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Exposição Salvador Dalí no Instituto Tomie Ohtake

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claudia

Exposição Salvador Dalí no Instituto Tomie Ohtake

Depois da super visitada exposição de Yayoi Kusama, o Instituto Tomie Ohtake trás agora a maior retrospectiva da vida e obra de Salvador Dalí já feita no Brasil.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Independente se você gosta ou não de arte, se conhece ou não este artista, obviamente você já viu ou ouviu em algum momento alguém falar dele. E certamente já deve ter visto a obra abaixo em algum lugar.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Trata-se do quadro: “A Persistência da Memória”. A obra, pintada em tinta a óleo, é a mais conhecida de Dalí. Foi concebida em 1931 e até hoje é amplamente reconhecida e referenciada na cultura popular. É claro que esta é apenas uma pequena parte de um grande e rico acervo.

Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech nasceu na Catalunia, Espanha, em 11 de maio de 1904. Filho de um rígido advogado, sempre teve em sua mãe, uma grande incentivadora de seu talento para a arte.

Dalí frequentou a Escola de Desenho Federal, onde iniciou seu aprendizado na educação artística formal. Descobriu a pintura impressionista. Mudou-se para Madrid, onde estudou na Academia de Artes de San Fernando, onde fez experiências com o cubismo e o dadaísmo, que influenciariam seu trabalho dali em diante.

Após ser expulso, em meados de 1926, após declarar que ninguém na Academia era suficientemente competente para o avaliar, Dalí muda-se para Paris, onde conhece ninguém menos que Pablo Picasso. Daquele momento em diante, ele passou a desenvolver uma série de trabalhos influenciados não só por Picasso, mas também por Juan Miró, enquanto ia desenvolvendo o seu próprio estilo.

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Desempenhou papel na política da época, considerando-se um anarquista e monarquista. Fez grandes amigos, entre eles, algumas personalidades como Freud e Einstein.

Após a morte de sua esposa, Gala Éluard (cujo nome verdadeiro é Elena Ivanovna Diakonova), Dalí entra em uma profunda depressão, parando inclusive de alimentar-se, o que foi determinante para o fim de sua carreira artística e de sua própria vida.

O acervo, que já está em exposição desde o dia 16 de outubro, conta com 218 peças, distribuídas entre fotografias, filmes, gravuras, desenhos e pinturas. E a entrada é gratuita.

Vale muito a pena conferir. 😉

E para quem quiser saber mais sobre a exposição, é só clicar abaixo:

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http://www.institutotomieohtake.org.br/inicio/index.html

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Álvaro Carvalho, publicitário, estudante de teatro e apaixonado por música. Adora viajar, conhecer museus, lugares novos, comidas exóticas e todo tipo de entretenimento ligado a cultura e arte.

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