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Câncer

Câncer de colo do útero é terceiro mais comum entre mulheres latino-americanas

em Brasil/News & Trends/Saúde & Bem-estar por

No marco do Dia Mundial contra o Câncer, 4 de fevereiro, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) convoca a acelerar os esforços de prevenção e controle para criar um futuro sem câncer de colo do útero, que é o terceiro mais comum entre as mulheres na América Latina e no Caribe, mas que pode ser prevenido.

A cada ano, mais de 56 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de colo do útero na América Latina e no Caribe e mais de 28 mil perdem a vida por conta dessa doença. Esse número chega a 72 mil diagnósticos e 34 mil óbitos se os Estados Unidos e o Canadá forem incluídos. No entanto, há ferramentas de prevenção e tratamento que salvam vidas.

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Setembro Dourado: saiba como ajudar uma criança com câncer

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

No Setembro Dourado, Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica reforça necessidade da doação de aférese para auxiliar tratamento de crianças e adolescentes à base de quimioterapia

A doação de sangue auxilia muitas pessoas: vítimas de acidentes, quem enfrenta hemorragias, cirurgias, tratamentos de doenças ligadas ao sangue entre outros. Porém, ainda pouco conhecida pela população brasileira, a doação de plaquetas, que é feita de uma maneira diferente, por “aférese”, também tem papel fundamental no resultado do tratamento e recuperação de crianças e adolescentes com câncer. As informações e orientações são da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), uma das entidades idealizados do Setembro Dourado, mês de conscientização do câncer infantaojuvenil.

“O sangue é composto por hemácias, glóbulos e plaquetas, essas últimas responsáveis por coagular o sangue e parar sangramentos. A produção de todos os elementos do sangue para quando uma criança recebe quimioterapia, pois os medicamentos não agem somente sobre as células cancerígenas. No combate ao câncer as células sadias também têm sua produção comprometida e com muita frequência as crianças precisam de transfusões de sangue”, explica Adriana Seber, oncohematologista pediátrica da SOBOPE.

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Congelar sêmen é alternativa para homens com câncer preservarem a fertilidade

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Já se foi o tempo em que o tratamento para combater o câncer acabava com o sonho dos homens de serem pais. Atualmente, com o avanço da medicina, existem técnicas de reprodução assistida que podem contornar esse problema, para que o paciente oncológico tenha filhos no futuro, se desejar.

É essencial que os pacientes em idade reprodutiva diagnosticados com câncer saibam da importância de preservar a fertilidade, pois a simples presença de um tumor maligno no organismo já possibilita uma diminuição na qualidade dos espermatozoides e da concentração espermática, bem como os danos relacionados com os tratamentos envolvendo a radioterapia e a quimioterapia”, informa Milena Aidar, embriologista da Criogênesis.

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Você conhece todos os efeitos colaterais da quimioterapia?

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Primeiro o diagnóstico, depois o tratamento e, por fim, a torcida pela remissão. Não parece um processo tão doloroso quando resumimos assim, mas apenas quem enfrenta um câncer conhece bem as dificuldades da jornada.

Os efeitos colaterais da quimioterapia podem muitas vezes tornar o processo mais difícil. Existem aqueles que a maioria das pessoas conhece, pois são visíveis, como a queda de cabelo, o mal-estar e o cansaço. Porém os efeitos que mais atingem o paciente e podem até mesmo atrapalhar o tratamento não são tão notáveis aos próximos, mas, para o paciente, podem ser muito severos. Um dos mais graves deles é a queda da imunidade, à qual damos o nome de neutropenia.

A queda da imunidade deixa o corpo muito vulnerável e suscetível a infecções. Quando isso acontece, muitas vezes é necessário interromper a quimioterapia para tratar a infecção e depois retornar ao tratamento.

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4 coisas que você precisa saber sobre câncer e tabagismo

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de ser responsável pelo desenvolvimento de aproximadamente 80 doenças. Estimativas da OMS apontam que mais de 10 mil pessoas morrem todos os dias  em consequência de doenças provocadas pelo cigarro.

“A fumaça do cigarro contém mais de 4000 substancias químicas, tóxicas na sua maioria e com potencial bem definido para causar vários tipos de câncer. Como causa de dependência está a nicotina, e quando tentam parar de fumar, os pacientes referem sofrer com os sintomas da síndrome de abstinência”, menciona o pneumologista do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, João Daniel Carneiro Franca.

“Os Estados Unidos são um país com aproximadamente 320 milhões de habitantes e destes 19% são tabagistas. No Brasil somos 200 milhões e 16% da população total é fumante. Fazendo um paralelo entre os países uma vez que as características raciais e comportamentais são muito semelhantes entre os dois países, aqui deveriam ser feitos aproximadamente 130 mil diagnósticos de câncer de pulmão por ano”, completa.

Cenário mundial

Estima-se que existam mais de um bilhão de fumantes no mundo. Atualmente, mais de cinco milhões de pessoas são vítimas do tabagismo todos os anos. Se as tendências de aumento do consumo persistirem, alcançaremos a marca de dez milhões de mortes anuais em até quinze anos.

Potencial fatal

O fumo já é responsável por 30% das mortes por câncer. Este número é ainda mais expressivo nos casos das mortes por câncer de pulmão. Em 2014 foram diagnosticados 224.210 casos de câncer de pulmão nos Estados Unidos, no mesmo ano no Brasil foram feitos 27.330 novos diagnósticos da doença. Os dados encontram-se subestimados no Brasil por uma série de fatores: dificuldade de acesso à saúde por grande parcela da população, diagnósticos errados, preenchimento incorreto de atestados de óbito, etc.

Relação tempo x consequências

Pessoas que iniciam o hábito de fumar jovens, tem maior chance de desenvolver doenças relacionadas ao tabagismo. O usuário de uso mais leve – ou social – também pode ser impactado por males ligados ao fumo. O especialista lembra que a exposição regular ao cigarro é um risco, independentemente da quantidade consumida.

Fumantes passivos

O risco do desenvolvimento de doenças não se limita aos fumantes ativos, mas também aos passivos. Estima-se que, apenas no Brasil, mais de duas mil pessoas morrem todos os anos por causa do fumo passivo. Este tipo de tabagismo aumenta o risco de câncer de pulmão em até 30% e de infarto em até 25%. Se imaginarmos que as crianças podem ser expostas desde muito pequenas, o cenário é ainda mais perturbador.

Centro de Oncologia do Hospital Santa Cruz 

Para combater os diversos tipos de câncer associados ao cigarro e oferecer o tratamento humanizado ao paciente, o Centro de Oncologia do HSC está conectado com os centros de referência no Brasil e um corpo clínico internacional. Além do acompanhamento de uma equipe multidisciplinar composta por médicos especializados, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas e psicólogos.

“A equipe multidisciplinar permite o sucesso do tratamento devido ao suporte integral ao paciente e também aos seus familiares, com maior adesão ao tratamento proposto, possibilitando assim melhores resultados”, explica a responsável pelo setor de oncologia do Hospital Santa Cruz, Ana Maria Oliveira dos Santos.

Ursinho com WhatsApp conecta família à crianças com câncer em hospital

em Saúde & Bem-estar/Tecnologia e Ciência por

Isoladas de seus círculos afetivos, as crianças internadas podem diminuir a solidão recebendo mensagens de voz via WhatsApp a qualquer hora. Basta apertar a mão do ursinho “Elo”.

O Hospital Amaral Carvalho, considerado uma referência da oncologia infantil no Brasil e na América Latina, localizado em Jaú (SP), desenvolveu uma solução lúdica e criativa para diminuir a solidão de crianças isoladas no hospital para o tratamento do câncer. A ideia surgiu dos clássicos ursinhos de pelúcia, conhecidos por fazerem companhia a todas as crianças, mas ganhou um upgrade: quando a saudade aperta, basta apertar a mão dos ursinhos e ouvir mensagens de carinho e otimismo enviadas a todo momento por familiares e amigos via WhatsApp.

Em parceria com a FOM, fabricante de travesseiros, brinquedos e almofadas com material antialérgico, foi desenvolvida essa linha de ursinhos especiais, que através de um dispositivo, recebem e armazenam notas de áudio. Cada criança tem um número exclusivo que foi passado aos familiares.

O objetivo do hospital com a iniciativa é aproximar os pequenos pacientes daqueles que eles tanto amam e ajudá-los a passar pelo período de isolamento de uma forma mais alegre e menos solitária. O projeto levou seis meses para ser desenvolvido e cerca de 30 crianças internadas no hospital já usaram os “Elos” – assim chamados por ligarem as crianças às pessoas que mais amam.

O oncologista pediátrico Alejandro Arancibia explica os motivos de isolamento das crianças. “Elas não podem ficar muito tempo em contato com o meio exterior porque estão com a imunidade muito baixa Os “Elos” são uma porta de contato com quem está lá fora”. Para a chefe da pediatria do Hospital Amaral Carvalho, Drª Claudia Teresa de Oliveira, especialista em Hematologia/Hemoterapia/Oncologia Clínica/Oncologia Pediatria, esse método é um mecanismo de apoio emocional importante para o bem-estar das crianças durante o tratamento. “A criança é afastada da sua rotina habitual. Elas sentem falta dos amigos, da escola e esse carinho faz uma enorme diferença na recuperação”, afirma.

Como funciona a tecnologia:

Ursinhos foram adaptados especialmente para comportarem o equipamento que recebe as mensagens, além de caixas de som específicas que foram desenhadas para funcionarem no interior dos ursinhos. Um interior dos ursinhos. Um mecanismo liga a mão dos “Elos” ao dispositivo, liberando mensagens armazenadas. As mensagens são enviadas para uma central e gerenciadas por um profissional do hospital, que envia então para os ursinhos. As mensagens podem ser atualizadas a todo momento e ficam à disposição da criança para a próxima vez que decidir apertar a mão do seu ursinho para ouví-las.
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