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Quer ser feliz? Seja generoso, diz estudo

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Um estudo de pesquisadores da Universität Zürich (UZH), Universidade de Zurique, na Suíça, comprovou que indivíduos comprometidos com o bem-estar dos outros são mais felizes do que aqueles que focam apenas em si próprios. Há uma interação entre o altruísmo e a sensação de felicidade e o resultado é conhecido como “warm glow” (brilho caloroso, em uma tradução livre), um sentimento agradável de satisfação pessoal.

Fazer da generosidade um hábito regular, uma prática sustentada e praticada ao longo do tempo, influencia o estado de satisfação plena das exigências do corpo e/ou do espírito. Ajudar os outros reduz o estresse e a pressão arterial. Pessoas generosas têm taxas de depressão mais baixas, são emocionalmente mais disponíveis e, consequentemente, mais saudáveis. O cérebro reage com uma sensação de recompensa por ter feito algo de bom.

Ser mais generoso, mais feliz e saudável não significa necessariamente gastar dinheiro aleatoriamente com os outros. Pequenos gestos que beneficiem outras pessoas não estão relacionados ao valor dispendido. Na plataforma de relacionamentos Meu Patrocínio, ferramenta que aproxima homens e mulheres bem-sucedidos de jovens atraentes para uma relação com acordos transparentes e pré-estabelecidos, encontramos casos de pessoas que aprenderam a importância do exercício da generosidade. Marcos F.L., empresário de 52 anos, conta que, ao encontrar sua Baby, o propósito inicial era mimar a escolhida e, em troca, ter uma companhia agradável. “Com o passar do tempo, percebi que Isabella, além do conforto e segurança, tinha outros objetivos de vida. Pretendia terminar os seus estudos em administração e seguir carreira. Assumi a função de coach de sua vida profissional, orientei, indiquei pessoas e cursos de especialização. A partir deste momento, os nossos laços, inicialmente superficiais, foram ficando mais fortes. Comecei a sentir uma satisfação imensa por conseguir ajudar Isabella a ter metas bem definidas para alcançar o sucesso e a independência que tanto queria. Eu estava fazendo algo por alguém que não sabia se iria continuar comigo ou não. Sei que, de alguma forma, serei uma pessoa que terá marcado a vida dela e isso me proporciona uma enorme felicidade”, declara.

Vinícius, um jovem de 25 anos, já havia desistido de duas faculdades. Trabalhava em uma loja de grife masculina para poder se manter e dividir o apartamento com outro amigo. Nas manhãs ensolaradas, era fácil encontrá-lo na praia e, à noite, depois do trabalho, bebendo com a turma. Até que, através do Meu Patrocínio, conheceu Silvia, 48 anos, diretora de uma multinacional. “Vinícius me encantou pela beleza e simpatia, mas me incomodava saber que era um desperdício de talento. Ele não se preocupava em nada com o futuro. É um cara criativo, desenha super bem e não sabia como aproveitar e desenvolver suas qualidades. Aos poucos, fui dando toques, falando sobre a minha própria experiência e acredito que, com os meus conselhos, ele tenha enxergado que é capaz de ter um futuro profissional pela frente. Abriu mão dos encontros com os amigos e voltou a estudar, desta vez com vontade. Independente da nossa relação, o fato de ter encaminhado alguém para a construção de um futuro seguro, me traz a sensação de ser uma pessoa melhor. Contribuí para que alguém se encontrasse na vida e estou muito satisfeita com isso”, relata Silvia.

“Para ter a sensação agradável de felicidade, decorrente de uma ação que beneficia outra pessoa, não é necessário despender grandes somas de dinheiro. Atuar como um mentor, orientar alguém nos recompensa emocionalmente”, afirma Jennifer Lobo, matchmaker, CEO e fundadora do Meu Patrocínio. “Generosidade gera felicidade para ambos, cada um a sua maneira. Ser generoso é também saber se doar”,  complementa.

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