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Austrália: 6 dicas para fazer um intercâmbio na Oceania

Terra dos cangurus, dos coalas e do surf a Austrália é uma ótima opção para quem está pensando em embarcar…

By Redação , in Mundo News & Trends , at 19/08/2015

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Terra dos cangurus, dos coalas e do surf a Austrália é uma ótima opção para quem está pensando em embarcar em um intercâmbio cultural. Principalmente para os brasileiros que desejam fugir do dólar americano.

Mundialmente famosa por sua fauna e seus desertos, conhecidos também por outbacks, o país tem paisagens incríveis e características únicas. Além da vida noturna e da arte aborígene, dos primeiros habitantes do continente, o intercambista que quiser explorar os sabores do mundo terá sucesso garantido embarcando para a Austrália. Com mais de 200 nacionalidades presentes no país, influências culinárias de diversas culturas marcam presença na gastronomia.

Para os que desejam trabalhar e estudar inglês o destino é uma excelente opção. Gostou? Então, confira seis dicas imperdíveis e comece a planejar seu intercâmbio agora mesmo!

Procure uma agência de intercâmbio de confiança – É sempre bom contar com profissionais preparados que irão indicar o melhor caminho, dar dicas e suporte durante todo o processo. Quando temos um especialista ajudando fica fácil organizar a viagem, escolher o melhor curso e cuidar de toda a burocracia. Esse profissional ajuda na busca daquilo que mais se adequa ao perfil de cada aluno, customizando o atendimento.

Defina o perfil do intercâmbio – Antes de começar a arrumar as malas é preciso definir o objetivo do intercâmbio e escolher quanto tempo você quer ficar no país, qual curso pretende fazer, o tipo de acomodação, a cidade, a escola, se vai trabalhar ou não. Enfim, são muitas decisões e esse é um passo importantíssimo no processo. É nesse momento que você decide sua relação de permanência no país e planeja quanto vai gastar com o curso e custo de vida.

Passaporte – Se você ainda não tem passaporte é o momento de tirar. Se já tem, precisa checar a validade. O correto é ter passaporte válido pelo menos seis meses a mais da data de retorno ao Brasil, caso contrário, será preciso renovar antes da viagem. Agora, fique atento também ao visto.

Visto – Para permanência de até 12 semanas, é preciso o visto de turismo e, acima desse período, o visto de estudante. Nesse último caso, é preciso tirar ainda no Brasil e ter carta de oferta da escola e comprovante de matrícula no curso, além de preencher os formulários 157A e 956A. O consulado cobra uma taxa de 135 dólares australianos para o visto de turismo, e o valor fixo de 1.361 reais para o visto de estudante. Reúna todo tipo de documentação que possa comprovar renda, desde últimos salários e extratos bancários até a Declaração de Imposto de Renda. Também é preciso fornecer cópia autenticada e colorida do RG e do passaporte – constando dados pessoais e páginas com vistos já obtidos. É obrigatório, e nele deve constar o início e o término da vigência – que deve cobrir todo o período de estadia no país.

Trabalho e estudo – Se o seu intercâmbio durar 13 semanas em curso com carga horária de 20 horas semanais, sua permissão para trabalhar está garantida. Durante o tempo de estudo você pode trabalhar até 40 horas a cada duas semanas. Nas férias, que duram um mês, tem permissão para trabalhar em período integral. Você poderá receber um salário médio bruto de US$ 16,35 dólares australianos por hora em restaurantes, hotéis, cafés, pubs e lojas de departamentos.

Nas horas vagas – Explore a grande barreira de corais. Seja você mergulhador ou não, é obrigatório conhecer essa região, que possui 2.000 km de extensão e tem ecossistema. Fazer trilhas, conhecer alguns patrimônios da humanidade. Há 16 lugares, só na Austrália, listados como locais de proteção pela Unesco – de paisagens naturais a cidades históricas. Curta os pubs e aprecie a Casa de Ópera de Sydney.

Seguindo essas dicas o sucesso do seu intercâmbio na Austrália está garantido. Agora o sonho de estudar fora do país está muito mais perto de se tornar realidade.

Por Ana Luisa D’Arcadia de Siqueira, diretora de marketing da Global Study, franquia de intercâmbios.

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