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Saturday, August 8, 2020
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A Expo Beatle Fest traz de volta a Beatlemania

Estive no Shopping Market Place neste fim de semana para conferir a exposição em homenagem aos Beatles. Pra quem curte…

By Redação , in Coluna , at 12/08/2014 Tags:, ,

Diorama

Estive no Shopping Market Place neste fim de semana para conferir a exposição em homenagem aos Beatles. Pra quem curte o quarteto, é um prato cheio. Entre as atrações estão vários shows em homenagem ao grupo, além de oficinas de games, com direito a um campeonato The Beatles Rockband.

O acervo conta com alguns itens bem interessantes, como alguns bonecos em miniatura dos personagens do clipe de All You Need is Love, alguns discos antigos e pouco conhecidos, bem como algumas fotos do grupo e uma réplica exata da batera de Ringo Star. Pra quem quiser dar uma conferida, seguem abaixo algumas fotos.

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Se você é um garoto, que como eu, também ama os Beatles e os Rolling Stones, qualquer coisa “nova” sobre o grupo pode ser legal de se ver. Quando digo “nova”, é por que eu tenho uma teoria: qualquer coisa que você não tenha visto ainda, é nova pra você. Esta semana mesmo assisti a um filme que foi produzido há 20 anos. Como eu nunca o havia assistido, de certa forma foi uma estreia, com direito a pizza. Pra mim faz todo sentido.

Ainda lembro bem da primeira vez em que ouvi os Beatles. Eu devia ter uns 5 ou 6 anos de idade e meus pais haviam comprado um aparelho de som ultra moderno. Tinha toca fitas e tudo mais! Dava até pra gravar as músicas do toca-discos para as fitas K-7, acreditam? Depois você as levava pra onde quisesse e as ouvia no seu também moderníssimo walkman. Primeiro o lado A, depois o B, até onde as pilhas durassem, é claro. Mas meus pais tinham um truque para fazer as pilhas durarem mais: era só rebobinar as fitas manualmente com uma caneta bic e bingo!(até hoje me pergunto se rolou uma parceria entre a Bic e a BASF). Eram os “ipods” da época e custavam quase tão caro quanto nossos ipods custam hoje, a diferença é que hoje cabem alguns milhares de músicas a mais. Pouca coisa, vai! Lembro que era preciso desembolsar uma graninha pra ter um walkman. Eu mesmo só fui ter um aos 10 anos, quando já começava a era discman. Nem tive tempo de esnobar meus colegas de escola. Mas enfim, chega de falar da minha velhice. Voltando ao assunto, lembro que meus pais emprestaram uma coleção de discos de vinil de um casal de amigos, entre eles os álbuns branco, preto e “Let it Be”. E começaram a gravá-los um a um, música por música. Pronto, minha vida mudava naquele momento. Finalmente eu descobrira qual seria o meu estilo de música dali em diante. Não que eu já não gostasse de rock, pois antes disso eu já ouvia os discos do Elvis, que meu pai tinha em casa. Aliás, tenho  muito o que agradecer a eles pelas referências musicais que me deram. Melhor impossível. Lembro que comecei a querer saber mais sobre o quarteto de Liverpool. Meu pai me dizia tudo o que sabia, pois na época não era só buscar no Wikipedia. Eu lia alguns recortes de revistas e coisas que saiam nos jornais de vez em quando, até por que quando eu nasci, os Beatles já haviam acabado há muito tempo e John Lennon já tinha morrido há 2 anos. Já era notícia velha de certa forma. Lembro que fiquei chocado com a notícia da morte do Lennon 9 anos depois do ocorrido. Meu pai dizia que um fã enlouquecido havia atirado em Lennon, e eu, criança, não conseguia aceitar o fato: “Pai, mas se ele era fã, por que o matou? Não faz sentido!” Hoje dou risada disso.

Bom, com o passar do tempo e com as facilidades cada vez maiores de se conseguir todo o tipo de informação, graças à internet, eu pude saber mais e mais sobre a história dos Beatles e me tornar cada vez mais fã dos caras.

A música dos Beatles é atemporal, é rock, é pop, moderna e clássica ao mesmo tempo. E se eu tivesse que resumir a obra dessa banda em uma palavra, diria: revolucionária.

É impressionante como o tempo não mudou a essência dos Beatles. Tive a oportunidade de ir num dos últimos shows de Paul Mccartney no Brasil e confesso que, como 90% do público presente, foi difícil conter as lágrimas em determinados momentos. Ele estava ali, na minha frente, um dos caras que mudou completamente a história da música. Foi inesquecível. Guardo o ingresso até hoje, junto a camiseta oficial da turnê.

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E pra quem quiser conferir a nova versão de Please Please Me que Paul toca atualmente com sua banda, é só clicar no vídeo abaixo.

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Meu álbum preferido sempre foi “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, mas minha música preferida sempre foi Strawberry Fields Forever. É sem dúvida a canção que tem um dos clips mais loucos também. Pra quem quiser assistir, segue o link abaixo.

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E se você quiser saber mais sobre a Expo Beatle Fest, que vai de 5 a 31 de agosto, é só acessar o link do Shopping Market Place: http://www.iguatemi.com.br/marketplace

Vale a pena. 😉

 

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Álvaro Carvalho, publicitário, estudante de teatro e apaixonado por música. Adora viajar, conhecer museus, lugares novos, comidas exóticas e todo tipo de entretenimento ligado a cultura e arte.

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