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Brasil/News & Trends

Carro de 139 mil reais foi comprado com Bitcoin na concessionária usando novo terminal de pagamento

O bitcoin está cada vez mais se fazendo presente na vida das pessoas e se consolidando como moeda no mundo real. Agora uma nova tecnologia permite que ele seja usado de forma mais prática para transações comerciais do dia a dia. Desta vez, uma transação de venda de um carro foi realizada através de um terminal de venda que aceita bitcoins, o que representa uma revolução.

Através da tecnologia da Digital Money, que está instalando terminais em comércios estratégicos em todo o Brasil, foi possível efetuar na Belloscar, maior loja de seminovos de Curitiba, a venda de um veículo avaliado em 139 mil Reais, onde o cliente usou sua carteira bitcoin para pagar e o vendedor recebeu o equivalente em Reais, tudo de forma imediata.

Segundo a Digital Money, responsável pelos terminais de pagamento, isto é apenas o começo: “o DM Pay (terminal de processamento de pagamento) representa uma revolução. Queremos fazer com que as criptomoedas se tornem parte do cotidiano das pessoas, possibilitando que elas paguem com criptomoedas mas os estabelecimentos recebam em reais. Isso elimina qualquer barreira que poderia fazer com que um estabelecimento não aceite criptmoedas.  Estamos em fase de testes dos terminais DM-Pay, operando com os nossos parceiros comerciais. As máquinas tem taxa zero, não pagam aluguel, rodam sistema Android, funcionam por NFC ou QR Code e o recebimento é instantâneo, seja em Reais ou Bitcoins”.

A Digital Money lançou em seu site uma fila de espera para comerciantes que desejam ter um terminal de pagamentos com Bitcoin em seus estabelecimentos, em www.dmpay.io

 

News & Trends

Perigos da automedicação no carnaval

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Qual folião nunca se automedicou depois de sentir aquela dor de cabeça pulsante ou um enjoo durante ou depois da festa de carnaval? Tomar medicamentos por conta própria nesta situação é comum, mas é preciso cuidados redobrados para evitar os efeitos adversos da medicação, conforme alerta o clínico médico, Carlos Sperandio.

“A maioria dos quadros de dor de cabeça é benigna e pode ser tratada com analgésicos simples”. No entanto, lembra o especialista, dores mais importantes, associadas a outros sintomas como febre, por exemplo, ou aquelas que não melhoram com a medicação habitual, devem ser sempre analisadas por um médico.

PERIGOS DA AUTOMEDICAÇÃO

Doses altas de paracetamol, analgésico comum e amplamente utilizado em casos de dor de cabeça, podem ser muito tóxicas para o fígado, por exemplo. Anti-inflamatórios, por sua vez, podem gerar gastrite, hemorragias e até insuficiência renal nos pacientes idosos. “Portanto, as medicações de venda livre podem ser consumidas, mas sempre com orientação do médico ou do farmacêutico, para que não haja problemas de dosagem, reações colaterais e interações”, lembra o médico.

QUANDO IR AO MÉDICO?

Dor de cabeça acompanhada por febre, convulsões, formigamento de braços ou pernas, perda de força, constatação de que os analgésicos simples não fazem efeito ou aquela sensação de dor de cabeça insuportável, são sinais claros de que um médico deve ser procurado.

EFEITOS COLATERAIS

As doses das diferentes medicações variam para cada caso, sendo sempre importante o paciente seguir as orientações da bula, que podem ser substituídas e até alteradas quando houver supervisão de um profissional médico.

Os pacientes idosos (acima de 60 anos) têm mais chances de serem atingidos por complicações com determinados tipos de medicação. Em alguns casos, a alta dose de medicações consideradas de uso comum, como o ácido acetilsalicílico, utilizado frequentemente como anti-inflamatório e analgésico, pode resultar em hemorragias digestivas, insuficiência dos rins, piora da função cardíaca e até diarreia por inflamação do intestino.

DICAS PARA O FOLIÃO

Sperandio orienta que o folião não deve sair da rotina. “Quem vai pular o carnaval deve continuar com os bons hábitos alimentares e de higiene”. O especialista explica que a pessoa deve realizar refeições a cada três horas, dormir durante o mesmo período de tempo de costume, evitar o excesso de bebidas alcoólicas, jamais beber e dirigir, além de hidratar-se bem em ambientes mais quentes. A alimentação deve ser regrada, evitando comidas muito gordurosas e com manipulação duvidosa.

Proibição de venda de armas de brinquedo interfere na livre iniciativa

em Brasil/Política/The São Paulo Times por

A exemplo do que ocorreu no Distrito Federal, em janeiro de 2014 a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo promulgou a Lei Estadual nº 15.301, de 12 de janeiro de 2014, na qual está disposto que “Fica proibido fabricar, vender e comercializar armas de fogo de brinquedo no território do Estado de São Paulo”.

Caso não haja nenhuma mudança pelo caminho, a previsão é de que tal proibição passe a valer a partir de 15 de março de 2014, quando completam os 60 (sessenta) dias previstos na lei para a sua entrada em vigor.

Como se verifica da justificava apresentada quando o projeto de lei ainda tramitava na Assembléia Legislativa, o que se pretende é inibir o uso de armas de brinquedo para a prática de delitos bem como evitar que crianças e adolescentes – público alvo de tais produtos – tenham acesso a conteúdo que estimule a violência e supostamente atrapalhe o seu desenvolvimento pedagógico.

Mais uma vez o Poder Público, mediante interferência indevida na livre iniciativa, pretende transferir ao particular as responsabilidades que exclusivamente lhe pertencem em relação à segurança pública, eliminando do mercado qualquer tipo de brinquedo que se considere arma.

Mas será que esta é a solução para os problemas crônicos de violência e educação que a nossa sociedade enfrenta? Ao invés de enfrentar o problema simplesmente tentar mascarar uma intervenção estatal na livre iniciativa como solução para a inércia do Poder Público?

Voltamos a dizer que esta linha não é a mais adequada, pois as crianças e adolescentes têm acesso diário a conteúdos violentos e pesados, que tratam de mero retrato de nossa realidade, sem que isso represente qualquer incitação à violência.

Aliás, não há qualquer prova contundente no sentido de que o uso deste tipo de brinquedo pode afetar psicologicamente crianças e adolescentes a ponto de transformá-los em bandidos.

Uma intervenção desta magnitude, que pode inclusive causar danos a empresas e até impactar na geração de empregos diretos e indiretos, não pode se basear em standards pessoais do legislador, deve ser embasada com estudos sobre o tema e precedida de audiências públicas nas quais devem ser expostos todos os resultados.

Em relação às réplicas perfeitas de armas as quais podem ser utilizadas para outros fins seria até aceitável uma proibição, mas sempre lamentando o fato de que os crimes praticados, inclusive por menores de idade, têm em sua grande maioria o uso de armas que matam de verdade.

Agora proíbe, sem nenhum embasamento técnico, a comercialização de brinquedos coloridos que não se assemelham a uma arma de verdade que atiram espumas, bolas e água, sob o argumento não comprovado que elas interferem na formação de crianças e adolescentes e enquanto nada se faz para conter a comercialização de armas de verdade que chegam às mãos destas é um contrassenso.

Por isso, a nosso ver, a Lei Estadual nº 15.301, de 12 de janeiro de 2014, já nasce inconstitucional.

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Ana Paula Oriola de Raeffray é Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC de SP, professora de mestrado e doutorado em Direito Previdenciário na PUC de SP e de pós-graduação na Escola Paulista de Direito (EPD). Sócia do escritório Raeffray Brugioni Advogados.

Franco Mauro Brugioni é especialista em Direito da Propriedade Intelectual pela FGV de SP; Assessor e Relator da Terceira Turma do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – secção São Paulo/ SP. Sócio do escritório Raeffray Brugioni Advogados.

10 dicas para tornar o atendimento um diferencial competitivo de mercado

em Negócios por

Os temas mais explorados no e-commerce são atração de consumidores e performance da loja, mas pouco se fala em atendimento como diferencial e as lojas estão perdendo uma grande e acessível oportunidade. Saiba como se diferenciar.

A guerra de preços do comércio eletrônico levou as lojas a buscarem eficiência operacional a qualquer custo. Os investimentos são reduzidos, as equipes são enxutas , a logística vira uma incerteza e os fornecedores tornam-se vilões. Neste cenário, poucas estão conseguindo equilibrar seus resultados e muitas lojas estão no limite, trabalhando sem margem (de lucro?) e ainda perdendo clientes. A perspectiva para elas é desastrosa, pois a guerra de preços não tem fim.

Do outro lado do mundo o exemplo da Zappos chama atenção: a loja não mede esforços nem investimentos para encantar o cliente e cresceu estratosfericamente nos últimos anos (leia a entrevista com a gerente de atendimento da Zappos neste site). Masnão precisamos ir tão longe para constatar a força de um bom atendimento. No Brasil algumas lojas estão saindo ilesas da guerra de preços. Outras nem entraram. Estas empresas entendem que a loja é virtual, mas enxergam um cliente real.

Como fazem? Selecionamos 10 práticas de atendimento em comércio eletrônico que diminuem a sensibilidade do consumidor sobre o preço. Faça um paralelo entre como sua loja funciona hoje e como poderia funcionar com as propostas abaixo:

1. Equilibre os investimentos entre atração e recepção

Não adianta gastar todo budget na atração dos consumidores para o site e recepcioná-los mal. Invista mais tempo para aumentar a conversão de quem chega à loja do que em trazer mais e mais visitantes com baixa conversão. Quando a conversão aumentar, volte a levar mais pessoas para a loja. Este ciclo de crescimento é mais consistente e você orienta a evolução aos resultados.

2. Exponha seus canais de atendimento

As pessoas que compram não são necessariamente as que consomem os canais de atendimento da sua loja, mas ao mostrar que você está acessível durante a compra, e assim continuará durante toda a experiência, gera o sentimento de segurança que influencia diretamente a decisão do consumidor . Por isso, deixe sempre os canais de atendimento expostos e fale abertamente que você estará lá sempre que o cliente precisar.

3. Reforce o contato nos momentos mais críticos

A facilidade para acessar o atendimento pode ser determinante nos momentos decisivos da navegação, como a hora de inserir o cartão de crédito. Identifique em quais momentos o seu cliente mais abandona carrinhos e se coloque à disposição para ajudá-lo. O chat pode fazer uma abordagem ativa perguntando se o cliente necessita de ajuda, o que aumenta ainda mais a chance do mesmo efetivar a compra.

4. Escolha os canais apropriados ao seu público

A sua loja é eletrônica e o cliente escolheu comprar seus produtos por este meio. Se ele precisar entrar em contato, provavelmente vai optar pelo canal eletrônico. Por isso , atendimento pessoal, endereço para carta e atendimento telefônico só devem ser usados em casos extremos. Os canais de atendimento online – como chat, e-mail e redes sociais – são os mais adequados.

5. Use os feedbacks do cliente para evoluir

O momento de contato com o cliente deve ser explorado ao máximo. Se ele solicitou atendimento antes de comprar, trate suas dúvidas e registre-as para verificar se não há oportunidade de melhora na navegação. Se o contato foi após a compra entenda onde seu processo de pós-venda pode melhorar para fidelizar este cliente. Quanto maisusar essas informações para direcionar a evolução do seu negócio, mais os clientes serão fidelizados e menos precisarão entrar em contato.

6. Automatize os atendimentos de assuntos mais comuns

Existem ferramentas com inteligência semântica que conseguem atender bem os clientes a qualquer hora do dia. Desde que seu problema ou dúvida sejam resolvidos, o consumidor tem se mostrado muito aberto a este tipo de atendimento. O custo por um assistente virtual chega a ser 97% menor do que o atendimento humano.

7. Esteja preparado para a sazonalidade

O modelo de software como serviço democratizou o acesso a tecnologias que eram restritas aos gigantes. Busque ferramentas que não demandem grandes investimentos iniciais e que o modelo de comercialização seja on demand. Este formato suporta a sazonalidade da demanda e permite que o investimento seja proporcional ao tamanho da loja.

8. Atenda bem o seu cliente!

Oferecer um canal de atendimento gera expectativa no consumidor. Muitas lojas investem em canais, mas estes não estão disponíveis nos horários de maior acesso. Outra queixa constante é que o atendente não tem autonomia para resolver nenhum tipo de problema e só repete o que está no site. Quanto isso acontece o resultado é o inverso com o consumidor ainda mais insatisfeito. Por isso, atenda o seu cliente enquanto ele estiver no site , crie processos que degndem autonomia para seus representantes e capacite ao máximo sua equipe de atendimento.

9. Trate o cliente igualmente antes e depois da compra

Se você quer fidelizar um cliente que já comprou, dê a mesma atenção que ele recebeu antes da compra. Nas etapas de devolução e troca do produto, esteja sempre presente, aproveite para encantar este cliente. Ofereça os mesmos canais de atendimento e pense que um eventual prejuízo nesta compra pode não representar o retorno do cliente e uma propaganda positiva da sua empresa.

10. Meça os resultados

Estas práticas propõem orientações diferentes e investimentos para a maior parte das lojas virtuais. Por isso, meça. Eleja indicadores que reflitam o desempenho da sua loja e acompanhe a evolução deles a cada passo dado . O objetivo destas práticas é ajudar a empresa a sair do ciclo de sobrevivência e entrar no ciclo de prosperidade.

Por Rodrigo Zimerman, diretor comercial da Direct Talk

O que todo usuário de lentes de contato precisa saber… E praticar!

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

No caso de lentes de contato, faça desse o seu mantra: em caso de desconforto, tire as lentes. Se elas estão lhe causando algum desconforto, se seus olhos estão vermelhos, é melhor ouvir o seu corpo do que sofrer.

Se você é um usuário de lentes de contato, as chances que você tenha recebido orientação sobre o uso e a adaptação das lentes, quando você recebeu a indicação clínica para iniciar o uso das lentes são muitas. Então, teoricamente, você sabe o que fazer…

Mas se você for honesto consigo mesmo, quantas vezes você realmente seguiu todos os passos cada vez que fez a remoção de suas lentes de contato? E quantas vezes você fez as coisas exatamente da maneira como o seu oftalmologista ou a sua contatóloga recomendou? E aquele dia em que você dormiu com as lentes? E quando você entrou na piscina com as lentes? E quando perdeu o prazo de trocar as lentes de contato que tinham validade mensal?

“Dados do Instituto Soblec de Educação, órgão ligado à Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria, mostram que aproximadamente 8 milhões de pessoas têm indicação clínica e estão economicamente em condições de usar lentes de contato no Brasil. Dessas, apenas 2 milhões as utilizam, sendo que somente 50% dos usuários o faz da forma correta”, informa o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Nós reunimos duas oftalmologistas do IMO, Instituto de Moléstias Oculares, para conversarmos sobre os erros mais comuns cometidos pelos usuários de lentes de contato. Perguntamos às especialistas o que deve ser feito e o que pode acontecer no pior cenário, caso o mau hábito não seja corrigido a tempo. Confira o resultado dessa conversa:

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ DEIXA A ÁGUA DA TORNEIRA ENTRAR EM CONTATO COM SUAS LENTES DE CONTATO.

POR QUE DEVE PARAR? – “Parece inofensivo, certo? Errado. A água da torneira não é salgada como as lágrimas são, por isso, as lentes de contato tendem a absorver a água e inchar. Isso vale até mesmo para a água que bebemos, que não é estéril e contém microorganismos. Se a sua lente incha, a forma como ela se encaixa no seu olho se altera também, e, muitas vezes, a lente começa a apertar o olho. Esta pressão pode abrir pequenas fissuras na córnea, por onde microorganismos podem entrar, podendo causar infecções. É por isso que é importante não tomar banho ou nadar com suas lentes de contato. Além disso, você nunca deve usar água no lugar da solução para armazenar suas lentes de contato”, afirma a oftalmologista Sandra Alice Falvo (CRM-SP 59.156).

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? SUAS LENTES DE CONTATO ESTÃO INCOMODANDO, MAS VOCÊ NÃO TEM SOLUÇÃO DISPONÍVEL NO MOMENTO, ENTÃO USA ÁGUA OU A PRÓPRIA SALIVA COMO “SOLUÇÃO DE EMERGÊNCIA” PARA LAVÁ-LAS ANTES DE RECOLOCÁ-LAS NOS OLHOS.

POR QUE DEVE PARAR? – “Sua saliva é composta por bactérias que pertencem à sua boca e não aos seus olhos. Colocar suas lentes em contato com a sua saliva é como colocá-las numa pia de louça suja, certamente você não quer fazer isso. Se você se pegar em uma situação onde suas lentes de contato estão incomodando, mas você não tem acesso à solução e ao estojo das lentes de contato, a melhor aposta é jogar as lentes fora. Outra opção é usar um lubrificante ocular para tentar aliviar qualquer desconforto. E, claro, é sempre aconselhável levar um vidrinho de solução e um estojo de lentes com você em todos os momentos”, ensina a oftalmologista Meibal Junqueira(CRM-SP 131.404).

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ REUTILIZANDO SUA SOLUÇÃO.

POR QUE DEVE PARAR? – “Reciclar a solução é como implorar por uma infecção ocular. Todos os detritos e bactérias que estão em seus olhos e nas suas lentes de contato vão para a solução. Então, se você está reutilizando a solução, isso significa que você está deixando suas lentes de contato de molho numa piscina cheias de bactérias e, em seguida, está colocando essas mesmas lentes, que não estão limpas, de volta nos olhos. Se você tiver qualquer fissura microscópica na sua córnea, essas bactérias podem infectar a sua córnea. Ao invés de reciclar a solução, aposte na prevenção, tenha o cuidado de usar uma nova solução a cada vez que você precisar armazenar suas lentes. Ou, se você odeia lidar com a solução e o processo de armazenamento das lentes, considere as lentes descartáveis diárias”, recomenda Sandra Falvo.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ USANDO O MESMO ESTOJO DE LENTES DE CONTATO POR TANTO TEMPO QUE NÃO CONSEGUE LEMBRAR MAIS A ÚLTIMA VEZ QUE O TROCOU.

POR QUE DEVE PARAR? – “Jogue o estojo antigo no lixo agora. Estojos de lentes de contato devem ser utilizados, no máximo, por três meses, depois desse tempo devem ser substituídos por um novo. As soluções de limpeza conseguem manter seu estojo em boas condições somente por um período de três meses”, defende Meibal Junqueira.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ LAVA SEU ESTOJO DE LENTES DE CONTATO COM ÁGUA, EM SEGUIDA, FECHA-O ANTES DE DEIXÁ-LO SECAR COMPLETAMENTE.

POR QUE DEVE PARAR? – “A melhor maneira de manter seu estojo de lentes de contato limpo é lavá-lo com a solução, e não com água, uma vez que a água não deve entrar em contato com suas lentes de contato. Em seguida, limpe o estojo seco com uma toalha de papel descartável limpa ou deixe-o secar completamente antes de colocar as tampas de volta. Às vezes, é melhor comprar um estojo novo do que tentar desinfetá-lo por si mesmo”, orienta Sandra Falvo.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ USANDO UMA “SOLUÇÃO TALIBÔ OU SEM MARCA RECONHECIDA.

POR QUE DEVE PARAR? – “Quando você opta por comprar uma solução genérica, ‘talibã’, você está jogando na roleta. Isso porque você não sabe que tipo de produto estará fazendo uso. A melhor forma de escolher uma solução é perguntar ao seu oftalmologista sobre qual das soluções disponíveis no mercado é a mais indicada para você.

Após a prescrição médica, o ideal é manter a marca. Não é uma boa ideia mudar a solução sem uma consulta ao oftalmologista, pois você pode desenvolver alergias, sensibilidades e olho seco”, destaca Meibal Junqueira.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ USANDO AS MESMAS LENTES DE CONTATO PRESCRITAS PELO SEU OFTALMOLOGISTA HÁ CINCO ANOS.

POR QUE DEVE PARAR? – “Você não deve continuar usando lentes de contato prescritas há vários anos sem uma nova avaliação oftalmológica. Para começar, a prescrição pode não ser mais válida. Mas outra coisa a considerar é que a solução das lentes armazenadas tem uma data de validade. Assim, além das lentes estarem vencidas, a data de validade da solução pode ter expirado também, o que pode causar infecção e desconfortos devido à mudança de pH e à maior chance das lentes se contaminarem por microrganismos”, afirma Sandra Falvo.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ TEM UMA RECEITA PARA LENTES DE DUAS SEMANAS, MAS SÓ USA AS LENTES DE CONTATO UMA VEZ POR SEMANA, PARA OS JOGOS DE FUTEBOL. ASSIM, ESTÁ PENSANDO EM GUARDAR E UTILIZAR AS LENTES UMA VEZ POR SEMANA, DURANTE 14 SEMANAS…

POR QUE DEVE PARAR? – “Se as lentes de contato são aprovadas para serem usadas por 14 dias, isto significa que são duas semanas a partir do momento em que você abre o pacote das lentes e não 14 dias de uso, quando você bem quiser. Após esse período de tempo, de duas semanas, a superfície da lente vai começar a se alterar, podem surgir fissuras, o que o deixará vulnerável à formação de muco e ao ataque de bactérias que podem levar à infecções”, ensina Meibal Junqueira.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? SUA VISÃO É UM POUCO EMBAÇADA, SEUS OLHOS DOEM UM POUCO, MAS VOCÊ USA SUAS LENTES DE CONTATO DE QUALQUER MANEIRA.

POR QUE DEVE PARAR? – “No caso de lentes de contato, faça desse o seu mantra: em caso de desconforto, tire as lentes. Se elas estão lhe causando algum desconforto, se seus olhos estão vermelhos, é melhor ouvir o seu corpo do que sofrer, e, potencialmente, desenvolver uma infecção. Você deve se certificar de que seus olhos estejam bem e confortáveis com as lentes. Seus olhos devem estar claros, a parte branca deve estar visível. Seus olhos não devem ficar vermelhos ou irritados. Se você não está vendo bem, isso é um sinal de que há um problema. Seus olhos devem se sentir bem com as lentes, sem nenhuma dor física ou desconforto. A primeira linha de defesa deve ser a aplicação de lubrificantes oculares próprios para usuários de lentes de contato. Mas se isso não for suficiente, tire as lentes. Inspecione as lentes, certifique-se que não estão rasgadas ou cortadas”, recomenda Sandra Falvo.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ COLOCA SUAS LENTES DE CONTATO DEPOIS DE COLOCAR A SUA MAQUIAGEM.

POR QUE DEVE PARAR? – “Acredite ou não, há uma ordem correta de operações para as pessoas que usam maquiagem e lentes de contato. Para evitar que a maquiagem entre em contato com suas lentes, é preciso colocar as lentes antes de aplicar a maquiagem, e, em seguida, retirá-las antes de remover a maquiagem dos olhos. Também não é recomendável colocar cremes ou loções nas mãos antes de manusear as lentes de contato. Suas mãos devem estar limpas, então, você deve colocar suas lentes em primeiro lugar, antes de manipular qualquer produto de beleza”, diz Meibal Junqueira.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ USA MAQUIAGEM À PROVA D’ÁGUA.

POR QUE DEVE PARAR? – “As usuárias de lentes de contato não devem usar maquiagem à prova d’água, porque se a maquiagem ficar na lente, ela vai se ligar à ela. E como a maquiagem à prova d’água requer um removedor à base de óleo, ele vai lubrificar os olhos e as lentes”, ensina Sandra Falvo.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ USANDO SUAS LENTES DIÁRIAS POR MAIS DE UM DIA, OU SUAS LENTES MENSAIS POR MAIS DE UM MÊS….

POR QUE VOCÊ DEVE PARAR? – “Suas lentes de contato são feitas de plástico, mas elas têm poros para ajudá-las a mantê-las úmidas em seus olhos. No entanto, esses poros podem ficar sujos, acumulando detritos e sujeira nas lentes. Se você usa suas lentes de contato por mais tempo do que o recomendado, você está se preparando para ter alguns dos problemas a seguir: irritação ocular, olho seco, infecção e desconforto geral. O benefício das lentes de uso diário é que com elas não é necessário o uso de solução de limpeza/armazenamento, essas lentes não foram feitas para serem armazenadas, se você faz isso está colocando o seu olho em risco e perdendo o benefício da troca diária”, afirma Meibal Junqueira.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? VOCÊ ESTÁ DORMINDO COM SUAS LENTES DE CONTATO.

POR QUE DEVE PARAR? – “Dormir com as lentes de contato é como dormir com a cabeça em um saco plástico. Isso porque dormir com as lentes limita severamente a transmissão de oxigênio para os olhos. Quando você está acordado, sua córnea recebe o oxigênio do ar e da lágrima. Mas quando você está dormindo, a córnea recebe menos alimento, lubrificação e oxigênio, porque seus olhos estão fechados e você não está piscando. Portanto, quando você coloca um pedaço de plástico sobre a córnea durante a noite, você está privando sua córnea de oxigênio. Isso pode fazer com que sua lente de contato comprima seus olhos, causando fissuras microscópicas na córnea. E se há um microorganismo também no seu olho, pode haver infecção”, alerta Sandra Falvo.

Mesmo sem parceiros, mulheres estão mais dispostas a ter filhos

em Educação e Comportamento/Saúde & Bem-estar por

Medicina Reprodutiva é saída para mulheres que optam por maternidade independente

Muitas mulheres que vão aos consultórios de medicina reprodutiva estão dispostas a ter filhos, com ou sem um parceiro. Isso é o que identifica a Dra. Michele Panzan, médica especialista em reprodução humana da unidade Campinas do Grupo Huntington. “O que ouço de muitas pacientes é que elas podem até não se unir a outra pessoa, mas não deixarão de ter um filho mesmo assim. Para elas, a preocupação e o sonho da maternidade podem estar acima do próprio casamento”, observa.

Certamente a emancipação feminina em meados do século passado levou ao cenário de hoje.

As mulheres estão mais autossuficientes e independentes. Pensam na carreira e deixam para serem mães mais tarde. “Elas podem escolher o parceiro, decidir se querem ou não casar e, mesmo se isso não ocorrer não se sentirão impedidas de buscar um tratamento para ter filhos”, pontua a médica. Algumas chegam aos 40 anos de idade, período biologicamente desfavorável às funções reprodutivas femininas. Nessa situação, ser mãe naturalmente é praticamente impossível.

A maternidade tardia é uma tendência no Brasil e no mundo. Em mulheres com mais de 40 anos cresceu 27% entre 1900 e 2010, segundo o último censo do IBGE. Por sorte, a medicina reprodutiva acompanhou essas transformações e auxilia mulheres, com ou sem maridos, a gerarem os próprios filhos. A Dra. Michele, no entanto, faz um alerta. “As tecnologias não impedem o declínio da fertilidade que se encerra com a falência dos ovários. Mulheres que querem engravidar após os 35 anos, com histórico de menopausa precoce na família e que passaram ou passarão por tratamentos oncológicos, devem ficar atentas para não correrem o risco de não ter mais óvulos próprios”.

As alternativas para a maternidade independente

Congelamento de óvulos: É uma alternativa cabível para, mesmo tardiamente, ter filhos com óvulos próprios. É muito recomendada se exames de dosagem hormonal deflagrarem uma baixa contagem de óvulos.

Doação de óvulos: Mulheres que não possuem os próprios óvulos podem recorrer à doação dessas células. Aquelas que optam pela ovodoação acabam apresentando taxas altas de gravidez, uma vez que essas células vêm de doadoras jovens que podem ser selecionadas de acordo com as características da receptora. Doadora e receptora não se conhecem e as identidades permanecem anônimas por lei.

Doação de espermatozoides: Assim como a doação de óvulos, a receptora pode escolher um doador com as características que achar importantes. Doador e receptora também não poderão saber um da identidade do outro. No Brasil, já existem bancos de óvulos e, eventualmente, a mulher pode recorrer a células de bancos internacionais, em que, geralmente, a quantidade de informações sobre o doador é maior.

A fertilização:

Após os óvulos terem sido descongelados ou os gametas obtidos através de bancos de doadores, a fertilização in vitro (FIV) será o procedimento utilizado para que haja a fecundação das células e elas sejam transferidas ao útero. A FIV pode ser realizada com os próprios óvulos descongelados e os espermatozoides de um parceiro, ou o doado. Também é possível realizá-la com ambos os gametas (masculino e feminino) doados. As taxas de gravidez que acontecem através de óvulos doados e congelados geralmente são altas, por esses tipos de células terem sido preservadas ou recolhidas em idade reprodutiva.

Obrigatoriedade de biblioteca em escolas não é suficiente para incentivar a leitura

em Brasil/The São Paulo Times por

Lei obriga que até 2020, todas as escolas tenham biblioteca.

Como só a lei não é suficiente, professor defende que o hábito da leitura por prazer deva ser incentivado ainda na infância pelo contato físico com o livro.

Liderada pelo Instituto Ecofuturo, a campanha “Eu Quero Minha Biblioteca” busca a efetividade da Lei 12.244/2010, que diz que até 2020 todas as instituições de ensino brasileiras públicas e privadas deverão ter uma biblioteca. A campanha reúne a Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto de Corresponsabilidade pela Educação, Movimento por um Brasil Literário, Instituto Ayrton Senna, Instituto C&A, Rede Marista de Solidariedade e Todos pela Educação.

Até 2011, segundo um levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação, com base no Censo Escolar daquele ano, apenas 33,7% das escolas do país tinham biblioteca. E, segundo outra pesquisa, do Instituto Pró-Livro, 53% dos brasileiros afirmam não ter tempo para ler e 30% não têm interesse ou não gostam de ler.

Para o pedagogo empresarial e professor Marcus Garcia, a relação com o livro deve começar cedo e acontecer em casa e na escola. Segundo ele, para a criança essa relação se constrói e se fortalece também pela cinestesia, isto é, pelo contato físico com o livro. “Ainda na fase pré-alfabética, a associação imediata e decisiva entre leitura e a “magia” do livro é criada por meio da contação de histórias, tendo o professor ou o familiar o livro em mão”, afirma. “A ausência desse contato físico e dessa associação é também responsável pela ínfima quantidade de leitores no Brasil.”

O professor diz ainda que o início do hábito da leitura nos primeiros anos de vida da criança resulta em benefícios à educação e ao desenvolvimento da cognição, raciocínio lógico, interpretação de texto e contexto, capacidade intertextual, fluência na leitura, incremento do vocabulário, capacidade de argumentação, ampliação da capacidade de escrita, entre outros.

Segundo ele, o papel dos pais e da família deve ser estimulado. Os pais podem ser orientados pela escola a fazerem, como “lição de casa”, uma leitura para os filhos de títulos indicados pela escola e também deixar que as crianças escolham outros livros. A dica é persistir nisso até a pré-adolescência e, a partir dos 14 ou 15 anos, quando os adolescentes tendem a buscar uma autonomia que deve ser dada a eles, permitir que façam algumas escolhas sob a supervisão dos pais.

É LEI

Para o professor Marcus Garcia, a necessidade de uma lei para obrigar as escolas a terem bibliotecas representa a total e absoluta inépcia do Estado, ao longo das últimas décadas, em olhar para o que realmente importa na formação de um povo cidadão.

Ele explica que, entre 1946, no pós-guerra, e 1964, o Brasil passou por um período democrático em que, apesar de os governos privilegiarem as instituições democráticas, foi também um período de grande industrialização e a educação não foi uma prioridade. “Com a tomada do poder pelos militares em 1964, a educação foi direcionada para o objetivo de formar cidadãos trabalhadores e não pensadores”, afirma Garcia. Depois de 1988, com a redemocratização, a escola e a educação continuaram a ser relegadas a um nível de prioridade bastante baixo.

Garcia acredita que o que se vê hoje é reflexo dessa conjuntura histórica, ou seja, nada foi feito para que o hábito da leitura fosse estimulado e estabelecido nos cidadãos que trouxeram o Brasil até os dias de hoje e que, basicamente, são as gerações nascidas entre 1950 e 1990.

A realidade é ainda mais profunda que a falta do hábito de ler por prazer. Em janeiro, dados de um relatório da UNESCO deram uma sacudida nos educadores brasileiros: o Brasil tem 13,9% de analfabetos adultos segundo o Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos.

O professor alerta que somente as bibliotecas não resolverão o problema da leitura e da educação: “é um processo lento e que demanda ações de incentivo, promoção e fomento, como: clubes de leitura, contação de histórias, pesquisa orientada, olimpíadas de conhecimento, gincanas culturais, projetos disciplinares e interdisciplinares, entre outras iniciativas”.

De acordo com ele, o Estado e seus operadores executivos e legislativos priorizaram construir prédios de escolas com algumas carteiras e quadros de giz, mas esqueceram que são necessários laboratórios, bibliotecas, professores bem formados, bem pagos e bem orientados. “É preciso uma política pública oriunda de um plano de Estado que pense o cidadão e não as próximas eleições”, declara.

 

Professor Marcus Garcia é integrante do Grupo de Estudos em Inovação Tecnológica (UFPR), é pedagogo, especialista em Gestão do Conhecimento e mestre em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação. Autor de 17 livros nas áreas técnica, motivacional e educacional, entre eles as séries “Educação Profissional” e “A Escola no Século XXI”, é palestrante em desenvolvimento humano e educação.

Fisioterapia

em Coluna por

Gui

Garoto novo na cidade, recém chegado ao time, jovem, boa pinta, metido a não andar com a boleragem. Tirava onda de só sair com a alta sociedade local.

Era dia de folga, passeando pela cidade, fica sabendo de uma festinha universitária. Foi pra casa, deu um trato no Audi A3 1999, passou a “gliça” nos pneus, o gel no cabelo e bora.

Chegou na festa, tentou se aproximar de uma advogada, mas o papo não foi legal  (tumdumtss). Emplacou uma conversa com uma estudante de engenharia, mas depois que ela falou que a matéria preferida dela era cálculo alguma coisa, preferiu sair fora, antes de passar vergonha.

A festa corria solta, já estava mais pro fim do que pro meio, e o nosso jogador quase desistindo de conhecer alguém, quando viu a sua última tentativa.

Se aproximou da garota e:

– E aí tudo bem?

– Tudo.

– Estuda aqui?

– Sim, faço medicina. Mas acho que nunca te vi aqui. E você, faz o que?

– Fisioterapia.

– Onde?

– Aqui ó, no tendão patelar. Mas acho que ainda não vai dar pra jogar nesse fim de semana.

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Guilherme Lemos. Mineiro, marido, dono da Berê, cruzeirense, publicitário e fã de futebol. Mais ou menos nessa ordem. E ainda aprendo a surfar.

Descubra por que a bebida é um dos principais inimigos dos foliões

em Saúde & Bem-estar por

No carnaval muitas pessoas acabam abusando do álcool nos quatro dias de folia, daí começa o perigo. O álcool estimula os sentidos e desliga o comando do cérebro responsável pela crítica, por isso, quem exagera nas doses perde a consciência do que está fazendo, apresenta fala enrolada, lapsos de memória, falta de equilíbrio e de coordenação motora. Além disso, como a crítica alterada, as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou uma gravidez indesejada aumentam com a ingestão excessiva de álcool.

Conversamos com Dr. Leandro Teles, médico neurologista (CRM 124.984), sobre os principais aspectos que envolvem o álcool e seu impacto no sistema nervoso.

1- Todo mundo sabe que o álcool faz mal para o fígado, mas… e para o cérebro?

Sem dúvida nenhuma o álcool em excesso, seja em quantidade, seja na frequência do uso, gera uma série de alterações agudas e crônicas no sistema nervoso como um todo. O cérebro sofre e os nervos periféricos, também. O álcool traz comprometimento agudo e imediato da função de algumas regiões e, com o passar dos anos, gera alterações estruturais irreversíveis podendo levar a demência, neuropatia periférica, entre outros problemas.

2- Porque quando bebemos ficamos confusos e sem coordenação motora?

Após ingerir o álcool esse se difunde rapidamente para o sangue e é distribuído por todo o corpo. O cérebro recebe cerca de 20 % do sangue que sai do coração. O impacto é imediato, o sistema atencional localizado nos lobos frontais é o primeiro a sofrer, ficamos

desatentos, eufóricos, com respostas motoras mais lentas e desajeitadas. A segunda região cerebral a acusar o golpe é o cerebelo, ficamos incoordenados, cambaleantes e com a fala mole. Por fim surge a sonolência que se aprofunda progressivamente. Já não fixamos nada na memória e se não houver muito cuidado a pessoa pode entrar em coma alcoólico com risco de vida.

3- Como o álcool destrói os neurônios e suas conexões?

O álcool age negativamente no sistema nervoso por diversas vias.

Primeiro, há uma toxicidade direta do álcool ao corpo do neurônio e ao seu prolongamento (axônio). O álcool em excesso destrói diretamente células, conexões e redes inteiras. O cérebro que quem bebe demais envelhece precocemente e pode ficar atrofiado. Além do efeito direto, que bebe está mais sujeito a traumas na região da cabeça e a carência de algumas vitaminas fundamentais para o bom funcionamento do cérebro como a vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina), B6 (piridoxina) e principalmente a vitamina B12 (cianocobalamina).

4- Quem bebe com frequência e para de uma vez pode ter problemas neurológicos?

O álcool vicia psíquica e fisicamente. Isso significa dizer que a pessoa necessita cada vez mais da substância para ter tranquilidade e sentir-se próximo do seu normal. Quando um viciado fica sem sua droga surgem sempre sintomas de abstinência: irritabilidade, taquicardia, pressão alta, excitação psíquica, confusão mental e até alucinações. Neste momento é fundamental a intervenção médica para preservar a saúde do paciente e ajudá-la na transição para a cessação do etilismo.

5- Afinal, um pouquinho de vinho tinto faz bem ou mal ao cérebro?

Consumo regular de baixas doses de vinhos esteve relacionado a uma melhora do perfil cardiovascular. O cérebro fica sim mais protegido quando os vasos que o nutrem ficam mais saudáveis. A substância do vinho tinto responsável pelo efeito benéfico é o resveratrol, presente principalmente na casca das uvas tintas. Agora, não podemos esquecer que tem o álcool envolvido na formulação do vinho. Algumas pessoas tem tendência ao abuso, outras doenças clínicas ou mesmo uso de medicamentos que não combinam com a ingestão de álcool. Essas últimas devem sim evitar essa substância. Portanto, a questão do custo versus benefício no uso regular de vinho deve ser avaliada caso a caso.

6- Como o álcool interfere no desempenho sexual?

Há quem acredite que o álcool é um estimulante sexual, mas na verdade a bebida diminui a inibição e atrapalha o sexual. A princípio, a pessoa não vai associar o álcool com a impotência sexual.

7- Qual é a recomendação para os foliões seguir e não ter problemas com as bebidas em meio à festa?

É importante não misturar as bebidas, especialmente à cerveja e vinho com cachaça, vodka e uísque. Essas combinações não fazem bem ao organismo.

Se for beber cerveja, beba um pouco de água no intervalo de uma cerveja e outra para evitar a desidratação. A alimentação também deve ser levada em consideração, jamais beba de estômago vazio, pois o álcool age mais rápido no organismo e aumenta a rapidez da intoxicação.

A dica para aproveitar o carnaval é beber moderadamente e intercalar a bebida alcoólica com água ou suco para evitar a ressaca no dia seguinte.

A poção do clima organizacional

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/Negócios por

O texto “One More Time, How Do You Motivate Employees?” de Frederick Herzberg, publicado em 1968 na Harvard Busines Review, continua sendo, até os dias de hoje, com mais de 1,5 milhões de cópias, um dos mais vendidos pela prestigiosa revista. Herzberg havia proposto sua teoria sobre fatores motivacionais, “The Two Factors Theory” (A Teoria dos  Dois Fatores, no Brasil), em 1959. O sucesso e a perenidade do tema enfatizam sua relevância e complexidade.

A importância das questões atinentes à satisfação no trabalho e consequente engajamento dos funcionários nos compromissos e estratégias das organizações, cresce exponencialmente nos dias de hoje. Identificar, desenvolver e reter talentos passou a ser uma questão de sobrevivência em muitos setores econômicos. A recente aquisição da iniciante Whatsapp pelo Facebook é apenas um exemplo onde o diferencial foram as pessoas, seu comprometimento e iniciativas.

Já a perenidade do tema insinua sua complexidade e dificuldade em ser “resolvido”. A velocidade das mudanças e o surgimento de novos paradigmas tecnológicos, sociais ou econômicos só fazem crescer as variáveis a serem observadas para manter os colaboradores motivados, com os abundantes significados que essa expressão possa ter ou assumir.

É nesse contexto de crescente relevância do fator humano que surge um pequeno notável na cena sempre difícil da motivação/satisfação ou ainda, em uma deferência ao autor citado, mais um importante “fator higiênico”: o café.

Absolutamente consolidado como um hábito no ambiente de trabalho, o café e seu serviço podem ser um esboço do céu ou um rascunho do inferno, sob o ponto de vista do clima organizacional. Os gestores ou encarregados da tarefa sabem do que estou falando.

Detentor de características químicas responsáveis por energizar o  corpo e melhorar o processo mental, os hábitos sociais acrescentaram características ao ato de tomar café tão amplas quanto aproximar as pessoas – “vamos tomar um café” é um gesto de diálogo, e, alternativamente, fazer companhia em momentos de solidão. Detentor de características químicas responsáveis por energizar o corpo e melhorar o processo mental, os hábitos sociais acrescentaram características ao ato de tomar café tão amplas quanto aproximar as pessoas. “Vamos tomar um café” é um gesto de diálogo e, alternativamente, fazer companhia em momentos de solidão. O café aquece a alma. Em tempos de espaços compartilhados, centros de convivência e incentivo à melhora nas relações interpessoais, o café é um veículo sob medida.

Algumas vezes ao dia o discurso interno da empresa, no que diz respeito  à política de recursos humanos e valores, é posto à prova por um produto de R$ 1,50 de gasto diário. Simples assim. Vale a sanha dos “caçadores de custos”? Só vale se o discurso de valorização de pessoal for, realmente, só um discurso. Também, simples assim.

Como em desenho técnico, o local do observador pode mudar o resultado final. Se a prática histórica de tipificar o café como um custo é um fato que tem na média das empresas seu maior argumento, os dias que vivemos poderão transformar essa realidade. Dias de uma afirmação brasileira, moderna, que generosamente junte nossas tradições com nossos dinâmicos setores urbanos e que seja capaz de oferecer ao mundo corporativo um conjunto de práticas e produtos baseados no café, realmente diferenciados. Um café capaz de validar os discursos de sua empresa, para todos os seus públicos.

Longe de um peso, uma nova abordagem ao café nas empresas deve ser visto como uma oportunidade. Qualidade e inovação, beleza e bem-estar, generosidade e foco, todas essas palavras podem ganhar vida em doses diárias. Afinal, vamos tomar um café?

Vitor Bertini é especialista em tomar café e diretor do Lombas, e-commerce especialmente desenvolvido para os amantes da bebida.

Antes de viajar para o Carnaval, veja se precisa trocar os pneus

em Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

Siga nossas orientações:

Na hora da troca do pneu, observe a parte que fica em contato com o solo, que é a banda de rodagem. É onde está o “desenho” do pneu, como os motoristas costumam chamar. Quando o desgaste do “desenho” estiver perto do limite de segurança que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos, o pneu estará próximo de ser considerado “careca” e aí é hora de trocá-lo. Todos os pneus possuem no fundo dos sulcos da banda de rodagem, indicadores de desgaste, que são pequenas saliências com altura de 1,6 mm indicando o seu limite legal de uso. Note-se que os sulcos da banda de rodagem tem a função de drenar a água contida entre a banda de rodagem e a pista em caso de chuva. No verão, quando temos maiores precipitações pluviométricas, a dica é ter pneus com sulcos acima de 1,6 mm. Lembre-se, trafegar em estradas com pneu careca é perigoso, imprudente e, além disso, é considerado uma infração de trânsito.

O balanceamento dos pneus e o alinhamento das rodas do veículo deve ser realizados a cada 10.000 kms rodados, ou ainda quando surgirem vibrações, na troca ou no conserto do pneu, quando o veículo sofrer impactos na suspensão, quando apresentar desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão ou quando o veículo estiver puxando para um lado.

O motorista não deve esquecer de verificar se o estepe está no veículo (tem ocorrido muitos roubos desse pneu de reserva) e deve verificar seu estado . Ele precisa estar em boas condições e pronto para o uso no caso de necessidade de troca.

Antes de comprar pneus novos confira se eles possuem as seguintes indicações claramente gravadas em relevo nas suas laterais: tamanho (medidas) e índices de carga e velocidade conforme indicações do Manual do Proprietário, modelo, estruturas e aplicabilidade.

Ao comprar pneus novos deixe os antigos no revendedor e confirme com ele que serão adequadamente descartados. As indústrias do setor mantêm o maior programa de logística reversa do país, feito pela Reciclanip, para assegurar que pneus inservíveis não causarão passivo ambiental ou de saúde.

Vale lembrar que os pneus são o item mais importante de segurança do veículo. Eles têm a função de suportar as cargas através do ar contido sob pressão, absorver irregularidades do piso, transmitir tração e frenagem para a superfície do piso e mudar ou manter a direção de percurso

Após isso, tenha uma boa viagem!

Michael Sam: coragem na linha de fogo

em The São Paulo Times por

O futebol americano profissional é o mais violento de todos os principais esportes da América do Norte. O campo de futebol pode ser comparado a um coliseu da vida real com os próprios jogadores que ocupam os papéis de gladiadores modernos. Dada a mentalidade guerreira e cultura movida a testosterona que permeia a Liga Nacional de Futebol Americano, o novato jogador defensivo do ano Michael Sam deve ser aplaudido pela coragem que o levou a revelar abertamente sua orientação sexual.

Sam deve ser elogiado por sacrificar seus próprios ganhos monetários por assumir esta posição e por abrir a porta aos outros jogadores gays que jogam na NFL, sem precisar se esconder atrás de uma falsa cortina. O anúncio de Sam é ainda mais louvável porque ele provavelmente vai sofrer algum tipo de efeito por causa do seus tatus.

A cobertura da mídia sobre o anúncio de Sam foi notável (Sam estampou a capa da revista Sports Illustrated) e alguns patrocinadores esperam Sam pisa decidir seu papel como embaixador dos direitos dos homossexuais, ou seja, a verdadeira batalha ainda vai começar.

A NFL afirma que a opção sexual de Sam não deve afetar o estatuto da liga, mas a realidade é outra, pois a equipe no vestiário não consegue ignorar que o atleta goste do mesmo sexo.

O objetivo primordial de qualquer gerente geral é de melhorar sua equipe através do Draft da NFL. Além do conjunto de habilidades e capacidade atlética de um jogador convocado, porém o revelação desse jogador é quase sempre levado em conta perante a equipe – especialmente entre os jogadores selecionados nas rodadas de meio-de-final do campeonato.

Gerentes gerais da NFL, sem dúvida, vão olhar duramente para a reação dos veteranos que confrontarem o companheiro gay dentro do vestiário, mas é inevitável que a mídia faça uma tempestade em cima disso, principalmente na sua estreia.

Vai demorar para um gerente geral ter o tipo de coragem de Sam e tomar uma posição para avaliar apenas seus méritos como jogador – sabendo muito bem que existem princípios fundamentais da humanidade que trunfa vitórias e derrotas na sociedade de hoje – tolerância, respeito e igualdade sendo três dos mais relevantes.

© 2014, IBTimes

Conheça as empresas americanas que usam a maconha nos seus negócios

em Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/Negócios por

Os Estados Unidos segue rumo a descriminalização ou legalização da maconha, tanto para uso médico ou lazer. Dentro dessa realidade, algumas empresas encontraram formas de construir um negócio usando a plana alucinógena que ainda é ilegal em grande parte dos EUA.

A maconha se tornou legal em Washington e Colorado no início do ano, depois que os eleitores desses estados deram o sinal verde em 2012. Já no Alaska, os eleitores poderão votar em agosto para decidir se o estado vai ser o terceiro do país a parar de proibir o uso recreativo da maconha. Uma pesquisa divulgada pela Universidade  Quinnipiac, mostrou com uma margem confortável de 18 pontos percentuais, onde sugere que os moradores de Nova York, famoso por ser um estado com rígidas leis de drogas, aprove a legalização de pequenas quantidades de maconha para uso pessoal

É difícil estabelecer as estimativas de valores com a legalização da maconha nos Estados Unidos, até porque, o preço atual da planta é artificialmente elevado, afinal, tratar uma substância ilegal é um risco significativo para os negociantes do mercado negro e seus compradores. Um relatório em 2011, baseado no crescimento de novos mercados, estima-se que o valor da maconha medicinal só iria crescer de US$ 1.7 bilhão para aproximadamente US$ 9 bilhões em 2016.

Conheça algumas empresas que começaram a se posicionar para lucrar com  a planta alucinógena:

PETROTECH Oil and Gas Inc. – Com sede em Nevada Henderson, criou uma subsidiária no Colorado e Washington chamado LP.US Management Group Inc. e estabeleceu acordos com os produtores para entregar as suas mercadorias ao mercado. PETROTECH afirma que já tem acordo com cinco produtores não identificados nesses estados. O site da empresa tem planos em criar linhagens da marca, fazendo comestíveis à base de maconha, óleos de hash butano e loções para o corpo.

Hemp, Inc. – A empresa é especializada em produtos à base de cânhamo, fibras duras do caule da maconha, popular entre muitos ambientalistas que vêem como uma alternativa natural para fibras à base de petróleo.

A Industrial and Medical Marijuana Consulting Company, Inc., subsidiária da Hemp Inc. anunciou um acordo com Webxu, Inc., empresa de mídia digital com desenvolvimento em e-commerce, com sede em Los Angeles, que vai ajudar a expandir a página na web da empresa Hemp e levar a maconha medicinal para as indústrias. No início do ano, a Hemp Inc. e Dewmar Internacional BMC, Inc. concordaram em vender comestíveis à base de cânhamo para todos os 50 estados.

Nuvilex, Inc. – Empresa de biotecnologia com sede em Maryland Silver Springs, está envolvida principalmente com pesquisa e desenvolvimento de tratamentos de pâncreas e câncer de mama, mas está se movendo para se tornar um aliado da maconha medicinal. Em dezembro, a empresa contratou Mark L. Rabe, um médico e especialista em usos medicinais usando a cannabis, para desenvolver um cargo na empresa com foco na maconha medicinal, que é freqüentemente prescrito como tratamento para náusea induzida por quimioterapia.

GW Pharmaceuticals PLC – Empresa biofarmacêutica sediada no Reino Unido Salisbury, especializada em medicamentos de prescrição baseada em cannabis. Em janeiro, a empresa assinou um acordo com a farmacêutica francesa Ipsen SA para fornecer Sativex, um extrato de cannabis que é usado para tratar espasmos causados ​​pela esclerose múltipla, na América Central e América do Sul .

Combustíveis alternativos Americas, Inc. – Empresa de biocombustível com base em Hollywood, Flórida, anunciou no início deste ano a Marijuana Holdings Americas , Inc. “Servir de veículo para a entrada no setor de maconha legal”. A companhia está buscando licenciamento para o cultivo e a venda de maconha para fins recreativos e medicinais e diz que pretende possuir estufas e lojas de varejo.

© 2014, IBTimes

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