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sustentabilidade

Tecnologias contribuem para arquitetura funcional e sustentável

em News & Trends/Tecnologia e Ciência por

A arquitetura idealiza os espaços para o uso humano, trabalhando os elementos da construção de forma a criar ambientes seguros que ofereçam conforto, qualidade de vida, além da contribuição estética à vida urbana. Os projetos arquitetônicos levam em conta diversos fatores relacionados à utilização do espaço, como conforto térmico, acústico, luminoso, ergonômico e eficiência energética, visando, inclusive, o desenvolvimento de estratégias de construções ambientalmente adequadas.

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SEGUNDA EDIÇÃO DO FRUTO CHEGA A SÃO PAULO PARA LEVANTAR DEBATE SOBRE ALIMENTAÇÃO DE QUALIDADE

em News & Trends/Saúde & Bem-estar por

Com o tema “Diálogos do Alimento”, o evento é organizado por Alex Atala e Felipe Ribenboim, e acontece entre os dias 25 e 27 de janeiro

O chef Alex Atala e o produtor cultural Felipe Ribenboim, com a chancela do Instituto ATÁ, anunciam, pelo segundo ano consecutivo, o seminário “FRUTO | Diálogos do Alimento”. O evento contará com a presença de 30 personalidades dos ramos da sustentabilidade, ciência e gastronomia, além de representantes da indústria.

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O desafio iminente da sustentabilidade

em Brasil/Opinião/The São Paulo Times por
Foto: Wikimedia
Foto: Wikimedia

O fato de numerosos municípios brasileiros não terem erradicado os lixões até 2 de agosto último, descumprindo o prazo estabelecido pela Lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, deixa em aberto um grande desafio ambiental. É muito importante acelerar o processo para recuperar esse atraso, considerando o significado da medida para a qualidade da vida.

Além disso, verificam-se avanços significativos nos serviços de limpeza pública e coleta, que precisam ser devidamente acompanhados na ponta da deposição final. Um exemplo dessa melhoria observou-se por ocasião da Copa do Mundo. Em todo o País, estima-se que foram geradas 15 mil toneladas adicionais de resíduos sólidos urbanos, incluindo o total inerente ao turismo, estádios e Fan Fests nas cidades-sede.

Felizmente, essa grande demanda extraordinária foi atendida com eficácia, como se observa em alguns casos pontuais. As partidas realizadas na arena Mané Garrincha, no Distrito Federal, resultaram em mais de 43 toneladas. As cidades em que se estima maior geração total são Brasília (1.827,66 toneladas), São Paulo (1.681,20), Rio de Janeiro (1.616,63) e Fortaleza (1.467,16).

A Vila Madalena, bairro da capital paulista que apresenta concentração de milhares de pessoas, incluindo torcedores estrangeiros, nos dias de jogo foi recoberta de resíduos após as partidas. Porém, os serviços de limpeza e coleta restabeleceram com agilidade a sua limpeza. Este caso específico de São Paulo é emblemático, pois na cidade já não existem lixões. Todo o rejeito tem sua disposição final em aterros sanitários, como define a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O município aprovou no início de 2014 seu Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que se encontra em execução e tem total aderência à Lei Federal de Saneamento Básico e às políticas nacionais da área; Mudanças do Clima; e Educação Ambiental. Dentre as medidas previstas, destacam-se: construção de aterros sanitários, estações de transbordo e ecopontos; expansão da coleta seletiva e de estações de triagem; e projetos- pilotos de compostagem doméstica.

Avanços tecnológicos disponibilizados pelas empresas concessionárias dos serviços de limpeza e coleta alinham a cidade ao que há de mais moderno. Incluem-se nisso equipamentos como uma estação de transbordo que opera à pressão negativa, garantindo o total tratamento do ar que vai para o entorno, e projetos-pilotos de coleta mecanizada subterrânea e de superfície, com os mesmos equipamentos utilizados em Barcelona, na Espanha. Recentemente, inaugurou-se a primeira Central Mecanizada de Triagem, que traz ao País a mais avançada tecnologia hoje disponível (alemã, francesa e espanhola) para otimizar a reciclagem.

É preciso disseminar esses avanços por todo o Brasil e agilizar a erradicação dos lixões, recuperando-se o tempo perdido. Tais providências garantirão um grande avanço na área ambiental e melhoria das condições da vida nos centros urbanos. No tocante aos resíduos sólidos, já vencemos alguns desafios, mas precisamos recuperar o tempo perdido com o descumprimento do que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Por Ariovaldo Caodaglio

A perigosa moda da sustentabilidade

em Brasil/Educação e Comportamento/Negócios por

Por Daniel Domeghetti

Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável.

Em outras palavras, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, Academia, ONGs e os próprios cidadãos.

Ultimamente, Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas, seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial.

O conceito de Sustentabilidade Corporativa, embasado no chamado “triple bottom line” (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.

Antes de tudo, Sustentabilidade Corporativa se refere a uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais.

Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética. A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, Estado, meio-ambiente ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses stakeholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesses) são co-responsáveis pelo crescimento sustentado e equilibrado do todo.

Mas, como tudo em tendências corporativas, há quem não goste do modismo do tema. E com razão.

O americano Milton Friedman, um dos mais destacados economistas do século XX, influente teórico do liberalismo econômico, conselheiro de Nixon, Ford e Reagan, era um crítico da idéia de “responsabilidade social” nas empresas. Prêmio Nobel de Economia de 1976 por suas realizações nos campos da análise do consumo, da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, Friedman defendia que “A empresa pertence aos acionistas. Sua missão é gerar a maior quantidade possível de lucros para eles, respeitando as leis de cada país.” Para ele, o conceito de responsabilidade social era ”fundamentalmente subversivo”.

O fato é que por muitos anos esse tipo de mentalidade influenciou a visão das empresas americanas. Apenas recentemente, com exemplos vindos dos mais diversos países, empresas e do terceiro setor, é que a maioria das empresas daquele país começou a perceber que as regras do jogo mudaram e caso não incorporassem as práticas de Sustentabilidade seriam boicotadas e preteridas pelos consumidores globais, com poder e atuação em rede, fora possíveis liabilities a que seriam submetidas, principalmente no campo ambiental e social.

De certa forma, é difícil discordar integralmente de Friedman. De certo, as empresas têm como primeira premissa atingir sua missão, gerando o máximo lucro possível aos acionistas. Ou seja, a missão da empresa vem em primeiro lugar e é seu norte central.

Portanto, pensar no lucro é premissa de existência de uma empresa; mas não sua finalidade única. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação); porém, deve ser entendido como meio, energia, combustível que permite à empresa atingir seus objetivos, sua missão.

Para tal, a organização está sujeita a condicionantes-meio fundamentais, como respeito às leis e regulamentações de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio-ambiente.

Ou seja, a Sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas.

Particularmente, evitar a extinção dos ursos panda ou ajudar aos necessitados do Haiti é prerrogativa primeira organizações construídas com tal missão, ou seja, ONGs, ou órgãos dos governos e mesmo empresas, mas a partir de seus institutos, fundações e apoios filantrópicas e assistencialistas… o que difere radicalmente em conceito e convocatória do tema Sustentabilidade.

Se até algum tempo atrás a relação do consumidor com as empresas se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade, na figura de suas ONGs, dos órgãos governamentais, da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor, consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas, principalmente das de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza.

Mais que intenção, Sustentabilidade “triple bottom line” é resultado aparente e transparente.

Daniel Domeghetti é CEO DOM Stratety Partners, consultoria 100% nacional focada em maximizar geração e proteção de valor real para as empresas.

Água: sabendo usar, vai lucrar!

em Brasil/Cultura e Entretenimento/Educação e Comportamento/The São Paulo Times por

A sustentabilidade faz parte da agenda do século XXI, é o maior desafio que a humanidade já enfrentou. O comportamento das pessoas, a economia e os negócios precisarão passar por grandes transformações nas próximas décadas. Para crescer e alcançar sucesso, os empreendedores precisam estar atentos à demanda deste novo mundo.

Segundo a ambientalista, Vininha F. Carvalho, ao conceber a sustentabilidade empresarial como um valor, todos os processos  envolvidos pela empresa devem funcionar como uma simbiose entre homem e natureza.

As empresas necessitam avançar cada vez mais  nos programas que fortalecem os procedimentos corretos a serem adotados para evitar a contaminação dos recursos naturais.

“A água, sua produção, preservação e proteção são temas ambientais dos mais importantes nos dias de hoje. O conceito de responsabilidade social das empresas é atual e imprescindível, além da ética e da preocupação social do emprego, agora também chama a atenção o  uso racional de água e tratamento de resíduos”, enfatiza a editora do Portal Ecotour.

O desenvolvimento econômico e o aumento do poder aquisitivo da população são fenômenos que se intensificam dia a dia, principalmente nas sociedades em desenvolvimento, com impacto direto na geração de resíduos, e a sua destinação precisa ser tratada dentro de um critério muito bem definido, favorecendo o reuno.

A qualidade da água influencia na saúde, por causa do saneamento básico, da preservação das espécies, da qualidade do ar e outros benefícios . Mais do que uma questão econômica, o uso racional da água significa a preservação das nossas reservas naturais.

“O grande desafio das empresas é conseguir encontrar formas sustentáveis, limpas, inteligentes e eficientes de usar a água para produzir energia, e também de usar a energia para produzir água potável, ressalta Vininha F. Carvalho.

As commodities ambientais são as mercadorias  originadas de recursos naturais em condições sustentáveis e constituem os insumos vitais para a empresa.

A Lei Federal nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, criando a Política Nacional de Recursos Hídricos, atribuiu grande ênfase à água como mercadoria. Esta lei expressa a preocupação mundial com a escassez progressiva da água como bem de consumo.

Sem a água não há vida, não há cadeia produtiva. Por isso o ideal de produção sustentável passa pela educação e conscientização que a água é uma preciosidade.

Diversas ações em favor do melhor uso da água têm sido colocadas em prática visando o retorno financeiro. Mas, faz-se necessário se investir em tecnologia para garantir que as gerações futuras possam desfrutar da mesma quantidade de água disponível no território brasileiro com qualidade.

Comunicar a sustentabilidade com ética, transparência e profissionalismo é importante para agregar os colaboradores, que  passarão a desenvolver uma consciência crítica em relação à responsabilidade coletiva e de como suas ações podem impactar o meio ambiente e a sociedade.

O uso eficiente de água e tratamento de resíduos, também  é uma ferramenta empresarial de marketing ambiental. Demonstra o comportamento adequado das empresas no gerenciamento dos impactos que suas atividades tem na manutenção da qualidade e da quantidade desse líquido, que encontra-se à disposição dos ecossistemas e da sociedade.

Avaliar adequadamente a escala e valor dos serviços ambientais relacionados com a água, prestados pelos diferentes ecossistemas, é uma forma de reconhecer e justificar a continuidade desses efeitos positivos, assim como de compensar e neutralizar eventuais efeitos negativos que os negócios possam ter.

O desafio de desenvolver e implantar uma estratégia de marketing ambiental adequada para neutralizar a pegada hídrica dos negócios é uma oportunidade para que os serviços ambientais de manutenção da qualidade e quantidade da água, prestados pelos ecossistemas, sejam reconhecidos e remunerados adequadamente. Essa atividade gera um resultado positivo para a natureza, criando um marco para a gestão ambiental das empresas.

“O ideal é criar canais efetivos de comunicação entre os funcionários e a cúpula da empresa, firmando um compromisso com a preservação do meio ambiente, escolhendo a melhor correlação entre produtos, preços e práticas empresariais voltadas para conscientização e uso racional da água”, conclui Vininha

5 dicas para tornar São Paulo mais sustentável

em Brasil/Saúde & Bem-estar por

Com quase meio milênio de idade, São Paulo, uma das maiores do mundo, acumula uma série de desafios que precisam ser vencidos para se tornar ecologicamente correta, socialmente responsável e economicamente equilibrada. A consultora da Keyassociados, Isabel Santos, apontou alguns caminhos para cinco áreas críticas da capital paulista.

1.Mobilidade

A sexta maior cidade do mundo em população, com 11,8 milhões de habitantes, possui um dos piores índices de congestionamento e uma das menores malhas metroviárias entre as grandes metrópoles do mundo (74,3 km ante 202 km da Cidade do México, por exemplo – dados do site Mobilize).

As faixas de ônibus criadas pela Prefeitura são iniciativas positivas e podem incentivar o uso menos assíduo do automóvel. Mas, é preciso ir além. “A saída é investir, principalmente, na periferia e na ampliação das linhas de metrô. A utilização da tecnologia BRT (Bus Rapid Transit) também é uma boa opção para as grandes cidades. Conforme dados da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), ela chega a transportar três vezes mais passageiros que os ônibus comuns”, diz a consultora.

Para a especialista, é preciso reestruturar a cidade, permitindo que cada bairro seja autossuficiente, e fazendo com que as pessoas não precisem percorrer grandes distâncias para trabalhar, estudar, praticar esportes ou lazer.

2.Áreas verdes

Segundo dados de 2012 da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a cidade de São Paulo possui 12,43 m² de área verde por habitante. Considerando apenas a mancha urbana da capital paulista, o município tem somente 2,6 m², em média, de área verde pública de lazer por pessoa. “O problema está na distribuição espacial dessas áreas verdes e na falta de manutenção das áreas já existentes. Boa parte desses espaços está mal cuidado e não há frequência de manutenção em seus equipamentos de lazer, corte e poda de árvores, além da falta de segurança”, comenta Isabel. Uma saída é criar áreas verdes onde há concentração maior de pessoas, investindo na revitalização de grandes avenidas e nas margens dos corpos d’água que cruzam o município.

3.Poluição

Grande parte da poluição atmosférica da cidade de São Paulo é causada por veículos automotores. O último Inventário Municipal de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa de São Paulo (GEE), divulgado em 2013, mostra que 82% das emissões de CO2 são geradas pela queima de combustível e pelos gases que escapam dos dutos que transportam gás natural. Cerca de 60% do item “queima de combustível”, por sua vez, está relacionada ao sistema de transporte.

“Para reduzir esses indicadores de poluição, é preciso incentivar o uso de metrôs, trens e bicicletas, e diminuir a frequência das viagens em veículos individuais, como motocicletas, que emitem 3 vezes mais monóxido de carbono do que os carros”, afirma.

A poluição também é um problema social. Pelo menos 4.655 pessoas morreram em decorrência da poluição do ar no município em 2011, conforme estudo do Instituto Saúde e Sustentabilidade. O estudo aponta também que se morre mais em São Paulo por causa da poluição, por ano, do que em acidentes de trânsito. A poluição da capital mata também três vezes e meia mais do que o câncer de mama e quase seis vezes mais que a Aids.

4.Água

Água e saneamento básico são essenciais para uma sociedade que pretende ser mais sustentável. No Brasil, o assunto é crítico e São Paulo não é exceção. Do total do esgoto produzido na cidade, 92% são coletados, sendo que desse volume somente 75% são tratados – o que corresponde a 69% do total gerado -, conforme dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). “Esses números nos alertam para dois pontos importantes: é preciso que 100% do esgoto coletado seja tratado e que a coleta atenda a todos os domicílios”, afirma a consultora da Keyassociados.

Outro problema está relacionado à disponibilidade de água na capital. Quase 50% da água consumida em São Paulo vêm do interior, por meio do Sistema Cantareira, do Rio Piracicaba e seus afluentes. “E isso tem gerado uma disputada acirrada entre os Comitês das Bacias Hidrográficas da região”, comenta Isabel. A especialista explica, por exemplo, que a cidade de Campinas deixa de receber empresas que utilizam muita água em razão da falta do recurso hídrico no município, visto que boa parte da água produzida na região vem para a capital (33 m³ de água por segundo).

5.Resíduos Sólidos

Aproximadamente 18 mil toneladas de lixo são produzidas diariamente na cidade, segundo dados da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb). “Para lidar com o lixo é preciso desenvolver ações em diferentes frentes: reduzir a produção de resíduos, o que envolve educação ambiental; incentivar e implantar ações de reciclagem; coletar 100% do lixo produzido; dar uma destinação correta a cada tipo de material descartado, além de promover capacitação e dar apoio aos trabalhadores das cooperativas de reciclagem”, afirma a consultora.

A especialista destaca a importância de educar as pessoas e de criar medidas que incentivem o descarte correto do lixo. Parte dos resíduos produzidos na capital acaba indo parar nas ruas e rios, o que provoca enchentes, o que, por sua vez, pode causar danos econômicos, como a perda de bens materiais, e até mesmo problemas de saúde, com a proliferação de doenças. A título de curiosidade, apenas uma única ação realizada no dia 21 de setembro de 2013 recolheu pelo menos dez toneladas de lixo das margens do rio Tietê, entre Pirapora do Bom Jesus, na Grande São Paulo, e Porto Feliz, região de Sorocaba.

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