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Tecnologia e Ciência - page 135

O Google Glass deve cair no gosto popular?

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por

Espera-se que em 2014 seja feito o lançamento do Google Glass, porém o programa Glass Explorers já permitiu a muitas pessoas experimentarem os óculos inteligentes – dispositivo que permite afinar a versão beta do gadget do Google. Recentemente, a lista de espera do programa abandonou a exclusividade e foi ampliada a todos os interessados e as reações têm sido variadas.

Um relatório recente da BI Intelligence tem uma previsão bastante otimista. “Nós esperamos que as vendas unitárias cresçam, ano após ano, a partir do seu lançamento oficial até chegar a 21 milhões de unidades a serem vendidas até o final do ano de 2018. Sendo US$500 por unidade, geraria uma oportunidade de receita anual de US$10,5 bilhões”.

O relatório lista o preço do Google Glass, mais juros e barreiras culturais, como fator-chave na determinação do mercado para o dispositivo futurista. O preço atual dos óculos é fixado em US$1.500. Caso o produto tenha esse custo alto, acredita-se que as grandes massas não irão correr para adquiri-lo, visto que, rumores surgiram alegando que o Google Glass irá custar 299 dólares no seu lançamento, embora tenham sido rapidamente desmascarados.

Não há nenhuma palavra oficial ainda sobre o preço oficial, mas Nick Bilton, do New York Times, informou que o custo do gadget vai estar similar ao de um smartphone – entre US$250 e US$600. Seja como for, o preço do Google Glass deve ser fator determinante para o dispositivo fazer ou não sucesso com o público em geral. Caso, o custo atual não seja reduzido significativamente de US$1.500, acredita-se que será improvável que ele faça sucesso.

Para isso, atribui-se o interesse do Google Glass atingir a popularidade ao desenvolvedor do produto. Uma vez que as apps são sucesso nas massas, vide como exemplos o Angry Birds, Snapchat, Vine, entre tantos outros. Se os desenvolveres do Glass criarem aplicativos que caia no gosto popular como o Instagram, vão estimular um maior interesse dos consumidores.

O Google acaba de lançar o GDK, ferramenta para os desenvolvedores interessados. Enquanto qualquer um pode usá-lo, o GDK não tem um emulador para permitir testes sem que possuam gadget. Ainda assim, isso garante que até o momento o dispositivo vai abrigar muitas aplicações. Na verdade, o Google já criou novos aplicativos. O último fator que deve determinar o sucesso do Google Glass, segundo o relatório da BI Intelligence, são as barreiras culturais, cuja aceitação social seria fundamental no desenvolvimento de um dispositivo para a população. Quando o dispositivo foi introduzido pela primeira vez, preocupações com privacidade surgiram na internet. A proibição em locais públicos como cassinos e salas de cinema foram quase que imediatamente postas em prática. Burburinho este, em torno do Google Glass que desde então diminuíram.

Agora que o público está mais familiarizado com as suas funções, outros temas estão sendo trazidos à tona. Usar o Google Glass e dirigir pode trazer perigo? O Google confirma que lançará fones de ouvido, que podem acomodar lentes com grau. Como o projeto vem sendo recentemente atualizado com suas capacidades revolucionárias, o gadget sempre aparece em discussão.

A data do lançamento do Google Glass se aproxima e, em breve,todos nós teremos a resposta para a seguinte pergunta: “Será que as massas vão adotar o Google Glass? Ainda não se sabe, são meras especulações, no entanto, espera-se que venha modernizar a forma de interação social”. 

(c)2013, IBTimes

Ataques MITM podem sequestrar a sua internet

em Mundo/Política/Tecnologia e Ciência por

Apesar dos avanços tecnológicos, cotidianamente, se vêem ou ouvem histórias de ataques de hackers. Até os sites mais seguros não estão imunes a eles. Por exemplo, um simples acesso, que pode ser de apenas alguns minutos, para se ler notícias, verificar o Facebook, realização de serviços bancários online, transferências de fundos para contas diferenciadas, pagamento com cartão de crédito ou de contas se serviços públicos, pode “abrir portas” para que alguém intercepte seus dados.

Recentemente, um grupo de Internet publicou um relatório no qual se verificou um “aumento de seqüestro na rota com redirecionamento de tráfego”, conhecido popularmente como ataques “Man-in-the-Middle” (MITM) ou interceptador de comunicação. Como ele funciona? Simples, basta alguém abrir uma página web para ter seus dados enviados através de um servidor ISP para o servidor host do site, chamando o site para exibição.

Na verdade, um ataque MITM interpõe um terceiro computador entre o servidor do ISP e do servidor host do site , filtrando as informações entre os dois. E detalhe, o computador “Man-in-the-Middle” pode fazer uma série de coisas com essas informações, como, por exemplo, ele pode apenas roçar a informação, ler e fazer o download dos dados para a coleta de inteligência; ele pode sequestrar o tráfego e enviá-lo para o outro lado do mundo em Moscou antes de enviá-lo de volta; ele pode interromper o tráfego e substituir o site solicitado com um de seu próprio gosto.

As implicações desta pode ser menor ou grande, variando muito, indo desde o redirecionamento do usuário para um anúncio do site ou redirecionamento para um site de banco falso, com um layout idêntico ao site do banco solicitado. Mas esses hackers não podem ser os únicos que realmente preocupam. A Agência de Segurança Nacional (NSA) também tem usado ataques MITM para monitorar os cidadãos e interesses estrangeiros.

No início de setembro, foi relatado que a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi alvo da NSA, algo que o governo brasileiro não ficou satisfeito e que repercutiu no mundo inteiro. Em outubro, foi revelado que a o NSA interceptou a comunicação dos usuários anônimos da rede TOR também. Utilizando uma falha de segurança no Firefox, da Mozilla, a NSA era capaz de infectar usuários do TOR através de um sistema chamado FoxAcid, permitindo a espionagem sobre os usuários “anonymous”. Tudo isso foi possível por meio de ataques MITM sofisticados e parcerias com empresas de telecomunicações.

Enquanto parcerias com empresas como a Verizon foram documentadas, a NSA e a GCHQ equivalente do Reino Unido estão usando mesmo ataques MITM contra grandes empresas como Google, “o Ministério francês dos Negócios Estrangeiros e SWIFT, uma cooperativa financeira que conecta milhares de bancos e é suposto ajudar a segurança, facilitando as transações bancárias feitas entre mais de 200 países”, de acordo com Renesys.

A solução simples para bloquear esses ataques MITM é através de protocolos criptográficos, como Transport Layer Security e Secure Sockets Layer. TLS e SSL tornaram-se protocolos onipresentes em toda a Internet, na forma do https prefixo site. Mas a maioria dos sites públicos renunciam a segurança extra, devido a taxas de licenciamento e tempo de download. Embora os campos de login na maioria dos sites bancários estão garantidos com https, algumas outras páginas que não possuem ainda são inseguras.

No entanto, métodos como FoxAcid contornam os protocolos TLS / SSL e permitem que a NSA mantenham a coleta de informações de dentro das sombras. No entanto, de acordo com o relatório Renesys, há uma certeza para saber sobre esses ataques. Mais transparência. De acordo com o relatório, é difícil fazer este tipo de seqüestro, sem deixar pegadas visíveis permanentes no encaminhamento global. “Ele diz que esses ataques ainda estão acontecendo porque a maioria dos autores acreditam que os ataques MITM não são foco de investigação, e agora isso é verdade”.

© 2013, IBTimes

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