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The São Paulo Times - page 127

Você sabe quais são as falhas da geração Y?

em Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

Atualmente a maioria das empresas na área de Gestão de Pessoas é gerenciada por um ‘Gestor X’ baseada na experiência e no tempo de exercício do cargo/função.  Com isso, algumas dessas empresas criaram o “Programa do Mentor”, em que “X” é o mentor de um “Y” para acompanhar a sua trajetória profissional, com o objetivo de harmonizar essas gerações e que ambos compreendam seu papel e importância na empresa.

A Geração X é marcada por conflitos políticos como Impeachment e Diretas Já, indivíduos caracterizados pelo apego a títulos, cargos, méritos e reservas financeiras. Acompanharam o início da internet. Estão com mais de 30 anos e menos de 45, acompanharam as crises da década de 80 e tem a necessidade de segurança financeira.

Já Geração Y é imediatista, ligados em tecnologia e novas mídias. São profissionais que não querem que o chefe apenas determine o que eles devem fazer, querem participar. Tem a necessidade de uma evolução imediata, gostam de desafios e tem pressa no reconhecimento. 

Mas, de que maneira qualidades como: iniciativa, domínio na tecnologia e inovação pode condicionar a falhas? Na intenção de oferecer algumas dicas e caminhos possíveis para equilibrar a situação entre essas duas gerações de uma maneira que venha a somar para as empresas, o Professor da Universidade Zumbi dos Palmares, Luiz Eduardo Gasparetto levanta algumas questões importantes.

– Teimosia: Muitos profissionais da geração Y desenvolvem um projeto de acordo com o que considera importante, e não param para analisar outras perspectivas.

– Respeito à Hierarquia: Os Y estão habituados a tratar o superior, o gerente e gestor como um colega de trabalho, esquecendo-se da hierarquia da empresa.

– Normas: Na ansiedade de alçar vôos e oportunidades, eles se esquecem de cumprir as normas da empresa e cumprir etapas de processos determinados pela instituição.

– Domínio de conhecimento: A procura por qualquer assunto é realizada em sua maioria pela internet, só que poucos se aprofundam sobre o tema, ou seja, falta um estudo mais aplicado para afirmarem que dominam determinado assunto.

Compreender “falhas”, aparar arestas, permite o crescimento e evolução profissional, independente da geração que se faça parte. O aprendizado mútuo amplia o olhar sobre as próprias qualidades e defeitos.

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Luiz Eduardo Gasparetto, formado em Propaganda e Marketing pela Escola Superior de Propaganda de SP e em Direito pela PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o professor da Universidade Zumbi dos Palmares tem diversos cursos de especialização em Recursos Humanos e Administração.

Milhões de trabalhadores são lesados por empresas ao aposentar-se

em Brasil/Negócios/The São Paulo Times por

Uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos (ASBP), constatou que milhões de trabalhadores são lesados ao requerer a aposentadoria por tempo de serviço e/ou por idade. Isso acontece por que a maioria da população não sabe que mesmo ao aposentar-se, tem direito às verbas rescisórias: indenização dos 40% do FGTS; aviso prévio com reflexo no 13º salário e férias + 1/3.

A aposentadoria por tempo de serviço e por idade não põe fim ao contrato de trabalho. Se for de sua vontade, o cidadão pode continuar trabalhando, mesmo após a aposentadoria. Se o trabalhador não solicitar a demissão por escrito, o seu contrato de trabalho continua vigente, neste caso, se for impedido pelo empregador de continuar, é caracterizada a demissão imotivada, da qual dá direito ao trabalhador de receber as verbas rescisórias.

Dos servidores públicos aposentados pelo INSS, pesquisados pela ASBP, impedidos de continuar trabalhando, 100% declararam não ter recebido as verbas rescisórias. Do serviço privado, a metade dos entrevistados (50%), declararam estar na mesma situação.

O advogado especialista em direito do trabalho e diretor jurídico da ASBP, Evaldo Oliveira, alerta que o prazo máximo para recorrer à justiça, é de até dois anos após o último dia de trabalho. Esclarece ainda, que este direito é somente para as aposentadorias por tempo de trabalho e/ou por idade, não cabendo para os demais tipos. Os casos de demissão por justa causa e contrato de trabalho por tempo determinado, também não possuem o direito.

O trabalhador aposentado nesta situação deve procurar imediatamente seu advogado, sindicato ou associação para orientá-lo. “Os tribunais têm entendido que, em se tratando de prestação de serviço público, a aposentadoria, seja ela de qual modalidade for, põe fim ao contrato de trabalho em curso, sem gerar o efeito de demissão imotivada, negando o direito à indenização dos 40%. Mas não desistiremos nunca desta luta, é um direito do trabalhador aposentado e temos certeza que a vitória chegará”, diz Evaldo Oliveira.

 

81% dos brasileiros trocam de celular em menos de 3 anos

em Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência/The São Paulo Times por

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e a Market Analysis – instituto especializado em pesquisas de opinião – divulgam pesquisa inédita sobre as percepções e os hábitos dos consumidores brasileiros, com relação ao uso e descarte de aparelhos eletrônicos: eletrodomésticos (forno de micro-ondas, fogão, geladeira ou freezer e lavadora de roupas), eletrônicos (televisão, DVD e blu-ray), aparelhos digitais (câmera fotográfica, computador e impressora) e celulares.O estudo apontou que de todos eles, o celular é o aparelho que tem menor duração e possui um ciclo de vida de, em média, menos de 3 anos e dificilmente ultrapassa cinco anos.

Tempo de uso de cada equipamento, de acordo com os entrevistados:

– de 3 anos + de 10 anos
Celulares e Smartphones 54% Lavadora de roupa 33%
Câmara 32% Fogão 41%
Impressora 27% Geladeira 49%
Computador 29% Televisão 34%
Micro-ondas 20%
DVD ou Blue Ray 30%

O que motiva a troca dos aparelhos, em grande parte, é a obsolescência programada. Um em cada três celulares e eletroeletrônicos são substituídos por falta de funcionamento e três em cada dez eletrodomésticos são substituídos por apresentarem defeitos, mesmo estando em funcionamento. As mulheres tendem a trocar mais os equipamentos por motivo de funcionamento (60% versus 53% na população geral) enquanto os homens tendem a trocá-los com o objetivo de ter um equipamento mais atual (55% versus 47% na população geral).

Essa polaridade também é observada em diferentes níveis sociais: enquanto a população de classe mais baixa tende a substituir mais facilmente o equipamento por problemas de funcionamento (66% versus 53%), a população de classe alta o substitui por questões de atualização tecnológica (59% versus 46%).

“Podemos observar também a obsolescência psicológica, quando os consumidores trocam de produtos mesmo que ainda não apresentem defeitos, estimulados pela rápida substituição dos modelos do mercado”, analisa João Paulo Amaral, pesquisador do Idec responsável pela pesquisa.

Assistência técnicaOutro dado que chama atenção é que 81% dos entrevistados trocam de celular sem antes levá-lo à assistência técnica para saber se é possível consertá-lo.

Quando os aparelhos com problemas são eletrodomésticos (forno de micro-ondas, fogão, geladeira ou freezer e lavadora de roupas), digitais (câmera fotográfica, computador e impressora) e eletrônicos (televisão, DVD e blu-ray), os consumidores tendem a procurar mais a assistência: 77%, 73% e 56%, respectivamente.

Para Michele Afonso, gerente de análise da Market Analysis, a ausência de assistências técnicas de determinadas marcas em algumas cidades e a ineficiência das existentes podem justificar a baixa procura pelo serviço. Em 2012, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do Ministério da Justiça, fez um levantamento para verificar a quantidade de assistências técnicas dos cinco maiores fabricantes de celular em todo o país. O resultado, divulgado na edição nº 162 da Revista do Idec, comprova a hipótese levantada por Michele: na maioria dos estados brasileiros, o número de assistências técnicas é ínfimo; em 13, pelo menos uma das principais marcas não possuía nenhum posto. Os piores casos são os das regiões Norte e Nordeste.

Dentre os consumidores que buscam a assistência técnica, a maioria acaba comprando outro aparelho, mesmo que opte for fazer o conserto. Já os que desistem de reparar o produto, dão como principal motivo o preço. “É comum, porém absurdo, considerar que o preço do conserto não vale a pena se comparado ao valor de um aparelho novo e mais moderno”, diz Amaral. A demora para devolver o produto, a falta de peças e de garantia após o conserto também justificam a não contratação do serviço.

Descarte do lixo e a logística reversaA maioria dos entrevistados doam, vendem ou guardam os aparelhos eletrônicos em casa. Segundo Amaral, isso demonstra que o consumidor brasileiro tem consciência de que estes produtos podem ser reaproveitados por terceiros ou mesmo do risco de jogar no lixo comum, mas ao mesmo tempo mostra que estamos longe de ter uma informação e estrutura adequada pelos fabricantes e pelo governo para conseguirmos descartar corretamente estes produtos.

Ainda de acordo com o levantamento, apenas um a cada seis consumidores descarta os aparelhos. Destes, a maioria os coloca no lixo reciclável, no lixo comum ou o devolvem à loja em que efetuaram a compra. Somente a minoria os descarta em pontos de coletas específicos para produtos eletrônicos.

Apenas 1% dos descartes dos celulares são feitos em pontos de coleta específicos, assim como os aparelhos digitais, 2% dos eletroeletrônicos e 5% dos eletrodomésticos.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, os fabricantes de algumas categorias de produtos, entre eles os de aparelhos eletroeletrônicos, devem ser responsáveis pelo recolhimento, pela reciclagem e pela destinação adequada de seus produtos, o que caracteriza o processo de logística reversa.
Apesar de a PNRS já ter sido aprovada há mais de três anos, a tal logística reversa ainda não existe hoje e nada indica que será implementada num futuro muito próximo, já que o acordo do setor de eletroeletrônicos para colocar a medida em prática ainda não foi finalizado.

 Destino dos aparelhos antigos

Doou ou vendeu Deixou guardado Descartou Foi perdido ou roubado NS/NR
Eletrodomésticos 74% 5% 15% 6%
Digitais 63% 21% 15% 1%
Eletroeletrônicos 45% 31% 21% 3%
Celular 30% 41% 13% 14% 3%

Como foi feita a pesquisaForam entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Os depoimentos foram colhidos entre agosto e outubro de 2013, e o número de entrevistas foi proporcional à população de cada capital. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

O varejo conhece seu cliente?

em Negócios/The São Paulo Times por

Atualmente muito se fala sobre a relevância da “propriedade intelectual”, e acredito que podemos também fazer um paralelo com sua importância para o varejo na questão de conhecer ou não seu cliente.

Sim, torna-se parte da “propriedade intelectual” do varejo, todo o conhecimento que ele possa ter ou adquirir de seus clientes, no que se refere a perfil socioeconômico, demográfico, de consumo, interesses, e tantos outros, uma vez que estas informações podem e devem ser utilizadas para estabelecer um relacionamento contínuo e duradouro com os mesmos.

Em um mercado com a concorrência cada dia mais intensa, onde se compete entre categorias diferentes, varejos diferenciados, lojas físicas contra lojas virtuais, e na realidade todos estão buscando sua participação nos bolsos dos consumidores, diria que é de extrema relevância conhecer seu cliente. E por que é importante conhecê-lo?

O processo de vendas não se dá apenas no momento da compra, isso já faz parte do passado. Por isso, torna-se cada dia mais importante trabalharmos fortemente com o que conhecemos de pré-venda e pós-venda.

E para tanto, é fundamental conhecer seu cliente e ter uma boa base de informações sobre os mesmos, dessa maneira poder estar sempre em contato oferecendo serviços diferenciados e gerar fidelidade.

Por isso faço uma pergunta: atualmente é possível perceber este trabalhado diferenciado no Brasil? Acredito que estamos caminhando nesta direção, mas ainda bem distantes de alcançarmos resultados positivos no trabalho efetivo da pré-venda e do pós-venda, de uma forma geral.

Pouquíssimas empresas de varejo realizam ações promocionais, apenas para citar um exemplo de atividade a ser realizada direcionada a um determinado público de seu banco de clientes que tenha interesses específicos, ou até mesmo possa efetivar uma ação em conjunto com um fornecedor para divulgar uma marcar onde seus clientes sejam target.

Perdem-se grandes oportunidades na manutenção do relacionamento.

Quantos e quantos clientes não migram de lojas de varejo por não terem recebido a devida atenção, ou simplesmente por desleixo no pós-venda?

Obviamente que a comunicação com o cliente deve ser sempre medida de acordo com o perfil do público que se está falando, mas este é um outro assunto. O importante aqui e que gostaria de deixar claro, é que todos sabem e dizem que seus clientes são a “peça” mais importante da engrenagem de seus negócios, mas aí vem a pergunta: o varejo realmente conhece seu cliente? E se conhece, o que está fazendo para retê-lo?

Investir no conhecimento do seu consumidor e em ações que garantam a perenidade do mesmo junto de sua loja no varejo é garantir a perpetuação de seu negócio. Pense nisso!

Marcelo Murin é administrador de empresas com especialização em marketing e sócio-diretor da SOLLO Direto ao Ponto.

Ano Novo Chinês: ano novo, língua nova

em Cultura e Entretenimento/Mundo/The São Paulo Times por

Aproveitando a data comemorativa da cultura chinesa, especialistas desvendam algumas lendas em torno do mandarim. Segundo eles, é possível, sim, aprender rápido e começar a falar o idioma com confiança.

O estudo da língua chinesa  assusta a muitos: “Muito complexa, hermética, tão diferente do português… e, como se não bastasse, é quase impossível alcançar a fluência necessária”. Essas são algumas das queixas mais frequentes.

Entretanto, como ano novo é tempo de língua nova, especialistas aproveitam a chegada do Ano Novo Chinês – desta vez, o Ano do Cavalo – para dissipar equívocos como esses e auxiliar o aluno a ir em frente com sua resolução de aprender mandarim em 2014, agregando valor a seu currículo profissional.

Diferente do que muitos acreditam, o chinês é sim uma língua possível de ser dominada de forma relativamente rápida. “Entendemos que o chinês é um idioma bastante intrigante, mas apenas porque é, de certa forma, bem diferente do português. No entanto, também é uma língua muito lógica, quase matemática, o que ajuda muito no processo de aprendizado”, afirmou Gustaf Nordback, gerente geral da divisão de Varejo da Rosetta Stone no Brasil.

A gramática chinesa não requer conjugação e, frequentemente, suprime verbos e sujeitos quando falada. Por exemplo, “em chinês, dizemos ‘Ni Hao’. A expressão quer dizer ‘Olá!’, mas traduzida literalmente é ‘Você bem?’, que seria o equivalente em português a ‘Você está bem?’, isto é, funciona sem o verbo”, exemplificou Nordback.

Os caracteres chineses e suas letras/ palavras peculiares também assombram. Mas o idioma pode ser ensinado usando o alfabeto latino. Esse método é chamado Pinyin. No entanto, caso queira, o aluno que planeja morar na China, por exemplo, pode se concentrar em aprender a ler e escrever somente o essencial em caracteres do mandarim. Experts afirmam que uma base de 400 caracteres permite a comunicação na vida cotidiana. Já para ler o jornal sem muita dificuldade, sugerem de dois mil a três mil caracteres. O que é uma quantidade bem menor do que os 50 mil caracteres existentes no idioma.

Tons

Outro fantasma são os temidos tons da língua. O chinês é uma língua fácil e monossilábica, mas tonal. Por isso, muitos estudantes desanimam por acreditar erroneamente que nossa audição latina não é capaz de reconhecer os sons chineses. O idioma usa quatro diferentes “tons” essenciais para entender e distinguir as palavras. Por exemplo, a palavra “Yao”. Seu significado altera drasticamente dependendo do tom. No primeiro tom significa “um”, no segundo é o “alto”, no terceiro o verbo “querer” e no quarto “remédio”.

Outros reclamam por acharem que é impossível aprender um idioma em que não há nenhuma referência – diferente de línguas irmãs, como o espanhol, ou, até mesmo, o inglês e seu vasto vocabulário latino. Por isso, motivação e imersão são fundamentais no estudo do mandarim.

“Esse é um dos pontos no quais o método de ensino online de idiomas da Rosetta Stone – que suprime totalmente a língua materna do aluno durante as aulas, sem traduções nem memorizações – totalmente imersivo é o mais indicado. Para realmente aprender essa língua – pois o mandarim é completamente diferente de qualquer uma das línguas com que se tem contato de forma mais frequente -, o estudante deve imergir no idioma e em uma maneira completamente diferente de pensar”, alertou o executivo.

Outro ponto é o temor do “candidato” a estudante de chinês que, mesmo já começando a acreditar que é possível aprender, acha que passará anos ainda sem poder iniciar a comunicação na língua e acaba desanimando. “Esse é outro mito. Se o aluno leva o estudo a sério e está motivado, por meio do método online da Rosetta Stone, pode aprender o chinês – em um nível suficiente para enfrentar, por exemplo, uma teleconferência – de uma forma muito rápida e já começar a se comunicar na língua desde a primeira aula”, adicionou Nordback.

Dez leis muitos simples

em Brasil/The São Paulo Times por

Minha má memória foi um sério obstáculo na escolha da atividade profissional, e tenho me defendido contra esta deficiência procurando entender bem o conteúdo, sem decorar as formulações (entenda bem as regras, depois esqueça-as). Nunca eu conseguiria, por exemplo, ser ator de teatro, pois decorar textos longos estava fora de cogitação.

Eu não os repetiria com as mesmas palavras, e os chamados “cacos” desnorteariam quem contracenasse comigo. Excluí liminarmente a advocacia: Como decorar mais de quatro milhões de leis, normas, regulamentos, portarias, etc., que a atividade legiferante produziu nos últimos anos?

Falei sobre isso com um advogado. Ele deu uma boa gargalhada, e me explicou:

Os advogados não sabem de cor as leis. Nós só guardamos na cabeça uma espécie de mapa ou índice, e por meio dele encontramos o texto da lei que interessa.

Então vocês também não sabem todas as leis?! Eu achava que soubessem, pois ninguém pode defender-se num tribunal alegando o desconhecimento da lei, e é para isso que a gente tem de pagar caro aos advogados. Se eles também não sabem…

Dizem os críticos que o emaranhado de leis e contra-leis é meio de vida dos advogados, pois assim valorizam a profissão. Talvez seja esse o seu pensamento.

Vai nessa linha. Eu acho que essas coisas podiam ser simplificadas.

Por exemplo, todo mundo sabe que não se pode roubar. Mas vocês criaram a complicação dos termos: roubo, furto, latrocínio, apropriação indébita, improbidade administrativa, fraude contábil, peculato, concussão, extorsão, rapina, formação de quadrilha, crime do colarinho branco, e vai por aí. Os termos se multiplicam, mas no fundo significam a mesma coisa: roubo.

Há muitos graus na gravidade do roubo, daí várias expressões para qualificar o crime cometido, e consequentemente graduar a punição.

Tudo bem. Mas quando um ladrão decidiu roubar, e no caminho teve que matar, não estava pensando nessas distinções todas. Ele só queria roubar, além disso cometeu outro crime que é matar.

Mas você imagine, por exemplo, uma lei rudimentar como esta: Quem roubar, será enforcado.

Excelente! Isso todo mundo entende. E se o ladrão já vai ser enforcado porque roubou, não precisa ser enforcado de novo porque também matou. Em alguns países árabes, a lei manda cortar a mão do ladrão. E por lá a quase totalidade da população mantém a mão no respectivo lugar. Não se arrisca a metê-la no que pertence a outros, para não ficar sem ela. Eu não investiria dinheiro numa fábrica de forcas, se houvesse uma lei como você sugeriu, porque logo após os primeiros enforcamentos os roubos acabariam, ou quase. Eu ficaria sem mercado para as minhas forcas, e naqueles países árabes seria mais sensato fabricar luvas.

Mas é uma injustiça condenar com a mesma pena de morte um batedor de carteiras, que roubou dez reais, e um outro que matou para roubar.

Justiça linear, muito boa, pois você sabe que _cesteiro que faz um cesto, faz um cento. E a diferença entre um ladrão de galinhas e um juiz ou político corrupto que roubou do erário público é quase só quantitativa. Se o risco é grande, todos evitarão o roubo grande e o pequeno.

O que as leis fazem é explicitar o que constitui crime, e em seguida atribuir uma pena proporcional à gravidade dele.

Mas isso fica só para os especialistas, pois a população, o homem simples da rua, não toma conhecimento delas. E nunca servem para evitar os crimes, se as pessoas não as conhecem. O que faz falta são leis simples, que todo mundo entenda e respeite.

Você quer dizer, por exemplo: Não matar, não roubar, não cobiçar as coisas alheias, não desejar a mulher do próximo…

Isso mesmo! Se todo mundo tivesse bem na cabeça e no coração essas leis, que são simples e não passam de dez, a situação seria muito diferente.

Acho essa posição muito ingênua e utópica. Só seria possível numa conjuntura de união entre a Igreja e o Estado, e isso é coisa do passado no mundo ocidental. Existe no mundo muçulmano, mas com vários inconvenientes graves.

Um deles é que não sobra muito espaço para os advogados, não é?

Parece que ele não gostou do meu comentário, pois a conversa se encerrou ali. Mas uma verdade incontestável é que a moralidade verdadeira resulta de convicções religiosas. Elabore o Estado quantas leis quiser, só há de cumpri-las quem ama e respeita aquelas dez leis muito simples.

Jacinto Flecha é médico e colaborador da Abim.

Como escolher a franquia certa para você?

em Brasil/Negócios/The São Paulo Times por

Pensar em adquirir um negócio próprio dentro de uma rede de franquias, faz parte dos sonhos de muitos empreendedores. Montar um restaurante pode ser uma ideia sensacional, pois você irá mexer com o paladar das pessoas e será capaz de despertar alegria naqueles que provarem seus pratos. Uma loja de sapatos femininos e acessórios é o sonho de qualquer mulher. Enfim, existem diversos segmentos prontos para atender às mais variadas necessidades e o maior número de pessoas. Mas existe um ponto que passa despercebido na hora de fazer a escolha.

A pergunta chave é: você suportaria trabalhar aos domingos, feriados, até tarde da noite? Você se identifica com essa rotina? Mais do que a identificação com o produto ou serviço, é necessário ter identificação com a rotina de trabalho, pois ao optar por ser seu próprio patrão, você estará assumindo o compromisso de ter dedicação e comprometimento para que as coisas deem certo.

Disponibilidade de capital, facilidade em encontrar o ponto comercial perfeito, enfim todos os itens básicos que são avaliados nas etapas de negociação com a franqueadora têm sim grande importância, mas a identificação com o negócio é talvez o mais importante de todos eles.

No processo de compra de uma franquia, os critérios de avaliação devem ser bilaterais e essa etapa deve ser conduzida com o máximo de cautela, pois uma fase pulada ou uma informação equivocada podem causar danos desastrosos para os dois lados.

Primeiro o franqueado define o segmento, o tipo de negócio que deseja montar e então começa a avaliar marca por marca. Da mesma forma, a franqueadora deve ter seus critérios para selecionar quem fará parte da rede.

Assim como as redes de franquia devem avaliar o nível de empreendedorismo do franqueado, se tem expectativas coerentes às oferecidas pela franqueadora, se será capaz de cumprir regras, normas e padrões estabelecidos pela rede, os candidatos a franqueados também devem ter seus critérios de avaliação.

Entender as regras do jogo antes de fazer parte dele é fundamental e estar certo de que serão parte de uma rede estruturada, que terão apoio e que realmente estão comprando o know-how ofertado no material promocional.

Para saber se há realmente identificação das duas partes a transparência é indispensável, pois o candidato deve receber informações verdadeiras sobre o negócio e deve ter todas as suas dúvidas sanadas. Por outro lado, a franqueadora precisa ter certeza de que aquela pessoa possui as competências pessoais necessárias para inaugurar mais uma unidade, deve ter certeza de que ele honrará o nome da rede, que cumprirá as regras estabelecidas.

Havendo identificação com o negócio, com o ritmo do trabalho, alinhamento de expectativas, suporte, regras claras e coerentes, dificilmente essa parceria não dará certo. Nesse momento as duas partes estarão cientes de que a partir de agora trabalharão juntas para que a marca se torne cada vez mais forte.

Um ponto que merece muita atenção das franqueadoras é que muitos problemas surgem quando a necessidade de fechar dez negócios é maior que a necessidade de fechar dois bons negócios, quando há a necessidade de bater metas urgentes e assim os critérios acabam ficando esquecidos. Nesses casos a tendência é que um dos pontos mais relevantes não seja avaliado e o negócio acabe sendo fechado sem que franqueadora e franqueado tenham identificação.

Quem opta por expandir seu negócio pelo sistema de franquias, busca a mesma parceria que aqueles que desejam adquirir uma franquia. O segredo para que dê certo é ter perfis compatíveis, expectativas alinhadas e vontade de trabalhar e crescer juntos. Dessa forma, a rede toda ganha e todos ficam satisfeitos.

Juliana Bittencourt é administradora de empresas especializada em expansão de franquias. É consultora de expansão da GOAKIRA Consultoria Empresarial.

Aumenta a busca dos orientais pela cirurgia de ocidentalização das pálpebras no Brasil

em Brasil/Saúde & Bem-estar/The São Paulo Times por

Carnaval e Copa do Mundo devem incentivar ainda mais os Orientais pela busca da Cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras no Brasil.

A Cirurgia de Ocidentalização que já é popular entre os japoneses e coreanos estão em alta entre os chineses. Tudo em nome dos Olhos maiores com aparência ocidentalizada.

A Ocidentalização das Pálpebras tem sido nos últimos 50 anos, uma das cirurgias estéticas mais procuradas pela população jovem dos países orientais. É um verdadeiro modismo os filhos e netos de japoneses, coreanos e chineses optarem pela cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras, por estarem insatisfeitos com o formato dos olhos. A pálpebra lisa é uma característica das pessoas originárias do Extremo Oriente.

O Brasil costuma receber um número considerável de turistas durante o Carnaval, por exemplo, no Rio de Janeiro, de acordo com a Secretaria Municipal de Turismo – RioTur, espera-se que 918 mil turistas visitem a cidade no período carnavalesco e aí estão incluídos os turistas estrangeiros. Um aumento de 2% em relação ao ano passado. A tendência é que esse número aumente na Copa do Mundo.

Como o Brasil é um país conhecido pelo sucesso de suas cirurgias plásticas e com tantos turistas estrangeiros circulando por aqui, é bem possível que muitos orientais façam essa cirurgia com conceituados cirurgiões brasileiros, como é o caso da renomada cirurgiã plástica Dra. Edith Horibe, PHD pela faculdade de medicina da USP, premiada internacionalmente e famosa por realizar esse procedimento estético.

Para se ter uma ideia da importância dessa cirurgia entre os orientais, a ocidentalização estética tem no Japão e na Coréia do Sul a popularidade da lipoaspiração no Brasil.

A doutora explica que a cirurgia de pálpebras é possivelmente a cirurgia que evidencia a maior diferença entre ocidentais e orientais. A pálpebra dos orientais difere na espessura da pele, posição da dobra palpebral e, posição dos cílios, já que os orientais sem as “dobrinhas” podem ter os cílios virados para baixo. A cirurgia de ocidentalização é uma das mais procuradas na Coréia do Sul.

Segundo informações do site Jezebel.com, uma em cada cinco mulheres sul coreanas já passaram por algum procedimento cirúrgico estético. A

intervenção mais popular é a de “ocidentalização”, em que as pálpebras são modificadas, para que o olho fique mais arredondado. As mulheres asiáticas costumam dizer que a aplicação de cosméticos nesta região resulta em melhor aparência estética.

Para a Dra. Edith, esta cirurgia além do uso estético, também tem a utilidade de correção. As pessoas que nascem sem as dobras nos olhos têm chances de desenvolverem problemas visuais com o decorrer do tempo, devido aos cílios que voltam para dentro dos olhos podendo causar úlcera de córnea, sendo muitas vezes necessária a intervenção cirúrgica.

A médica comenta que “a Ocidentalização das Pálpebras é uma das cirurgias plásticas mais procuradas não só pelos jovens dos países orientais, mas também por orientais que vivem no Brasil”.

A obsessão entre os orientais para ganhar o olhar ocidental é tanta que uma coreana chegou a obrigar a filha de 12 anos a fazer essa cirurgia plástica para ter o rosto ocidental. Lee Min-kyong é uma garota coreana de 12 anos que, apesar de ser uma ótima dançarina de balé, possui uma auto-estima baixa. A solução? Cirurgia plástica para ocidentalizar os olhos, sugerida pela sua própria mãe. “Estou animada. Depois da operação, meus olhos vão parecer maiores, acho que vou ficar mais bonita do que eu sou hoje”, acredita a menina. Sua mãe, Hyu Jang-hee, afirma que a ideia partiu dela mesma, e não de sua filha. “Estou mandando ela fazer isso, porque eu acho que vai ajudá-la. Essa é uma sociedade em que você tem que ser bonito para chegar a algum lugar. Ela é minha única filha”.

Segundo a médica, o procedimento visa preservar os traços orientais e construir o sulco palpebral superior (ausência de dobra na pálpebra superior), que geralmente fica 5 a 8mm da borda dos cílios, excesso de bolsas de gordura na pálpebra superior e epicanto medial (prega de pele na parte medial do olho).

A cirurgia consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores e, na maioria das vezes, também de uma tirinha fina de tecido muscular para eliminar o aspecto inchado, típico dos rostos orientais. Depois, é feita uma “dobrinha” em cima dos olhos. “Os ocidentais têm naturalmente uma pequena dobra na pálpebra superior, enquanto que 50% dos orientais não. A cirurgia faz a fixação da pele no músculo elevador da pálpebra e tarso, de modo a fazer a dobra e simular a pálpebra ocidental”, explica a cirurgiã plástica.

O olho oriental também costuma apresentar maior gordura nesta região em relação aos ocidentais, ficando assim com o conjunto ocular mais proeminente. “Na maioria dos casos, pode ser interessante retirar um pouco da gordura, mas o mais importante é fazer a dobrinha bem calculada”, diz a especialista. Segundo a Dra. Edith Horibe, é importante levar em consideração as características próprias da pele oriental, mais propensa à formação de cicatrizes em forma de quelóides.

É uma cirurgia rápida, de pouco mais de uma hora e não precisa de internação. Logo de imediato já se vê o resultado. Três dias depois começa a retirada dos pontos, que termina em cinco dias. Em uma semana ou um pouco mais, o paciente já pode levar uma vida normal.

“Para o conforto psicológico e físico, é comum a procura por esse tipo de procedimento, pois a cirurgia concede ao olhar mais luminosidade, olhos maiores, características comuns do olhar ocidental aumentando a autoestima”, finaliza a Dra. Edth Horibe.

Número de turistas estrangeiros no Brasil subiu acima da média mundial

em Brasil/Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

Enquanto o turismo cresceu 5% no mundo, os destinos brasileiros registraram aumento de 6% em 2013. O número foi também praticamente o triplo dos 2% verificados na média dos demais países da América do Sul.

O aumento no número de turistas estrangeiros no Brasil em 2013 superou a média do crescimento mundial e foi quase três vezes maior que a alta verificada nos demais países da América do Sul. Enquanto o total de estrangeiros que fazem turismo registrou alta de 5% no ano passado, conforme dados da WTO (Organização Mundial do Turismo, na sigla em inglês), no Brasil esse índice foi de 6%, conforme dados preliminares da Embratur (Instituto Brasileiro do Turismo), com o ingresso de pelo menos 6 milhões de turistas estrangeiros.

Ainda de acordo com os dados da WTO, o aumento no número de turistas estrangeiros no Brasil foi praticamente o triplo dos 2% verificados na média dos demais países da América do Sul, região onde Brasil e Argentina são os principais receptores de turistas estrangeiros. “No caso do Brasil, o bom desempenho de 2013 foi influenciado pela Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações e pela maior exposição do país no cenário internacional em função de grandes eventos como a Copa do Mundo, que começa em junho próximo, e das Olímpiadas de 2016 no Rio de Janeiro”, explicou o presidente da Embratur, Flávio Dino.

“O resultado do ano passado mostra que o governo da presidenta Dilma caminha na direção certa da preparação dos megaeventos, garantindo uma boa imagem do país no exterior”, avalia Dino. “É isso que temos mostrado em campanhas publicitárias, ações de relações públicas e nos eventos de promoção realizados nos principais emissores como América Latina, Europa e Estados Unidos”. Segundo ele, a meta para esse é, aproveitando essa maior exposição do Brasil, atingir 7 milhões de turistas estrangeiros.

Embratur realizou, em média, um evento por dia em 2013

O ano de 2013 foi de grande exposição para a imagem do Brasil. Os grandes eventos que o país sediou proporcionaram que os destinos brasileiros tivessem destaque nos principais meios de comunicação do mundo. Para a promoção turística do país não foi diferente. “Este foi um ano de intensificação de ações de divulgação no mercado internacional”, comentou Dino. A Embratur realizou 187 ações em 2013. Considerando que a maioria dos eventos teve, no mínimo, dois dias de duração, o mundo recebeu ações de divulgação do Brasil em todos os dias do ano.

Para 2014, além das edições do Goal to Brasil – relacionadas à Copa do Mundo, a Embratur terá um planejamento mais preciso de suas ações em 2014. “No planejamento da Embratur, pudemos identificar precisamente as potencialidades de cada mercado e pudemos fazer um ajuste fino dos eventos programados para o próximo ano”, disse a diretora de Mercados Internacionais da Embratur, Leila Holsbach. O planejamento de 2014 foi baseado em dados como atual emissão de turistas para o Brasil, conectividade aérea e potencial imediato de crescimento. “Temos muito mais precisão para definir que tipo de eventos realizar em cada mercado.

The São Paulo Times Film Festival 2017

em The São Paulo Times por

Congratulations! Among thousands of short films around the world your film was selected by our jury for The São Paulo Times® Film Festival 2017.

Because the time of exhibition of this second edition, we’ll only show the winners and finalists movies. *If you have been selected as semi-finalists, your movie will not be exhibited, but you can get your certificate.

All winners and finalists will receive our certificate for free.

For the winners, finalists and semi-finalists who wish to receive our custom trophy + certificate, just request by e-mail: [email protected], with subject: “I want my trophy” including your name, category, movie’s name and delivery address, than we’ll contact you and let you know about taxes and payment request via PayPal. The cost is U$ 99.00 + shipping. Applications will be accepted until January 15th and will be delivered about 15 days. *The trophies will be produced on demand.

Below are the laurels to make your movie release. Just click and save, the image is a PNG with a transparent background.

We would like to thank everyone who participated in anyway of our festival.

We await you here!

Best regards

 

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