Lactobacillus helveticus Rosell-52 passa a ser utilizada no Brasil

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Foto: Reprodução

A Lallemand Health Solutions anuncia que sua cepa probiótica Lactobacillus helveticus Rosell-52 recebeu sinal verde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Brasileira para uso em alimentos e suplementos alimentares no Brasil, com alegação genérica de saúde: “Mantém equilíbrio da microflora”. Antes desta autorização, a espécie L. helveticus estava ausente da lista positiva da ANVISA de microorganismos. A cepa é, portanto, a primeira L. helveticus a ser autorizada no Brasil. A espécie L. helveticus, historicamente utilizada na indústria do queijo, está na lista positiva das maiores autoridades internacionais de saúde (Europa, EUA, Canadá, Austrália…), um sinal indiscutível de segurança para uso humano. L. helveticus Rosell-52 é provavelmente a cepa mais bem documentada da Lallemand Health Solution. Suas propriedades probióticas muito bem descritas e interessantes fazem da L. helveticus Rosell-52 uma cepa chave no portfólio da empresa. Esta conquista é fruto de uma sólida documentação e experiência regulatória.

L. helveticus Rosell-52 foi caracterizada e identificada com base nas mais poderosas tecnologias de análise genética. O seu mapa do genoma foi concluído e sua seqüência foi recentemente depositada no DDBJ/EMBL/GenBank. A sua segurança foi cuidadosamente avaliada (ausência de gene de resistência a antibióticos ou produção de antibióticos, sem potencial patogênico ou tóxico).

L. helveticus Rosell-52 tem sido vendida em todo o mundo por muitos anos, como um pó ou como parte de misturas específicas, e possui histórico de segurança e eficácia em humanos. A L. helveticus Rosell-52 está contida no Lacidofil®, com várias indicações para saúde intestinal, no Protecflor®, para a prevenção de diarréia do viajante, no ProbioKid®, documentada pelos seus benefícios imunes, e no Probio’Stick®, o primeiro probiótico documentado para reduzir os efeitos de estresse e ansiedade. No total, a eficácia destas formulações probióticas foram avaliadas em 25 testes em humanos e muitos outros estudos feitos em animais, realizados para decifrar seus modos de ação. As suas principais propriedades podem ser resumidas em:
– A capacidade de aderir fortemente a células epiteliais intestinais devido às suas proteínas de superfície específicas, ocupando assim os locais de ligação de bactérias patogênicas como a E.coli Enteropatogênica (EPEC) e a E.coli Entero-hemorrágica (EHEC).
– A capacidade de inibir a adesão e o crescimento de bactérias patogênicas (ação mostrada em: EPEC, EHEC, Citrobacter rodentium, C. jejuni).
– A capacidade de aumentar a integridade da barreira intestinal, limitando a translocação de patógenos.
– A modulação de respostas imunes específicas e não-específicas e o alívio da inflamação.

Por fim, outros efeitos da espécie L. helveticus que beneficiam a saúde foram descritos. Vários estudos sugerem que as atividades enzimáticas específicas da L. helveticus podem melhorar a biodisponibilidade de nutrientes, remover alérgenos e outras moléculas indesejáveis dos alimentos e produzir peptídeos bioativos por meio da digestão de proteínas de alimentos.

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