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Uma em cada 10 pessoas distorce a realidade nas mídias sociais para se sentir bem

em Brasil/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

As pessoas estão se voltando para as redes sociais para se exibir para os amigos, conseguir o máximo de ‘curtidas’ possíveis e se sentir bem consigo mesmas. Porém, nessa busca pela aprovação social, as pessoas brincam com a verdade e camuflam a vida real. Uma recente pesquisa da Kaspersky Lab mostra que um em cada dez usuários distorceria a realidade nas mídias sociais para que mais pessoas curtissem suas postagens. A pesquisa também revela que, para obter curtidas, os homens são mais propensos que as mulheres a abrir mão de sua privacidade nas postagens. Um décimo (9%) dos homens publicaria sua própria foto sem roupas, em comparação com apenas 5% das mulheres. E 13% dos homens publicariam fotos de seus amigos usando algo comprometedor.

Para chamar a atenção e garantir um grande número de curtidas, uma em cada dez pessoas (12%) finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. No caso dos homens, essa porcentagem chega a 14%, o que sugere que muitos preferem a atenção nas mídias sociais do que compartilhar um retrato realista de suas vidas.

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Quase 73% dos brasileiros querem sair das mídias sociais, mas o medo de perder amigos e postagens os faz ficar

em Brasil/Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Uma pesquisa realizada Kaspersky Lab* mostra que a grande maioria das pessoas quer abandonar as redes sociais, em muitos casos, porque as consideram uma perda de tempo. De acordo com essa pesquisa, os usuários permanecem nas mídias sociais, como Facebook, Instagram etc., apenas porque têm medo de perder suas recordações digitais e o contato com seus amigos.

Talvez seja difícil resolver a questão do contato com amigos, mas a Kaspersky Lab está trabalhando em uma solução para ajudar as pessoas a guardar suas lembranças digitais. Um aplicativo chamado FFForget permitirá que os usuários façam backup de todas as recordações das redes sociais que utilizam e as mantenham em um contêiner de memórias criptografado e seguro. Espera-se que o aplicativo dê às pessoas a liberdade de sair das mídias sociais quando quiserem, sem grandes perdas, além de recuperarem o controle sobre seus dados.

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Justiça federal do Amazonas aplica multa de R$ 38 milhões ao Facebook

em Brasil/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Na tarde desta quarta (27) um juiz da justiça federal do Amazonas aplicou multa de R$ 38 milhões no Facebook, empresa dona do aplicativoWhatsApp, por não cumprir ordem judicial que determinava fornecer os dados de cadastro e quebrar o sigilo das mensagens de alguns usuários, para fim de investigação criminal.

O especialista em Direito Eletrônico, Renato Falchet Guaracho, do escritório Aith Advocacia, acredita que existe, ainda, risco do aplicativo ser novamente bloqueado nos próximos dias. “O Ministério Público Federal já informou que irá requerer o bloqueio à justiça do Amazonas. Assim como a multa, o bloqueio é permitido pelo artigo 12, do Marco Civil da Internet. Há, ainda, o risco do aplicativo ser proibido no Brasil”.

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O discurso científico do Facebook Data Team e a legitimização do seu algoritmo

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

A ESPM acaba de lançar o observatório Ética de Bolso com um repertório de textos dos pesquisadores que compõe o grupo coordenado pelo professor Dr. Luiz Peres-Neto. O observatório surgiu como um produto de seu projeto de pesquisa de pós-doutoramento: “Implicações éticas das políticas de privacidade digital: um olhar a partir do campo da comunicação e do consumo”, financiado pelo CNPq e pela Annenberg School for Communication, da University of Pennsylvania (EUA), onde foi CAPES/ Fulbright Post-doctoral Researcher Fellow, em 2015.

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Facebook pode ter que pagar R$76 milhões por uso indevido de imagem

em Tecnologia e Ciência por

O Facebook poderá ter que pagar R$ 76 milhões por danos morais coletivos, caso perca uma ação que acusa a rede social de prática comercial abusiva. Proposta pelo Instituto Brasileiro de Direito da Informática (IBDI), a ação coletiva se refere ao serviço “Histórias Patrocinadas”, que utiliza a imagem e o nome do usuário na publicidade de marcas e produtos que ele tenha curtido.

O caso já teve repercussões parecidas no exterior, onde a empresa precisou reformular a forma de tratar o assunto após questionamentos judiciais. Nos Estados Unidos, a rede social fechou um acordo para pagar US$ 20 milhões a usuários que haviam entrado na justiça contra a ferramenta.

O advogado do IBDI, Sergio Palomares, considera a prática abusiva. “É uma violação da privacidade individual de 76 milhões de usuários brasileiros do Facebook. Todos viraram garotos-propaganda, mas sem autorização e sem cachê”.

A presidente do IBDI, Alyne Andrade, aponta que utilizar o nome e a imagem das pessoas com fins comerciais sem remunerá-las vai contra as normas e princípios legais que dão proteção a atributos da personalidade humana. “Além disso, é necessário primeiro que se obtenha consentimento expresso dos usuários para utilização de seus nomes em propagandas”, acrescentou a presidente.

Na ação judicial, o IBDI aponta que as histórias patrocinadas são uma forma mais agressiva de publicidade, porque quando um usuário visualiza o nome de um amigo ligado à determinada marca, ele pode ser influenciado a adquirir aquele produto.

As histórias patrocinadas possuem mais visibilidade, porque não são iguais as publicidades geralmente vinculadas na internet. O serviço especial de publicidade do Facebook cria publicações na linha do tempo do usuário, dando a entender que foi a própria pessoa quem compartilhou a imagem de uma marca ou serviço. “Uma publicação de um amigo curtindo um produto é capaz de significar para a pessoa alvo da publicidade uma declaração de confiança naquela marca”, explica Palomares.

Outra preocupação do IBDI é o fato de que o Facebook possui uma grande quantidade de usuários crianças e adolescentes, que não podem por si próprios dar autorização para uso de suas imagens em anúncios publicitários. Atualmente, segundo pesquisa do site Consumers Reporter, cerca de 7,5 milhões de membros da rede social são crianças com menos de 13 anos – violando até mesmo as normas do site, que permite apenas o cadastro de pessoas acima desta faixa etária.

“O Facebook teria que notificar os pais sobre a utilização dos dados de seus filhos no site, bem como pedir diretamente aos responsáveis a autorização para o uso do nome e da imagem das crianças em campanhas publicitárias”, concluiu Sergio Palomares.

A despedida é um tweet de tristeza

em Educação e Comportamento/News & Trends/Tecnologia e Ciência por

Durante anos Lisa Bonchek Adams tem documentado sua experiência ao viver com câncer de mama incurável, já em estágio avançado. Ela compartilhou sua história de maneira muito pública, primeiramente no Facebook, depois em seu blog pessoal, e, finalmente, no Twitter. Adams sempre recebeu apoio incondicional até que, recentemente, os editoriais dos jornais The Guardian e The New York Times a criticaram pelo seu uso da mídia social como uma “espécie de automedicação”. O que se seguiu foi um frenesi da mídia, pois cada publicação se apressou para tomar partido.

A histeria é um indicativo de como a mídia social começou a tornar visíveis, muitas dessas coisas preocupantes que eram mantidas ocultas: o câncer, a doença terminal e a morte em si estão sendo reformulados pelos novos meios de comunicação.

Em nenhum lugar isso é mais evidente do que no processo de luto, que tem, para muitos, saído das sombras tranquilas do quarto e acalmado as pessoas mais próximos e queridas, através do grande alcance da mídia social no mundo inteiro. O Twitter transmite um novo discurso fúnebre; os perfis no Facebook viram páginas em memória a algum ente ou amigo querido.

Quando Nora Ephron faleceu em 2012, sua página do Facebook se tornou um ponto de encontro para as pessoas com as quais ela mantinha contato em sua vida pessoal e profissional. O seu perfil está ativo até hoje: os fãs de Nora postam citações em seu mural.

É um novo mundo estranho, onde a vida após a morte é eterna e presente. Mas já que tudo acontece no Facebook, por que ele não seria o lugar no qual as pessoas vão para lamentar?

Quase todo mundo está familiarizado com as cinco etapas do processo de luto descritas por Elisabeth Kübler-Ross em seu livro “On Death and Dying”: negação e isolamento, raiva, negociação, depressão e, finalmente, aceitação.

As quatro primeiras etapas, bastante claras, não são muito divertidas – elas são os passos os quais você tem que enfrentar a fim de chegar a um ponto no qual você consiga viver com a sua perda. E, nos velhos tempos, era fácil ficar atolado na primeira etapa, era necessária a sua iniciativa para chegar até as outras. Mas agora, com o Twitter, Facebook e Tumblr sempre à mão, é quase impossível isolar-se.

Mas talvez essa crítica reflita mais uma divisão entre gerações que uma falha de caráter. Os adultos que sofrem as perdas podem ver adolescentes tirando fotos de si mesmos a caminho de um enterro e marcá-los usando a #sadday e pensar, “que atitude desrespeitosa!”, mas será que o adolescente sabe como lidar com a morte? Não seria um exagero imaginar que esta é a melhor maneira que ele conhece para alcançar e compartilhar a perda com seus amigos. (Embora possa ser um pouco mais difícil perdoar a mesma atitude do presidente Barack Obama.)

“As pessoas querem se sentir parte de alguma coisa”, declara Tamara McClintock Greenberg, professora de psiquiatria da Universidade da Califórnia, São Francisco, à Newsweek. “O Facebook permite que as encontrem sua rede de pessoas que vão lhes ser muito solidárias”, finaliza Tamara.

Ben Nunnery, 34 anos, natural do Kentucky, cuja esposa, chamada Ali, faleceu em 2011 de câncer de pulmão, aprendeu que o excesso de compartilhamento pode levar a cura. Antes de sua esposa morrer, o casal tirou fotos juntos em sua primeira casa; Depois que ela faleceu, Ben recriou as fotografias com a sua filha de três anos de idade, Olivia. Ele compartilhou essas imagens com toda a sua rede social e recebeu uma avalanche de apoio. Nunnery nunca esperou que as fotos teriam um impacto tão grande.

“Eu acho que [a mídia social] permite que as pessoas se conectem mais facilmente e… que não é só uma plataforma para compartilhar nossa dor, eu acho que ela ajuda outras pessoas a suportar a dor”, comentou Nunnery à Newsweek.

Há algumas coisas a serem consideradas antes de você lamentar no SnapChat. Embora você possa sentir como se recebesse toneladas de apoio, expondo-se em mídia social, você poderá enfrentar críticas por parte de estranhos e, pior, a rejeição dos amigos e da família. A exibição pública da tristeza e da emoção vem com os riscos.

Há também o perigo de que as novas tecnologias possam estimular a negação e torná-la mais difícil de lidar. Em 2009, depois que os usuários se queixaram de ver “amigos sugeridos” de pessoas que já haviam falecido, o Facebook começou a desativar os seus perfis e criar “memoriais”, a pedido de seus entes queridos. Os perfis imortalizados não acabam – eles vivem na eternidade (ou pelo menos enquanto dura Facebook) e dão aos amigos e familiares a oportunidade de olhar para trás nos posts, mensagens e fotos antigas.

Esse é o tipo de coisa que pode facilitar a cura, mas, também, pode ir longe demais. Um aplicativo lançado no ano passado chamado LivesOn, por exemplo, oferece a promessa que “quando o seu coração parar de bater, você vai continuar a quitar”. Funciona assim: Você fornece um acesso total para ler tudo o que já disse on-line e ele cria uma “continuação virtual” de sua personalidade depois que você morrer, imitando o seu comportamento.

É uma coisa estranha, a Internet é tanto transitória quanto permanente. É um lugar onde 140 caracteres (# RIP) podem ser de valor para um sentimento significativo e onde selfies fúnebres são postadas por jovens de 14 anos. Também é um lugar onde os serviços funerários assumem um tom de indefinição e a morte pode se estender tanto para frente, quanto para trás. Em última análise, tal como IRL, lamentar on-line é muitas vezes complicado, contraditório e muito pessoal. Quer se trate de compartilhar a alegria ou a tristeza de alguém, sentir-se conectado é uma parte da experiência humana que a tecnologia está tornando mais fácil.

© 2014 Newsweek.

Facebook lê mensagens particulares?

em Tecnologia e Ciência por

Se um cara escreve uma mensagem cheia de amor para sua namorada no Facebook, ninguém vai ver, certo? É claro que ela vai querer mostrar a linda mensagem para os amigos, mas será que para por ai?

Você já percebeu que poucos minutos depois de enviar algum tipo de mensagem, anúncios relacionados ao tema aparecem em sua página? Ficou curioso como isso funciona? É meu amigo, sim, o Facebook analisa suas mensagens para comprar publicidade que se encaixam com o seu perfil. Já sabíamos que o Facebook fazia isso com as mensagens “públicas”, mas o burburinho que vazou por aí é que Zuckerberg e sua empresa usam um sistema supostamente “privado” para coletar as informações.

Isso é uma novidade? Bem, não deveria ser, pois nos termos e condições de uso está especificado que ao se cadastrar na rede social, você permite que o Facebook tenha acesso aos conteúdos que você publica.

“Ao publicar conteúdos de sua propriedade intelectual, tais como fotos e vídeos, você sujeita à sua privacidade e configurações do aplicativo, você nos dá a seguinte permissão: uma licença não exclusiva, transferível, sub-licenciável, isenta de royalties e licença mundial para usar qualquer conteúdo que você postar em conexão com o Facebook (Licença IP)”.

Mas quem aqui lê os termos e condições de uso?

Esse é o problema -. Nós não lemos e acabamos concordando com coisas que não queremos quando nos cadastramos no Facebook ou Gmail (hey, eles estão lendo seus e-mails pelo caminho. Não fique tão chocado, eles têm o direito – diz assim em seus termos de serviço). Então, basicamente sabem tudo sobre nossas vidas.

Ao ler isso, você pode excluir suas contas. Nos termos de uso do Facebook diz que seu cadastro torna-se nulo e sem efeito, mas antes você precisa limpar sua conta. Então isso é legal.

Exceto pela parte que você realmente não consegue limpar a sua conta, pois as informações são armazenadas em vários lugares. E se você compartilhou qualquer conteúdo com outros usuários (vamos ser honestos, sim, você fez isso porque é o Facebook), a empresa ainda possui informações e dados até daqueles usuários que fecharam suas contas.

Na realidade, você não ganha nada. Você perde. Bom dia, senhor.

(c)2013, IBTimes.

 
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