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5 histórias que a grande mídia não quer que você acompanhe

5 histórias que a grande mídia não quer que você acompanhe O The São Paulo Times tem um acordo de…

By admin , in Coluna , at 25/06/2014 Tags:,

Paulo

5 histórias que a grande mídia não quer que você acompanhe

O The São Paulo Times tem um acordo de conteúdo com a Newsweek, uma das maiores revistas do mundo; e publica matérias do The New York Times, um dos maiores jornais do planeta. Ainda assim, é uma publicação independente, nova e relativamente pequena. Por tudo que já publiquei na Coluna Novo Mundo, digo a você, leitor: nos meus textos, nem uma palavra foi mudada, mexida ou questionada. Tudo que você leu é culpa minha, é o que escrevi, porque o The São Paulo Times não impôs nada, não tirou nada, não censurou uma palavra. E é por isso que eu vou escrever esta coluna defendendo exatamente o valor dessa independência, tão diferente dos maiores veículos do mundo. Para dar cinco exemplos de até onde as pessoas estão sendo absoluta e covardemente mantidas na ignorância pela grande imprensa; por aquela mesma imprensa que já foi chamada de “pilar das liberdades democráticas”, ou “quarto poder”. Sim, talvez a imprensa seja de fato um quarto poder, mas vezes demais tem se comportado de modo tão conivente, covarde e acobertador quanto os outros três se comportam em tantos países.

São apenas 5 exemplos neste texto. Há mais, muito mais; infelizmente muito mais do que jornais independentes e localizados do outro lado do mundo, como o The São Paulo Times, possam investigar a fundo. Vamos a cinco histórias que a grande mídia preferiu que você não prestasse atenção, oferecendo, portanto, uma visão distorcida do que acontece no mundo:

1. O primeiro exemplo é bem recente e vem diretamente da Inglaterra. No último sábado, dia 21 de junho, havia 50 mil pessoas num protesto que começou na porta da sede da BBC em Londres. E eles não reportaram uma linha sobre isso. Nem uma palavra. 50 mil pessoas, que em seguida caminharam até o parlamento britânico e realizaram um evento. E a BBC não publicou NADA. Aqui tem um link para uma publicação independente, britânica, que mostra inclusive um vídeo do acontecimento: http://www.huffingtonpost.co.uk/2014/06/21/russell-brand-revolution_n_5518215.html?utm_hp_ref=tw

2. No dia 24 de janeiro de 2014, Karl Slym, então CEO da fabricante indiana de automóveis Tata Motors, caiu da janela do 22O andar do hotel onde estava hospedado em Hong Kong. A investigação preliminar da polícia local, reportada pelo Financial Express no dia 28 de janeiro, apontava para uma situação no mínimo bizarra: Karl Slym teria se suicidado; pulando de uma janela pela qual ele precisaria ter feito muito esforço para passar. A tese estaria embasada no fato de haver um bilhete de suicídio; cujo teor não foi divulgado. A polícia afirma que a esposa de Slym estaria dormindo quando os funcionários do hotel chegaram ao quarto. Curiosamente, o especialista em grafologia da polícia revelou, no dia seguinte, que o bilhete de suicídio teria sido escrito pela própria esposa de Slym. Bombástico, não? Dois detalhes importantes: sabe o que Karl Slym faria na convenção da Tata Motors, no dia seguinte àquele em que ele “suicidou-se” ? Anunciaria o lançamento de um carro movido a ar. Sim, você leu corretamente: movido por um avançado compressor de ar; 100% ecológico, eficiente e baratíssimo. O segundo detalhe importante: desde o dia 29 de janeiro, NEM UMA PALAVRA foi publicada em um único grande jornal ou emissora de TV sobre a morte de Karl Slym. Sim, até aqui, seis meses depois, nada mais foi dito. Não é mesmo incrível?

3. Tão incrível quanto o fato de que 20 banqueiros, corretores ou especialistas de alto nível, a maioria deles ligado ao JP Morgan ou ao Deutsche Bank foram também “suicidados” desde janeiro, em vários países; em circunstâncias absolutamente estranhas; e que este assunto tenha tido uma repercussão mínima e esteja hoje totalmente ignorado? Um dos suicídios teria sido cometido com uma máquina automática de pregos na própria garagem da sua casa. Oito pregos, oito perfurações. Sou apenas eu que tenho uma dificuldade imensa em imaginar que alguém possa se matar atirando em si mesmo OITO vezes com uma máquina de pregos? Se depender da atenção da grande imprensa, parece que sim. A maioria dos meus leitores sequer terá idade para lembrar, mas na década de 80 houve um “suicídio” muito interessante aqui no Brasil. Um jornalista ligado a negócios muito complicados com o governo, chamado Alexandre Baumgarten. Segundo o relatório oficial, aceito e aprovado à época, concluía-se que basicamente ele se matou com 3 tiros (sendo DOIS deles fatais) e em seguida jogou-se ao mar. (Para quem quiser saber mais sobre o caso Baumgarten:http://www.muco.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=452:caso-baumgarten-&catid=34:sala-de-escandalos&Itemid=53 )

4. Para diversificarmos o assunto, vamos a um outro tema: em abril do ano passado foi realizada uma audiência pública oficial do congresso americano; no clube de imprensa de Washington. Vou destacar isso: no CLUBE DE IMPRENSA de Washington. Era a esperada “Disclosure Project Public Hearing”; ou seja, uma audiência pública sobre o Projeto para Revelar ao público informações sobre UFOs que são guardadas a sete chaves pelo governo americano. Nesta audiência, havia cientistas, políticos, militares e jornalistas aos montes. Um dos convidados para falar foi Paul Hellyer, ex-ministro da defesa do Canadá. Hellyer foi ministro da defesa do Canadá por 23 anos, servindo a 3 diferentes governos. Recebeu da Rainha Elisabeth II uma das mais altas condecorações da comunidade britânica. Este senhor, com este nível de credenciais, disse em alto e bom som na audiência oficial frases como “os UFOs são tão reais quanto os aviões sobre as nossas cabeças”; e “há espécies não-terrestres colaborando com o governo americano.” E você, tinha ouvido essa declaração? Bem, talvez não tenha chegado ao Brasil, mas nos EUA certamente deve ter causado furor e grande cobertura de imprensa? Não. E posso dizer isso com total confiança: eu estava nos Estados Unidos no dia da audiência (por razões que nada tinham a ver com ela) e por vários dias após a data. Rodei todos os canais de TV aberta e fechada durante vários horários do dia em busca de alguma cobertura da audiência pública oficial do congresso americano que estava acontecendo dentro do clube de imprensa de Washington. Nem um canal sequer mencionou o assunto. (aqui tem o vídeo completo com o depoimento de Hellyer, com legendas em português: http://youtu.be/JN0hqnxVTLM

5. Para terminar, vou levantar uma lebre tremendamente incômoda: lembram-se que no início do ano o jornalista americano Glenn Greenwald trouxe a público revelações contidas em alguns dos documentos fornecidos a ele por Edward Snowden? Claro que lembra. Mas lembra-se também que havia, segundo o próprio Greenwald, mais de 200 mil documentos com revelações ainda mais estarrecedoras e sérias do que as realizadas naquele momento? Bem, aqui estamos, ainda esperando por elas. Greenwald fez matéria no Fantástico. Fez revelações de peso, que afetaram as relações internacionais entre Brasil, EUA e Alemanha, entre outras nações. Prometeu revelações ainda mais sérias e graves. Mudou de jornal e de website várias vezes, até fundar o seu próprio, com apoio financeiro de um enorme grupo financeiro multinacional, segundo suas próprias palavras no editorial inaugural, “para ter a mais completa e absoluta independência”. E desde então, não publicou uma só linha relevante sobre os outros 200 mil documentos da NSA.

A grande mídia continua brincando de esconde-esconde com a verdade, mantendo-a longe da sua cabeça e da sua percepção dos fatos e do mundo. E você continua prestando atenção a esse jogo? Por que?

Este, afinal, talvez seja o maior mistério.

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Paulo Ferreira é Diretor de Comunicação da ONG internacional New Earth Nation; Conselheiro e Representante do Nikola Tesla Institute em SP e autor do livro O Mensageiro – O Despertar para um Novo Mundo. © 2014.

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