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Wednesday, March 3, 2021
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Agência de saúde da ONU vai ao Espírito Santo acompanhar evolução do trabalho de médico cubano

A Unidade Básica de Saúde de Central Carapina, no município de Serra, no Espírito Santo, atende a uma população de…

By Redação , in Brasil Saúde & Bem-estar , at 05/01/2015

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Unidade Básica de Saúde de Central Carapina, no município de Serra, no Espírito Santo, atende a uma população de aproximadamente 12 mil pessoas e conta com três equipes de saúde da família e 43 funcionários, entre médicos, administrativos e profissionais de saúde. Presta atendimento ambulatorial e demanda espontânea, além de realizar visitas domiciliares.

No início de junho de 2014, uma equipe da Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil esteve no local e conversou com o então recém-chegado médico cubano Hidalgo Rodrigues Matias, que atendia no local há apenas dois meses.

Ná ultima semana de 2014, a OPAS / OMS retornou ao local e conversou novamente com o médico, que fez uma breve análise da evolução de seu trabalho na unidade de saúde.

“O início foi muito difícil, principalmente por ter que falar em outra língua, mas com o estudo sistemático fui aprendendo. Para mim este trabalho é desafiador. Tenho a oportunidade de conhecer uma nova realidade, tratar doenças de forma diferente do que em Cuba, então estou aprendendo muito”, conta o médico.

Rodrigues também diz que o programa foi muito bom para a população. “Consulto aproximadamente trinta pacientes diários. São trinta pessoas a mais por dia que podem ser atendidas, e que antes provavelmente tinham que esperar. Então o fluxo melhora, é mais rápido conseguir consulta e agendamento”.

A interação com a equipe ajudou o médico a contornar alguns percalços no atendimento, explica a gerente da unidade: “Seria bom que o Programa fizesse um reforço nos fluxos e nos protocolos de medicação que nós seguimos aqui, porque esse foi a única dificuldade que eu detectei. Mas o Hidalgo tem muito interesse em fazer tudo corretamente, então sempre que tem uma dúvida ele pergunta para os integrantes da equipe, seja um colega médico, o farmacêutico, a enfermeira ou para mim. Então esse empenho é muito positivo”, avalia

“Estamos em contato direto. Tenho ótimas relações com os outros profissionais, e sempre que tenho dúvidas, converso com meus colegas. Além disso temos reuniões sobre doenças específicas, e estamos sempre conversando e debatendo os problemas de saúde mais urgentes aqui na região”, conta o médico cubano.

Fonte: onu.org.br

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