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Casa Branca destaca segurança da biometria

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Este ano, os incidentes de cibersegurança aumentaram 48% nos Estados Unidos em relação ao ano passado. Em recente entrevista, o coordenador de segurança cibernética da Casa Branca, Michael Daniel, destacou a importância dos dispositivos de leitura biométrica na substituição de senhas alfanuméricas. Na opinião do especialista, as senhas devem ser mortas e enterradas, dando lugar a um método mais fácil de usar e mais seguro. “Os sensores de impressão digital já estão sendo usados com excelente resultado e, em breve, também os celulares podem vir a ser usados para o reconhecimento facial. Ou seja, os selfies podem de fato ser usados para mais coisas além de postar no Facebook”.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Na opinião de Juan Carlos Tejedor, diretor comercial da norte-americana Lumidigm para a América Latina, por mais que outros dispositivos biométricos estejam sendo desenvolvidos, o reconhecimento da impressão digital ainda leva vantagem. “Pode-se afirmar que a impressão digital vem superando outras identificações biométricas porque melhor atende às necessidades da população. Além disso, tem demonstrado ser a opção biométrica mais acertada para assegurar a interoperabilidade entre instituições financeiras, governamentais e outras instâncias. No Brasil, por exemplo, onde mais da metade dos caixas eletrônicos contam com identificação biométrica, até mesmo as eleições estão migrando para esse sistema em todo o país”.

Com uso fácil e intuitivo, os sensores biométricos vêm sendo implantados com sucesso nos serviços de saúde, transporte, parques de diversão, fronteiras etc. Basta aproximar o dedo do leitor de impressão digital e pronto – não há necessidade de memorizar senhas e códigos para autenticar o usuário. “Os sensores biométricos dotados de tecnologia de imagem multiespectral são os mais seguros e avançados, já que empregam diversos comprimentos de ondas luminosas em conjunto com modernas técnicas de polarização para obter características singulares da impressão digital, tanto da superfície da pele quanto de uma subcamada que reproduz o mesmo padrão. Por isso, eles são tão eficientes no combate às tentativas de fraude. Além disso, o dedo pode estar machucado, molhado, oleoso, sujo ou desgastado e ainda assim será rapidamente identificado”, diz Tejedor.

Essa vantagem vem sendo aprovada pelo setor bancário dos quatro cantos do Brasil. Dos 180 mil caixas eletrônicos instalados em território nacional, pelo menos 60 mil já contam com algum tipo de tecnologia biométrica. “As previsões indicam que até o final de 2014 a Lumidigm somará 50 mil instalações nos bancos brasileiros, revelando a grande preocupação dos gestores financeiros com relação à segurança e à comodidade do correntista. O retorno por parte da população tem sido surpreendentemente bom. Hoje, a biometria de impressão digital é rápida, simples e funciona. Além disso, o sucesso da experiência dos bancos está se espalhando rapidamente para outros setores da economia”, conclui Tejedor.

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