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Cientistas desenvolvem peixe robô inspirado no peixe elétrico encontrado na Amazônia

em Tecnologia e Ciência por

O KNIFEFISH elétrico, peixe fantasma normalmente encontrado na bacia amazónica, inspirou cientistas da Universidade de Northwestern a desenvolver um peixe robótico capaz de realizar uma série de tarefas, incluindo a investigação de navios afundados, reparação nas plataformas de petróleo danificadas, e pesquisar frágeis recifes de corais.

A equipe de desenvolvimento do peixe robótico foi liderada por Malcolm MacIver, um professor de mecânica e de engenharia biomédica da McCormick, Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas. Ele estudou o KNIFEFISH por mais de duas décadas, colocando sua experiência em robótica e biologia para trabalhar como consultor em vários filmes de ficção científica, como Tron: O Legado e O Exterminador do Futuro.

As inovações tecnológicas na área da robótica já ajudaram os cientistas a projetarem animais marinhos robóticos no passao. Por exemplo, eles fizeram um peixe robótico capaz de monitorar poluentes na água, imitando o estilo que os peixes navegam e trabalham em conjunto, reduzindo assim o tempo de tarefas, que antes duravam semanas e hoje levam apenas alguns segundos. No entanto, MacIver admite que a atual tecnologia subaquática ainda não está suficientemente avançada.

“Os atuais veículos submarinos são grandes e sem agilidade, o que significa que trabalhar perto de estruturas vivas ou criadas pelo homem é quase impossível”, disse ele em um comunicado à imprensa. “Aprendemos muitas lições com o KNIFEFISH sobre o movimento e detecção não-visual, e a partir disso, desenvolvemos novas tecnologias que devem melhorar os submarinos”.

Várias características do KNIFEFISH inspiraram os cientistas. Seus sistemas de movimento e sensores estão intimamente integrados. Porque eles são fracamente elétricos, têm a capacidade de sentir as coisas ao seu redor através de um campo elétrico auto-gerado. Os peixes também podem nadar em diferentes direções – para trás, para a frente, horizontal e vertical – com a ajuda de uma barbatana na parte de baixo.

MacIver e sua equipe já criaram vários robôs que imitam o KNIFEFISH em laboratórios de Neurociências e Robótica de Northwestern. Atualmente, eles estão trabalhando para obter uma melhor visão sobre o papel do seu sistema nervoso, desempenho no acesso a informação e geração de movimentos. A pesquisa, provavelmente, pode resultar no desenvolvimento de um veículo tecnologicamente superior, capaz de navegar debaixo d’água em complexas geometrias 3D, mesmo em águas turvas – onde os submarinos atuais não possuem esses recursos.

 

© 2014, iScience Times

Pilates faz bem para quem sofre de Alzheimer

em Saúde & Bem-estar por

Pilates é excelente para quem sofre do mal de Alzheimer, ajuda na coordenação motora, fortalecimento dos músculos e ativação da memória por repetição.

Muitas pessoas desconhecem os benefícios do Pilates para quem sofre deste mal. Colocar o corpo em ação é positivo não só para os pacientes, mas para toda a família.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa incurável, hoje, felizmente existem muitos tratamentos que podem ser aplicados para a melhora dos sintomas ou mesmo retardar alguns deles, como é o caso do Pilates, os exercícios ajudam e muito os portadores deste mal.

Normalmente a doença atinge não só o cérebro, mas também a parte muscular, trazendo rigidez aos músculos causando a perda das coordenações motoras finas e grossas. “O Pilates por ser um exercício sem impacto, trabalha os idosos com esse mal e melhora a musculatura, já que se trabalha o alongamento e o fortalecimento dos músculos”, explica Priscila Guimarães, proprietária do espaço Santo Corpo em São Paulo.

Na parte mental, o Pilates alcança o desenvolvimento da memória através das repetições dos exercícios, respiração e concentração na atividade.

A doença é dolorosa para todos os envolvidos. “A família adoece junto com o ente querido”. Priscila propõe que todos os envolvidos façam pilates porque infelizmente essa doença traz a perda da memória. “Seria interessante que a família pudesse estar junto com o idoso para acompanhar o trabalho realizado e fazer parte das atividades de forma mais presente. É emocionante, a família poder ver de perto a evolução no alongamento e fortalecimento dos músculos no trabalho com o Core (centro de força) e coordenação motora. O desenvolvimento é um processo contínuo”, conclui a empresária.

Ex-chefe do serviço de espionagem de Israel analisa a situação do país

em Mundo/News & Trends/Política por

Ehfraim Halevy, ex-chefe do Mossad – o serviço secreto do governo de Israel -, disse que esperava por mim do lado de fora da cafeteria da Universidade de Tel Aviv, vestindo uma jaqueta “azul de combate”. Eu não tinha certeza do que isso significava, até que cheguei ao café e avistei um homem idoso com cabelo grisalho, falando ao celular. O ex-chefe do serviço de espionagem de Israel vestia uma versão civil do tipo de jaqueta que o general Eisenhower usava às vésperas da invasão da Normandia, em junho de 1944.

Uma jaqueta de combate é um traje inteiramente apropriado para Israel, um país perpetuamente em guerra em um grau ou outro. Israel existe em uma “vizinhança ruim”, como se costuma dizer. Segundo fontes militares israelenses, o Hezbollah tem 100 mil foguetes armazenados a apenas 125 quilômetros da rodovia, no sul do Líbano. A Síria, infiltrada pela Al- Qaeda, fica a três horas ao norte de Tel Aviv. A jihad islâmica se infiltrou no Sinai, a poucas horas do Sul e depois, claro, existe o Irã – a alguns minutos do míssil balístico – e seu programa nuclear nascente.

Halevy, de 79 anos, desligou o telefone e me cumprimentou com impaciência e um sotaque britânico, o vestígio de uma infância em Londres. Ele me levou para a cafeteria, o “seu escritório”, de acordo com o historiador israelense Yossi Melman.

O restaurante era barulhento com alunos e professores, aparentemente alheio à interminável crise existencial de Israel. “Somos uma vila serena em um zoológico”, disse Halevy.

Mas Halevy teve uma série de contatos informais com os iranianos nos últimos anos e chegou a pensar que eles eram pessoas com as quais Israel poderia lidar.

“Seja lá o que eles disserem, os iranianos estão morrendo de medo dos israelenses e escondem seu medo por trás de uma falsa coragem”. Ainda mais nos Estados Unidos, Halevy acrescentou.

Halevy disse que brincou com os iranianos, os quais ele não quis identificar, sobre sucesso deles nas negociações. “Eles sentem que estão em um precipício”, explicou Halevy. “Um passo em falso e eles vão cair em um barranco, rolando em cima das rochas.”

O mesmo pode ser dito de Israel. Para toda a conversa de uma “ameaça existencial” de mísseis do Irã ou do Hezbollah, a falta de um acordo com os palestinos paira sobre todo o resto.

Mesmo Ephraim Sneh, um ex-comandante paramilitar e ex-vice-ministro da Defesa, que já atuou como administrador civil da Cisjordânia, diz que Israel não pode sobreviver sem um acordo com os palestinos. “Se você quiser que outras nações fiquem com você contra o Irã, não pode negar o direito do povo palestino de ter um Estado próprio”.

“As questões mais importantes para o partido de Bibi –  Binyamin  Netanyahu, presidente do partido político Likud – são os assentamentos na Cisjordânia”, finaliza Sneh.

© 2014, Newsweek.

Líder da Venezuela quer ter uma conversa séria com Obama

em Mundo/Política/The São Paulo Times por

Líder venezuelano Nicolas Maduro, convidou o presidente dos EUA Barack Obama para uma conversa destinada a resolver os problemas entre os dois países.

Sr. Maduro disse que a reunião iria ajudar a “colocar a verdade sobre a mesa”.

Ele acusou os conservadores norte-americanos e veículos de mídia de conspirar para derrubar o seu governo.

Ontem, sexta-feira, 21.02.14, a Venezuela revogou as credenciais de jornalistas da CNN  que cobriam a crise do país . Oito pessoas morreram nos últimos protestos.

Na coletiva de imprensa, o Sr. Maduro disse: “Eu quero um diálogo entre a Venezuela e o governos dos Estados Unidos. “Vamos ter uma conversa de alto nível e colocar a verdade sobre a mesa.”

“O diálogo será difícil e complexo, afirmou o Sr. Maduro, até que o governo americano aceite a plena autonomia e independência da América Latina” .

No domingo, a Venezuela expulsou três diplomatas norte-americanos acusados ​​de atender grupos violentos ligados à oposição.

“A propaganda da guerra”

No início, a Venezuela revogou a credencial do repórter da CNN com sede em Caracas, Osmary Hernandez, e os outros dois jornalistas da CNN enviados à Venezuela para cobrir as manifestações.

O governo diz que os protestos são parte de uma tentativa de golpe.

Na quinta-feira, 20.02.14, o Sr. Maduro ameaçou “tomar medidas” contra a CNN, a qual o presidente da Venezuela descreveu como “cobertura hostil”. “Eu não vou aceitar que façam uma propaganda de guerra contra a Venezuela”, disse ele .

Patricia Janiot, jornalista da CNN que teve sua autorização de trabalho revogada, disse ter sido assediada por autoridades venezuelanas ao deixar o país.

Em um comunicado, a rede CNN disse que ainda estava negociando com as autoridades vezuenals.

“Esperamos que o governo reconsidere sua decisão. Enquanto isso, vamos continuar a cobertura de eventos na Venezuela de uma maneira justa, precisa e equilibrada”, dizia o comunicado.

Um aliado próximo do falecido presidente, Hugo Chávez, Sr. Maduro foi eleito por uma margem estreita em abril de 2013.

Divisões políticas se aprofundaram desde a eleição, e a economia tomou uma recessão.

Henrique Capriles, que foi derrotado na eleição presidencial do ano passado, e outros líderes da oposição, pediram que as pessoas fossem às ruas hoje, sábado, “marchar contra a violência”.

© 2014, BBC World News

Pesquisa revela o comportamento dos brasileiros no mundo digital

em Brasil/Educação e Comportamento/Tecnologia e Ciência por

EGM Online revela que 85% dos brasileiros possuem computador pessoal; 52% smartphone, 31% videogame e 27% tablet. O Google é o principal buscador e o Facebook a principal rede social.

 Para compreender como as tecnologias estão presentes na vida dos brasileiros, a IPSOS MEDIACT – área especializada em mídia, conteúdo e tecnologia da Ipsos – acaba de lançar um exclusivo estudo quantitativo online, o EGM ONLINE.

Essa pesquisa tem como objetivo aprofundar e acompanhar o consumo e o comportamento do brasileiro em relação ao mundo digital, especificamente ao que diz respeito à conexão de rede. O levantamento foi realizado com 637 pessoas entre homens e mulheres, acima dos 15 anos, pertencentes às classes ABC, economicamente ativos e que fossem usuários de internet.

Como resultado, a Ipsos identificou que 85% das pessoas possuem computador pessoal, 91% têm acesso em casa e 87% acessam a internet todos os dias. Além disso, 52% possuem smartphone, 31% videogame, 27% tablet e 24% TV internet.

Ao serem questionados sobre as atividades que desenvolveram nos últimos três meses, 75% respondeu que enviaram e-mails, 73% visitaram redes sociais como Facebook, Orkut, MySpace e Linkedin, 71% usaram serviço de busca, 66% assistiram vídeos musicais e 62% escutaram músicas. Com isso, pode-se afirmar que 92% das pessoas que utilizaram internet foram para comunicar, 91% para entreter e outras 85% para informar.

“Com este estudo conseguimos identificar o que tanto chama a atenção das pessoas na internet. As redes sociais fazem parte da vida dos brasileiros, eles se comunicam e se divertem nesta mesma ferramenta. É importante que as empresas estejam atentas a este tipo de canal”, afirma Diego Oliveira, diretor de contas da Ipsos Media CT.

Os brasileiros que utilizam a internet para comprar ou utilizar os sites de internet banking estão em um grupo mais restrito, ou seja, apenas 38% usam os sites de seus respectivos bancos, enquanto 25% compram ou vendem em sites como Ebay, Mercado Livre e outros 19% organizam os preparativos para viagens, dentre eles comprar passagem, reservar hotel e aluguel de carros.

O Google foi reconhecido como o principal buscador com 98% dos acessos, o Facebook é a principal rede social com 91% e o Youtube como principal site para ouvir música. Apesar de parecer extinto, 47% das pessoas ainda acessam o Orkut, 25% o Linkedin, 26% o Instagram e 21% visitam outras redes como Twitter, Google+, Skype, Badoo e outras.

Dentre os principais aplicativos baixados em smartphones as redes sociais disparam com 82%, seguido de games com 67%, GPS, direções e mapas com 56% e livros e e-Readers com 33%.

Com isso, o perfil da amostra ficou da seguinte forma: 52% das pessoas entrevistadas foram mulheres e 48% homens. 50% moram na região Sudeste, 26% no Norte/Nordeste, 16% do Sul e 8% do Centro-Oeste. Com relação a idade 33% tem entre 25 e 34 anos, 22% de 19 a 24 anos, 20% de 15 a 18 anos, 18% de 35 a 44 anos e 6% com 45 anos ou mais. 76% destas pessoas estão empregadas, 21% trabalham fora por conta própria e 3% são donos de seu próprio negócio.

OUTROS DADOS INTERESSANTES DA PESQUISA:

– 53% das pessoas assistem conteúdos ao vivo como, por exemplo, esportes, concertos, etc;

– 67% acessam a internet enquanto assistem TV. Destas que assistem TV 86% enviam e-mail, 67% enviam mensagens em chat com amigos ou familiares, 35% fazem atividades online para o trabalho ou colégio;

– 90% visitaram sites de mídia na última semana. 68% acessaram sites de jornais, 65% de televisão, 41% de revista, 29% de cinema e 24% em sites de rádios.

Crocodilo: o predador que sobe até em árvores

em Mundo/The São Paulo Times por

Crocodilos podem ser assustadores, mas pelo menos eles não ficam em cima de árvores esperando suas vítimas passarem para atacar, certo? Errado!

Você provavelmente não vai ver uma árvore cheia de crocodilos adultos, porém é possível encontrar os mais jovens pendurados em galhos, de acordo com os estudos feito pelo pesquisador Vladimir Dinets da Universidade do Tennessee – Knoxville, com seus colegas da Universidade Charles Darwin, Austrália.

Antigamente, os cientistas afirmavam que os crocodilos não eram arbóreos (que pertence à árvore), apesar de muitos moradores relatarem histórias de crocodilos escalando árvores. Só que agora, Dinets e seus colegas têm fotos de crocodilos tomando sol nos galhos de árvores em três continentes diferentes.

Na América do Norte, a equipe chegou a ver crocodilos de até 1 metro de comprimento descansando sobre os galhos baixos de árvores de um mangue durante o dia.

” Todos os crocodilos vistos em árvores foram extremamente cuidadosos, e pularam ou caíram na água quando o observador se aproximou, mesmo estando a mais de 10 metros de distância”, disse Dinets e seus colegas.

“Essa timidez pode explicar por que o comportamento arvorismo dos crocodilos permanece praticamente desconhecido, apesar de ser relativamente comum.”

Na Austrália, os membros da equipe observaram crocodilos de água doce tentando subir árvores com até 1,8 m  de altura. Os crocodilos jovens também foram vistos em árvores durante o dia e a noite.

“As observações mais frequentes foram em áreas onde havia poucos lugares para se aquecer no chão, o que demonstra o quanto as pessoas precisavam de alternativas para regular sua temperatura corporal”, disseram os autores em um comunicado. “Da mesma forma, sua natureza cautelosa sugere que a escalada leva a melhoria da vigilância local de potenciais ameaças e também para capturar novas presas.”

Apesar do crocodilo não ter um corpo adaptável para escalar qualquer coisa, o predador consegue subir os galhos com certa facilidade, o que demonstra uma agilidade surpreendente.

“Estes resultados devem ser levados em conta pelos paleontólogos, que estudam as mudanças em fósseis de repteis e seus comportamentos”, disse Dinets em um comunicado. “Isto é especialmente precioso para quem pretende manter a sobrevivência das espécies de crocodilos que estão entrando em extinção.

© 2014, IBTimes

O que é o racismo científico?

em The São Paulo Times por

O uso de informações genéticas sobre pessoas e grupos pedirá trazer o ressurgimento do racismo científico, alertou Nina Jablonski, distinta professora de Antropologia na Universidade Penn State, na reunião anual da Associação Americana ao Avanço da Ciência, em Chicago. “Qualquer sistema de crença que busca separar as pessoas com base na herança genética ou diferentes características físicas ou intelectuais é simplesmente inadmissível na sociedade humana”, disse Jablonski .

O que preocupa Jablonski é o uso de características genéticas para descrever e desenvolver intervenções específicas para cada grupo, em especial, a eventual aplicação da genética para criar abordagens peculiares à educação. A ideia de que a composição genética determina como os indivíduos e grupos diferentes devem aprender, pode levar educadores a cometerem racismo, disse ela.

Jablonski teme o ressurgimento de ideias eugênicas (apropriado para a produção de boa prole, que visa o melhoramento da raça) que existiu no início do século 20, associada ao nazismo. Se os geneticistas não forem cuidadosos, o racismo científico pode voltar a assombrar o século 21, advertiu Jablonski em um comunicado à imprensa. “A aplicação de intervenções baseadas em genômica, potencialmente benéfica, não pode ser feito em uma base racial”, disse ela.

Dos 3,2 milhões de pares das bases do genoma (conjunto completo de cromossomos derivado de um dos genitores) de cada novo bebê, muitas mutações surgirão – geralmente o número aceito é de 100 mutações, embora algumas pesquisas recentes têm instigado um debate entre os geneticistas. Independentemente disso, porque cada geração tem sua própria combinação única de mutações de seus próprios indivíduos, eles podem servir como marcadores ou “farinha do mesmo saco”, como o Dr. Spencer Wells, Diretor do Projeto Genográfico da National Geographic, os chama.

Até o momento, mais de 650.000 pessoas em 130 países já forneceram a sua informação genética ao projeto da National Geographic. O material genético dos cotonetes de alunos foram analisados ​​por uma tecnologia chamada SNP (polimorfismo de nucleotídeo único), onde os chips do computador de sondagem identifica 150 mil mutações diferentes.

“Neste momento, nós ainda estamos no processo de coleta de dados”, disse o Dr. Wells ao Science Times. “Nós estamos tentando conseguir mais provas, e como coletar dados de mais pessoas, assim podemos colocar seus dados em nossa base de referência. Os alunos serão capazes de recolher a sua composição racial, bem como a sua herança Neanderthal. Eu não acho que a quantidade genética Neanderthal de uma pessoa não diz se ela é mais ou menos primitiva”, disse Wells. “É apenas parte do genoma humano”.

© 2014, iScience

Planos alternativos de carreira: é hora de partir para um negócio próprio?

em Negócios por

Atire a primeira pedra quem nunca pensou em largar a vida corporativa e ser dono do próprio nariz. Horários inflexíveis, relatórios sem sentido, chefes intolerantes, tarefas repetitivas, clientes intransigentes, viagens, colegas mal humorados, reuniões intermináveis e funcionários que só fazem reclamar são parte da extenuante rotina, existente desde os tempos de Adan Smith, defensor dos benefícios da divisão do trabalho. De uma maneira menos robotizada e com supervisão mais branda, a verdade é que continuamos a vender nossa mão de obra por pelo menos oito horas diárias, tal qual Charles Chaplin em Tempos Modernos.

A certeza do salário no final do mês, as férias remuneradas, o fundo de garantia, o plano de previdência, os bônus e as participações nos lucros, o plano médico e odontológico, o carro da empresa, a gasolina paga, a previdência complementar, o reembolso educação, o vale alimentação, a cesta básica, a licença maternidade e as demais regalias costumam pesar bastante, pendendo a balança para o lado original. Resignados, engolimos mais um sapo para a nossa coleção, sublimando nossa insatisfação até que o próximo ataque de inconformismo apareça.

Para completar a equação desfavorável, já se foi o tempo em que um profissional costumava passar a vida inteira em uma empresa. A maior competição trouxe a necessidade de reduzir custos, o que atrelada à menor lealdade de lado a lado fez com que executivos maduros e qualificados disponíveis no mercado se tornassem lugar comum. Sem ofertas de trabalho adequadas ao seu perfil, acabam partindo para o plano B sem preparação prévia, num momento em que suas finanças e mente encontram-se fragilizadas.

Uma saída para esta armadilha está no planejamento de carreiras alternativas, investindo parte de sua renda e tempo disponível em um novo negócio ou profissão enquanto ainda se está na ativa, construindo redes de proteção para a aposentadoria ou eventuais cortes de pessoal, além é claro da satisfação em conduzir um outro empreendimento. Para ilustrá-la, trago a experiência de Steve Jobs e do escritor Chris Guillebeau, autor da A startup de $ 100, cujo livro traz histórias inspiradoras de gente que fez esta transição. Vejamos algumas dicas.

CONVERGÊNCIA: é a intersecção entre algo que você gosta de fazer ou é bom fazendo (de preferência os dois) e algo pelo qual as pessoas também se interessam ou estão dispostas a pagar. Um colecionador de soldadinhos de chumbo talvez não tenha um grande mercado. Enologia, gastronomia, trabalhos artesanais, jardinagem, esportes radicais e viagens por outro lado, costumam despertar o interesse de bastante gente. Quando a paixão ou a habilidade se encontram com a utilidade e uma proposta de valor atraente, há chances de um negócio interessante surgir.

TRANSFORMAÇÃO DE HABILIDADES: diversos projetos começam com o uso de habilidades relacionadas. Para elucidá-la, pensemos em um professor. Em geral são bons não apenas lecionando, mas também em áreas como comunicação adaptabilidade e controle de pessoas, as quais podem ser utilizadas para abrir um negócio. Pense em você agora. Quantas vezes não ouviu ou disse para outra pessoa que era hábil em determinada atividade, mesmo sem exercê-la? Há ex-jogadores que se deram bem como treinadores, outros como comentaristas.

JUNTAR OS PONTOS: a preocupação com planos alternativos de carreira costuma chegar com os cabelos brancos, quando decepções, frustrações, desafios e vitórias compõem o que chamamos de experiências passadas. Steve Jobs relatou de maneira perfeita este sentimento em seu famoso discurso proferido aos formandos de Stanford: “Você não consegue ligar os pontos olhando para a frente, só consegue ligá-los olhando para trás. Desta forma, há que confiar que os pontos se ligarão algum dia no futuro”. Apesar disso, planejamento e objetivos claros não atrapalham.

Enfim, convergência mais transformação de habilidades mais juntar os pontos, costumam ser sinônimo de sucesso para iniciar um plano alternativo de carreira. Pare, pense e faça um inventário de suas habilidades, vocações e hobbies, assim como se desejaria torná-la uma profissão no futuro. Com relação a viabilidade, identifique eventuais lacunas no mercado que ainda não estão cobertas, como especialista no tema creio que não será difícil. Faça entrevistas com futuros clientes, converse com especialistas e parta para a ação.

Cabe a você abrir mão de sua comodidade e zona de conforto, dedicando um pouco de seu tempo para construir seu futuro. Só não vale dizer que não sabia.

Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.

The Girl/Friend Blues

em Coluna por
TimErnani

The Girl/Friend Blues

Você tem uma amiga, ela é legal pra caramba, você é legal pra caramba, você tá sozinho há um tempo, ela tá sozinha há um tempo, vocês saem, se divertem juntos, a conversa flui, trocam confidências, ela é interessante, gostosa, tem um sorriso lindo e aí, quando você menos espera você tá olhando pra ela com outros olhos, e acha que pode rolar um algo a mais.
Se isso acontecer, meu amigo, aprenda a sorrir.
Urgentemente.
Porque se não rolar – e as chances são grandes – você vai precisar.
Miríades de homens sucumbem ao poder das amigas, é de dar pena a ressaca moral no dia seguinte, a boca com aquele gosto de fiz merda que fica, o pensamento lá ainda confuso entre o “porra, porque não?” e a resposta cortante “porque nós somos amigos”, certeira como uma cruzado do Ali.
O lance é que as chances de dar merda são bem grandes. Pensa bem: em tempos de redes sociais, inbox, WhatsApp a mulherada é mais cantada do que nunca, fora a rua, a feira, a construção, o açougue. As mulheres recebem milhares de cantadas por dia, das mais legais às mais chulas e, caso ela queira, é uma mera questão de escolha. Mas em você ela confia, você é o amigo do sexo oposto com o qual ela pode se abrir sem que olhos gulosos recaiam sobre ela, e no momento que seus olhos gulosos recaem sobre ela, babau: você se tornou mais um, igual a qualquer um, igual a qualquer outro. A diferença é que a decepção é maior, porque com qualquer outro ela nem se importava tanto, mas com você… putz.
E quando ela se afastar sem muitas satisfações, for vaga, monossilábica, não ouse culpar a moça pelo fim da amizade, com o argumento raso de que “poxa, afinal não éramos tão amigos, né? Se a amizade acabou tão fácil…” Não. Não vem com essa não porque você sabe, e eu sei, que todos nós temos ali aquela amiga que também te olhou diferente, aquela fucking friend que sucumbiu, que também ficou a fim de você, e que usou as mesmas armas e a mesma lógica que você pra te conquistar, e da qual você também se afastou lentamente, seja lá quais foram os seus motivos.
Você também está na outra ponta da verdade que você criou pra usar a seu favor.
Se envolver com, e se deixar envolver por uma amiga é foda.
Mas a gente vai. A gente acredita, a gente acha que pode dar certo, acredita que nossa lógica seja inquebrantável, nos armamos de todos os argumentos desde os mais sofisticados até o mais ralé dos xavecos, e a gente vai. E a gente até consegue, ora veja você! Ali num momento de carência dela ou dos dois, de incerteza, de bebedeira, a gente até consegue um beijo, uns amassos, uma trepada, a gente consegue.
Se rolar de boa, bão demais.
Mas se o que rolar for negação e constrangimento, quando vocês se encontrarem no dia seguinte, siga aquele bom conselho que eu te dei de graça: sorria.
Aprenda a sorrir descaradamente, desavergonhadamente, cinicamente, sorria como se nada tivesse acontecido, como se fosse mais um encontro casual, sorria como se você estivesse de boa, como se você não mais acreditasse que daria certo, sorria um sorriso bobo, burro, sorria um pedido vacilante de desculpa e sorria quando ela balançar a cabeça dizendo que tá tudo bem, sorria com medo de que ela se afaste, sorria tentando se enganar de que uma amizade vale mais.
Sorria como se não fosse verdade que seria bom, bom pra caramba.
Sorria.
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Tim Ernani é diretor de arte, é pai e é filho, e é empreendedor. E mora em São Paulo. E gostaria de ser mais coisas, mas é só isso mesmo.

Eleições no Afeganistão e o futuro do país

em Mundo/Política/The São Paulo Times por

As eleições presidenciais afegãs em abril de 2014 é uma das decisões políticas mais importantes do Afeganistão desde a derrubada do Talibã, há 12 anos. Muitos especialistas duvidam que um país atormentado por extensa corrupção política, problemas na segurança e pelo comércio de ópio prosperará, especialmente após as falhas dos dois últimos processos eleitorais.

A eleição significa muito mais para o Afeganistão do que simplesmente uma escolha de um novo presidente. Significa, sobretudo, que o país pode ter a primeira transferência pacífica e democrática do poder em sua história moderna, no ano em que a Força Internacional de Assistência à Segurança do Afeganistão (ISAF) liderada pelos Estados Unidos, sairá do território.

O atual presidente, Hamid Karzai, foi nomeado pela primeira vez por uma assembleia nacional em 2001 como líder interino e, em seguida, ganhou duas eleições. De acordo com a Constituição do Afeganistão, ele está impedido de concorrer a um terceiro mandato.

“A eleição presidencial deste ano pode proporcionar uma oportunidade fundamental para a renovação da legitimidade. Um impulso na confiança e um começo para corrigir a governança ineficaz e corrupta que caracteriza o Afeganistão”, diz Vanda Felbab -Brown, pesquisadora sênior do programa de política internacional do Brookings Intitutions.

Um segundo turno subsequente foi cancelado como o adversário de Karzai, Abdullah Abdullah (o pioneiro na eleição deste ano), retirou sua candidatura, pois disse que resultaria em uma fraude generalizada, de acordo com Brown.

A presidência de Karzai também é marcada por vários escândalos de corrupção, uma das quais incluem seu meio-irmão Ahmed Wali Karzai, suspeito de tráfico de heroína, de acordo com as autoridades norte-americanas. Ahmed negou as acusações.

Um estudo feito em 2012 revelou que a população afegã considerava a corrupção, a insegurança e o desemprego como os principais desafios

Outro desafio que o Afeganistão enfrenta é o crescente comércio da papoula do ópio, que atingiu um recorde em 2013, quando uma pesquisa revelou que o cultivo da substância ocupa 209 mil hectares. O ópio é considerado a fonte de rendimento mais importante e sustenta muitas famílias nas áreas rurais. Hoje ele representa cerca de quatro por cento do PIB do Afeganistão. Mas também alimenta conflitos e enfraquece a governança, proporcionando renda aos rebeldes.

A eleição e o processo de transferência de poder são vistos como indicadores de um futuro bem-sucedido do Afeganistão, depois da coalizão liderada pelos Estados Unidos.

Mas a retirada da Força Internacional de Assistência pode deixar um vácuo econômico, político e de segurança, fazendo com que o Afeganistão corra o risco de se tornar um Estado falido. Após a saída das tropas, a economia do país pode cair em 10 por cento, de acordo com o Banco Mundial.

A economia do Afeganistão depende em grande parte da ajuda internacional, bem como a presença das forças de coalizão no país, o que gera demanda por bens e serviços.

De 2010 para 2011, a assistência civil e de segurança representava o equivalente a 98 por cento do PIB do Afeganistão. Após a transição presidencial, o Afeganistão terá que contar ainda mais com a geração de receitas internas para satisfazer as necessidades orçamentais.

A questão agora é: quem vai conduzir o Afeganistão a um futuro incerto? As eleições deste ano contarão com 11 candidatos – desde tecnocratas educados no Ocidente até ex-comandantes militares com histórias sangrentas.

© 2014, IBTimes

Rede de farmácias dos EUA proíbe a venda de produtos tabagistas

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

A CVS Caremark Corporation – uma grande rede de farmácias norte-americana – anunciou que irá suspender a venda de cigarros e outros produtos derivados do tabaco em todas as suas 7.600 unidades em outubro deste ano. Ao mudar a opinião pública sobre o tabagismo, a iniciativa da CVS alinha-se com o Obamacare e torna este movimento de negócios em uma sábia investida.

“A farmácia é, antes de tudo, uma invenção americana”, diz Greg Higby, diretor-executivo do Instituto Americano de História da Farmácia.

As primeiras farmácias norte-americanas – chamadas de boticários na época – foram criadas no período colonial e tornaram-se populares nas grandes cidades no século 17. As lojas vendiam produtos normais, como medicamentos para tratar a tosse, dores e várias doenças que podiam ser tratadas em casa.

Na década de 1850, a fonte de refrigerante surgiu como um meio para entregar o medicamento de forma mais eficaz. As drogarias ganharam mais destaque quando começaram a misturar os medicamentos amargos, com aromas açucarados e água com gás, para torná-los mais saborosos.

O verdadeiro crescimento no negócio de drogarias veio durante a Lei Seca, em 1920 – e foi nesta época que toda a ideia de como deveria ser uma farmácia mudou. “É quando você começa a vê-las produzindo bebidas e refrigerantes sem remédio”, diz Liz Sherman, diretor do Museu da Farmácia de New Orleans. Na época, algumas aplicações medicinais do tabaco foram aceitas – incluindo a substância, ironicamente, para o tratamento da asma.

“Durante a maior parte da história norte-americana, o material atrás da loja – as drogas de verdade – sempre foi uma parte muito pequena do negócio”, diz Higby.

O papel da farmácia começou a mudar novamente após a Segunda Guerra Mundial. Nos anos 1960, a CVS abriu as portas para suas primeiras lojas em Rhode Island – um estado dos EUA, e os gigantes farmacêuticos se espalharam, especialmente após a década de 1970, quando houve um aumento na cobertura de remédios por parte dos convênios médicos.

Hoje, 47,5 por cento dos americanos usa um ou mais medicamentos comprados na farmácia. O que significa que essas mesmas lojas tornaram-se menos dependentes das vendas de bens supérfluos para manter um lucro. Atualmente, os varejistas como a CVS estão reconhecendo uma nova oportunidade de negócio: implantar clínicas nas lojas que oferecem tudo, desde vacinas para testes de laboratório até diagnósticos e tratamentos de doenças comuns da família. As farmácias estão cada vez mais voltando ao seu papel de ser a prestadora local de cuidados de saúde, como no século 19.

“Todos os dias estamos ajudando milhões de pacientes a controlar doenças crônicas, como hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes – e todas essas condições são agravadas pelo tabagismo”, diz Larry Merlo, diretor executivo da CVS Caremark Corporation. “Os produtos do tabaco não têm lugar em um ambiente onde se preza pela saúde”. Mas se o objetivo é realmente transformar CVS em uma empresa de cuidados de saúde mais ampla, o que acontece com os doces, batatas fritas e o refrigerante – que possuem altos níveis de sódio, gordura e açúcar? A decisão é um indicador de uma mudança mais abrangente para que entrem os produtos fornecidos por nossas redes de drogarias nacionais?

De acordo com Higby, as chances são pequenas, desde que as farmácias permaneçam como entidades fora do sistema de cuidados de saúde. No Reino Unido, a maioria das farmácias dispensa a medicina como uma parte integrada do Serviço Nacional de Saúde; e, consequentemente lideram o esforço para diminuir o tabagismo no país. O tabaco tem sido proibido em farmácias do Reino Unido – assim como na Itália e na França -, mas nos EUA, a CVS e a Walgreens ainda estão em primeiro lugar das grandes varejistas.

Talvez esta seja a declaração mais resumida da Walgreens, à luz da decisão da CVS para proibir o tabaco: “Vamos continuar a avaliar a escolha dos produtos que os nossos clientes procuram e, ao mesmo tempo, ajudar a educá-los fornecendo produtos antitabagismo e alternativas para ajudar a reduzir a demanda de produtos com tabaco”, conclui.

© 2014, Newsweek.

Um amor partido tem conserto?

em Coluna por

Alex

Um amor partido tem conserto?

Acho esse assunto bem delicado. Afinal, cada um sabe dos seus sentimentos.

Quando o relacionamento chega ao fim, algumas coisas acontecem com a gente.

Nos sentimos livres, mas ainda ficamos meio perdidos.
Queremos esquecer a pessoa, mas ela não sai dos pensamentos.
Independente se ligamos o foda-se ou caímos na depressão, o “ex” continua durante um tempo ocupando espaço no coração.

Daí passam alguns dias, semanas ou até meses e o namoro é reatado.

Muitas vezes o término é necessário para o amadurecimento do relacionamento.

Entretanto…esse “vai e vem” desgasta o sentimento e pode fazer muito mal ao casal.

E como manter o AMOR mesmo depois de vários términos?

Aí é com você, a melhor coisa é colocar no papel os pontos positivos e negativos do parceiro (a) e analisar friamente se vale a pena tentar novamente.
Eu acho que um amor verdadeiro nunca termina, acredito que esse tipo de “amor” que termina e volta muitas vezes é mais um jogo do que um grande amor. Porém, conversando com algumas pessoas do sexo masculino e feminino, constatei que a maioria não compartilha da mesma opinião.

Existem casos onde o casal resolve dar uma nova chance só para perceberem que não foram feitos um para o outro.

E também existem casos onde aquele amor plantado nunca foi destruído e o reencontro era tudo que precisavam para serem felizes para sempre.

Enfim, na minha opinião, terminar o relacionamento para descobrir que ama a pessoa nunca foi a melhor solução. Até por que, se você ama, qual é o sentido em terminar?

Meu conselho é muito simples:

Se você realmente ama seu companheiro, não termine por besteiras, não faça jogo, converse, mostre sua opinião de forma racional e inteligente, demonstre seu amor, mostre que brigar só vai desgastar o relacionamento.

É extremamente cansativo manter um relacionamento com vários términos no percurso.

E se o seu coração ainda pulsa pelo ex, vá atrás do seu amor, coloque o orgulho de lado e diga tudo que sente, se o amor for recíproco, vocês ficarão juntos, se não for, pelo menos você tentou.

Agora, só não volte com o ex-namorado por causa do sexo, pois se sexo fosse melhor que amor, o “ex” não apareceria no meio da palavra sexo.

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Alexsander Brunello. Editor-chefe do The São Paulo Times. É redator publicitário e atualiza a sua coluna Dicas & Pepitas todas as quintas-feiras. © 2014.

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