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Funcionários estão demorando mais para reportar dispositivos móveis roubados

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Foto: Reprodução

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Uma pesquisa da Kaspersky Lab sobre profissionais de segurança de TI descobriu que com o aumento do roubo de dispositivos móveis, o tempo médio para a resposta dos departamentos de TI para esta ameaça a segurança também aumentou. A causa deste atraso é que os funcionários estão demorando mais para notificar seus chefes sobre o furto dos aparelhos, com apenas metade dos empregados reportando rapidamente. Entre as empresas que passaram pela experiência de ter os dispositivos móveis subtraídos, 19% afirmou que o roubo resultou na perda de dados de negócios, isso significa que as empresas tem aproximadamente uma chance em cinco de perder informações caso um dispositivo móvel corporativo seja roubado.

O risco está ai, mas a urgência que os funcionários dão está em baixa
Após entrevistar milhares de gerentes de segurança de TI do mundo inteiro como parte da Pesquisa de riscos de segurança TI 2014, a Kaspersky Lab descobriu que mais de um terço dos funcionários (38%) levam até dois dias para notificar seus chefes sobre o roubo de dispositivos móveis, e 9% esperam de três a cinco dias. A porcentagem de empregados que notificaram seus superiores no mesmo dia do incidente diminuiu de 60% para 50% de 2013 á 2014. Este atraso pode criar janelas significantes de vulnerabilidades e faz com que a perda de dados empresariais se torne mais provável.

A pesquisa também revelou que o número de roubos de dispositivos móveis continuou crescendo durante os anos. Assim, 25% das empresas tiveram experiências de furto em 2014, um aumento significante comparado com os 14% reportado em 2011. No entanto, em 2014, com o roubo de dispositivos se tornando mais comum, a urgência que os funcionários dão para reportar este tipo de situação está cada vez menor, com apenas metade dos empregados tendo avisado sobre o roubo de um aparelho no mesmo dia que o incidente ocorreu. O crescente índice pode ser um fator contribuinte para a apatia dos funcionários, já que um smartphone roubado pode ser visto agora como uma ocorrência comum, e não como uma rara crise que demande atenção.

O número de roubos de dispositivos móveis varia significantemente em diferentes regiões. O Oriente Médio reportou o menor número de roubos, com 8% das empresas tento experimentado algum incidente, seguidos de 15% no Japão e na Rússia.

Quando olhamos para o comportamento dos empregados em regiões específicas, os funcionários da América do Norte são os que mais demoram a responder, com base na pesquisa, apenas 43% dos funcionários norte-americanos avisam sobre o roubo de um aparelho no mesmo dia do incidente. A região Ásia-Pacífico teve a maior mudança durante os anos com apenas 47% dos funcionários notificando o ocorrido no mesmo dia, uma diminuição de 74% se comparado a 2013.

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Dores de cabeça para gerentes de TI
Dado este crescimento no número de dispositivos e dados roubados em dispositivos móveis, não deveria ser surpresa que 52% dos entrevistados indicaram que estão “mais preocupados” do que em anos anteriores. De fato, 43% foram mais longe, dizendo que o trabalho em padrões móveis introduz um grande risco”, apesar dos benefícios de produtividade que estes dispositivos podem trazer para os negócios. Outros 42% acreditam que “BYOD (Bring Your Own Device – em inglês) política de dispositivos apresentam um aumento no risco de ameaça a segurança” para negócios.

Apesar dessas preocupações do departamento de TI, o uso de aparelho celular não mostra sinais de diminuição. Mais de um terço (34%) dos entrevistados listaram “a integração de dispositivos móveis” como uma de suas principais preocupações nos últimos 12 meses, uma taxa mais elevada do que gerenciar atualizações de hardware ou mesmo a implantação da tecnologia de virtualização.

Isso faz com que os gerentes de TI tenham que lidar com vários desafios de segurança associados a uma força de trabalho móvel, e com a demanda por mobilidade aumentando, os usuários parecem estar menos engajados em utilizar plataformas móveis seguras. Este é um jogo difícil de circunstâncias que requer uma política de segurança bem planejada e uma tecnologia de segurança certa. A política de gestão de dispositivos móveis (MDM), que está integrada em um software de segurança de endpoint existente pode ser um enorme trunfo para os gerentes de TI que ficam à frente dos desafios de segurança móvel.

Ao manter uma politica MDM gerenciada pelo mesmo console que outros softwares de segurança para endpoint de empresas, os gerentes de TI podem aplicar as políticas personalizadas para cada funcionário, incluindo a “conteinerização” que mantém informações de negócios em dispositivos móveis codificados e separados dos dados pessoais em dispositivos de propriedade dos funcionários.

O software MDM fornece uma variedade de medidas antiroubo, incluindo a capacidade de apagar remotamente dados de negócios a partir de dispositivos roubados. Para saber mais sobre as soluções da Kaspersky Lab de segurança móvel, agradar o Kaspersky Security para página de produto Mobile, e ler o nosso “Guia Dummies” para a segurança móvel e BYOD.

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