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Especialista comenta sobre a crise nas corretoras de valores

em Brasil/Negócios por

Com o baixo volume de negociações com ações na BM&F Bovespa, o número de investidores individuais cresce lentamente. Diante disso, as corretoras de valores, ou seja, as empresas que intermediam a compra e venda de papéis na bolsa, precisam usar meios de grande eficácia para se reerguerem no mercado e sanarem os prejuízos dos últimos anos. O motivo é que a principal fonte de receita das instituições, a cobrança de taxas dos clientes para intermediar as operações na Bolsa de Valores, subiu vagarosamente e a expansão foi de menos 8% desde 2008, de acordo com um levantamento da consultoria Austin Ratings.

Fernando Zanotti Schneider, especialista em mercado de capitais e fusões e Aquisições (M&A) no escritório Abe Advogados fomenta que “o mercado de corretoras de valores sofre um processo de “commoditização” de parte de seus serviços com um aumento na demanda por tecnologia por parte das autoridades regulatórias e da própria Bolsa. Esse é um cenário que favorece a consolidação do mercado através de fusões e aquisições. A busca pela eficiência e por serviços diferenciados é fundamental na competição entre estes players.”

Nas corretoras independentes, a situação também apresenta complicações devido a falta de espaço para atuação no mercado. Atualmente, mais de 80% do lucro e 55% da receita com prestação de serviço de todo o setor está concentrada apenas nas dez maiores corretoras do Brasil. É importante ressaltar que algumas instituições têm altos custos para participação em pregões, às vezes chegam a ultrapassar o lucro anual.

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