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News & Trends

Newsweek volta a ser impressa em 2014

em Mundo/Negócios por
newsweek

A revista Newsweek, um ícone norte-americano que deixou de ser publicada no ano passado, voltará a ter edições impressas a partir de 2014. O editor-chefe Jim Impoco diz que os donos da revista, IBT Media, querem “apertar o botão de reset” e passar para um modelo de negócio em que uma revista impressa semanal seria apoiado, principalmente pelo dinheiro das assinaturas ao invés de publicidade. 

Ainda não foi decidido qual vai ser o preço de venda da revista, mas espera-se que seja inferior a 10 doláres por edição. A revista vai estar inserida no mercado de produtos premium e incluirá artigos não oferecidos no site. A revista on-line foi vendida para a IBT que possui publicações on-line, incluindo International Business Times, Medical Daily and Latin Times. O The São Paulo Times conta, desde a sua fundação, com a publicação de matérias da Newsweek. 

© 2013, The São Paulo Times

O Google Glass deve cair no gosto popular?

em Mundo/Negócios/Tecnologia e Ciência por
googleglass

Espera-se que em 2014 seja feito o lançamento do Google Glass, porém o programa Glass Explorers já permitiu a muitas pessoas experimentarem os óculos inteligentes – dispositivo que permite afinar a versão beta do gadget do Google. Recentemente, a lista de espera do programa abandonou a exclusividade e foi ampliada a todos os interessados e as reações têm sido variadas.

Um relatório recente da BI Intelligence tem uma previsão bastante otimista. “Nós esperamos que as vendas unitárias cresçam, ano após ano, a partir do seu lançamento oficial até chegar a 21 milhões de unidades a serem vendidas até o final do ano de 2018. Sendo US$500 por unidade, geraria uma oportunidade de receita anual de US$10,5 bilhões”.

O relatório lista o preço do Google Glass, mais juros e barreiras culturais, como fator-chave na determinação do mercado para o dispositivo futurista. O preço atual dos óculos é fixado em US$1.500. Caso o produto tenha esse custo alto, acredita-se que as grandes massas não irão correr para adquiri-lo, visto que, rumores surgiram alegando que o Google Glass irá custar 299 dólares no seu lançamento, embora tenham sido rapidamente desmascarados.

Não há nenhuma palavra oficial ainda sobre o preço oficial, mas Nick Bilton, do New York Times, informou que o custo do gadget vai estar similar ao de um smartphone – entre US$250 e US$600. Seja como for, o preço do Google Glass deve ser fator determinante para o dispositivo fazer ou não sucesso com o público em geral. Caso, o custo atual não seja reduzido significativamente de US$1.500, acredita-se que será improvável que ele faça sucesso.

Para isso, atribui-se o interesse do Google Glass atingir a popularidade ao desenvolvedor do produto. Uma vez que as apps são sucesso nas massas, vide como exemplos o Angry Birds, Snapchat, Vine, entre tantos outros. Se os desenvolveres do Glass criarem aplicativos que caia no gosto popular como o Instagram, vão estimular um maior interesse dos consumidores.

O Google acaba de lançar o GDK, ferramenta para os desenvolvedores interessados. Enquanto qualquer um pode usá-lo, o GDK não tem um emulador para permitir testes sem que possuam gadget. Ainda assim, isso garante que até o momento o dispositivo vai abrigar muitas aplicações. Na verdade, o Google já criou novos aplicativos. O último fator que deve determinar o sucesso do Google Glass, segundo o relatório da BI Intelligence, são as barreiras culturais, cuja aceitação social seria fundamental no desenvolvimento de um dispositivo para a população. Quando o dispositivo foi introduzido pela primeira vez, preocupações com privacidade surgiram na internet. A proibição em locais públicos como cassinos e salas de cinema foram quase que imediatamente postas em prática. Burburinho este, em torno do Google Glass que desde então diminuíram.

Agora que o público está mais familiarizado com as suas funções, outros temas estão sendo trazidos à tona. Usar o Google Glass e dirigir pode trazer perigo? O Google confirma que lançará fones de ouvido, que podem acomodar lentes com grau. Como o projeto vem sendo recentemente atualizado com suas capacidades revolucionárias, o gadget sempre aparece em discussão.

A data do lançamento do Google Glass se aproxima e, em breve,todos nós teremos a resposta para a seguinte pergunta: “Será que as massas vão adotar o Google Glass? Ainda não se sabe, são meras especulações, no entanto, espera-se que venha modernizar a forma de interação social”. 

(c)2013, IBTimes

Dispositivo pode detectar doenças mortais

em Mundo por
Foto: Reprodução

Longe dos grandes recursos tecnológicos que as sociedades mais ricas e desenvolvidas dispõem na detecção de doenças, algumas das cidades mais pobres do mundo brevemente poderão ter uma forma de diagnosticar rapidamente, as enfermidades em  suas populações, onde há escassez de recursos.

Trata-se do Gene-RADAR, dispositivo capaz de detectar doenças mortais como HIV/Aids e tuberculose, com uma gota de sangue ou saliva, em menos de uma hora. De acordo com a sua criadora Dra. Anita Goel, em entrevista à Newsweek, o aparelho já está pronto e deve ser levado à África, onde será testado em campo.

O Gene-RADAR que recentemente saiu dos laboratórios da Nanobiosym, tecnologia de uma incubadora em Cambridge (localizada em Massachusetts, nos EUA), usa um chip de computador para analisar os fluidos corporais para faixas específicas do código genético que podem mostrar a presença de uma infecção.

Em seguida, o software do dispositivo analisa os dados fornecendo um diagnóstico perfeito quase que instantaneamente. Por ser fácil de usar, o Gene-RADAR, não necessita de treinamento médico para sua operação. “E isso vai custar muito menos do que os testes de laboratórios convencionais”, afirma Goel.

Vale dizer que, a rápida recuperação de uma amostra para diagnóstico é especialmente importante em países como Ruanda, na África, onde a maioria dos testes realizados são menos eficazes. No entanto, de acordo com Goel, esses “testes rápidos” ainda necessitam de confirmação final de um laboratório, e acrescenta: “nesses países que têm tão poucas instalações médicas, o processo pode levar até seis meses”.

“O que estamos fazendo é trazer essa capacidade padrão ouro fora de uma infraestrutura de laboratório em um dispositivo móvel. A ideia é realmente capacitar as pessoas a assumir o controle sobre sua própria saúde e a gerenciá-la de forma oportuna”, diz Goel.

Outras aplicações 

Para a criadora do Gene-RADAR, o dispositivo não só tem implicações para os cerca de 4 bilhões de pessoas que não têm acesso a cuidados básicos de saúde, como também, em algum momento, poderia ser adaptado para realizar a triagem em casa, otimizando custos gerais de saúde. Por exemplo, pais preocupados poderiam usá-lo para testar se a febre alta do filho é de um frio ou se é algo muito pior, antes de procurar tratamento médico em uma sala de emergência do hospital.

O Gene-RADAR e dispositivos semelhantes também têm um enorme potencial de prevenção, declara a Dra. Sara Brenner, que atua como vice-presidente assistente para iniciativas NanoHealth e é professora assistente de Nanobioscience, na Universidade Estadual de Nova York (localizada em Albany, nos EUA).

(c) 2013, Newsweek

Luto: o mundo dá Adeus a Nelson Mandela

em Mundo/Política por
capa_Mandela

Por Maíra Hirose

No dia 05 de dezembro, o mundo se despediu do ex-presidente sul-africano Nelson Rolihlahla Mandela, que faleceu aos 95 anos, em sua residência em Johannesburgo. Ele, que deixou o hospital em setembro deste ano, após passar 87 dias internado para tratar uma infecção recorrente nos pulmões, estava em casa e morreu ao lado de familiares.

A notícia provocou comoção mundial, principalmente no povo sul-africano, que foi às ruas para prestar a última homenagem ao Mandela. Ele se tornou figura de destaque em todo o mundo pelo impacto de sua trajetória política e humanitária, que lhe rendeu o Prêmio Nobel da Paz em 1993.

Mandiba, como era conhecido, foi um dos principais nomes na luta contra o Apartheid – sistema de segregação racial que perdurou na África do Sul até 1992. Causa que o fez ser mantido preso por 27 anos (de 1964 a 1990), sob acusação de conspiração contra o governo sul-africano.

O grande marco de sua história e do povo sul-africano aconteceu em 1993, quando Mandela se tornou o primeiro negro e também o homem mais velho a assumir a presidência do país, na primeira eleição multirracial da África do Sul. E o mais impressionante é que a transição para a democracia sob sua liderança se deu de modo expressivamente ordeiro, algo considerado por muitos “impossível”.

Considerado como “o homem que uniu uma nação”, é inegável o exemplo que Mandela deu ao mundo. Ele foi bem-sucedido em um ponto no qual muitos falharam, visto que como político e presidente, ele uniu seu país e apesar da raiva acumulada ao longo de anos por uma maioria negra, nenhuma guerra civil foi iniciada.

 Alguns dos legados de Mandela 

“Educação é a arma mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo”

“O que conta na vida não é mero dado de que estamos vivos. A diferença que fazemos na vida dos outros é que irá determinar o significado da vida que levamos”

“Eu aprendi que coragem não vem em um momento de ausência do medo, mas no triunfo sobre ele. Um bravo homem não é aquele que não sente medo, mas aquele que o controla”

“Em meu país, nós vamos para a prisão primeiro e depois nos tornamos presidente”

“Uma boa caneta pode nos fazer lembrar de momentos felizes em nossas vidas, trazer idéias nobres em nossas covas, nosso sangue e nossas almas. Ela pode transformar tragédia em esperança e vitória”

O Mandela pelas autoridades mundiais 

“O exemplo deste grande líder guiará todos aqueles que lutam pela justiça social e pela paz no mundo” – Presidente Dilma Rousseff

“Madiba foi uma figura singular no cenário global, um gigante da justiça e uma fonte humana de inspiração” – Ban-Ki-Moon, Secretário Geral da ONU

“Mandela não pertence a nós, pertence à história. Eu sou um dos milhões que se inspiraram nele” – Barack Obama, Presidente dos EUA

“Imensa angústia e profunda tristeza pelo falecimento de um dos maiores filhos da nossa gente” – Thabo Mbeki, ex-presidente da África do Sul

 “Ele era um grande pacificador, um homem especial nesse sentido” – Frederik Willem De Klerk, último presidente da África do Sul durante o Apartheid

© 2013, The São Paulo Times.

Ataques MITM podem sequestrar a sua internet

em Mundo/Política/Tecnologia e Ciência por
capa_NSA

Apesar dos avanços tecnológicos, cotidianamente, se vêem ou ouvem histórias de ataques de hackers. Até os sites mais seguros não estão imunes a eles. Por exemplo, um simples acesso, que pode ser de apenas alguns minutos, para se ler notícias, verificar o Facebook, realização de serviços bancários online, transferências de fundos para contas diferenciadas, pagamento com cartão de crédito ou de contas se serviços públicos, pode “abrir portas” para que alguém intercepte seus dados.

Recentemente, um grupo de Internet publicou um relatório no qual se verificou um “aumento de seqüestro na rota com redirecionamento de tráfego”, conhecido popularmente como ataques “Man-in-the-Middle” (MITM) ou interceptador de comunicação. Como ele funciona? Simples, basta alguém abrir uma página web para ter seus dados enviados através de um servidor ISP para o servidor host do site, chamando o site para exibição.

Na verdade, um ataque MITM interpõe um terceiro computador entre o servidor do ISP e do servidor host do site , filtrando as informações entre os dois. E detalhe, o computador “Man-in-the-Middle” pode fazer uma série de coisas com essas informações, como, por exemplo, ele pode apenas roçar a informação, ler e fazer o download dos dados para a coleta de inteligência; ele pode sequestrar o tráfego e enviá-lo para o outro lado do mundo em Moscou antes de enviá-lo de volta; ele pode interromper o tráfego e substituir o site solicitado com um de seu próprio gosto.

As implicações desta pode ser menor ou grande, variando muito, indo desde o redirecionamento do usuário para um anúncio do site ou redirecionamento para um site de banco falso, com um layout idêntico ao site do banco solicitado. Mas esses hackers não podem ser os únicos que realmente preocupam. A Agência de Segurança Nacional (NSA) também tem usado ataques MITM para monitorar os cidadãos e interesses estrangeiros.

No início de setembro, foi relatado que a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi alvo da NSA, algo que o governo brasileiro não ficou satisfeito e que repercutiu no mundo inteiro. Em outubro, foi revelado que a o NSA interceptou a comunicação dos usuários anônimos da rede TOR também. Utilizando uma falha de segurança no Firefox, da Mozilla, a NSA era capaz de infectar usuários do TOR através de um sistema chamado FoxAcid, permitindo a espionagem sobre os usuários “anonymous”. Tudo isso foi possível por meio de ataques MITM sofisticados e parcerias com empresas de telecomunicações.

Enquanto parcerias com empresas como a Verizon foram documentadas, a NSA e a GCHQ equivalente do Reino Unido estão usando mesmo ataques MITM contra grandes empresas como Google, “o Ministério francês dos Negócios Estrangeiros e SWIFT, uma cooperativa financeira que conecta milhares de bancos e é suposto ajudar a segurança, facilitando as transações bancárias feitas entre mais de 200 países”, de acordo com Renesys.

A solução simples para bloquear esses ataques MITM é através de protocolos criptográficos, como Transport Layer Security e Secure Sockets Layer. TLS e SSL tornaram-se protocolos onipresentes em toda a Internet, na forma do https prefixo site. Mas a maioria dos sites públicos renunciam a segurança extra, devido a taxas de licenciamento e tempo de download. Embora os campos de login na maioria dos sites bancários estão garantidos com https, algumas outras páginas que não possuem ainda são inseguras.

No entanto, métodos como FoxAcid contornam os protocolos TLS / SSL e permitem que a NSA mantenham a coleta de informações de dentro das sombras. No entanto, de acordo com o relatório Renesys, há uma certeza para saber sobre esses ataques. Mais transparência. De acordo com o relatório, é difícil fazer este tipo de seqüestro, sem deixar pegadas visíveis permanentes no encaminhamento global. “Ele diz que esses ataques ainda estão acontecendo porque a maioria dos autores acreditam que os ataques MITM não são foco de investigação, e agora isso é verdade”.

© 2013, IBTimes

Prazer, Portrait!

em Geral por
Camila Linberger

Talvez você tenha percebido que o título da crônica de hoje é o mesmo que o da coluna que eu assino neste jornal. Este texto está sendo escrito minutos depois de o diretor-geral e eu decidirmos o nome. Como foi difícil escolher uma palavra, um conceito que retratasse tudo aquilo que queremos que você, leitor, identifique neste espaço semanal.

Antes de chegar a ele, poucos amigos, aqueles que estão ao lado quase que diariamente, e a minha família foram azucrinados com brainstorms. Foram drinks e caminhadas com uma amiga, conversas por mensagem com outra, que mora na Califórnia e estava de férias no México, com horas de fuso na cabeça. Meus pais, irmãos e cunhados, uns por Skype e outros pessoalmente. Ontem mesmo, após um jantar na casa de um amigo, ao final, estávamos em cinco pessoas largadas entre o sofá, o puff e o chão, olhando uns para os outros e para “o nada” em busca da palavra ideal.

O nome da coluna, Portrait, que significa retrato em inglês e em francês – depende da pronúncia que você queira dar -, vem junto com a nova era digital, que, claro, inclui a nova fase da fotografia. Se antes as pessoas tinham “retratos” da primeira comunhão, do casamento e do batizado do filho, uma foto de cada ocasião, hoje, com os avanços tecnológicos, com a mobilidade e todos os recursos que os smartphones proporcionam, a vida cotidiana é registrada e compartilhada em imagens diariamente pelas redes sociais.

Em todo o mundo, são mais de 150 milhões de usuários no Instagram e mais de 1 bilhão no Facebook mostrando em frases e fotos o que vivem,  o que pensam, o que sentem e o que desejam.  Estão ali desde o prato de comida com o nome do restaurante até a foto do cachorro que vai gerar 250 likes, a das crianças, do namorado, dos bebês da titia (me incluo nessa!), a situação do trânsito, o look do dia no elevador, a malhação na academia, o chopp no bar. Dos acontecimentos cotidianos aos mais importantes eventos, hoje tudo está registrado e compartilhado em fotos.

Portrait vai trazer o retrato do que eu vejo de São Paulo, do Brasil, do mundo. Da cidade, do país, do globo, mas também (e principalmente), de seus cidadãos, de pessoas – individuais ou tribos, urbanas ou não. Do comportamento encontrado nas ruas, nos documentários, nos filmes e livros. Nas atitudes, na diferença, positiva ou negativa, nos pequenos gestos, nas frases soltas escutadas aqui e ali, no perfil que nos cause alguma reflexão. Pode ser boa ou ruim, pode ser profunda ou até um pouco superficial. Pode falar de amenidades, mas também de temas complexos. Pode exprimir emoções que vivenciamos no dia-a-dia, pelas calçadas, ou até mesmo nas telas, da TV ou do computador. Não importa o cenário.

O nosso retrato exprimirá o que acontece na vida das pessoas – seja em âmbito real ou virtual. Portrait pode transparecer, por vezes, uma visão bastante pessoal. A visão da colunista como a do fotógrafo sobre determinado modelo ou paisagem. Por favor, não se incomode se não concordar. O importante é lembrar que aqui a reflexão tentará não ser limitada. Podemos ter um cenário macro ou minimalista. Isso vai depender de como o mundo vai se apresentar e, como eu, como autora do texto, vou exprimi-lo a vocês.

Este é só um momento para dar-lhes as boas-vindas! De fazer um convite: de hoje em diante, vamos compartilhar muitas e muitas “fotos” por aqui. Que por meio de palavras, eu possa mostrar a vocês um pouco do que eu vejo por aí. Prazer, Camila Linberger, sua colunista do Portrait para o The São Paulo Times.

© 2013, The São Paulo Times.

O homem que ameaçou assassinar o presidente Obama

em Mundo/Política por
Obama

Por Howard Koplowitz.

O Serviço Secreto dos EUA, prendeu um homem de 81 anos de idade no estado de  Wisconsin, que supostamente fez ameaças de querer matar o presidente Barack Obama, em uma estação dos correios em Richland Center.

Elwyn Nels Fossedal, 81, foi acusado de fazer ameaças contra o presidente dos Estados Unidos, de acordo com documentos judiciais federais divulgados.

De acordo com um depoimento, Fossedal estava na estação de correios em Richland Center, Wisconsin. Ele disse algo como: “Se o presidente Obama estivesse aqui, eu iria atirar nele e matá-lo agora.”

Fossedal foi interrogado por agentes do Serviço Secreto, que disse que não iria se retratar, repetiu as ameaças usando palavras diferentes, além de fazer varias ameaças adicionais ao presidente.

Durante a investigação, as autoridades federias descobriram que a esposa de Fossedal, que tinha 57 anos, morreu recentemente e os investigadores acreditam que ele estava substituindo a sua dor de perda com a raiva. “A investigação também revelou que Fossedal é proficiente no uso de várias armas de fogo”, de acordo com o depoimento.

Um agente do Serviço Secreto, que escreveu o depoimento disse que “essa é a provável causa para acreditar que Elwyn Fossedal foi conscientemente ameaçar o presidente dos Estados Unidos.”

Fossedal foi a tribunal federal, e em apenas 15 minutos o mandato de prisão foi aprovado.

De acordo com o Smoking Gun, o homem faz parte do movimento que diz que Obama não nasceu nos EUA e descobriu também que ele é fã de um rádio conservador que pede que Obama seja acusado sobre o Affordable Care Act.

© 2013, IBTimes.

Movimento Bandeiras Brancas quer novo feriado no Brasil

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Geral/Política por
capa_bandeiras

“Tem um minuto para uma causa urgente?” Essa é a pergunta que encabeça as peças da campanha criada e idealizada por Brunno Barbosa, que pretende tornar o Dia Internacional da Paz feriado nacional.

No início do ano passado, Barbosa fundou o Movimento Bandeiras Brancas, que visa realizar periodicamente, ações que promovam a paz. Desde então, trabalha para que a data já existente no Brasil seja celebrada de forma semelhante ao Natal: um momento de amor e solidariedade em que famílias se reúnem e trocam bons votos, além de refletir sobre a paz e agir em favor deste ideal.

“A ideia é alertar a população sobre os danos que qualquer tipo de violência gera e combater os índices intoleráveis aos quais o país chegou.” ressalta Barbosa.

Como a criação de um feriado é economicamente inviável, o Movimento Bandeiras Brancas enviará um projeto de lei  para o Congresso Nacional, solicitando a transferência do feriado de 21 de abril, Tiradentes, para 21 de setembro, Dia Internacional da Paz.

“O feriado de Tiradentes foi escolhido por não estar vinculado a nenhuma religião e pela forma violenta com a qual Joaquim J. S. Xavier foi morto. Com a troca, Tiradentes continuará sendo lembrado no seu dia, mas cederia seu feriado pelo bem comum.”.

O movimento já conta com aproximadamente 20 mil assinaturas em seu site. E recentemente ganhou prêmios nacionais e internacionais de responsabilidade social.

Para saber mais e participar da campanha, acesse: www.bandeirasbrancas.com.br

(C)2013, The São Paulo Times

 

Por seis segundos em cada esquina de São Paulo

em Brasil por
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Por Camila Linberger.

Quarta maior aglomeração urbana do planeta. Mais de 11 milhões de habitantes disputando espaço, emprego, atenção e, no fim de ano, presentes de Natal. Para satisfazê-los, milhões de reais são investidos em decoração, enfeites e contratação de Papais Noéis. É isso mesmo. O fim do ano chega e você não parou pra pensar que os velhinhos, que passam o ano inteiro colocando as barbas pra crescer, as tiram do molho e pegam firme no batente. Existem books em agências especializadas para se contratar Papais Noéis. E a disputa começa ainda no fim do primeiro semestre, para que se escolha aquele com mais cara de “bom velhinho” e sente no trono do seu shopping e leve mais crianças e dinheiro ao comércio paulistano.

Como toda grande metrópole mundial, a cidade começa a se enfeitar e se encher de luz. Passei ao lado do Parque do Ibirapuera na semana passada e a grande árvore de Natal já está preparada. As fachadas de shoppings e bancos recebem mais luzes. Em alguns lugares, corais emprestam suas vozes às melodias que embalam as noites de dezembro.

Na decoração deste ano, outros valores, não só os financeiros, fazem parte desta data, considerada a mais lucrativa para o varejo. A novidade está espalhada em letras: palavras como amor, paz, união e amizade foram distribuídas por suas esquinas, bem grandes, para lembrar às pessoas, em meio ao caos do trânsito causado pelas tempestades (e pelo excesso de carros, claro), os valores que devem ser lembrados o ano inteiro e que são reforçados nesta época, independente da sua religião.

Sim, sei que o Natal é uma data cristã, que comemora o nascimento do menino Jesus. Mas os tais valores cristãos deveriam ser chamados de “valores humanos”. Não cabe a eles raça, cor, classe social e se quer, religião. Carregam em si a incumbência de lembrar à sociedade sua importância para o bom convívio, para uma vida conjunta melhor. E não só no fim do ano, mas no ano inteiro, pela vida inteira.

Infelizmente, tragédias continuarão a acontecer. Desabamentos, acidentes, assassinatos. Gente ruim continuará a transitar entre nós, não tem como ser diferente, faz parte da vida! Mas se todos os dias, ao levantarmos, lembrarmos de fazer algo bom por nós e pelos outros – a começar por nossas famílias – já geramos uma grande mudança.

Dizem que para a gente se contaminar por uma situação que nos cause mau humor, como uma fechada no trânsito, por exemplo, e mudar o rumo do nosso dia para algo pior, basta vivenciá-la e “ficar dentro dela”, pensando e se consumindo por seis segundos. Seis míseros segundos.

Então, que em 2014, você consiga levar para a sua vida esta pequena grande mudança: a dos seis segundos. Transforme isso. Respire fundo quando algo de ruim te acontecer. Situações chatas e negativas são inevitáveis. Mas lembre-se que rir ou berrar está em suas mãos. A grande transformação de um dia mais ou menos em um dia bom ou ruim pertence a você. Você pode mudar a sua vida em 2014. Você pode mudar a vida de quem está perto de você. Você pode mudar a vida da sua cidade!

Que São Paulo, mesmo depois que o novo ano entrar, continue a encontrar em suas esquinas, amor, união, paz, alegria e amizade. Mais do que a cidade, seus cidadãos precisam disso para uma vida melhor. Construa um ano novo feliz. E se precisar, (você vai precisar), conte comigo: 1,2,3,4,5,6. Respire fundo e vá em frente!

Que São Paulo, mesmo depois que o novo ano entrar, continue a encontrar em suas esquinas, amor, união, paz, alegria e amizade. Mais do que a cidade, seus cidadãos precisam disso para uma vida melhor. Construa um ano novo feliz. E que venha 2014!

(C)2013, The São Paulo Times.

Assassinato de John F. Kennedy: 7 loucas teorias da conspiração

em Cultura e Entretenimento/Geral/Mundo por
Kennedy

Por Connor Adams Sheets.

Enquanto o Mundo se lembrou do presidente John F. Kennedy no 50º aniversário de seu assassinato, uma série de teorias de conspiração malucas persistem sobre as circunstâncias de sua morte.

Há muitas linhas razoáveis ​​de inquérito sobre quem atirou em Kennedy, como a forma que a ação foi realizada e por que, mas uma série de idéias mais malucas simplesmente se recusam a ir embora.
As investigações profundamente falhas sobre a morte de Kennedy e a conclusão da Comissão Warren, em que Lee Harvey Oswald agiu sozinho em matar o presidente deixou muitas perguntas sem respostas, o que resultou em toda uma subcultura de teóricos da conspiração, que continuam a acreditar que há mais sobre a sua morte do que  foi contada ao povo.
Mas muitas das idéias sobre o assassinato de JFK, que continuam a atrair a atenção e seguidores hoje, são muito fora dos padrões, e abaixo estão algumas das teorias mais bizarras:

1 . Jackie Kennedy atirou no marido: A idéia impensável que a primeira-dama puxou o gatilho da arma que matou Kennedy é uma proposta chocante. Mas um pequeno número de indivíduos afirmam que após a realização de uma extensa pesquisa, eles chegaram à conclusão de que as evidências apontam para ela ser a assassina atrás de um dos dias mais tensos da história americana.
Esta teoria, como tantas outras, deriva do famoso filme feito pelo espectador  Abraham Zapruder, que mostra a comitiva Kennedy fazendo o seu caminho através das ruas de Dallas. Alega que, devido às conclusões de balística que podem ser extraídas do filme Zapruder, Jackie Kennedy é a única pessoa que poderia ter realizado o assassinato.
“Depois de estudar o filme de Zapruder por quase 20 anos, eu cheguei à conclusão de que a única pessoa verificada para ter o acesso e ângulo de ter dado o tiro fatal em JFK foi Jackie Kennedy “, escreveu um teórico anônimo no site AboveTopSecret.com. “O sinal indicador é quando sua cabeça explode, Jackie se move para a frente com algo na mão. Pense nisso. Quem tinha mais a ganhar ?”

2 . A conexão com o Incidente em Roswell: Em 1947, um objeto caiu em Roswell, Novo México, as alegações do governo dos EUA foi que era um balão de vigilância militar, mas muitos acreditam que era realmente um OVNI alienígena pilotada por formas de vida extraterrestre. O incidente tem sido objeto de muita especulação, e tem sido ainda ligado ao assassinato de JFK, como alguns povos da conspiração a acreditar que Kennedy descobriu a “verdade” de que uma nave alienígena foi encontrada em Roswell, e foi morto pelo governo por saber demais.
De acordo com um artigo conspiratório de Doug Yurchey postado no World-Mysteries.com, isso foi exatamente o que aconteceu : Ele afirma que uma vez que os “Controladores reais do mundo” descobriram que Kennedy sabia sobre os alienígenas “encontrados” em Roswell, uma grande decisão tinha de ser tomada em defesa do Governo do Mundo secreto: deixar o público saber das mentiras, das bases secretas e da existência de aliens cinza – ou , vamos matar Kennedy e continuar mentindo para o mundo , cobrindo-se o problema alienígena? Não há o que contestar. Um ícone amado … tinha que ir !

3. Joe DiMaggio estava por trás da morte de JFK: Joe DiMaggio foi talvez o jogador de beisebol mais admirado do seu tempo e certamente, um dos maiores a balançar um bastão. Mas alguns teóricos da conspiração acreditam que Joe estava tão obcecado com a idéia de que os Kennedys mataram a sua ex-esposa Marilyn Monroe que ele tinha que assassinar ou contratar homens para matar o presidente por vingança . O advogado de DiMaggio e amigo de longa data Morris Engelberg escreveu que DiMaggio realmente acreditava que a família Kennedy tinha decidido que Monroe teve que ser assassinado porque sabia demais sobre o lado sujo do governo.
“Eles assassinaram a uma pessoa que eu amava”, disse DiMaggio a Engelberg, de acordo com o livro “DiMaggio: Setting the Record Straight.”
Mas a idéia de que DiMaggio estava por trás da morte de Kennedy leva esse fato a um passo de refrigeração a mais. Os adeptos desta teoria da conspiração afirmam que DiMaggio contratou Oswald para realizar o assassinato, como um escritor para o blog ” A Dica sério “, escreveu :
” Então, depois de um ano e meio de planejamento, DiMaggio decidiu ter matado Kennedy em Dallas, em novembro de 1963 . Para DiMaggio, Dallas foi o local perfeito. Era longe o suficiente de Nova York e de sua casa na cidade de San Francisco para causar qualquer suspeita.

4 . Tonya Harding matou Kennedy: Esta teoria é tão estranha que é quase cômica, mas Robert Urbanek , o homem por trás de TonyaHardingShotJFK.com, parece realmente acreditar que a patinadora está por trás do assassinato de JFK .
Tonya Harding nasceu em 1970, o que diz que ela não poderia ter realmente matado Kennedy, mas Urbanek oferece uma teoria selvagem , sugerindo que ” Oswald e Kennedy voltaram nesta vida como Tonya Harding e Nancy Kerrigan. Ambos Tonya Harding e Lee Harvey Oswald tem “Har” as letras em seus nomes. Ambas as vítimas eram católicos irlandeses de Massachusetts cujos sobrenomes começam com as letras ‘Ke’ : John F. Kennedy e Nancy Kerrigan, e ambos foram atacados em cidades que começam com a letra ‘D’ . Dallas e Detroit.

5 . O motorista matou: Este é quase tão bobo, mas há um pequeno contingente de pessoas que acreditam que o presidente foi baleado por Bill Greer, o homem que estava dirigindo os Kennedys, o governador do Texas John Connally e sua esposa Nellie e o agente do Serviço Secreto Roy Kellerman pelas ruas de Dallas. No filme de Zapruder do assassinato, há um quadro que alguns teóricos acreditam que retrata Greer se virar e atirar no presidente na cabeça. Mas até mesmo uma análise superficial da prova de vídeo parece desmascarar completamente o Greer como assassino do enredo, embora algumas pessoas acreditam que o filme foi editado, talvez pela CIA, para esconder a verdade.

6. Teoria atirador bueiro: Tony Gambino, da máfia de Nova York  tem oferecido sua própria teoria da conspiração sobre o assassinato, que assumiu uma vida própria como uma das idéias mais populares sobre como JFK foi morto. Ele afirma que um bueiro em Dallas, era o lugar perfeito para um pistoleiro atirar no presidente e, em seguida, fugir antes que alguém soubesse o que aconteceu, e vai tão longe que aponta figuras da máfia ligados por trás do ataque. “Eu estava lá quando ele foi baleado e eu sei que Rosselli estava no bueiro fazendo os disparos”  disse Gambino na Liberty Radio em 2007. ” O mesmo grupo de rapazes que temos falado no governo do Vaticano e os EUA deram as ordens e pediram as famílias da máfia para ajudar a derrubar Kennedy.”

7. Sam Giancana ordenou o assassinato: Gambino e Rosselli não são as únicas figuras da máfia que têm sido implicadas no assassinato de Kennedy por teóricos da conspiração. Uma teoria sugere que o chefe da máfia de Chigado Sam Giancana encomendou a morte de Kennedy por várias razões. Algumas pessoas acreditam que foi vingança, por Kennedy e seu irmão fazerem esforços contra o crime organizado.
Outros já cogitaram a idéia que Giancana e o presidente teriam dividido uma amante, Giancana fez isso a fim de eliminar seu concorrente. Não importa qual o seu possível motivo para matar o presidente, o nome de Giancana não vai desaparecer como suspeito no caso de alguns teóricos da conspiração.

(c) 2013, Newsweek.

Disney cria novo programa para hóspedes com deficiência

em Cultura e Entretenimento/Geral/Mundo por
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No dia 10 de outubro de 2013, a norte-americana Amanda Smith, de 19 anos, caiu no chão com parada respiratória, duas horas após entrar na Disneyland (EUA). De acordo com sua mãe Debbie, ela visita o parque regularmente e sofre de uma doença mitocondrial potencialmente fatal e que a deixou com graves atrasos de desenvolvimento, surdez e tendências autistas. Além disso, às vezes, sua respiração para e precisa do pronto-socorro.

Uma fatalidade? Talvez, mas o fato é que um dia antes do ocorrido com a jovem (09/10/2013), a Disney anunciou um novo programa para os seus hóspedes com deficiência, o Cartão de Assistência Acessibilidade, em resposta ao crescente problema de fraude vinculado ao cartão anterior. Este programa permite pessoas com deficiência o acesso especial para passeios e atrações. Para isso, áreas foram reservadas para crianças e adultos incapazes de esperar em longas filas, sendo que o hóspede é escoltado até a frente de cada linha. Tais privilégios possibilitaram que pessoas como Amanda possam também desfrutar do parque, de forma rápida e sem incidentes.

No entanto, algumas pessoas têm explorado este sistema. Alguns casos são de ex-funcionários da Disney, que foram pegos vendendo passagens para pessoas sem deficiência, e de guias de turismo, que adquirem esses cartões voltados às pessoas com deficiência e vendem esses “serviços” a uma tarifa exorbitante. Fatos que acabam privilegiando pessoas sem necessidades especiais, que em posse do documento, acabam passando na frente de atrações com grande fila de espera.

Para acabar com este golpe, a Disney tomou a seguinte medida: lançou um novo cartão de acesso deficiência que funciona como um FastPass tradicional. Em vez de esperar na linha regular, os clientes se inscrevem para um momento específico. Enquanto esta solução pode ser eficaz para alguns, ele não funciona para todos, incluindo aqueles com deficiências cognitivas, cuja espera pode provocar comportamentos indesejáveis, entre eles, colapsos e birras em casos mais graves, como, por exemplo, em pessoas autistas.

(c) 2013, Newsweek

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