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Entenda um pouco sobre a nova formação do novo governo iraquiano, onde EUA promete mais ajuda

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Foto: Pixabay

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Após intensa negociação política sobre se os deputados curdos apoiariam um novo governo em Bagdá, o parlamento do Iraque nomeou oficialmente Haider al-Abbadi como o novo primeiro-ministro do país. Em seu discurso, ele prometeu ver as questões sobre as exportações de petróleo e salários públicos. O cargo do Ministro da Defesa e do Ministro do Interior, foram deixados em branco. O ex-primeiro-ministro Nouri al-Maliki foi nomeado como vice-presidente.

A votação representa um alívio para os avanços alarmantes por combatentes do Estado islâmico. Os EUA, que ajudam as forças de segurança do Iraque, batalham contra uma enxurrada de rebeldes fundamentalistas islâmicos, chegando a exigir que Bagdá trabalhe rapidamente um governo de coalizão para tirar o apoio aos militantes sunitas.

Al-Abbadi disse à televisão estatal iraquiana que quer três deputados, um de cada um dos principais grupos religiosos e étnicos no país: um xiita, um sunita e um curdo. A-Maliki renunciou seu cargo em 14 de agosto, terminando seu governo de oito anos onde tinha sido acusado por vários anos de favorecer os xiitas em um país onde cerca da metade da população se identifica como sunita.

O bloco curdo tinha se oposto a formação do novo governo, porque a Aliança Nacional do Iraque, uma coalizão de grupos políticos xiitas que formam a maioria do parlamento, não tinham conseguido fazer concessões adequadas, de acordo com a Reuters.

Bagdá recentemente parou de pagar os salários dos funcionários públicos do Governo Regional do Curdistão, em protesto contra exportação de petróleo, independentemente do curdo na Turquia.

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Enquanto isso, os combatentes do Estado islâmico continuam a causar o caos na Síria e no Iraque. Nesse mês de setembro, dois ataques suicidas ao norte de Bagdá mataram pelo menos 18 pessoas em uma cidade que tenta resistir aos militantes islâmicos.

Os dois ataques, onde um carro-bomba foi detonado em uma barreira de segurança, a fim de permitir o acesso por um homem-bomba, foi seguido pelos combates entre rebeldes ISIS, policiais e membros de tribos aliadas locais. Cerca de 50 pessoas ficaram feridas nos combates.

As forças iraquianas conseguiram proteger a área de uma importante barragem hidroelétrica, com cerca de 150 milhas (cerca de 240 km) a noroeste de Bagdá. Os EUA forneceram apoio aéreo nessa operação, ampliando o papel dos Estados Unidos na luta contra o ISIS, na província de Anbar, segundo o jornal Washington Post.

© 2014, Newsweek, Inc. Todos os direitos reservados.

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