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Inverno e os cuidados com bebês e crianças durante as baixas temperaturas

em Brasil/News & Trends/Saúde & Bem-estar por

A estação do inverno é caracterizada pela maior incidência de doenças respiratórias e infecciosas em bebês e crianças, o que é comprovado pelo aumento de procura nos pronto-atendimentos infantis.  Segundo o pediatra Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, com mais de 40 anos na profissão, isso ocorre pela baixa imunidade dos pequenoso que os torna mais suscetíveis ao contato com vírus e bactérias que se proliferam nos ambientes fechados e com maior aglomeração com pessoas contaminadas.

“Apesar da maioria dos casos serem de gripes e resfriados comuns, é importante alertar para o correto diagnóstico e tratamento em tempo para estes casos, que se não cuidados podem evoluir com riscos mais sérios para as crianças”, relata o pediatra.

Dr. Sylvio explica também que, para evitar chegar ao estágio de remediar, vale sempre destacar as medidas de prevenção, muitas das quais bastante simples e básicas de serem seguidas, e as quais se destacam a seguir:

Vacinação: estar com a carteira de vacinação em dia, especialmente com a vacina da gripe, é um dos fatores que garante a imunização necessária para combater os agentes agressores causadores das doenças de inverno.

Alimentação: estar atento às necessidades nutricionais pertinentes a cada fase da criança, com uma alimentação rica e equilibrada, para garantir o pleno desenvolvimento de seu processo imunitário.

Hidratação: oferecer água com frequência à criança é necessário para manter a hidratação, equilíbrio de temperatura, limpeza das vias áreas superiores e bom funcionamento do organismo com um todo. Importante lembrar que nos seis primeiros meses, a amamentação já cumpre o papel de hidratação necessária, não sendo preciso a ingestão de água pelo bebê.

Higiene: banho diário na criança, em local protegido do frio, ajuda a afastar os agentes causadores de vírus e bactérias. O mesmo cuidado deve-se ter com a limpeza da casa, para evitar o acúmulo de pó e ácaros, além dos vírus e bactérias já citados.

Ambiente: manter a circulação do ar também é de grande importância para evitar o acúmulo dos agentes causadores das doenças. Por isso, nada de fechar todas as portas e janelas, pois ao invés de proteger a criança, estará criando mais oportunidades de contaminação. Se possível, usar um umidificador de ar para ajudar a manter a qualidade do ar que propiciará a manutenção da hidratação das vias áreas (nariz e garganta) da criança.

DOENÇAS DE INCOMUNS DE INVERNO
Somados aos quadros de gripes, resfriados, alergias respiratórias, pneumonias, infecções de ouvido, entre outros, nota-se também um aumento da bronquiolite.

A bronquiolite é uma infecção causada pelo vírus respiratório sincicial e acomete crianças até os dois anos de idade, em que o contágio ocorre através do contato com crianças infectadas, através da tosse, do espirro e até da fala, ou ainda na permanência em ambientes pouco higienizados. A doença se caracteriza pelo acúmulo de muco (secreção) nas pequenas cavidades do pulmão, os bronquíolos, dificultando a respiração, com evolução para tosse e falta de ar. O alerta do pediatra nesse caso é para os bebês recém-nascidos e os prematuros, uma vez que essas crianças ainda estão desenvolvendo de seu sistema imunológico, e o risco de a bronquiolite evoluir para uma pneumonia é maior.

A doença e os sintomas tendem a ceder em até uma semana após o início da infecção, mas, devido ao fato de haver possibilidade de a criança desenvolver uma insuficiência respiratória que pode ser grave, caso os pais notem piora no quadro da criança, devem levar a criança ao médico com brevidade.

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