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Saúde & Bem-estar

Planos de saúde com co-participação se tornarão principal tendência em seguradoras de saúde

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Conforme o tempo passa, mais pessoas estão notando que os planos de saúde com co-participação vão acabar se tornando a principal oferta das seguradoras que atuam no Brasil. Muita desinformação existe sobre a modalidade e muitos brasileiros acabam receosos pela opção por medo de uma imprevisibilidade de gastos em internações e exames. 

De acordo com o especialista Roberto Dropa, corretor líder da Fraternity Seguros, cerca de 70% dos clientes do mercado atual não adotam o sistema de co-participação. “Muito disso ocorre pelo medo mesmo, pela desinformação. Assim, muita gente acaba pagando mais caro por um plano que não tem muito uso, já que os com co-participação tem preços 20 a 30% mais baratos”, conta. 

Em geral, os preços praticados nas tabelas de co-participação são acessíveis e muito mais em conta do que a contraparte particular, cujos valores de internação e atendimento em pronto socorro são expressivos de tão altos. Por exemplo, em consultas eletivas, as tradicionais, a diferentes médicos, fica em torno de 15 a 30 reais. Já em emergências hospitalares, varia de 30 a 60 reais. Os exames, dependendo da complexidade, o valor fica entre 50 a 150 reais.

“Muita gente também teme a co-participação por causa das internações. Na verdade, a cobrança só acontece por período, com os valores indo de 100 a 400 reais, independente dos dias que o paciente ficar internado. Os valores também incluem todos os procedimentos necessários como exames, remédios e enfermagem utilizados no período, incluindo a UTI caso seja recomendado”, continua. 

Os planos de saúde tem a lógica preventiva então não faria sentido os valores da co-participação serem ostensivos desse modo que as pessoas pensam. Eles foram feitos para o cliente estar protegido caso a necessidade surja. Além disso, as seguradoras só cobram os valores referentes a utilização entre 30 a 90 dias após o uso, dando tempo para o cliente conseguir reorganizar suas finanças“, finaliza Roberto. 

Portanto, na co-participação, os pacientes possuem a mesma rede de atendimento que teriam em planos sem a modalidade, pagando mais barato na mensalidade, ter custos acessíveis na hora da necessidade, além de já contar com a transparência do valor referente a cada procedimento denotados em contratos com a sua seguradora. Todo o processo é mais transparente e também seguro, afinal a recusa por exames e consultas se torna mais rara.

Fora isso, algumas seguradoras cobrem totalmente os valores referentes a procedimentos específicos, como uma quimioterapia, por exemplo. Isso vai variar de acordo com a seguradora e contrato do plano escolhido pelo cliente. Colocando a matemática na ponta do lápis e fazendo todas as contas, analisando o risco e a probabilidade do uso do plano, é bem possível que você descubra que a economia com a mensalidade de planos co-participativos valha bastante a pena.

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