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Tecnologia e Ciência - page 131

LAAD Security apresentará alta tecnologia de segurança que será utilizada na Copa do Mundo 2014

em Brasil/Tecnologia e Ciência por

Expositor israelense trará à feira produtos para detecção e contenção de bombas, que estarão no Brasil durante a Copa do Mundo;

Câmera de fotos panorâmicas captura em 360 graus e permite navegação como Google Street View;

Mais de 100 expositores de 14 países apresentarão suas soluções em segurança.

O grupo israelense Mistral, que desenvolve e fornece produtos para aplicações militares e privadas, estará na LAAD Security 2014, que será realizada de 08 a 10 de abril no Riocentro – RJ e trará novidades para o segmento de segurança pública e corporativa. O expositor destacará em seu estande produtos que serão utilizados na Copa do Mundo de Futebol, que acontecerá no Brasil em junho.

Destaque para os novos recipientes de armazenamento de explosivos que servem para o transporte seguro e contenção de detonação, caso alguma ameaça seja encontrada. Os equipamentos são usados em aeroportos, agências de segurança e outras grandes estruturas que necessitam de proteção. No Brasil, serão utilizados pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, durante a Copa do Mundo 2014.

Outra novidade da Mistral na LAAD Security será a câmera Throwable que tira fotos panorâmicas perfeitas em 360 graus, sendo possível navegar em seu visualizador como se fosse uma tela do Google Street View. Fisicamente, apresenta-se omo uma espécie de “bola verde”, que se observada à longa  distância, lembra um brinquedo.

O detalhe está nos 36 furos brancos da esfera,  pois em cada um deles está uma minicâmera, como de um celular, com resolução de 2 megapixel em cada uma e um foco fixo. Além disso, há ainda uma entrada USB para transferir as imagens após elas serem fotografadas.

Robôs, sonares subaquáticos e sistemas de navegação

A empresa também mostrará no evento outros itens já constantes em seu portfólio e que chamam a atenção do público como robôs utilizados em forças táticas especiais, sonares subaquáticos e sistemas para navegação de alta tecnologia. Além disso, produtos voltados para detecção e identificação de explosivos e drogas, como por exemplo, o Expray, aerosol capaz de detectar traços de substâncias químicas e explosivas, como o Nitrato de Amônia, composto capaz de detonar facilmente ao entrar em contato com calor e outros reagentes.

O grupo Mistral é formado por empresas independentes que operam em diferentes mercados globais. Essas empresas fornecem para forças armadas, agências de segurança, aeroportos, entre outras instituições de  infraestruturas críticas que necessitam de proteção. As  soluções do Mistral são capazes de identificar mais de 20 tipos variados de drogas e 99% dos explosivos existentes.

Facebook pode ter que pagar R$76 milhões por uso indevido de imagem

em Tecnologia e Ciência por

O Facebook poderá ter que pagar R$ 76 milhões por danos morais coletivos, caso perca uma ação que acusa a rede social de prática comercial abusiva. Proposta pelo Instituto Brasileiro de Direito da Informática (IBDI), a ação coletiva se refere ao serviço “Histórias Patrocinadas”, que utiliza a imagem e o nome do usuário na publicidade de marcas e produtos que ele tenha curtido.

O caso já teve repercussões parecidas no exterior, onde a empresa precisou reformular a forma de tratar o assunto após questionamentos judiciais. Nos Estados Unidos, a rede social fechou um acordo para pagar US$ 20 milhões a usuários que haviam entrado na justiça contra a ferramenta.

O advogado do IBDI, Sergio Palomares, considera a prática abusiva. “É uma violação da privacidade individual de 76 milhões de usuários brasileiros do Facebook. Todos viraram garotos-propaganda, mas sem autorização e sem cachê”.

A presidente do IBDI, Alyne Andrade, aponta que utilizar o nome e a imagem das pessoas com fins comerciais sem remunerá-las vai contra as normas e princípios legais que dão proteção a atributos da personalidade humana. “Além disso, é necessário primeiro que se obtenha consentimento expresso dos usuários para utilização de seus nomes em propagandas”, acrescentou a presidente.

Na ação judicial, o IBDI aponta que as histórias patrocinadas são uma forma mais agressiva de publicidade, porque quando um usuário visualiza o nome de um amigo ligado à determinada marca, ele pode ser influenciado a adquirir aquele produto.

As histórias patrocinadas possuem mais visibilidade, porque não são iguais as publicidades geralmente vinculadas na internet. O serviço especial de publicidade do Facebook cria publicações na linha do tempo do usuário, dando a entender que foi a própria pessoa quem compartilhou a imagem de uma marca ou serviço. “Uma publicação de um amigo curtindo um produto é capaz de significar para a pessoa alvo da publicidade uma declaração de confiança naquela marca”, explica Palomares.

Outra preocupação do IBDI é o fato de que o Facebook possui uma grande quantidade de usuários crianças e adolescentes, que não podem por si próprios dar autorização para uso de suas imagens em anúncios publicitários. Atualmente, segundo pesquisa do site Consumers Reporter, cerca de 7,5 milhões de membros da rede social são crianças com menos de 13 anos – violando até mesmo as normas do site, que permite apenas o cadastro de pessoas acima desta faixa etária.

“O Facebook teria que notificar os pais sobre a utilização dos dados de seus filhos no site, bem como pedir diretamente aos responsáveis a autorização para o uso do nome e da imagem das crianças em campanhas publicitárias”, concluiu Sergio Palomares.

Lagartixas inspiram a criação de um novo adesivo

em Tecnologia e Ciência por

A lagartixa só precisa de um único dedo preso na parede para apoiar todo seu peso corpora. Estes mini-lagartos possuem pelos microscópicos em seus pés que dão força para eles desafiarem a gravidade em todos os tipos de superfícies: liso ou áspero, seco ou molhado, limpo ou sujo. É por isso, que a lagartixa virou a musa inspiradora para a próxima geração de adesivos e essa tecnologia pode estar em breve numa loja perto de você.

A nova fita, desenvolvida por uma equipe de engenheiros da Universidade de Carnegie Mellon, é super forte, barata e pode ser limpa de várias formas, acabando com a partículas de sujeira que limitam a capacidade de reutilização dos adesivos convencionais, como os Post -it.

A nova fita gruda tão bem como as lagartixas, diz Metin Sitti, líder da equipe que desenvolveu o produto. Apenas uma polegada quadrada da fita cor de champanhe pode suportar 20 quilos. O segredo da sua força e capacidade de auto-limpeza está nos micro-pelos, que são em forma de T, que são semelhantes às extremidades dos pelos reais das lagartixas..

As Lagartixas têm milhões de micro-escala – uma espécie de cerdas ou de cabelo em cada dedo do pé. Na natureza, como os pés da lagartixa se arrastam a cada passo, os cabelos são encarregados de se livrarem das partículas de sujeira.

Esta é uma nanotecnologia que realmente pode fazer parte do futuro do mercado de adesivos. NanoGriptech, empresa desmembrada do laboratório de pesquisa da Sitti, já fabrica a fita elástica. A Sitti espera que com essa tecnologia possa melhorar diversos produtos, como luvas de goleiros de futebol e dispositivos médicos que precisam anexar a pele. “O objetivo é fazer com que a fita de baixo custo seja vendida até em uma loja de ferragens”, conclui.

© 2014, Newsweek

Como funciona a formação de opinião on-line?

em Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Como os 241 milhões de usuários do Twitter chegam a uma opinião sobre determinado assunto? Muito rapidamente, pelo menos é o que parece.

O comum é que as pessoas mudem de opinião depois de considerar as informações relevantes. E o Twitter, que oferece fácil acesso a experiência e pensamento das pessoas, parece ser um meio de comunicação ideal para evoluir a opinião de uma pessoa. Mas até onde o Twitter é poderoso na hora de formar a opinião de um ser humano? Pesquisadores chineses foram em busca dessa resposta e recolheram aproximadamente 6 milhões de tweets enviados no primeiro semestre de 2011, com o objetivo de analisar a riqueza das mensagens.

Tentar ler tudo que sai nas mídias sociais é mais difícil do que você imagina. “Nem sempre as mensagens de uma pessoa acompanham o processo de evolução da opinião de outros usuários, pois existem usuário que não publicam mensagens o tempo todo e apenas uma pequena parte da população, escreve com frequência na rede social”, disse os autores da pesquisa. “Mesmo assim, também podemos analisar as mensagens totais de um determinado tema para investigar a tendência dinâmica da opinião público sobre o Twitter”.

Olhando dessa forma, é um pouco mais fácil intensificar a medida de opiniões. Dentro deste estudo, os autores pesquisaram três itens de consumo eletrônico: o iPhone 4, o Blackberry e o iPad 2.

Basicamente, o que eles descobriram foi que os usuários do Twitter preferem os produtos da Apple – ou, pelo menos,  tinham mais pessoas twittando descrições positivas destes produtos. No sentido mais amplo da palavra, descobriram que a opinião on-line atinge muito rapidamente as opiniões sobre qualquer assunto, ajudando os usuários influentes a formarem sua própria opinião.

“Uma vez que a opinião pública se estabiliza, é difícil mudar”, disse Xiong Fei, pesquisador da Universidade.

As conclusões indicam o que Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de mídia social para experimentar novas estratégias sobre variados assunto, desde empresas a eleições.

“Ao se concentrar no meio de comunicação, os candidatos ou as empresas podem analisar as características e padrões de comportamento para influenciar positivamente na opinião pública dos seus seguidores”, conclui Xiong.

© 2014, IBTimes

Um aplicativo que ajuda você a fazer biscoitos

em Tecnologia e Ciência por

Estava acabando de lavar a louça quando uma voz de elfo, atrás de mim, gritou: “Biscoitos!” Deixei cair a taça com o barulho e olhei em volta. Pensei que estivesse sozinha na cozinha. A voz alegre de novo gritou para mim: “Biscoitos!” Levei alguns minutos até perceber que a voz vinha do meu iPad. Meu primeiro lote de biscoitos usando o aplicativo Cookulus estava no forno, e eu fiquei em silêncio espantada com a genialidade dessa tecnologia.

Descobriu, após alguns minutos, que o temporizador do aplicativo é sutil quando avisa que os cookies estão prontos: simplesmente fala “biscoitos!” – como alguns crianças hiperativas.

O Cookulus – “a supremacia do biscoito de chocolate” – custa 2,99 dólares no iTunes. É um pequeno aplicativo mágico que oferece mais de 5.200 diferentes variações de receita biscoito de chocolate . Não é exatamente de ponta, tendo feito a sua estreia na loja iTunes em 2010, mas é maravilhoso demais para ser esquecido na avalanche de novos aplicativos que aparecem todos os dias.

Os criadores do livro de receitas, o autor Andrew Schloss e o empresário Max Minkoff, analisara mais de 24 receitas de biscoitos de chocolate para chegar a uma receita mestre: um projeto para o cookie perfeito.

Eles examinaram como as diferentes medições afetam o resultado final, como biscoitos mais grossos e outros mais doces. Quer um biscoito fino? Acrescente mais manteiga, o açúcar, farinha e ponha menos ovo, em seguida, cozinhe-o lentamente, a uma temperatura mais baixa que o normal.

No aplicativo, três barras permitem que você escolha exatamente como você quer seu cookie: crocante ou suave, fino ou mais espesso, e cada possível grau de variação entre os dois. Conforme você manipula as barras, as temperaturas do forno e o tempo de cozimento aumentam ou diminuem, da mesma maneira que acontece com o açúcar, farinha, manteiga e os ovos.

Se você não tem um forno digital ou termômetro de forno, é necessário que consiga chegar o mais perto possível de 275 graus, e entre você e os elfos, 10 graus aqui ou ali não farão diferença.

Assei seis variações, cerca de 170 biscoitos. Cada uma foi sutilmente ajustada para um extremo ou outro e saiu exatamente como se imaginava.

Os criadores do aplicativo fizeram escolhas inteligentes, pois todas as receitas usam farinha integral e ovos grandes. É possível também escolher o seu método preferido de medição, o que facilmente se enquadra para pessoas de muitos países. Os norte-americanos podem ter inventado o maior cookie do mundo, mas devem olhar para o resto do mundo quando se trata de medir os ingredientes.

Com Cookulus, não só temos a melhor receita de biscoito de chocolate do mundo, como podemos ajustá-lo para atender aos nosso caprichos, os da minha família e dos convidados. Uma garota precisa estar preparada, você sabe.

© 2014, Newsweek.

ChinaSo: a imitação chinesa do Google?

em Tecnologia e Ciência por

O Google saiu do mercado chinês em 2011, mas a China revelou no começo de março que uma estatal vai competir com gigante site de busca do Vale do Silício.

O site de busca ChinaSo é uma plataforma que nasceu da fusão de dois motores de buscas pré-existentes, Panguso e Jike. A versão beta, que inclui recursos de imagem, vídeo e notícias de pesquisa, foi lançado em 1º de março com um logotipo colorido semelhante com o símbolo do icônico Google.

Ao contrário do Google, no entanto, ChinaSo estará nas mãos do governo chinês, que é conhecido por censurar certas pesquisas em temas “sensíveis”. De acordo com rumores publicados por várias fontes de notícias locais, o pessoal de jornal do Partido Comunista Diário do Povo da China e da Agência de Notícias Xinhua passará a administrar conjuntamente  o ChinaSo. A Sina Tecnologia informa que o vice-presidente da Xinhua, Zhou Xisheng, será o CEO do site, enquanto o editor-adjunto do Diário do Povo atuará como presidente.

Mesmo com o apoio do governo, o ChinaSo enfrenta um duro caminho para ganhar um pedaço do mercado chinês. A Global Times informou que o Baidu está liderando o grupo, com 58,33 por cento dos usuários, seguido pela Qihoo e Sogou, com 24 por cento e por cento 13,37, respectivamente.

Os comentários iniciais sobre o ChinaSo não foram dos melhores. Vários blogs de notícias de tecnologia e em artigos descreveram o novo motor de busca estatal como um “desperdício de dinheiro do contribuinte” e “terrível” em comparação com portais de busca já existentes.

Outros estão dispostos a dar ao ChinaSo uma chance, mas vão usar o site estatal para pesquisas específicas sobre declarações oficiais. “Não há nada errado com a criação de um serviço de motor de pesquisa estatal”, escreveu o comentarista no blog Sina Tecnologia, de acordo com o South China Morning Post. “No mínimo, eu posso usar isso para encontrar informações sobre a política nacional, e até agora os resultados relevantes são muito melhores do que os sites de busca comerciais”.

No entanto, alguns podem acreditar que o novo motor de busca está prenunciando um controle de aperto na Internet da China. A libertação do ChinaSo vem em meio a preocupações sobre uma nova segurança e tecnologia da informação do painel de Internet que será supervisionado pelo presidente Xi Jinping. Premier Li Keqiang e o chefe de propaganda Liu Yunshan também estarão no painel, servindo como vice- chefes. A formação do novo painel com o líder superior do país à frente tem preocupado

muitos dos usuários de Internet chinesa e blogueiros acham que o aumento da atenção apenas resultaria em um golpe à liberdade de imprensa e levaria a mais censura.

Lu Wei deixou seu trabalho de editor sênior da Xinhua News quando lhe foi oferecido o cargo de vice-diretor do Gabinete de Informação do Conselho de Estado e chefe do Estado da Internet Information Office no ano passado. Muitos acreditam que Lu foi o responsável por liderar a formação do painel.

“Eu não estou otimista sobre o futuro da liberdade da Internet na China, principalmente com Lu no comando”, disse um profissional anônimo de mídia com sede em Pequim para o South China Morning Post. Lu, diz ele, tem a reputação de ser o mais linha dura do partido.

© 2014, IBTimes

A radiocomunicação no contexto da convergência digital  

em Tecnologia e Ciência por

Diante da profusão de aplicativos e meios de comunicação instantâneos, muitas pessoas imaginam que os processos mais tradicionais estão em declínio enquanto os novos (recém lançados) estão chegando para ganhar um lugar ao sol. Tal pensamento não está errado, uma vez que os tempos mudam e a evolução é uma realidade aplicável a literalmente tudo na face da terra. Mais que isso, como nos provou Darwin, é um princípio da natureza e uma verdade eterna.

Ocorre que em tempo de consumismo, em que tudo acontece muito rápido, diversos produtos chegam no apogeu em poucos meses graças as estratégias de marketing agressivas, mas também conhecem seu ocaso tão rapidamente quanto seu sucesso. Em suma, um produto para ser consagrado e se manter na preferência do consumidor ao longo de décadas necessita de um “batismo”, e tal veredicto é emitido pelo consumidor final à grande “estrela do espetáculo” de qualquer mercado. Ele, mais ninguém, pode demitir indistintamente de presidentes de corporações a faxineiros, basta para tanto, deixar de consumir os produtos ou serviços de determinadas empresas.

Nesse contexto, em se falando de telecomunicações, nunca tivemos tantos meios de comunicação ao nosso alcance, sendo muitos deles gratuitos. Eu, por exemplo, tenho a disposição em meu computador e smartphone, vários aplicativos que permitem que eu troque mensagens de voz e texto com qualquer pessoa, a qualquer hora, em qualquer lugar do planeta. Dentre esses tantos, quantos ficarão daqui há dois ou três anos? Lembram do Orkut? Ele não acabou, mas ninguém mais o usa, o que dá no mesmo. Mais um caso de sentença fatal do consumidor. Nesse caso, notem que ele sucumbiu em face de uma outra rede social, que chegou com mais serviços e facilidades, o Facebook.

E quanto aos aplicativos de mensagem instantânea como Skype, Vibe, WhatsApp, entre outros? Será que a médio e longo prazo vão ficar todos no mercado? Dificilmente. Verdade seja dita, de todos os meios de comunicação somente um tem se perpetuado ao longo dos anos. A radiocomunicação! Filha do telégrafo, primeiro meio de comunicação à distância, a radiocomunicação venceu todos os modismos e está presente nas operações militares, industriais, comerciais e em serviços de utilidade pública vitais ao atendimento de missão crítica, tais como Samu, Segurança Pública, Defesa Civil, entre tantos outros.

Hoje este importante meio de comunicação agrega as facilidades do mundo digital o que o torna ainda mais atrativo e eficiente, conquistando cada dia mais os usuários. Somente o veredicto emitido pelo consumidor ao longo do tempo, definitivamente separa o joio do trigo. O essencial do supérfluo. O meio de comunicação no qual você realmente pode confiar.

Adriano Fachini é empresário do setor de telecomunicações e presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Nano-pinças para nano-objetos

em Tecnologia e Ciência por

Manuseio de nano-objetos fica mais simples graças as nano-pinças.

Como os cientistas tentam descobrir partículas em escala nanométrica, há uma necessidade de criar ferramentas que podem ser usadas para dissecar a matéria em uma medida menor. As pinças ópticas são uma dessas ferramentas, permitindo aos cientistas manusearem e manipularem a matéria no menor nível. Em um novo estudo, pesquisadores do Instituto de Ciências Fotônicos (ICFO) demonstram como a ferramenta pode interceptar e manipular objetos de tamanho nano.

Romain Quidant, líder em ICFO do grupo de pesquisa Plasmon Nano-Optics, disse que a técnica “poderia revolucionar o campo da nano-ciência, já que, pela primeira vez, mostramos que é possível manipular um único nano-objeto sem exercer qualquer contato mecânico ou outra ação invasiva”.

A melhor maneira de entender as nano-pinças é imaginar um elefante tentando mover uma agulha com seu poderoso casco. Uma agulha é infinitamente menor e seria um esforço maciço para o elefante movê-la. Da mesma forma, podemos considerar a agulha uma única célula ou um pequeno objeto de apenas alguns nanômetros de tamanho, como um vírus. A interceptação torna-se difícil devido a duas razões: um microscópio óptico convencional não é capaz de visualizar uma única molécula ou célula, e pinças convencionais têm demasiadas limitações para captar com precisão e manipular um objeto de tamanho nano.

O instrumento óptico original foi criado pela Bell Labs na década de 1980, e demonstrou a sua capacidade para interceptar e manipular nanoestruturas utilizando a luz laser, que envolveu um feixe de laser através de uma lente para um ponto minúsculo. O local posteriormente criou uma força atrativa, devido à intensidade da luz, e depois apanhou o objeto do tamanho micro.

Embora, as pinças ópticas tenham sido muito úteis nas áreas de biologia e Óptica Quântica, sua incapacidade para prender objetos menores do que algumas centenas de nanômetros levaram a invenção do nano-pinças. Estas pinças são capazes de capturar objetos em escala nanométrica, como proteínas ou nanopartículas sem superaquecimento.

Agora, os investigadores estão desenvolvendo um dispositivo ainda melhor através da aplicação do conceito de plasmônicos nano-pinças no final de um móvel de fibra óptica, com um furo de ouro com aparência de gravata-borboleta e luz nano-engenharia. A maior vantagem desta técnica é que uma fibra óptica fornece uma maneira simples e gerenciável de captura e monitoramento dos nano-espécime fora dos limites de um laboratório.

Esta técnica pode ser utilizada com grande vantagem no campo da medicina para compreender os mecanismos biológicos envolvidos no desenvolvimento de uma doença, uma vez que permite a manipulação de vírus, bactérias, células vivas e até mesmo cadeias de ADN de uma forma não invasiva. Sua invenção também abriu o caminho para o futuro desenvolvimento de nano-dispositivos similares.

© 2014, IBTimes

Empresas de tecnologia: onde o produto dá lugar à missão

em Tecnologia e Ciência por

É difícil imaginar como funcionários do LinkedIn enfrentam cada dia o peso incrível da missão da empresa: “Criar oportunidades econômicas para todos os membros da força de trabalho global”.

Cada um dos membros! É como se comprometer a acabar com a fome, reverter o aquecimento global ou erradicar as notícias sobre o Justin Bieber. Muito admirável, mas que grande promessa!

Isso é o que as empresas de tecnologia fazem. Começam a construir algo e logo sua missão é resolver todos os problemas.

Boas empresas sempre assumiram grandes desafios, mas em épocas passadas, o salto do micro ao macro levava pelo menos o tempo entre duas gerações. Agora a tecnologia se move tão rápido, que a transição pode acontecer em uma pausa para o almoço.

Há pouco tempo, eu conheci Aaron Levie, CEO da empresa Box. Em 2005, ele e seu amigo de faculdade, Dylan Smith, começaram o negócio no quarto onde dormiam para ajudar as pessoas a armazenar e acessar o material digital a partir de qualquer lugar – basicamente, um armário online. Agora a Box é uma empresa de “gerenciamento de conteúdo” adequada à forma como as pessoas colaboram e trabalham hoje. A Box vende seus serviços principalmente para grandes corporações.

Tony Fadell começou a Nest – uma empresa de automação de casas – porque estava reformando sua casa e pensou que poderia fazer um termostato melhor. No momento em que o Google fechou o negócio este mês para comprar a empresa por 3,2 bilhões de dólares, Fadell dizia que sua missão era a de criar “uma casa consciente”.

A maioria das pessoas que eu encontrei começou pela construção de um produto ou serviço focado em um problema definível. Os fundadores do YouTube queriam uma maneira melhor de compartilhar vídeos. Reed Hastings começou a Netflix, pois teve que pagar uma multa de atraso de 40 dólares por não devoler o filme Apollo 13 para a locadora, e pensou que haveria outro jeito de alugar filmes.

Mas os bons empreendedores acordam um dia, como Chesky fez, e percebem que a sua premissa original pegou fogo, pois tocou em algo profundo. Os que constroem grandes empresas entendem o mercado como uma interação social que pode se tornar melhor que antes. Seu foco passa de produto (como desenvolver tecnologia que faz isso ou aquilo) para a missão.

A LinkedIn leva sua nova missão muito a sério. Quando Reid Hoffman começou a empresa, viu uma maneira de ajudar os profissionais a encontrar uns aos outros. Na época, a empresa foi o negócio do Facebook. Para crescer e se estabelecer, o site desenvolveu um ambiente mais profissional, cheio de anúncios de emprego, conteúdo e recomendações.

Agora a rede tem 277 milhões de membros, o que significa que possui uma grande quantidade de dados sobre a profissão dos usuários e suas aspirações em torno do mercado de trabalho.

“Agora podemos realmente criar oportunidades econômicas”, diz Deep Nishar, o executivo que comanda os produtos da LinkedIn. A empresa pode notar, por exemplo, uma indústria que necessite de certas habilidades e direcionar as pessoas de lá que têm o perfil para a área. A rede pode ajudar a tirar as pessoas de regiões de alto índice de desemprego para as regiões onde podem encontrar trabalho. Para a LinkedIn e seu ecossistema, isso parece significativo. Como Nishar diz: “Queremos construir uma empresa que resiste ao teste do tempo”.

Não demorou muito para que a missão do Google ficasse ultrapassada. Larry Page e Sergey Brin soaram tão ousados no início da década de 2000, quando disseram que a missão do Google seria “organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil”. Mas isso foi antes das redes sociais explodirem.

Na década de 1980, no alvorecer dos computadores pessoais, Bill Gates declarou corajosamente que a missão da empresa era “colocar um computador em cada mesa e em cada casa”.

A Microsoft foi tão bem sucedida em sua missão que possuir um computador agora é tão emocionante como possuir uma máquina de lavar louça. Todas as tecnologias legais – e funcionais – se mudaram para os gadgets e aplicativos móveis. A Microsoft precisa se redefinir, mas ainda não o fez. Por isso deriva sem missão semelhante a um navio com uma bússola quebrada.

É um equilíbrio delicado. Toda boa missão tem que parecer um pouco maluca e ainda estar dentro do reino da possibilidade.

© 2014, Newsweek.

Você expõe seu amor nas redes sociais?

em Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Na era da tecnologia é difícil imaginar quem não esteja conectado pelo menos em algum momento do dia. Desta forma, pessoas se encontram,se conhecem e se relacionam em partes por culpa do destino, em partes por coincidência. Com a ajuda da internet, há também aqueles que voltam a se cruzar, dando uma nova chance a relações que não deram certo no passado. Amores nas pontas dos dedos, sem fronteiras e possíveis em qualquer lugar, basta expandir a mente e se permitir.

O mais interessante nesse mundo virtual, embora muitos apostem que não, é ser exatamente quem somos. De um jeito ou de outro, direta ou indiretamente, por meio de verdades ou de mentiras, sendo autêntico ou fake. O fato é que a virtualidade é o reflexo inexorável da realidade e isso fica muito claro, mais cedo ou mais tarde, revelando dores e alegrias, beleza e feiura. Doa a quem doer.

Por isso vale a reflexão: o quanto é saudável (e interessante) se expor nas redes sociais? Qual seria a medida certa? Cito estes questionamentos porque algumas pessoas parecem se perder entre o mundo virtual e o real. Mais do que viver de fato, elas vivem de imagem e assim inventam uma vida de flashes, de sentimentos digitalizados, de palavras frias. Ainda mais quando se trata de amor.

“Fulano está num relacionamento sério”. Dias depois: “fulano se casou com a Sicrana”. E mais alguns dias lá estão: frases feitas para demonstrar frustrações, desilusões e arrependimentos. Sem contar quando, dias mais tarde, o Fulano e a Sicrana reatam, mas nessa altura do campeonato, já revelaram pequenos pedaços da relação que jamais deveriam aparecer online simplesmente porque não cabe, porque não é dali. É particular, íntimo, da ordem do profundo e não do banal.

Não estou insinuando que nada deva ser contado nas redes sociais e nem compartilhar felicidades, conquistas e momentos que realmente valem a pena serem impressos na eternidade virtual. Estou sugerindo que haja cautela e discernimento para que o que seja mostrado na web, não impacte a vida real diretamente, muitas vezes de forma negativa.

Depois de nada adianta protestar contra a inveja, a bisbilhotice, a fofoca ou o olho gordo, afinal quem se coloca na vitrine do mundo está aceitando as condições da exposição. Quais são as suas condições?
Faça as suas e assuma as consequências, mas lembre-se do sábio dito popular que nos alerta “tudo o que é demais, faz mal”.

Publicações sobre seu relacionamento todos os dias podem indicar que está faltando tempo no mundo real para vocês dois. Por outro lado, brigas públicas em forma de indiretas podem indicar que vocês não estão conseguindo conversar frente a frente. E pode apostar isso mais atrapalha do que ajuda a resolver as coisas. Aqui cabe bem outro dito: “roupa suja se lava em casa”.

Por isso, recolha os excessos que ficaram espalhados pelo caminho e junte-se ao seu amor para sentir mais de perto o que é particular. Seu relacionamento não precisa de aprovação do mundo virtual para prosperar no real. Viva cada sentimento de coração e guarde o que importa do lado de dentro, porque é aí que está o amor de fato.
Afinal, tudo que o amor precisa é verdade.

Rosana Braga é consultora de relacionamento e comunicação do PARPERFEITO, palestrante, jornalista e escritora.

Rastreamento para quem não pode andar sozinho

em Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

Em sua antiga carreira no American Civil Liberties Union, Kacie Buzzard trabalhou para proteger a privacidade das pessoa. Ela não permitiu que seus filhos dessem suas impressões digitais na escola, e ela participou de vários protestos quando descobriu que o distrito escolar do Texas, no qual ela planejava matricular seus filhos ia acompanhar os alunos com chips de computador em seus crachás de identificação. “Quando você pensa que o governo está tentando fornecer serviços para proteger alguém – até mesmo fazê-lo com as melhores intenções – é sempre uma ladeira escorregadia”, Buzzard diz Newsweek.

Mas quando Kacie Buzzard soube que os fundos federais estariam disponíveis para ajudar os pais a comprar dispositivos de rastreamento para seus filhos autistas ou crianças com necessidades especiais, a sua atitude mudou.

Buzzard é a mãe de uma menina autista de três anos, Caroline. No verão passado, Caroline saiu pela porta da frente da casa, entrou em uma rua qualquer e estava indo em direção a uma piscina quando Buzzard a encontrou, a cerca de um quarteirão de distância. “Meu instinto de mãe ultrapassou os pensamentos políticos. O governo está observando e acompanhando?”, Diz Buzzard. “Eu quero ser capaz de encontrar a minha filha em qualquer lugar do mundo”.

O governo não está entregando os dispositivos de porta em porta, em vez isso, o Departamento de Justiça está oferecendo subsídios às agências de aplicação da lei, onde as famílias de crianças autistas podem solicitar dispositivos de rastreamento. Enquanto isso, o senador Charles Schumer ( democrata de Nova York ) está trabalhando em uma legislação que irá mais longe no financiamento do programa sob a Lei de Avonte, em homenagem a Avonte Oquendo, um autista de 14 anos de idade, de Nova York, cujo corpo foi encontrado em East River, três meses após ele sair da escola em Long Island City.

O conceito não é tão novo, pois nos últimos três anos, o governo federal tem dado dinheiro para acompanhar os adultos com a doença de Alzheimer. A organização sem fins lucrativos, chamado de Projeto Lifesaver, oferece dispositivos de radiofrequência e de rastreamento GPS que pode ser usado em pulseiras, relógios ou tornozeleiras. Outras empresas oferecem sapatos de rastreamento. A tecnologia do Projeto Lifesaver permite “zonas seguras”, com alarmes que disparam se o indivíduo vai além do perímetro eletrônico. O programa trabalha com 1.300 agências de aplicação da lei em todo o país, resultando em 2.800 resgates, de acordo com o Chefe do Executivo Gene Saunders, ex-capitão da polícia em Chesapeake, Virgínia, que iniciou a organização depois de ver pacientes de Alzheimer morrendo por não serem vigiados. Cerca de 46 por cento desses pacientes que fogem da visão dos responsáveis vão morrer se não forem encontrados no prazo de 24 horas, de acordo com um estudo publicado no American Journal of Doença de Alzheimer e outras demências.

Mas a discussão de monitoramento GPS tem levantado questões sobre liberdades pessoais – especialmente quando se trata de pessoas que não sabem que  estão sendo monitorados. Há indivíduos com autismo que levam uma vida relativamente normal, e para eles, “rastreadores GPS, sem o consentimento seria uma violação da privacidade”, diz Adam D. Moore, um professor associado do Programa Escola e informações sobre os valores na sociedade, na Universidade de Washington .

Existem também aqueles com autismo severo, que precisam de cuidados constantemente. Em tais circunstâncias, a vigilância parece moralmente permissível, diz Moore. “Poucos diriam que há uma violação da privacidade individual, quando os pais usam monitores nos bebês para o recém-nascido não sofrer nenhuma acidente”.

Danielle Citron, especialista em privacidade e professor de Direito na Universidade de Maryland, apoia o programa destinado aos pais, mas com ressalvas. Há riscos, incluindo a partilha não autorizada de informações – o que poderia deixá-lo aberto a predadores de crianças. O roubo de identidade também é  elevado entre as crianças. Um estudo em 2011, conhecido como “roubo de identidade das crianças”, da Carnegie Mellon CyLab analisou ​​casos de roubo de identidade infantil e descobriu que 4.311, ou 10,2 por cento, estava com o seu número da Segurança Social sendo usado por outra pessoa, e os IDs das crianças foram usados ​​para comprar casas, carros, conseguir créditos e obter carteiras de motorista.

David Gray, que também é professor de direito na Universidade de Maryland, levanta questões sobre o acesso do governo. “Não há realmente nenhum firewall agora entre o acesso privado de terceiros e acesso do governo”, Gray disse à Newsweek. “Então, se os pais atribuem estes dispositivos para os seus filhos, e um terceiro ter acesso as informações do dispositivo, o governo, em seguida poderia obter essa informação, sem necessidade de um mandado”.

Para Buzzard, o acesso do governo por meio da tecnologia GPS é uma preocupação constante, mas foi ofuscado pela preocupação imediata de coisas como a capacidade de sua filha abrir portões instalados para a sua própria segurança. As portas de sua casa tocam um beep quando são abertas, e a família colocou a fechadura em uma altura que Caroline não pode alcançar. Mas, infelizmente, seus pais não podem vigiá-la 24 horas por dia.

Um estudo publicado na revista Pediatrics, mostrou que quase metade das crianças autistas têm uma tendência para vagar sem rumo, e muitos deles acabam em situações perigosas, como ir em direção a lugares com água ou estradas movimentadas.

Hoje, Buzzard acredita que esta questão é diferente. “Precisamos proteger nossa filha”, diz ela . “É melhor fazê-lo sem ajuda do governo? Sim. Eu não quero tirar os direitos de uma pessoa com deficiência. Mas, para mim, foi uma decisão fácil”, conclui.

© 2014, Newsweek

A vez das tatuagens 3D

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Chamadas de tatuagens 3D, elas enfatizam o contraste e a sombra para criar a ilusão de dimensão. E o tatuador venezuelano Yomico Moreno é uma das estrelas em ascensão desse novo estilo de tatuagem.

No portfólio de Moreno existem desenhos de objetos hiper-realistas, como baratas e relógios de bolso que parecem estar em cima da pele. Existem também modelos com músculos expostos. Tudo é de acordo com o gosto do cliente.

Dentre as tatuagens preferidas de Moreno, está a cobra amarela enrolada no braço de um homem. A musculatura do animal é definida pelas escamas e a ponta de sua cauda é levantada sutilmente, produzindo uma pequena sombra pontiaguda.

“Este foi um grande desafio, porque eu tive que estudar anatomicamente muitas fotos de cobras para obter essa textura, e passar a impressão de ser algo muito real”, diz Moreno.

O estilo 3-D foi adotado tão rapidamente onde Moreno trabalha, em Caracas, que a sua lista de espera é de oito meses. Os artistas estimam que a demanda por  tatuagens 3D disparou ao longo do ano passado.

Rocky Rakovic, o editor da revista Inked, diz que a galeria de tatuagens 3D do site da revista tem sido o conteúdo viral perfeito, devido à capacidade fugaz de enganar o olho em acreditar que uma aranha realmente está rastejando em direção à cabeça.

“Eu acho que as tatuagens 3D ainda são muito novas para nós” diz Rakovic. “Nossos cérebros estão acostumados a processar a ideia de arte sobre a pele, mas não saltando do corpo”.

“Quando acaba, o cliente se levanta, olha no espelho e começa a chorar porque ela é muito real”, diz Terry Hoffman, um tatuador realista do Arizona.

O realismo é um gênero exigente, e muitas vezes requer um nível de conhecimento artístico muito elevado sobre o mundo da tatuagem de algumas décadas atrás, quando essa arte ainda era marginalizada. Nos EUA, até 1962, a tatuagem era ilegal ou restrita em 32 estados e, em 1968, 47 cidades dos Estados Unidos tinham proibido. Em Nova York, por exemplo, a tatuagem só foi permitida a partir de 1997.

Agora as tatuagens são uma indústria em ascensão. Em 2012, 36 por cento das pessoas entre 18 e 25 anos relataram ter pelo menos uma tatuagem, assim como 38 por cento das pessoas entre 30 e 39.

Mas o que dizer de uma tatuagem de hastes e engrenagens de metal em sua perna? Ou uma tarântula extremamente convincente saltando das costas?

“Às vezes as pessoas só querem uma tatuagem que assuste a vovozinha no supermercado. Eu sou uma dessas pessoas. Tenho metade da minha cabeça tatuada. Nem todas as tatuagens têm que ser terapêuticas”, explica Paul Booth, tatuador em Nova Iorque.

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