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Extinção da lâmpada incandescente é fenômeno mundial

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Foto: Reprodução

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O fim das lâmpadas incandescentes não é uma opção isolada brasileira. “Trata-se de uma escolha mundial para reduzir o consumo de energia elétrica, a geração de calor e emissão do CO2 que ocasiona o efeito estufa, e o excesso de descarte que contamina o meio ambiente”, explica Gilberto Grosso, CEO da Avant, empresa brasileira que há 16 anos é uma das líderes na oferta de soluções em iluminação.

O Brasil optou por eliminar a fabricação e comercialização das lâmpadas incandescentes de forma gradual, assim como aconteceu com os países europeus. “Na Europa a ação de eliminação quase que total da incandescente levou três anos e encerrou-se em 2012, e em outros países a escolha foi banir essa lâmpada de uma única vez, começando por Cuba em 2005. Os Estados Unidos proibiram a fabricação no começo de 2014, precedido pela Argentina em 2011 e Austrália em 2010, entre outros”, afirma Grosso.
Em um lar brasileiro a iluminação representa ao redor de 15% de todo o gasto com energia, segundo estudo de 2007 da Eletrobrás. Todavia, esse percentual deve estar mais baixo nos dias de hoje com a diminuição do uso das incandescentes e o crescimento das vendas das econômicas compactas fluorescentes e LED que duram, respectivamente, 6 e 25 vezes mais e consomem muito menos energia elétrica.
Estima-se que o mercado de incandescentes em 2013 tenha sido próximo a 250 milhões de unidades. Com o fim da fabricação dessa tecnologia de lâmpada em 2016 e fim da comercialização geral em 2017, a migração irá para as compactas fluorescentes, conhecidas como econômicas, e para os modelos de LED.
“Não há fontes concretas sobre o tamanho do mercado brasileiro de lâmpadas, apenas estudos de associações ou fabricantes que estimam as vendas anuais. Assim, acredita-se que as lâmpadas compactas representam hoje 200 milhões, seguidas pelas fluorescentes tubulares com 85 milhões, 20 milhões de halógenas e quatro milhões de LEDs”, finaliza Grosso.

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