de um novo vírus.”

O CDC disse que trabalha desde 2006 com a Organização Pan-Americana de Saúde se preparando para a chegada do vírus CHIKV nas Américas, e que para aumentar a conscientização, tem levado oficinas para 22 países do Caribe. Enquanto não existe vacina e nem tratamento específico para combater a infecção, CHIKV é fatal e raramente aqueles contaminados vão suportar por muito tempo.

Chikungunya é semelhante ao vírus da dengue, que historicamente tem sido um problema muito maior no Caribe. A Organização Mundial da Saúde documentou cerca de 79.000 casos de dengue no ano passado, com 141 mortes (maioria na República Dominicana).

Os mesmos mosquitos que transmitem o vírus da dengue também carregam o CHIKV. Estes mosquitos são encontrados em todo o Caribe, nos trópicos e em algumas partes do sul dos Estados Unidos.

Os sintomas do chikungunya são febre, dores articulares e musculares, dor de cabeça e erupção cutânea – que duram cerca de uma semana e começam entre quatro e sete dias após a picada de um mosquito infectado. Em casos raros, alguns pacientes sentem dor nas articulações após um longo prazo. O CDC aconselha que procurem assistência médica imediata quem voltar do Caribe com tais sintomas.

O Caribe é uma das regiões do mundo mais dependentes do turismo, e uma diminuição drástica no número de visitantes poderia ter efeitos devastadores sobre a economia da ilha. Enquanto as autoridades na Europa, Estados Unidos e América do Sul emitem alertas sobre o vírus, nenhum anúncio foi feito para os cidadãos evitarem a a região.

© 2014, IBTimes.

Dietas da moda podem representar ameaças à saúde

em Saúde & Bem-estar por

Regimes milagrosos não são reais. Segundo especialistas, existem mais de 72 mil dietas da moda que, em sua maioria, são hipocalóricas e consistem em carências nutricionais e hábitos não saudáveis, quando tomados em longo prazo. “Todas têm, no seu contexto, o direcionamento para a dieta mágica, o que, infelizmente, não existe”, diz Dr. Durval Ribas Filho, Médico Nutrólogo e Presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

Normalmente, as pessoas são levadas à falsa ilusão de que vida saudável é sinônimo de perda de peso, mas nem sempre esses dois fatores andam juntos. “Para aqueles que pretendem emagrecer, o mais indicado ainda é a ajuda de profissionais para construir um cardápio que seja adaptável aos seus gostos, fazendo com que seja mais fácil seguir a dietoterapia”, esclarece o especialista. “Temos casos e casos. Algumas pessoas que realmente sofrem com a obesidade, por exemplo, devem receber um tratamento adequado e totalmente direcionado às necessidades de sua saúde”.

O risco daqueles que aderem às dietas populares é o possível aparecimento de condições que, antes, não eram de conhecimento do indivíduo. ”De acordo com as doenças basais ou tendências genéticas do paciente, ele pode desenvolver disfunções que prejudicarão sua própria saúde”, diz o doutor.

O Dr. Durval também comenta que, muitas vezes, quando se diz que uma pessoa conhecida na mídia faz um determinado regime, o intuito é a própria promoção da dieta. “Muitas vezes o artista nunca a fez, mas o nome é usado para a sua propaganda”. Isto vale como lembrete para o aprofundamento em novas práticas alimentares, antes de sua adoção.

É sempre importante saber o que comer e quando comer. Este é um questionamento vantajoso que é levantado junto à constante procura pelo corpo ideal. Não se pode esquecer, no entanto, de questionar quais, realmente, são os hábitos ideais a se mudar. “Uma dieta saudável deve ser balanceada e levar em consideração às necessidades individuais de cada paciente”, completa.

Saúde feminina: a controvérsia atrás do popular anticoncepcional Mirena

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

K. (identificação da personagem) estava no chuveiro quando percebeu algo errado. A jovem lavava seu longo cabelo castanho-avermelhado quando, de repente, uma grande quantidade de cabelo caiu em direção ao ralo.

Poderia ser uma anomalia, afinal, ela tinha dado à luz a um menino há seis meses, e queda de cabelo pós-parto é algo aceitável, porém raro de acontecer; o problema, por outro lado, eram outras ocorrências além dessa.

K. havia ganhado 22 kilos e sentia cansaço durante o dia inteiro, não tinha mais relações sexuais com seu esposo, pois tinha muitas dores. Devido ao seu cansaço e mal-humor, os médicos chegaram a pensar que ela estava deprimida ou bipolar.

Além do bebê, K. só conseguia pensar em uma única coisa: alguns meses após o parto, o seu médico inseriu o DIU da marca Mirena, um dispositivo intra-uterino hormonal cada vez mais popular que pode evitar a gravidez por até cinco anos.

K. exigiu que seu ginecologista removesse o dispositivo, mas o médico não conseguiu encontrá-lo, então K. teve que fazer uma cirurgia. O DIU tinha perfurado o útero de K. e chegou ao abdômen até se alojar em seu omento, o tecido que protege e conecta os órgãos internos.

A remoção do DIU não resolveu as coisas: cicatrizes cresceram, resultando em cistos dolorosos que bloquevam alguns órgãos. K. realizou outras quatro cirurgias para remover o tecido da cicatriz, incluindo uma histerectomia (procedimento de retirada do útero), que a deixou estéril aos 24 anos de idade.

K. é uma entre mais de 1.200 mulheres norte-americanas que alegam efeitos colaterais, incluindo perfuração, doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica e, nos casos mais extremos, como o caso de K., até mesmo histerectomia. Muitos entraram com ações contra a Bayer, que produz o Mirena, e os casos estão a caminho de se tornar uma ação coletiva.

A história de K. é extremamente incomum de um ponto de vista médico, pois, aproximadamente 2 milhões de mulheres nos EUA usam DIU – e outros milhões em todo o mundo, e a esmagadora maioria não relata nenhum incidente.

O risco de efeitos adversos como o de K. é de uma em mil, o que os médicos, a Food and Drug Administration (FDA) e, claro, a Bayer, concordam ser uma taxa aceitável e comparável a outras formas de controle de natalidade.

Muitos advogados das mulheres que entraram com a ação dizem que a empresa Bayer deveria ter feito mais para alertar os pacientes sobre os efeitos colaterais, ao invés de apenas mencioná-los na informação da bula. A Bayer rejeita isso.

“Com base na totalidade dos dados disponíveis até o momento, um perfil positivo do risco e do benefício continua a ser observado com o Mirena. A Bayer informou adequadamente todos os riscos conhecidos associados com o dispositivo desde a primeira aprovação da FDA, em 2000. Qualquer alegação de que a Bayer não advertiu esses riscos de forma clara não é baseada na verdade”, declara a empresa.

Os advogados da Bayer pediram que o juiz descartasse alguns casos, alegando que eles foram arquivados muio tempo depois das supostas lesões e, portanto, não devem ser ouvidos.

Em 2009, a Bayer em parceria com uma rede social chamada Mom Central organizou eventos de marketing, nos quais um representante da empresa apontou os benefícios do Mirena.

A FDA afirma que esta manobra violou as normas de comercialização farmacêuticas, escrevendo em uma carta para a empresa que a apresentação “enganosamente exagerou” a eficácia do anticoncepcional, e que o evento não revelou o risco do produto.

Em resposta, a Bayer minimiza o incidente dos eventos alegando que “houve apenas três encontros  – os quais reuniram um total de 80 pessoas – e que o programa foi imediatamente interrompido”.

Muitas mulheres e profissionais da área médica consideram o Mirena o melhor produto de controle de natalidade disponível no mercado.

Isso representa uma dramática mudança na opinião pública em relação ao DIU, que começou a ser vendido nos EUA na década de 1960. Embora a maioria dos primeiros DIUs era segura e eficaz, um modelo falho chamado Dalkon Shield causou tantas infecções pélvicas, algumas das quais levaram a histerectomias e, pelo menos, 18 mortes, que os fabricantes o retiraram do mercado em 1974.

Especialistas em planejamento familiar não abandonaram a ideia por trás do DIU e novos modelos foram desenvolvidos, como o ParaGard (aprovado pela FDA em 1984) e, mais tarde, o Mirena, que reduziram gradualmente o estigma causado pelo Dalkon Shield.

“A taxa de falha é algo em torno de 0,2 por cento, em comparação com 5 a 7 por cento com a pílula e os efeitos colaterais são mínimos. O DIU deve ser considerado um contraceptivo de primeira linha”, diz a Dr. Petra Casey, professora de obstetrícia e ginecologia e diretora da Clínica Mayo, especializada em contracepção,  em Rochester, Minnesota.

O risco de efeitos secundários graves do Mirena é aproximadamente o mesmo que o descrito para pílulas contraceptivas orais. Não é uma comparação perfeita, já que os dois métodos têm diferentes tipos de efeitos colaterais graves. Mas o risco mais temido com a pílula, os coágulos sanguíneos, é relatado em uma taxa de cerca de 1 a 3 mulheres entre mil, o que, novamente, é próximo do Mirena.

A Dr. Anne Burke, professora assistente de ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, afirma que “a quantidade de dados indica que, embora estas complicações possam acontecer, felizmente, eles são raras. A maioria das mulheres que usa este dispositivo é capaz de usá-lo com segurança”.

Especialistas em saúde da mulher também atestam os benefícios não contraceptivos do Mirena, como a Dr. Lynne Bartholomew Goltra, obstetra do Hospital Geral de Massachusetts.

“Além de tornar o período menstrual mais leve e menos doloroso, o DIU pode diminuir a dor da endometriose e impedir algumas infecções pélvicas”, diz a Dra. Lynne. “Ele também tem sido utilizado para prevenir o desenvolvimento de hiperplasia endometrial em mulheres com risco de desenvolver câncer e é eficaz no tratamento de alguns tipos dessa doença”.

Profissionais de saúde da mulher têm incentivado um maior uso do DIU, pois ele é mais confiável que outros métodos. A gravidez é, em si, uma condição que traz risco, com complicações que vão desde a gravidez ectópica a pré-eclampsia, diabetes e infecções do trato urinário.

Gestações não planejadas podem ser ainda mais arriscadas, se a mãe não tomou precauções, tais como deixar de fumar e de consumir álcool. Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm uma das maiores taxas de gravidez indesejada, chegando a 51 por cento dos 6,6 milhões de gestações em todo o país.

Os advogados envolvidos nos casos argumentam que o sucesso do Mirena entre a maioria das mulheres não significa muito para a minoria que sofreu.

 “A Bayer, que indica na bula do DIU que a perfuração pode acontecer após a inserção, precisa explicar de maneira mais clara que a perfuração pode ocorrer muito tempo após a implantação do dispositivo”, diz James Ronca, advogado do escritório Anapol Schwartz, que representa muitas mulheres do caso contra a Bayer.

“Se 500 pessoas estivessem em um 747 e ele caísse ou houvesse algum outro incidente em que várias pessoas ficassem feridas, haveria uma investigação”, indaga James.

As 2 mil pessoas que processam a Bayer não compõem, portanto, “um número insignificante” e vale a pena uma advertência adicional, diz o advogado.

A Dra. Nancy L. Stanwood, membro da Faculdade Americana de Obstetras e do grupo de trabalho de ginecologistas sobre contraceptivos de longo prazo, diz que a veiculação judicial do caso Mirena na imprensa tem assustado mulheres que se beneficiariam muito com o dispositivo.

“É claro que aquelas matérias são projetadas para serem assustadoras e não colocam os fatos médicos no contexto apropriado. É um desserviço para as mulheres que têm uma compreensão de suas opções contraceptivas”, finaliza a Dra. Nancy.

© 2014, Newsweek.

Controle de natalidade x maior risco de glaucoma

em Geral/Saúde & Bem-estar por

Usuárias de longo prazo de contraceptivos são duas vezes mais propensas a desenvolver glaucoma.

Um trabalho da Association Between Oral Contraceptive Use and Glaucoma in the United States – apresentado durante o congresso anual da Academia Americana de Oftalmologia, em Nova Orleans, EUA, revelou que mulheres que tomaram contraceptivos orais por um período de três anos ou mais são duas vezes mais propensas a desenvolver glaucoma, uma das principais causas de cegueira mundial, que chega a afetar cerca de 60 milhões de pessoas no globo.

“Os pesquisadores alertaram ginecologistas e oftalmologistas, destacando que estes profissionais precisam estar atentos para o fato que os contraceptivos orais podem desempenhar um papel importante em quadros glaucomatosos. Estes profissionais devem informar suas pacientes sobre a importância dos exames de visão periódicos e sobre os outros fatores de risco para a doença, visando a prevenção do glaucoma”, destaca o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

O estudo – conduzido por pesquisadores americanos e chineses – é o primeiro a estabelecer um maior risco de glaucoma em mulheres que usaram contraceptivos orais por um período de três anos ou mais. Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores analisaram dados públicos do Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição, administrado pelo Centro de Controle de Doenças, entre 2005-2008, que continham dados de 3.406 participantes do sexo feminino com 40 anos ou mais de todo os Estados Unidos. As participantes responderam a um questionário sobre sua saúde reprodutiva e se submeteram a exames oftalmológicos. Constatou-se que as mulheres que usaram contraceptivos orais, não importa qual o tipo, por mais de três anos, apresentam 2,05% mais chances de também relatar o diagnóstico de glaucoma.

“Embora os resultados do estudo não indiquem claramente de que forma os contraceptivos orais possam ter um efeito causador no desenvolvimento do glaucoma, eles indicam que o uso, a longo prazo, de contraceptivos orais podem ser um fator de risco potencial para o glaucoma. E este dado pode ser considerado como parte do perfil de risco para uma paciente em conjunto com outros fatores de risco existentes já conhecidos, tais como: etnia, história familiar de glaucoma, história de aumento da pressão ocular ou defeitos no campo visual existentes”, explica a oftalmologista Márcia Lucia Marques (CRM-SP 110.583), especialista em glaucoma, que também integra o corpo clínico do IMO.

Estudos anteriores já haviam revelado que o estrogênio pode desempenhar um papel significativo na patogênese do glaucoma. “Este estudo deve ser um impulso para futuras pesquisas para comprovar a causa e o efeito de contraceptivos orais e o glaucoma. Pois, a pílula anticoncepcional hoje é uma grande aliada da mulher moderna e independente. Atualmente, nenhuma doença ocular é contra indicação absoluta ao uso do contraceptivo oral. Neste momento, as mulheres que tomaram contraceptivos orais por um período de três anos ou mais devem ser rastreadas para glaucoma e acompanhadas de perto por um oftalmologista, especialmente se elas têm outros fatores de risco já existentes”, recomenda a médica.

Shiatsu tradicional é eficaz no tratamento contra enxaqueca

em Saúde & Bem-estar por

Técnica japonesa terapêutica é capaz de amenizar a dor em até 98% dos casos.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) a enxaqueca é a quarta doença crônica mais incapacitante no mundo, atrás apenas da tetraplegia, psicose e demência. A dor intensa também costuma vir acompanhada de outros sintomas como intolerância à luz e a cheiros, náuseas, vômito e vertigem e em muitos casos não é amenizada com o uso de medicamentos. Alguns especialistas destacam que, inclusive, o uso de medicamentos pode atacar o fígado e piorar a crise de enxaqueca

A boa notícia é que com o Shiatsu Tradicional é possível amenizar e até mesmo acabar com as crises de enxaqueca sem utilizar nenhum tipo de medicamento. A técnica milenar ganhou status de massagem relaxante aqui no Brasil, porém está longe de ser apenas isso. “O Shiatsu é terapêutico e tem o poder que tratar muitos tipos de doenças como é o caso da enxaqueca. O trabalho se baseia em localizar e soltar pontos específicos na região cervical, escapulário e crânio-cervical. A massagem é capaz de soltar a tensão e melhorar o fluxo de sangue que vai para o cérebro aliviando a dor em 98% dos casos”, destaca César Imada do Espaço MS Vida. O profissional é especialista em Shiatsu e morou no Japão por 8 anos, onde estudou as técnicas do Shiatsu Tradicional.

Para que o tratamento tenha resultado é necessário inicialmente diagnosticar os motivos da enxaqueca. Por meio da anamnese do paciente é possível focar alguns pontos chaves que trarão o alívio da dor. “A indicação é que o paciente realize sessões semanalmente ou a cada 15 dias. Vale ressaltar que o Shiatsu trabalha todo o corpo e acreditamos que o resultado positivo só é conquistado quando conseguimos atingir o equilíbrio e relaxamento do corpo inteiro”, diz Imada.

Prazer e depois culpa podem ser sintomas de compulsão

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Comportamento compulsivo merece atenção e cuidados.

Hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional – normalmente uma sensação de alívio ou de prazer seguidos de culpa e depressão. Bastante conhecida, a compulsão é um descontrole emocional que faz com que o indivíduo repita um determinado comportamento/ação sucessivamente, causando-lhe diversos prejuízos. Seja por comida, drogas, sexo, internet, compras, exercícios físico, entre outros, a compulsão pode acontecer com qualquer pessoa e pode também levar a algum tipo de transtorno mais grave.

 “O prazer e a satisfação fazem o indivíduo repetir o comportamento, mas depois vêm a sensação negativa por não ter conseguido resistir ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a sensação positiva permanece mais forte, levando a repetição. O indivíduo perde o controle e passa a realizar esse comportamento de forma inadequada, o que interfere em suas relações sociais, trabalho, administração de seu dinheiro, família e qualidade de vida”, explica a psicóloga Ana Cristina Fraia.

 A especialista adverte que dependendo da compulsão é indicado um tipo de tratamento, mas que a psicoterapia é sempre uma boa aliada. “A psicoterapia é necessária, de preferência cognitivo comportamental. O apoio e auxílio da família e, em alguns casos, medicação também auxiliam muito. Regras e limites como, por exemplo, retirar o acesso ao dinheiro no caso de compulsão por compras são necessárias.”

Embora não existam causas específicas para a compulsão, apenas tendências e fatores ambientais e emocionais, a psicóloga ressalta que por trás das compulsões existe, emocionalmente, algo em desequilíbrio e que deve ser investigado e tratado. O mais importante é a pessoa ter a consciência que seu comportamento está fora da normalidade e procurar ajuda médica.

Ana Cristina Fraia é psicóloga e coordenadora terapêutica da Clinica Maia Prime.

Aplicativos ajudam você a entrar em forma

em Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Entrar em forma este ano ficou ainda mais fácil, graças a criação de aplicativos gratuitos que ajudam a controlar as calorias consumidas e incentiva a praticar exercícios. Confira abaixo quais são os principais aplicativos para você baixar e começar o seu ano com pé direito.

Lose It!

Lose It! é um aplicativo que monitora o que você consome e quantas vezes você se exercita por dia, e ainda permite que você compartilhe as escolhas alimentares com seus amigos. E por meio de um bloco de notas, você também pode escrever sobre sua perda de peso, os exercícios físicos que praticou e quais são seus objetivos.

Vigilantes do Peso 

Para quem baixa o aplicativo Vigilantes do Peso, atingir sua meta de peso tornou-se mais fácil. O aplicativo permite digitar o código de barras dos produtos para descobrir o conteúdo nutricional dos alimentos. O programa é baseado em um sistema de pontos, e o cálculo das metas de pontos diários são baseadas na criação de um déficit de 1.000 calorias/dia. O aplicativo móvel mantém o controle de quantos pontos você já tem e quantos lhe restam, ajudando você a não se preocupar se exagerou ou não.

GymPact

GymPact é um aplicativo que faz você até ganhar dinheiro, se você cumprir suas metas de perda de peso. A motivação extra pode certamente ajudá-lo a pular do sofá e ir para a academia. O aplicativo funciona onde usuários fazem um pacto sobre quantos dias vão se exercitar. Então, a pessoa oferece um valor que vai pagar se não alcançar suas metas. Para registrar e ajudar você a atingir seus objetivos, você faz um check-in com o RunKeeper, ou mantém o telefone ligado enquanto faz seus exercícios.

Noom

O Noom ajuda você a manter o controle de seu peso, dando feedback individual sobre os alimentos. Ele também mantém um orçamento de calorias para você ficar ciente do que pode comer ao longo do dia, ajudando o usuário a fazer as escolhas alimentares mais inteligentes. Além disso, ele controla o exercício e peso para você permanecer motivado a atingir o seu objetivo de manter ou perder peso.

Map My Fitness

Quer mapear sua rota ou manter o controle diário dos alimentos que consome? O Map My Fitness é o aplicativo perfeito para você. O aplicativo rastreia mais de 600 tipos de atividades. Como correr na rua, por exemplo. O aplicativo permite que você saiba quantos quilômetros correu e quais os novos caminhos a se fazer, assim, quando quiser, o usuário pode dar uma olhada na próxima rota que vai correr.

(c)2013, IBTimes.

Claro inclui descontos em farmácias em sua plataforma de saúde

em Saúde & Bem-estar por
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A operadora acaba de lançar o Claro Alô Saúde para todos os seus clientes, que permite descontos de até 55% para medicamentos, em ampla rede de farmácias credenciadas em todo o Brasil. Além disso, é possível tirar dúvidas ou receber informações com equipe de enfermagem 24 horas, disponível 7 dias por semana. O usuário ainda tem um registro pessoal no portal claroalosaude.com.br, para documentar e acompanhar dados relacionados a sua saúde.

“Temos uma grande dedicação voltada aos serviços de saúde, pela importância do tema e para atender às necessidades dos nossos clientes. O serviço complementa a plataforma Claro Saúde, com mais de 1 milhão de assinantes, que reúne canais com conteúdos assinados por médicos e especialistas como, Dr. Dráuzio Varella, Dr. Jairo Bouer e Solange Frazão”, diz Alexandre Olivari, diretor de SVA da Claro.

A assinatura pode ser feita com envio de SMS para 402 com a palavra-chave SAUDE ou ALO, com valor de R$ 5,99 por mês. Para ter acesso aos descontos nas farmácias, o cliente deve informar o número de telefone cadastrado na Claro e, para ter acesso às orientações da central de enfermagem, basta ligar para *402 (valores das ligações já inclusos na tarifa mensal).

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