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Economia na era do consumidor digital: empresas precisam se reinventar

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Foto: Microsoft.com

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Principais resultados da pesquisa:

8% das empresas entrevistadas afirma ter como estratégia digital atual o início do processo de Recriação Digital, mudando os modelos comerciais centrais; produtos e serviços; processos de negócios e locais de trabalho. A estratégia visa evitar o mesmo destino de muitas empresas que perderam a liderança. Quase um terço informou que a Recriação Digital será sua estratégia para 2020;

Empresas de todos os setores e regiões estão investindo em iniciativas digitais – aproximadamente US$ 113 milhões neste ano – já que, para 70%, esta mudança é considerada essencial para o sucesso dos negócios nesta década;

57% dos líderes digitais1 possuem uma estratégia unificada que oriente todas as iniciativas digitais em toda a empresa, o que é o caso de apenas 40% dos seguidores digitais1.

Conforme entramos na era da Economia do Consumidor Digital, as empresas estão reconhecendo a importância das iniciativas digitais para o seu sucesso. As empresas que estão percebendo uma maior rentabilidade das iniciativas digitais, os líderes1, possuem uma estratégia unificada que orienta todas as suas iniciativas digitais, de acordo com o Relatório Global de Tendências2 mais recente publicado pela Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções empresariais.

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O relatório, intitulado ‘O Caminho para a Recriação: O Status e o Risco Elevado das Iniciativas Digitais’, pesquisou mais de 800 empresas3 globais sobre seus investimentos digitais até a data e o retorno do investimento que foi recebido, bem como as suas expectativas para o futuro. Na medida em que entramos na Economia do Consumidor Digital, o estudo avalia como as empresas que estão listadas no Global 2000 estão usando as cinco tecnologias transformadoras para avançar na direção da Recriação Digital: modificação dos modelos de negócios centrais, produtos e serviços, processos empresariais e locais e trabalho.

Ao comentar sobre os resultados, N Chandrasekaran (Chandra), CEO e Diretor Geral da Tata Consultancy Services, afirma: “A economia mundial está no meio de uma mudança tectônica, da Economia da Internet para a Economia do Consumismo Digital. Cinco principais tecnologias digitais estão direcionando esta mudança: Big Data e analítica, computação nas nuvens, computação móvel e ubíqua, meios sociais, robótica e Inteligência Artificial. Individualmente, estas tecnologias são de fato poderosas, mas quando estão combinadas, têm o potencial de mudar fundamentalmente a maneira como os produtos são desenvolvidos pelas empresas, como são posicionadas no mercado e como interagem com os clientes em todos os principais setores.

No entanto, com tanto em jogo, é vital que as empresas direcionem as atividades que realizam neste espaço para os objetivos adequados do negócio. Está claro que esta estratégia é a melhor maneira de maximizar o retorno sobre o investimento e, embora possa ser difícil, as empresas que trabalharem assim poderão sobreviver e prosperar na nova economia digital”.

Os principais dados do relatório incluem: 

Os líderes digitais têm um plano para a Economia do Consumidor Digital

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  • Os líderes focam seus esforços digitais em uma quantidade menor de recursos empresariais, 57%. Enquanto os seguidores tendem a concentrar menos os esforços entre vários objetivos relacionados ao negócio.
  • Os líderes alcançaram capacidades superiores na compreensão dos objetivos dos clientes em três áreas:
  • Identificar as necessidades do cliente para novos produtos ou serviços (61% dos líderes, em comparação a 34% dos seguidores).

o   Aperfeiçoar as previsões de demanda (33%, em comparação a 18%).

o   Adaptar os serviços a segmentos de clientes menores e específicos (30%, em comparação a 17%).

  • Os líderes quase dobram a porcentagem de seguidores quanto ao fato de potencialmente já terem no mercado uma oferta digital completamente nova (89% dos líderes, em comparação a 48% dos seguidores).

Oferecer um extenso conhecimento sobre o cliente é a primeira prioridade

  • Os líderes digitais são os mais suscetíveis a concentrar esforços na utilização de tecnologias digitais para fornecer um melhor conhecimento sobre o comportamento e as expectativas do cliente: 74% dos líderes se concentram na utilização das iniciativas digitais para prever com mais exatidão a demanda por produtos ou serviços. Enquanto 66% dão prioridade às iniciativas que lhes permitam monitorar como os clientes estão usando produtos ou serviços para identificar a necessidade de novas ofertas.
  • Alcançar uma melhor compreensão por meio da utilização do Big Data também é um dos focos principais para os investimentos a um nível mais amplo. As empresas supõem gastar mais de seus pressupostos digitais em Big Data do que em qualquer outra tecnologia. Durante os próximos três anos, 28% de todos os investimentos digitais serão gastos em tecnologias de Big Data, em comparação com aproximadamente 20% em redes sociais, 20% em recursos móveis, 19% em computação em nuvem e 13% em Inteligência Artificial e robótica.
  • Atualmente, as empresas estão contando especialmente com aplicações móveis e análise de redes sociais como fonte de dados sobre seus clientes, as duas tecnologias são usadas por 50% dos entrevistados. No entanto, espera-se que a tecnologia portátil se converta em uma fonte relevante de dados sobre o cliente, com 62% das empresas planejando a coleta de dados através de um dispositivo portátil digital até 2020.
  • Empresas de mídia e entretenimento, telecomunicações, alta tecnologia, do segmento bancário, de seguros e de serviços financeiros têm o potencial para digitalizar suas principais ofertas, processos empresariais (especialmente de marketing, vendas e distribuição) e a experiência do cliente.
  • Reconhecendo a urgência do investimento na Recriação Digital, empresas de telecomunicações, bancos, empresas de seguros e serviços financeiros estão investindo mais em atividades digitais – US$ 189 milhões e US$ 142 milhões, respectivamente.

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