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Como identificar que você está no caminho profissional errado

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Foto: Wikimedia

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Desde criança, nos acostumamos a ouvir uma pergunta que persiste durante alguns anos nas nossas vidas: o que você vai ser quando crescer? As respostas são as mais diversas possíveis: médico, engenheiro, advogado, professor, e mais uma infinidade de profissões. No entanto, a definição (ou pelo menos a escolha) por uma delas ocorre por volta dos 17 ou 18 anos quando está iminente prestar o vestibular.

A partir disso, começa um novo ciclo na vida das pessoas. Os estudos aumentam, as responsabilidades também e, com o passar dos anos, finalmente chega o dia do tão desejado diploma. Agora, é hora de praticar tudo aquilo o que foi visto dentro da sala de aula. Estão abertas as portas do mercado de trabalho. Tudo pode ir muito bem até que, um dia, passam a surgir algumas questões referentes ao trabalho. Um incômodo aqui, outro ali e eis o dilema: será que estou na carreira certa?

Mas, calma. Fazer esse questionamento ou cogitar trocar de carreira é mais comum do que se pode imaginar. “Nos últimos anos, as pessoas passaram a envelhecer de maneira mais saudável. Sendo assim, houve um aumento no tempo útil da vida profissional e, com ele, o que antes era considerado como profissão para a toda a vida, passou a ser colocada à prova de mudanças”, explica a Gerente de Recursos Humanos da Mega Sistemas Corporativos, Mariana Almeida.

Antes, esta dúvida permeava as pessoas na faixa dos 40 anos. Agora, passou a fazer parte da realidade dos jovens entre 25 e 30 anos. Segundo Mariana, ela pode ter relação com a velocidade na propagação das informações e no aprendizado. “Além disso, o mercado de trabalho passou a contar com pessoas cada vez mais jovens, o que proporcionou um caráter mais acelerado. Como consequência, isso criou novas necessidades para quem já está com a carreira mais estabilizada”, completa.

A gerente listou cinco sinais que podem ser determinantes para alguém identificar se está no caminho profissional errado.

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1 – Sem estímulo
Acordar um dia sem vontade de ir trabalhar faz parte da vida de muita gente. Mas, se isso passa a ser algo constante, é melhor ligar o sinal de alerta. O prazer em realizar as atribuições tem de ser maior do que a obrigação de cumpri-las.

2 – Pessoas não são robôs
De nada adianta desenvolver as tarefas do dia a dia sem parar para observar como está o desempenho na execução. Não perceber a relevância do está sendo feito contribui para a falta de ideias e resulta em improdutividade.

3 – Demorar a realizar as atividades
Realizar uma tarefa sem nenhum envolvimento e estar preocupado em terminá-la rapidamente é uma situação que merece ser reavaliada. Colaborador motivado nem percebe o tempo passar.

4 – “Esconder” o que faz no trabalho
Não ter a menor vontade em falar sobre as atividades desenvolvidas no trabalho é algo sintomático. Vale a pena procurar saber o que pode estar errado.

5 – Nada é positivo
Todo mundo sonha com o trabalho perfeito, aquele em que o tédio passa longe. No entanto, os prós e os contras fazem parte de qualquer um. O complicador está quando as características negativas se sobressaem sobre as positivas. Perder o interesse pela carreira atual pode ser o que faltava para dar início a uma mudança de rumo.

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