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“Rede de Comerciantes Protegidos” utiliza a tecnologia do WhatsApp e reduz criminalidade em 40%

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Foto: Creative Commons

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Em apenas um mês de funcionamento, dois suspeitos foram presos e outros dois menores apreendidos. Sistema pioneiro na capital mineira já tem a adesão de cerca de cem empresários da região

O sistema pioneiro de comunicação “Rede de Comerciantes Protegidos” que há um mês vem sendo utilizado por lojistas da Região Centro Sul de Belo Horizonte, a Savassi, contribuiu com a redução de 40% da criminalidade na região. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a ferramenta que utiliza a tecnologia do WhatsApp já auxiliou na prisão de dois suspeitos – um por arrombamento e outro com mandado de prisão em aberto – e na apreensão de dois menores que portavam armas brancas. As informações foram divulgadas em reunião nesta manhã na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

O coordenador do Conselho Regional CDL Savassi, Alessandro Runcini, destacou dois benefícios da “Rede de Comerciantes Protegidos”. A primeira é a união dos lojistas e a outra a melhoria da sensação de segurança na região. “A cidade só tem a ganhar com essa integração entre empresários e poder público”, afirmou Runcini. “Afinal a segurança pública é responsabilidade de todos”, completou.

Os empresários da região comemoram os resultados do primeiro mês de funcionamento do sistema. “Agora nós, lojistas, somos os olhos da Savassi, agregando mais eficiência à atuação militar na região”, afirmou o empresário Leandro Melo. “Além de oferecer mais segurança para os consumidores, a ferramenta nos permite trabalhar com tranquilidade” disse o lojista João Antônio Pimenta.

Devido a esses bons resultados, a expectativa da CDL/BH é expandir a “Rede de Comerciantes Protegidos” para outros dois centros comerciais de Belo Horizonte, o Barro Preto e o Hipercentro. Segundo o major Marcellus Castro, comandante da 4ª companhia da PMMG, o sucesso do sistema também deve alcançar outra cidade mineira, Juiz de Fora.

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