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Aumenta a busca dos orientais pela cirurgia de ocidentalização das pálpebras no Brasil

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Carnaval e Copa do Mundo devem incentivar ainda mais os Orientais pela busca da Cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras no Brasil.

A Cirurgia de Ocidentalização que já é popular entre os japoneses e coreanos estão em alta entre os chineses. Tudo em nome dos Olhos maiores com aparência ocidentalizada.

A Ocidentalização das Pálpebras tem sido nos últimos 50 anos, uma das cirurgias estéticas mais procuradas pela população jovem dos países orientais. É um verdadeiro modismo os filhos e netos de japoneses, coreanos e chineses optarem pela cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras, por estarem insatisfeitos com o formato dos olhos. A pálpebra lisa é uma característica das pessoas originárias do Extremo Oriente.

O Brasil costuma receber um número considerável de turistas durante o Carnaval, por exemplo, no Rio de Janeiro, de acordo com a Secretaria Municipal de Turismo – RioTur, espera-se que 918 mil turistas visitem a cidade no período carnavalesco e aí estão incluídos os turistas estrangeiros. Um aumento de 2% em relação ao ano passado. A tendência é que esse número aumente na Copa do Mundo.

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Como o Brasil é um país conhecido pelo sucesso de suas cirurgias plásticas e com tantos turistas estrangeiros circulando por aqui, é bem possível que muitos orientais façam essa cirurgia com conceituados cirurgiões brasileiros, como é o caso da renomada cirurgiã plástica Dra. Edith Horibe, PHD pela faculdade de medicina da USP, premiada internacionalmente e famosa por realizar esse procedimento estético.

Para se ter uma ideia da importância dessa cirurgia entre os orientais, a ocidentalização estética tem no Japão e na Coréia do Sul a popularidade da lipoaspiração no Brasil.

A doutora explica que a cirurgia de pálpebras é possivelmente a cirurgia que evidencia a maior diferença entre ocidentais e orientais. A pálpebra dos orientais difere na espessura da pele, posição da dobra palpebral e, posição dos cílios, já que os orientais sem as “dobrinhas” podem ter os cílios virados para baixo. A cirurgia de ocidentalização é uma das mais procuradas na Coréia do Sul.

Segundo informações do site Jezebel.com, uma em cada cinco mulheres sul coreanas já passaram por algum procedimento cirúrgico estético. A

intervenção mais popular é a de “ocidentalização”, em que as pálpebras são modificadas, para que o olho fique mais arredondado. As mulheres asiáticas costumam dizer que a aplicação de cosméticos nesta região resulta em melhor aparência estética.

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Para a Dra. Edith, esta cirurgia além do uso estético, também tem a utilidade de correção. As pessoas que nascem sem as dobras nos olhos têm chances de desenvolverem problemas visuais com o decorrer do tempo, devido aos cílios que voltam para dentro dos olhos podendo causar úlcera de córnea, sendo muitas vezes necessária a intervenção cirúrgica.

A médica comenta que “a Ocidentalização das Pálpebras é uma das cirurgias plásticas mais procuradas não só pelos jovens dos países orientais, mas também por orientais que vivem no Brasil”.

A obsessão entre os orientais para ganhar o olhar ocidental é tanta que uma coreana chegou a obrigar a filha de 12 anos a fazer essa cirurgia plástica para ter o rosto ocidental. Lee Min-kyong é uma garota coreana de 12 anos que, apesar de ser uma ótima dançarina de balé, possui uma auto-estima baixa. A solução? Cirurgia plástica para ocidentalizar os olhos, sugerida pela sua própria mãe. “Estou animada. Depois da operação, meus olhos vão parecer maiores, acho que vou ficar mais bonita do que eu sou hoje”, acredita a menina. Sua mãe, Hyu Jang-hee, afirma que a ideia partiu dela mesma, e não de sua filha. “Estou mandando ela fazer isso, porque eu acho que vai ajudá-la. Essa é uma sociedade em que você tem que ser bonito para chegar a algum lugar. Ela é minha única filha”.

Segundo a médica, o procedimento visa preservar os traços orientais e construir o sulco palpebral superior (ausência de dobra na pálpebra superior), que geralmente fica 5 a 8mm da borda dos cílios, excesso de bolsas de gordura na pálpebra superior e epicanto medial (prega de pele na parte medial do olho).

A cirurgia consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores e, na maioria das vezes, também de uma tirinha fina de tecido muscular para eliminar o aspecto inchado, típico dos rostos orientais. Depois, é feita uma “dobrinha” em cima dos olhos. “Os ocidentais têm naturalmente uma pequena dobra na pálpebra superior, enquanto que 50% dos orientais não. A cirurgia faz a fixação da pele no músculo elevador da pálpebra e tarso, de modo a fazer a dobra e simular a pálpebra ocidental”, explica a cirurgiã plástica.

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O olho oriental também costuma apresentar maior gordura nesta região em relação aos ocidentais, ficando assim com o conjunto ocular mais proeminente. “Na maioria dos casos, pode ser interessante retirar um pouco da gordura, mas o mais importante é fazer a dobrinha bem calculada”, diz a especialista. Segundo a Dra. Edith Horibe, é importante levar em consideração as características próprias da pele oriental, mais propensa à formação de cicatrizes em forma de quelóides.

É uma cirurgia rápida, de pouco mais de uma hora e não precisa de internação. Logo de imediato já se vê o resultado. Três dias depois começa a retirada dos pontos, que termina em cinco dias. Em uma semana ou um pouco mais, o paciente já pode levar uma vida normal.

“Para o conforto psicológico e físico, é comum a procura por esse tipo de procedimento, pois a cirurgia concede ao olhar mais luminosidade, olhos maiores, características comuns do olhar ocidental aumentando a autoestima”, finaliza a Dra. Edth Horibe.

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